O pão e a água da vida – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 243-253 (“Do Mar Vermelho ao Sinai”).

Pouco depois do incidente com a água, os israelitas enfrentaram uma nova ameaça: foram atacados por um povo agressivo e guerreiro, os amalequitas (Êx 17:8-16).

“Os amalequitas não desconheciam o caráter de Deus nem Sua soberania; mas, em vez de O temerem, ousaram desafiar Seu poder. Os atos sobrenaturais realizados por Moisés diante dos egípcios foram assunto de zombaria para o povo de Amaleque, e os temores das nações circunvizinhas eram ridicularizados. Fizeram juramento pelos seus deuses de que destruiriam os hebreus, de modo que nenhum escapasse, e vangloriavam-se de que o Deus de Israel seria impotente para resistir a eles. Não haviam sido ofendidos ou ameaçados pelos israelitas. Seu ataque não foi motivado por qualquer provocação. Foi para manifestar seu ódio e desconfiança para com Deus que procuraram destruir Seu povo.

“Os amalequitas eram pecadores insubordinados já por muito tempo, e seus crimes demandavam a vingança divina. Contudo, em Sua misericórdia, Deus ainda os chamava ao arrependimento. Quando, porém, os homens de Amaleque caíram sobre as cansadas e indefesas fileiras de Israel, selaram a sorte de sua nação” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 251).

Perguntas para consideração

1. Jetro aprendeu sobre o Deus verdadeiro a partir do que Ele havia feito por Seu povo (Êx 18:10-12). Por que esse princípio é válido hoje? Pergunte a si mesmo e à sua classe: Que tipo de testemunho nossa igreja apresenta ao mundo? O que dizemos ao mundo sobre a natureza e o caráter do nosso Deus?

Êxodo 18:10-12 (NAA): “10 E disse: — Bendito seja o Senhor, que libertou vocês das mãos dos egípcios e da mão de Faraó. 11 Agora sei que o Senhor é maior do que todos os deuses, porque livrou este povo das mãos dos egípcios, quando agiram arrogantemente contra o povo. 12 Então Jetro, sogro de Moisés, ofereceu um holocausto e sacrifícios a Deus. E Arão e todos os anciãos de Israel vieram para comer com o sogro de Moisés, na presença de Deus.”

2. Leia 1 Coríntios 10:4. O que esse texto revela sobre o erro de que o Deus do AT era vingativo, odioso e implacável, em contraste com Jesus? Como esse versículo mostra por que tal crença está equivocada?

1 Coríntios 10:4 (NAA): e beberam da mesma bebida espiritual. Porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.

3. Leia novamente o texto de Ellen G. White citado acima. Compare a atitude dos amalequitas com a de Jetro. Por que Deus trouxe juízo não apenas sobre eles, mas sobre muitos povos do mundo antigo?

Sexta-feira, 15 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O pão e a água da vida

Lições da Bíblia1:

Leia 1 Coríntios 10:11. Segundo Paulo, por que esses acontecimentos foram registrados nas Escrituras Sagradas?

1 Coríntios 10:11 (NAA)2: Estas coisas aconteceram com eles para servir de exemplo e foram escritas como advertência a nós, para quem o fim dos tempos tem chegado.

Paulo explicou que tudo que aconteceu aos israelitas são exemplos e advertências para os seguidores de Cristo e os ajudarão a evitar os mesmos problemas; ou seja, eles aprenderão com esses exemplos. Essa é uma instrução pertinente para nós, que vivemos no “fim dos tempos” (1Co 10:11). Deus concede ao Seu povo o Espírito Santo para fortalecê-lo com “espírito […] de poder, de amor e de moderação” (2Tm 1:6, 7) para que tome decisões corretas e siga Seus ensinos. Cristo é a Fonte da vida (Jo 14:6), e só Ele nos transforma em “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, de modo que não vivamos “conforme os padrões deste mundo”, mas deixemos que Deus nos transforme pela renovação da mente, para que experimentemos “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:1, 2).

Depois, em Seu ministério, Jesus extraiu lições desses relatos do AT, especialmente sobre o maná e a água. Ele usou essas imagens para ensinar verdades sobre Si mesmo, pois Ele era Aquele que havia conduzido os israelitas pelo deserto.

