A marca da besta

Lições da Bíblia

“5. Leia Apocalipse 13:16, 17 e Deuteronômio 6:4-8. Qual é a relação entre a colocação da marca na mão direita ou na testa e os mandamentos de Deus?”1

Apocalipse (13:16, 17 ARA)2: “16 A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.1

“Pessoas de todas as classes sociais serão pressionadas a receber a marca da besta em sua mão direita ou na testa. Assim como o selo na testa identifica os que Deus considera Seus (Ap 7:3, 4; 14:1), também a marca da besta identifica os adoradores da besta.”1

“A marca da besta não é um sinal visível. A colocação na mão direita ou na testa é uma falsificação da instrução que Moisés deu aos israelitas para atar a lei de Deus como um sinal na mão ou na testa (Dt 6:8). A marca na mão direita tem a ver com o comportamento, enquanto o sinal na testa diz respeito à mente ou ao consentimento intelectual. Alguns escolherão receber a marca da besta a fim de escapar da ameaça de morte, enquanto outros estarão totalmente comprometidos, mental e espiritualmente, com esse sistema de adoração apóstata.”1

“As questões centrais na crise final serão a adoração e a obediência a Deus na guarda de Seus mandamentos (Ap 14:12). O mandamento do sábado, em especial, será a prova de fidelidade e obediência a Deus. Assim como o sábado é o sinal distintivo da obediência do fiel povo de Deus (Ez 20:12, 20), a marca da besta é o sinal de lealdade à besta.”1

“A marca da besta envolve a substituição dos mandamentos de Deus por mandamentos humanos. A maior evidência desse fato é a instituição do domingo (Dn 7:25) como dia de adoração em lugar do sétimo dia, o sábado, dia determinado nas Escrituras por nosso Criador.”1

“A tentativa de mudar o sinal da autoridade de Deus para outro dia tem o objetivo de usurpar a função e o poder do próprio Deus. ‘O sinal da besta é o dia de repouso papal […]. Quando for expedido o decreto que impõe o sábado espúrio, e o alto clamor do terceiro anjo advertir os homens contra a adoração da besta e de sua imagem […]. Então os que ainda persistirem na transgressão receberão o sinal da besta’ (Ellen G. White, Evangelismo, p. 234, 235).”1

“Em Apocalipse 13:18, é dito: ‘Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.’ Quem é esse homem? Paulo o descreveu como ‘o homem da iniquidade’ (2Ts 2:3). Essa expressão refere-se ao poder papal simbolizado pela besta do mar, cujo nome blasfemo em suas cabeças indica o título divino que ela reivindica para si, supostamente tomando o lugar do Filho de Deus na Terra.”1

Quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A imagem da besta

Lições da Bíblia

“4. Leia Apocalipse 13:12, 13, 1 Reis 18:38 e Atos 2:3. Qual é a natureza dos enganos da besta semelhante ao cordeiro – sendo o maior deles fazer descer fogo do céu?”1

Apocalipse (13:12, 13 ARA)2: “12 Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. 13 Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens.

1 Reis (18:38 ARA)2: “Então, caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego.

Atos (2:3 ARA)2: “E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles.

“Ao operar milagres, a besta semelhante ao cordeiro convencerá muitos de que suas palavras são verdadeiras, embora não estejam em plena harmonia com as Escrituras. ‘Mediante a agência do espiritismo, serão operados prodígios, os doentes serão curados, e serão realizadas muitas e inegáveis maravilhas’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Esses milagres ajudarão a besta semelhante ao cordeiro a persuadir os habitantes da Terra a fazer uma imagem à besta do mar, que recebeu a ferida mortal.”1

“A cura da ferida mortal da besta do mar se refere à restauração do papado romano como um poder político-religioso. A besta semelhante ao cordeiro também começará a falar como dragão e a exercer o poder da besta do mar, mostrando que ela se tornará tão intolerante quanto as nações representadas por esses símbolos.”1

“Semelhante atitude seria abertamente contrária aos princípios deste governo, ao espírito de suas instituições livres, às afirmações insofismáveis e solenes da Declaração da Independência, e à Constituição […]. Mas a incoerência de tal procedimento não é maior do que o que se encontra representado no símbolo. É a besta de chifres semelhantes aos do cordeiro – professando-se pura, suave e inofensiva que fala como o dragão […].