Leia João 4:7-15; 6:31-51. Que verdades esses textos revelam para nós cristãos?

João 4:7-15 (NAA)2: 7 Nisso veio uma mulher samaritana tirar água. Jesus lhe disse: — Dê-me um pouco de água. 8 Pois os seus discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos. 9 Então a mulher samaritana perguntou a Jesus: — Como, sendo o senhor um judeu, pede água a mim, que sou mulher samaritana? Ela disse isso porque os judeus não se dão com os samaritanos. 10 Jesus respondeu: — Se você conhecesse o dom de Deus e quem é que está lhe pedindo água para beber, você pediria, e ele lhe daria água viva. 11 Ao que a mulher respondeu: — O senhor não tem balde e o poço é fundo. De onde vai conseguir essa água viva? 12 Por acaso o senhor é maior do que Jacó, o nosso pai, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, assim como os seus filhos e o seu gado? 13 Jesus respondeu: — Quem beber desta água voltará a ter sede, 14mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. 15 A mulher lhe disse: — Senhor, quero que me dê essa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la.

João 6:31-51 (NAA)2: 31 Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: “Deu-lhes a comer pão do céu.” 32 Jesus lhes disse: — Em verdade, em verdade lhes digo que não foi Moisés quem deu o pão do céu para vocês; quem lhes dá o verdadeiro pão do céu é meu Pai. 33 Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. 34 Então lhe disseram: — Senhor, dê-nos sempre desse pão. 35 Jesus respondeu: — Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim jamais terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. 36 Porém eu já disse que vocês não creem, embora estejam me vendo. 37 Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. 38 Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 39 E a vontade de quem me enviou é esta: que eu não perca nenhum de todos os que ele me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. 40 De fato, a vontade de meu Pai é que todo aquele que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 41 Então os judeus começaram a murmurar contra ele, porque tinha dito: “Eu sou o pão que desceu do céu.” 42 E diziam: — Este não é Jesus, o filho de José? Por acaso não conhecemos o pai e a mãe dele? Como é que ele agora diz: “Desci do céu”? 43 Jesus respondeu: — Não fiquem murmurando entre vocês. 44 Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. 45 Está escrito nos Profetas: “E todos serão ensinados por Deus.” Portanto, todo aquele que ouviu e aprendeu do Pai, esse vem a mim. 46 Não que alguém tenha visto o Pai, a não ser aquele que vem de Deus; este já viu o Pai. 47 — Em verdade, em verdade lhes digo: quem crê em mim tem a vida eterna. 48 Eu sou o pão da vida. 49 Os pais de vocês comeram o maná no deserto e morreram. 50 Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça. 51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente. E o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.

A mulher samaritana descobriu que Cristo oferece algo que ela não poderia obter em nenhum outro lugar. É Deus quem desperta em nós a sede interior por paz, alegria e felicidade; portanto, somente Ele pode satisfazê-la (Sl 42:1, 2).

No contexto do maná, Jesus explicou que foi Deus, e não Moisés, quem havia provido esse alimento ao povo. Então Ele declarou: “Eu Sou o pão da vida. Quem vem a Mim jamais terá fome” (Jo 6:35). Jesus destacou três vezes que Ele é o pão do céu, o pão da vida (Jo 6:35, 41, 48).

Assim como o maná no deserto era o “pão do Céu” (Jo 6:31, 32), a água da rocha era a dádiva de Cristo para saciar a sede de Seu povo. Além desses aspectos físicos, o pão e a água também tinham significado espiritual, pois Jesus Cristo é “o pão da vida” (Jo 6:35, 48) e “a água viva” (Jo 4:10, 11, 14; 7:37, 38). Por isso, é somente Nele que nossa sede e fome espirituais podem ser verdadeiramente saciadas.

Quinta-feira, 14 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
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Jetro

Lições da Bíblia1:

Moisés foi visitado por Jetro, seu sogro, que também é chamado de Reuel (Êx 2:18). Jetro trouxe consigo a esposa de Moisés, Zípora, e seus dois filhos, Gérson e Eliézer. Quando Moisés ouviu que eles estavam chegando, saiu para recebê-los.