“‘Dizendo aos que habitam na Terra que fizessem uma imagem à besta’. Aqui se representa claramente a forma de governo em que o poder legislativo emana do povo; uma prova das mais convincentes de que os Estados Unidos são a nação indicada na profecia. […]

“Quando a igreja primitiva se corrompeu, afastando-se da simplicidade do evangelho e aceitando ritos e costumes pagãos, perdeu o Espírito e o poder de Deus; e, para que pudesse governar a consciência do povo, procurou o apoio do poder secular. Disso resultou o papado, uma igreja que dirigia o poder do Estado e o empregava para favorecer seus próprios fins, especialmente para a punição da ‘heresia.’ […].

“Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apoie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 442-445).1

Quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A besta que emerge da terra

Lições da Bíblia

“A primeira metade de Apocalipse 13 descreve o poder católico romano que atuou durante o período profético de 1.260 dias/anos. Com os acontecimentos da Revolução Francesa, esse sistema político-religioso recebeu uma ferida mortal. No entanto, a ferida mortal será curada no fim, o que fará com que esse sistema seja restaurado. A segunda metade do capítulo descreve como ocorrerá a cura da ferida mortal da besta.”1

“3. Leia Apocalipse 13:11 e 12:14-16. Quais são as características da segunda besta? O que significa o fato de que essa besta emerge da terra?”1

Apocalipse (13:11 ARA)2: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.

Apocalipse (12:14-16 ARA)2: “14 e foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente. 15 Então, a serpente arrojou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pelo rio. 16 A terra, porém, socorreu a mulher; e a terra abriu a boca e engoliu o rio que o dragão tinha arrojado de sua boca.

“João viu o surgimento de outra besta. Diferentemente da primeira, a segunda surge da terra. Ela é um poder mundial, cuja influência é da mesma dimensão que a da primeira besta. Mas, em contraste com a besta do mar, que tinha aparência terrível, a besta da terra parece inofensiva, ao menos no início. Ela ‘possuía dois chifres, parecendo cordeiro’ (Ap 13:11), o que é um símbolo de Cristo. Portanto, esse poder do tempo do fim tem semelhanças com Cristo.”1

Esse poder surge no território que protegeu a mulher, símbolo da igreja de Deus, do rio perseguidor do dragão, no término dos 1.260 dias/anos proféticos (Ap 12:14-16). Essa besta da terra é um novo participante na cena, tendo surgido como uma potência mundial depois que a besta do mar recebeu a ferida mortal durante a Revolução Francesa, o que significa que besta da terra atuaria exclusivamente no tempo do fim.”1

“‘Que nação do Novo Mundo se achava em 1798 ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza, e atraindo a atenção do mundo? A aplicação do símbolo não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 440).”1

“Contudo, em Apocalipse 13:11, mostra-se que a América, amplamente protestante, no fim começará a falar como o dragão, de maneira semelhante ao próprio diabo, com uma influência mundial semelhante à do Império Romano. Esse poder do tempo do fim será um instrumento para fazer com que o mundo inteiro adore a primeira besta, que recebeu a ferida moral. Em outras palavras, os Estados Unidos, que outrora proporcionaram proteção e abrigo seguro para a igreja, desempenharão uma função perseguidora nos eventos finais.”1

“Quando os Estados Unidos foram, pela primeira vez, identificados com a segunda besta de Apocalipse 13, não tinham absolutamente o poder e influência que têm hoje. Esse fato confirma a identificação dos Estados Unidos como o poder retratado nessa profecia?”1

Terça-feira, 26 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A atuação da besta do mar