4. Leia Êxodo 18. Quais importantes etapas da história da nação aconteceram nesse momento?

Êxodo 18 (NAA): 1 Jetro, sacerdote de Midiã, sogro de Moisés, ouviu todas as coisas que Deus tinha feito por Moisés e por Israel, seu povo; ouviu como o Senhor havia tirado Israel do Egito. 2 Jetro, sogro de Moisés, foi até ele, levando consigo Zípora, a mulher de Moisés, depois que este a havia enviado até ele, 3 juntamente com os dois filhos dela. Um dos filhos se chamava Gérson, pois Moisés tinha dito: “Fui peregrino em terra estrangeira.” 4 O outro se chamava Eliézer, pois Moisés tinha dito: “O Deus de meu pai foi a minha ajuda e me livrou da espada de Faraó.” 5 Jetro, o sogro de Moisés, juntamente com os filhos e a mulher deste, veio a Moisés no deserto onde estava acampado, junto ao monte de Deus. 6 E Jetro mandou dizer a Moisés: “Eu, seu sogro Jetro, estou chegando, com a sua mulher e os seus dois filhos.” 7 Então Moisés foi ao encontro do sogro, inclinou-se e o beijou; e, indagando pelo bem-estar um do outro, entraram na tenda. 8 Moisés contou a seu sogro tudo o que o Senhor havia feito a Faraó e aos egípcios por amor de Israel, e todas as aflições que enfrentaram no Egito, e como o Senhor os havia livrado. 9 Jetro ficou contente com todo o bem que o Senhor havia feito a Israel, livrando-o das mãos dos egípcios. 10 E disse: — Bendito seja o Senhor, que libertou vocês das mãos dos egípcios e da mão de Faraó. 11 Agora sei que o Senhor é maior do que todos os deuses, porque livrou este povo das mãos dos egípcios, quando agiram arrogantemente contra o povo. 12 Então Jetro, sogro de Moisés, ofereceu um holocausto e sacrifícios a Deus. E Arão e todos os anciãos de Israel vieram para comer com o sogro de Moisés, na presença de Deus. 13 No dia seguinte Moisés sentou-se para julgar o povo; e o povo estava em pé diante de Moisés desde a manhã até o pôr do sol. 14 Quando o sogro de Moisés viu tudo o que ele fazia ao povo, perguntou: — Que é isto que você está fazendo ao povo? Por que você fica sentado sozinho e todo o povo está em pé diante de você, desde a manhã até o pôr do sol? 15 Moisés respondeu a seu sogro: — É porque o povo vem a mim para consultar a Deus. 16 Quando eles têm alguma questão, vêm a mim, para que eu julgue entre um e outro, e eu lhes dou a conhecer os estatutos de Deus e as suas leis. 17 O sogro de Moisés, porém, lhe disse: — Não é bom o que você está fazendo. 18 Com certeza todos ficarão cansados, tanto você como este povo que está com você. Isto é pesado demais para você; você não pode fazer isso sozinho. 19 Escute agora o que vou dizer. Eu o aconselharei, e que Deus esteja com você. Represente o povo diante de Deus, leve as suas causas a Deus, 20 ensine-lhes os estatutos e as leis e faça com que conheçam o caminho em que devem andar e a obra que devem fazer. 21 Procure entre o povo homens capazes, tementes a Deus, homens que amam a verdade e odeiam a corrupção. Coloque-os como chefes do povo: chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta e chefes de dez, 22 para que julguem este povo em todo tempo. Toda causa grave trarão a você, mas toda causa pequena eles mesmos julgarão; assim será mais fácil para você, e eles o ajudarão a levar essa carga. 23 Se você fizer isto, e se essa for a ordem de Deus, então você poderá suportar e também todo este povo voltará em paz ao seu lugar. 24 Moisés atendeu às palavras de seu sogro e fez tudo o que este lhe tinha dito. 25 Escolheu homens capazes, de todo o Israel, e os constituiu por chefes sobre o povo: chefes de mil, chefes de cem, chefes de cinquenta e chefes de dez. 26 Estes julgaram o povo em todo tempo; a causa grave trouxeram a Moisés e toda causa simples eles mesmos julgaram. 27 Então Moisés se despediu de seu sogro, e este voltou para a sua terra.

Jetro veio porque ouvira sobre a libertação surpreendente que Deus havia realizado por Israel. Moisés narrou ao seu sogro em detalhes “tudo o que o Senhor havia feito a Faraó e aos egípcios por amor de Israel, e todas as aflições que enfrentaram no Egito, e como o Senhor os havia livrado” (Êx 18:8).

Jetro exaltou a bondade de Deus e Suas intervenções extraordinárias em favor do povo, declarando: “Bendito seja o Senhor, que libertou vocês das mãos dos egípcios e da mão de Faraó. Agora sei que o Senhor é maior do que todos os deuses, porque livrou este povo das mãos dos egípcios, quando agiram arrogantemente contra o povo” (Êx 18:10, 11).

Vemos aqui um exemplo de como Israel deveria ser uma testemunha para o mundo de quem é o verdadeiro Deus e do que Ele pode fazer por Seu povo.

Ao mesmo tempo que Jetro aprendeu sobre Deus, ele próprio tinha algo a oferecer ao povo de Deus: conselhos sábios e benéficos. Moisés precisava organizar o sistema legal de Israel com base em princípios justos e imparciais. Ele também precisava de juízes dedicados e fiéis, pessoas íntegras. Jetro sabiamente enumerou as seguintes qualificações: (1) pessoas que temessem a Deus; (2) que fossem confiáveis; e (3) que odiassem o ganho desonesto. Foram nomeadas pessoas capazes e de bom caráter que liderassem grupos de mil, de cem, de cinquenta e de dez. Assim, a carga de Moisés seria reduzida, ele poderia se concentrar em problemas mais relevantes e o povo seria bem servido.

Moisés aceitou o sábio conselho de Jetro (Êx 18:24) e nomeou líderes para diferentes funções administrativas (Dt 1:9-18).

Moisés poderia ter ignorado aquele idoso e dito a ele para não se preocupar. Mas ele não fez isso. O que aprendemos com a disposição de Moisés de ouvir os conselhos de seu sogro?

Quarta-feira, 13 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Água da rocha

Lições da Bíblia1:

No deserto, precisamos de muita água. Deus cuidou desse problema, mesmo que as pessoas se queixassem, não confiassem Nele e até testassem Sua capacidade e disposição de dar-lhes água. Em sua incredulidade, elas olharam de volta para o Egito.

3. Leia Êxodo 17:1-7. Que lição o povo deveria ter aprendido com esse incidente?

Êxodo 17:1-7 (NAA)2:  1 Toda a congregação dos filhos de Israel partiu do deserto de Sim, fazendo suas paradas, segundo o mandamento do Senhor, e acamparam em Refidim; mas ali não havia água para o povo beber. 2 Então o povo discutiu com Moisés e disse: — Dê-nos água para beber. Moisés respondeu: — Por que vocês estão discutindo comigo? Por que estão tentando o Senhor? 3 Mas ali o povo estava com sede de água e murmurou contra Moisés, dizendo: — Por que você nos tirou do Egito, para nos matar de sede, a nós, a nossos filhos e aos nossos rebanhos? 4 Então Moisés clamou ao Senhor: — Que farei com este povo? Daqui a pouco vão me apedrejar. 5 O Senhor respondeu: — Passe adiante do povo e leve com você alguns dos anciãos de Israel. Leve também o bordão com que você feriu o rio Nilo e siga em frente. 6 Eis que estarei ali diante de você sobre a rocha em Horebe. Bata na rocha, e dela sairá água; e o povo beberá. Moisés assim o fez na presença dos anciãos de Israel. 7 E chamou o nome daquele lugar Massá e Meribá, por causa da discussão dos filhos de Israel e porque tentaram o Senhor, dizendo: — Está o Senhor no meio de nós ou não?

Moisés chamou o lugar de Massá, que significa “provocação”, e Meribá, que significa “reclamação”. O Senhor deu água aos israelitas apesar de sua incredulidade. Esses dois nomes deveriam servir de lembrete para que o povo de Israel não provocasse a Deus nem reclamasse Dele (Hb 3:7, 8, 15). Os israelitas questionaram seriamente a presença de Deus entre eles, embora já tivessem visto muitas evidências concretas não apenas de Sua presença, mas também de Seu poder e autoridade.