Lições da Bíblia

“Como vimos no estudo de domingo, em Apocalipse 13:5, especifica-se um período de perseguição. Os 42 meses da atuação da besta correspondem ao mesmo período de 1.260 dias/anos de perseguição da mulher (igreja) em Apocalipse 12:6, 14. Um dia profético simboliza um ano (Nm 14:34; Ez 4:6; veja o estudo de terça-feira da lição 7). O ano 538 d.C. marca, apropriadamente, o início desse período profético, quando a igreja romana, tendo o papa como seu líder, estabeleceu-se como um poder eclesiástico e de Estado que dominou o mundo ocidental durante a época medieval. Em 1798 d.C., os acontecimentos da Revolução Francesa infligiram à besta a ferida mortal, dando assim um fim temporário ao domínio opressivo da igreja e à religião apoiada pelo Estado.”1

“2. Compare Apocalipse 13:5-8 com Daniel 7:24, 25 e 2 Tessalonicenses 2:2-12. De que maneira as ações da besta do mar refletem a descrição do chifre pequeno e do homem da iniquidade?”1

Apocalipse (13:5-8 ARA)2: “5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; 6 e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. 7 Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; 8 e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Daniel (7:24, 25 ARA)2: “24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.

2 Tessalonicenses (2:2-12 ARA)2: “2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. 3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, 4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. 5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? 6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. 7 Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; 8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.

“As ações da besta do mar durante os 1.260 dias/anos proféticos são expressas em termos de blasfêmias. No Novo Testamento, blasfêmia significa uma reivindicação de igualdade com Deus (Jo 10:33; Mt 26:63-65) e a ação de usurpar Sua autoridade (Mc 2:7). As blasfêmias da besta do mar são dirigidas ‘contra Deus, para Lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no Céu’ (Ap 13:6). A habitação de Deus é o san­tuá­rio celestial, onde Cristo ministra em favor da nossa salvação. A besta do mar busca negar a obra mediadora de Cristo, procurando substituí-la por um sacerdócio humano que afirma conferir salvação e perdão dos pecados. Usurpar esses poderes pertencentes somente a Deus é a essência da blasfêmia.”1

“Em Apocalipse 13, revela-se um período de ampla apostasia no cristianismo, cumprido quando o catolicismo romano reivindicou a posição e a autoridade de Deus com o papa como seu líder. Aqueles que negaram submissão a Roma foram perseguidos e martirizados. Embora hoje essas declarações sejam vistas como severas, até mesmo intolerantes, o presente não pode apagar a história, não importando quanto as pessoas o desejem.”1

“Como podemos ser fiéis à profecia sobre a história da igreja e, ao mesmo tempo, gentis e cautelosos quando apresentamos essas verdades aos outros?”1

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Segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A besta do mar

Lições da Bíblia

“1. Leia Apocalipse 13:1-4, 8; 17:8. Quais são as características dessa besta e quais são as fases de sua existência?”1

Apocalipse (13:1-4, 8 ARA)2: “1 Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. 2 A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. 3 Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; 4 e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela? […] 8 e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Apocalipse (17:8 ARA)2: “a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.

“João observou uma besta emergindo do mar. Embora uma besta represente um poder político, a descrição da besta do mar indica um poder político cuja característica dominante é a religião. O mar simboliza a região amplamente povoada da Europa, de onde a besta do mar sobe ao poder após a queda do Império Romano (veja Ap 17:15 [‘Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.’]).”1

“A besta tinha sete cabeças e dez chifres, assim como o dragão (Ap 12:3, 4), o que mostra a íntima conexão com Roma pagã. Sobre as cabeças da besta estava um nome de blasfêmia, e sobre os chifres estavam diademas reais. As cabeças da besta são os reinos que Satanás utilizou para perseguir o povo de Deus ao longo da História (veja Ap 17:9-11 [‘9 Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, 10 dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. 11 E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.’]2). O nome de blasfêmia aponta para o título divino que a besta reivindica. Os dez chifres apontam para Daniel 7:24, simbolizando as nações que surgiram depois da queda do Império Romano. Essas características da besta do mar indicam o papado, que surgiu do Império Romano.”1