“Moisés feriu a rocha, mas era o Filho de Deus que, velado na coluna de nuvem, estava ao lado de Moisés e fazia correr a água doadora de vida. Não somente Moisés e os anciãos, mas também toda a congregação que permanecia a distância, viram a glória do Senhor; contudo, se fosse removida a nuvem, teriam sido mortos pelo terrível esplendor Daquele que nela habitava” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 250).

A água é símbolo de vida porque, sem água, não há vida. Cada célula do corpo precisa de água. A água representa entre 50 e 75% do nosso corpo, dependendo da idade da pessoa. Até os ossos são compostos parcialmente de água. Prover água no deserto era sinal de que Deus cuidava dos israelitas e de que poderiam confiar Nele. Mas, para isso, eles tinham que obedecer.

Muitos séculos depois, Paulo lembrou aos crentes coríntios que a experiência dos israelitas no deserto foi única. O próprio Cristo não apenas os guiou, mas lhes ofereceu água (Sl 78:15, 16) e atendeu a outras necessidades espirituais e físicas. Paulo disse: “Beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1Co 10:4). Para eles, Cristo era a Fonte da vida e o Doador da vida eterna. Assim como uma rocha é sólida, Deus guiou Seu povo com fidelidade. Podemos contar com o Senhor porque Ele jamais deixa de cumprir Suas promessas.

Quais são as áreas em que você precisa confiar em Deus hoje? Como aprender a se submeter à vontade Dele e esperar o Seu tempo? Por que isso nem sempre é fácil?

Terça-feira, 12 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Codornizes e maná

Lições da Bíblia1:

Infelizmente, vemos um padrão de rebelião nessas histórias de peregrinação. O povo rapidamente esquecia a ajuda poderosa de Deus no passado e como Ele havia solucionado seus problemas. Os israelitas permitiram que seus problemas ofuscassem o objetivo final e o futuro maravilhoso prometido. É um problema comum até mesmo entre o povo de Deus hoje.

2. Qual foi a causa da murmuração dos israelitas e o que aconteceu depois? Êx 16

Êx 16 (NAA)2: 1 Partiram de Elim, e toda a congregação dos filhos de Israel veio para o deserto de Sim, que está entre Elim e Sinai, aos quinze dias do segundo mês, depois que saíram da terra do Egito. 2 Toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e Arão no deserto. 3 Os filhos de Israel disseram a Moisés e Arão: — Quem nos dera tivéssemos morrido pela mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne e comíamos pão à vontade! Pois vocês nos trouxeram a este deserto a fim de matarem de fome toda esta multidão. 4 Então o Senhor disse a Moisés: — Eis que farei chover do céu pão para vocês, e o povo sairá e recolherá diariamente a porção para cada dia. Eu os porei à prova para ver se andam na minha lei ou não. 5 No sexto dia prepararão o que recolherem, e será o dobro do que recolhem nos outros dias. 6 Então Moisés e Arão disseram a todos os filhos de Israel: — Hoje à tarde vocês saberão que foi o Senhor quem os tirou da terra do Egito, 7 e, pela manhã, vocês verão a glória do Senhor, porque ele ouviu as murmurações de vocês contra o Senhor. Pois quem somos nós, para que vocês fiquem murmurando contra nós? 8 — Moisés continuou: — Isso acontecerá quando o Senhor, à tarde, lhes der carne para comer e, pela manhã, pão à vontade, porque o Senhor ouviu as murmurações, com que vocês se queixam contra ele. Pois quem somos nós? Vocês não estão murmurando contra nós, mas contra o Senhor. 9 Então Moisés disse a Arão: — Diga a toda a congregação dos filhos de Israel: “Cheguem-se à presença do Senhor, pois ele ouviu as murmurações de vocês.” 10 Enquanto Arão falava a toda a congregação dos filhos de Israel, olharam para o deserto, e eis que a glória do Senhor apareceu na nuvem. 11 E o Senhor disse a Moisés: 12 — Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel. Diga-lhes: “Ao crepúsculo da tarde, vocês comerão carne, e, pela manhã, vocês comerão pão à vontade, e saberão que eu sou o Senhor, seu Deus.” 13 À tarde, apareceram codornizes e cobriram o arraial. Pela manhã, havia orvalho ao redor do arraial. 14 E, quando o orvalho que havia caído se evaporou, na superfície do deserto restava uma coisa fina e semelhante a escamas, fina como a geada sobre a terra. 15 Quando os filhos de Israel viram aquilo, perguntaram uns aos outros: — Que é isso? Pois não sabiam o que era. Moisés respondeu: — Isso é o pão que o Senhor dá a vocês para comerem. 16 Isto é o que o Senhor ordenou: “Que cada um recolha o que se consegue comer: dois litros por cabeça, segundo o número de pessoas. Cada um pegará para todos os que vivem em sua tenda.” 17 Assim o fizeram os filhos de Israel. E recolheram, uns, mais, outros, menos, 18 conforme a medida fixada. E não sobrava para quem havia recolhido muito, nem faltava para quem havia recolhido pouco, pois cada um recolhia o quanto conseguia comer. 19 Então Moisés disse: — Ninguém deixe nada para a manhã seguinte. 20 Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, e alguns deixaram do maná para a manhã seguinte, mas deu bichos e cheirava mal. E Moisés se indignou contra eles. 21 Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto conseguia comer; porque, vindo o calor do sol, o maná se derretia. 22 No sexto dia, colheram alimento em dobro, quatro litros para cada um. E os principais da congregação vieram e contaram isso a Moisés. 23 Ele respondeu: — Isto é o que disse o Senhor: “Amanhã é repouso, o santo sábado dedicado ao Senhor. O que vocês quiserem assar no forno, assem, e o que quiserem cozinhar em água, cozinhem; e tudo o que sobrar separem, guardando para a manhã seguinte.” 24 E guardaram-no até a manhã seguinte, como Moisés havia ordenado; e não cheirou mal, nem deu bichos. 25 Então Moisés disse: — Comam isto hoje, pois hoje é o sábado dedicado ao Senhor; hoje vocês não encontrarão nada no campo. 26 Seis dias vocês o recolherão, mas o sétimo dia é o sábado; nele, não haverá nada a recolher. 27 No sétimo dia algumas pessoas saíram para o recolher, porém não o acharam. 28 Então o Senhor disse a Moisés: — Até quando vocês se recusarão a guardar os meus mandamentos e as minhas leis? 29 Vejam! O Senhor deu a vocês o sábado; por isso, ele, no sexto dia, lhes dá alimento para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. 30 Assim, o povo descansou no sétimo dia. 31 A casa de Israel deu àquele alimento o nome de maná. Ele era como semente de coentro, branco e com gosto de bolo de mel. 32 Moisés disse: — Esta é a palavra que o Senhor ordenou: “Dele você pegará dois litros e guardará para as futuras gerações, para que vejam o pão com que eu os sustentei no deserto, quando os tirei do Egito.” 33Então Moisés disse a Arão: — Pegue um vaso, ponha nele dois litros de maná e coloque-o diante do Senhor, para que seja guardado para as futuras gerações. 34 Como o Senhor havia ordenado a Moisés, assim Arão o colocou diante da arca do testemunho para o guardar. 35 E os filhos de Israel comeram maná durante quarenta anos, até que entraram em terra habitada. Comeram maná até que chegaram aos limites da terra de Canaã. 36 A porção de maná para cada pessoa era um décimo da medida padrão, que tinha vinte litros.

Várias tentações registradas na Bíblia estão relacionadas com o alimento. No Éden, a queda está relacionada ao ato de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2:16, 17; 3:1-6). Nas tentações de Jesus no deserto, o primeiro ataque de Satanás contra Ele foi por meio do alimento (Mt 4:3). Esaú perdeu seus direitos de primogenitura por causa de seu apetite incontrolável (Gn 25:29-34). Quantas vezes a desobediência de Israel esteve conectada ao alimento e à bebida! Não é de admirar que Moisés tenha lembrado às gerações posteriores: “O ser humano não viverá só de pão, mas de tudo o que procede da boca do Senhor” (Dt 8:3).