“A aparência da besta do mar era como a de um leopardo, com os pés de um urso e a boca de um leão. A besta reunia as características dos quatro animais (símbolos de impérios mundiais) de Daniel 7:2-7: Babilônia, Media-Pérsia, Grécia e Roma (Dn 7:17). João as listou em ordem inversa, o que, a partir de sua perspectiva do primeiro século, mostra que a besta do mar está relacionada ao quarto animal de Daniel 7, o Império Romano.”1

“O dragão (o Império Romano pagão que recebeu poder de Satanás) deu à besta seu poder, trono e grande autoridade. Assim como o Pai concedeu a Cristo Seu trono e autoridade (Ap 2:26, 27), também Satanás investiu a besta como sua corregente e representante na Terra.”1

“Em Apocalipse 13:5-7, declara-se que o período das ações de perseguição da besta ao longo da história cristã é de 42 meses. Como vimos, a perseguição da mulher pura durou ‘um tempo, dois tempos e metade de um tempo’, isto é, três tempos e meio ou anos proféticos (Ap 12:13, 14; compare com Dn 7:25). Quarenta e dois meses proféticos equivalem a 30 dias multiplicados por 42, ou 1.260 dias/anos (Ap 12:6). Portanto, ‘um tempo, dois tempos e metade de um tempo’, 42 meses e 1.260 dias se referem ao mesmo período de tempo de 1.260 anos. Essa fase terminou quando uma das cabeças da besta foi mortalmente ferida, causando a morte temporária da besta. Com a cura da ferida, a besta ressurgirá. Isso atrairá a admiração do mundo, e as pessoas adorarão o dragão e a besta.”1

Hoje iniciamos uma jornada de 30 dias buscando #PrimeiroDeus, até o dia 25 de março.

Domingo, 24 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Satanás e seus aliados

Lições da Bíblia

Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17).

“O capítulo 12 de Apocalipse descreve os ataques de Satanás contra o povo de Deus, incluindo a perseguição empreendida por Roma pagã e posteriormente por Roma papal durante os 1.260 dias/anos (538 d.C. a 1798 d.C.; veja Ap 12:6, 13, 14 [‘6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias. […] 13 Quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão; 14 e foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente.’]2 e o estudo de terça-feira da Lição 7). O capítulo 13 descreve detalhadamente os ataques de Satanás ao longo da história, com a ajuda de dois aliados, retratados como bestas. Sob a direção de Satanás, o dragão e essas duas bestas se unirão no fim para se oporem às ações redentivas de Deus e buscar conquistar a lealdade do mundo.”1

“Uma advertência é necessária. É mais fácil interpretar profecias que já foram cumpridas. Quando analisamos as profecias que ainda se cumprirão, como no caso do estudo de terça-feira, precisamos ser cautelosos. Deus nos mostra o que acontecerá no tempo do fim para que não nos surpreendamos, mas Ele não revela todos os detalhes que gostaríamos de saber.”1

“No entanto, sempre devemos lembrar que, embora essas profecias nos revelem o que acontecerá no fim, elas não nos informam quando nem como os eventos se desenrolarão. Devemos ter cuidado para não especular além do que a profecia ensina. Lembremos que as profecias têm propósitos práticos: ensinar-nos como viver hoje e estar preparados para o futuro.”1

Hoje encerramos os Dez Dias de Oração com dez horas de jejum e o lançamento da Jornada #PrimeiroDeus. O Céu nos reserva muitas alegrias e reencontros. Ore para conduzir o(a) amigo(a) a Cristo e ao batismo.

Sábado, 23 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Satanás, um inimigo derrotado – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

Leia o capítulo “Os Ardis de Satanás”, do livro O Grande Conflito, de Ellen G. White, p. 518-530.