O maná foi um pão celestial que Deus deu aos israelitas nos seus 40 anos de peregrinação. Por meio dessa dádiva, Ele ensinou que é o Criador e o Provedor de tudo. Além disso, Ele usou Sua provisão sobrenatural para mostrar como observar o sábado.

A cada semana, quatro milagres aconteciam: (1) durante cinco dias, Deus dava uma porção diária de maná; (2) na sexta-feira, era dada uma porção dobrada do alimento; (3) o maná não estragava de sexta-feira para sábado; e (4) nenhum maná caía no sábado. Deus estava constantemente realizando esses milagres para que o povo se lembrasse do dia de sábado e celebrasse a bondade divina naquele dia. Deus disse: “Vejam! O Senhor deu a vocês o sábado” (Êx 16:29).

Gostamos de nos alimentar. Fomos criados com essa característica. A grande diversidade de produtos que crescem do solo (nossa dieta original) revela que Deus deseja que nos alimentemos e que devemos apreciar os alimentos. Apesar disso, como a comida, esse presente maravilhoso, também pode ser mal utilizada?

Segunda-feira, 11 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Águas amargas

Lições da Bíblia1:

Nas narrativas bíblicas, diferentes papéis são desempenhados por diferentes personagens, bons ou maus, e precisamos prestar bastante atenção aos enredos, lugares, ritmo e vilões. No entanto, o elemento mais importante em um enredo geralmente é a solução da crise e as lições aprendidas. Não é diferente nesses relatos.

Os episódios mostram que Deus traz solução e paz; no entanto, Sua obra é afetada pela incredulidade das pessoas. Devido à constante murmuração e desobediência, os hebreus experimentaram graves adversidades e até mesmo tragédias. Eles trouxeram sobre si muitas dificuldades por causa de sua incredulidade e indisposição para se arrepender.

1. Leia Êxodo 15:22-27. Depois de cruzar o Mar Vermelho, em que contexto o primeiro milagre foi realizado?

Êxodo 15:22-27 (NAA)2: 22 Moisés fez o povo de Israel partir do mar Vermelho, e eles foram para o deserto de Sur. Caminharam três dias no deserto e não acharam água. 23 Por fim, chegaram a Mara. No entanto, não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas. Por isso aquele lugar foi chamado de Mara. 24 E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: — O que vamos beber? 25 Então Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou um pedaço de madeira. Moisés jogou a madeira nas águas, e as águas se tornaram doces. Ali o Senhor lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou, 26 e disse: — Se vocês ouvirem com atenção a voz do Senhor, seu Deus, fizerem o que é reto diante dos seus olhos, derem ouvidos aos seus mandamentos e guardarem todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre vocês, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, aquele que cura vocês. 27 Então chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. E acamparam junto das águas.

O primeiro teste de fé para Israel está associado à necessidade de água, o que não é surpreendente por causa do ambiente desértico, quente e seco. Após três dias de viagem, o povo finalmente encontrou água, mas ela era intragável. Mara significa “amargo”, e, como a água era amarga, a fé que Israel tinha no cuidado do Senhor logo se enfraqueceu. No entanto, Deus reagiu demonstrando compaixão, e o primeiro milagre foi realizado com um pedaço de madeira. Obviamente, não foi a madeira, mas o Senhor que tornou a água doce e potável. O povo teve que aprender duas lições importantes: (1) é necessário paciência em esperar o tempo do Senhor e (2) Deus age em cooperação com os seres humanos.

No entanto, os israelitas não deram o devido valor a muitas coisas e logo se esqueceram dos milagres que Deus havia feito por eles, pelos quais tinham acabado de cantar louvores, dizendo: “Ó Senhor, quem é como Tu entre os deuses? Quem é como Tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?” (Êx 15:11).

Ainda assim, mesmo depois de tantas queixas, Deus prometeu que não traria sobre os israelitas “nenhuma enfermidade” que havia afligido os egípcios (Êx 15:26). Ele os protegeria. Mas eles poderiam experimentar essa promessa somente com a condição de que permanecessem fiéis ao Senhor.

Que provações e dificuldades você já trouxe sobre si mesmo? Que conforto você pode obter ao saber que Deus trabalhará em seu favor se cooperar com Ele?

Domingo, 10 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

O pão e a água da vida

Lições da Bíblia1:

“Então o Senhor disse a Moisés: – Até quando vocês se recusarão a guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis? Vejam! O Senhor deu a vocês o sábado; por isso, Ele, no sexto dia, lhes dá alimento para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. Assim, o povo descansou no sétimo dia” (Êx 16:28-30).

Leituras da semana: Êx 15:22-27; 16; Gn 3:1-6; Êx 17:1-7; 1Co 10:4; Êx 18; 1Co 10:11

Depois de deixar o Egito, Israel estava em uma jornada desconhecida para a terra prometida. O povo enfrentou uma jornada longa e difícil, e precisava aprender uma infinidade de novas lições. O Senhor o guiaria e cuidaria dele. Desejava ajudá-lo a crescer, mas ele deveria aprender disciplina, autocontrole, sacrifício, altruísmo, confiança no Senhor e, especialmente, obediência.

Moisés era um líder presente, e o povo tinha que seguir sua liderança se quisesse triunfar. Era crucial que todos permanecessem juntos, cooperassem como uma comunidade e ajudassem uns aos outros. Havia muitos obstáculos e desafios pela frente. Grande parte de seu crescimento espiritual dependeria de como eles enfrentariam esses desafios e como responderiam a Moisés, especialmente quando os desafios aumentassem.

Segundo um ditado chinês, “uma jornada de mil milhas começa com um único passo”. Isso era verdade para os israelitas, e eles precisavam confiar nas instruções do Senhor a cada passo. Infelizmente, como veremos, eles não aprenderam essas lições tão facilmente. 

Mas quem aprende?

Sábado, 09 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.

A travessia do Mar Vermelho – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 234-241 (“O êxodo”).

Deus estava com os israelitas, apesar da pouca fé que tinham. Ele desejava ensiná-los e guiá-los em como pensar e agir como Seu povo escolhido. Deus os guiou pacientemente e os direcionou para um local em que encontrariam menos desafios. Ellen G. White explicou: “Os israelitas […] tinham pouco conhecimento de Deus, e sua fé Nele ainda era bem pequena, e teriam ficado aterrorizados e desanimados. Não tinham armas nem o costume de guerrear e estavam deprimidos por causa do longo período de cativeiro, além da responsabilidade que tinham com as mulheres e os filhos, ovelhas e gado. Ao guiá-los pelo caminho do Mar Vermelho, o Senhor Se revelou como um Deus de compaixão e de juízo” (Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 235).

Abordando o cântico de Moisés, o Comentário Bíblico Andrews diz: “A certeza desse ato divino redentor na história nos garante que nada temos a temer quanto ao futuro. A última estrofe se concentra nos inimigos futuros que seriam enfrentados na conquista de Canaã. Por causa do ‘braço’ grandioso de Deus, eles emudeceriam ‘como pedra’ (v. 16). Quando nos deparamos com certas impossibilidades, quando nos sentimos encurralados e não sabemos para onde ir, podemos encontrar segurança no cântico de Moisés, pois ele celebra um grande acontecimento na história do povo de Deus” (Comentário Bíblico Andrews, v. 1: Gênesis a Ester [CPB, 2024], p. 239).

Perguntas para consideração

1. Os hebreus foram libertos de modo incrível do Egito, mas estavam diante do desafio do Mar Vermelho. Por que nos achamos com frequência numa semelhante? Diante das evidências da bondade e do poder de Deus, por que ainda expressamos falta de fé?

2. Depois de tudo o que aconteceu, por que o Faraó ainda perseguiu Israel? O que isso nos diz sobre o perigo de ficar endurecido pelo pecado e continuar na prática do pecado?

3. Apesar das provações, temos bons momentos. Por que devemos ver esses momentos como evidências da graça e proteção de Deus, considerando que vivemos em território “inimigo”? Devemos louvar a Deus porque, mesmo sem saber, fomos livrados de desastres?

Sexta-feira, 08 de agosto de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.