“Em primeiro lugar, o propósito de Apocalipse 12 é revelar ao povo de Deus que os eventos do tempo do fim são parte do grande conflito entre Cristo e Satanás e suas forças demoníacas. O livro adverte o povo de Deus sobre o que os fiéis estão enfrentando hoje e o que estão prestes a enfrentar de maneira ainda mais séria no futuro: um inimigo experiente e irado. Paulo nos advertiu sobre a atuação de Satanás no fim dos tempos: ele enganaria ‘com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos’ (2Ts 2:9, 10).”1

“O Apocalipse nos recomenda levar a sério o futuro e tornar nossa dependência de Deus a prioridade. Por outro lado, o livro nos assegura que, embora Satanás seja um inimigo forte e experiente, ele não é forte o suficiente para vencer Cristo (veja Ap 12:8). O povo de Deus pode encontrar esperança somente Naquele que no passado venceu Satanás e suas forças demoníacas. E Ele prometeu estar com Seus fiéis seguidores ‘todos os dias até à consumação do século’ (Mt 28:20).”1

Perguntas para discussão

“1. Como adventistas, consideramos que temos as características do remanescente do tempo do fim. Que privilégio e que responsabilidade (Lc 12:48)! No entanto, por que devemos ter cuidado para não pensar que isso garante nossa salvação?”1

“2. ‘Falamos demais sobre o poder de Satanás. É verdade que Satanás é um ser poderoso; mas agradeço a Deus por um poderoso Salvador, que expulsou do Céu o maligno. Falamos sobre nosso adversário, oramos a respeito dele, pensamos nele; e ele cresce cada vez mais em nossa imaginação. Agora, por que não falar de Jesus? Por que não pensar em Seu poder e Seu amor? Satanás tem prazer em nos fazer exaltar seu poder. Exalte Jesus, medite Nele e, ao contemplá-Lo, você será transformado à Sua imagem’ (Ellen G. White, Advent Review e Sabbath Herald, 19 de março de 1889). De que maneira os cristãos exaltam o poder de Satanás? Por outro lado, quais são os perigos de negar não apenas a realidade do poder de Satanás, mas também sua própria existência?”1

Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico._______________

1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.

Estratégia de Satanás no tempo do fim

Lições da Bíblia

“Ao longo da história cristã, Satanás se opôs à obra divina, principalmente por meio da sutil transigência no interior da igreja e mediante a coerção e perseguição externas. Embora tivesse sido bem-sucedida por muitos séculos, essa estratégia foi combatida pela Reforma e pela gradual redescoberta da verdade bíblica pelo povo de Deus. No entanto, ao perceber que seu tempo está acabando, Satanás intensificará seus esforços e pelejará contra o remanescente no tempo do fim (Ap 12:17). Seus ataques incluirão um amplo elemento de engano. Haverá demônios operando milagres e manifestações espiritualistas (Ap 16:14). Essa mudança na estratégia de Satanás corresponde à transição de um foco histórico para um foco no tempo do fim (veja Mt 24:24 [‘porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.’]).”1

“É significativo o fato de que a palavra enganar é usada regularmente em Apocalipse 12 a 20 para descrever as ações de Satanás no tempo do fim. A ideia de engano (sedução) inicia (Ap 12:9) e conclui (Ap 20:7-10) a descrição que o Apocalipse faz das ações de Satanás no tempo do fim.”1

“7. Leia 2 Tessalonicenses 2:8-12 e Apocalipse 13:13, 14 e 19:20. Qual é a natureza do engano de Satanás no tempo do fim?”1

2 Tessalonicenses (2:8-12 ARA)2: “8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.

Apocalipse (13:13, 14 ARA)2: “13 Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. 14 Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu;

Apocalipse (19:20 ARA)2: “Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.

“Os capítulos 12 a 20 do Apocalipse descrevem Satanás tentando atrair a lealdade do mundo. Ele usa poderes políticos e religiosos, assim como impérios, para realizar sua obra: Roma pagã, simbolizada pelo dragão (Ap 12:4, 5); depois, um poder simbolizado pela besta do mar (Ap 12:6, 15; 13:1-8); e, finalmente, um poder simbolizado pela besta da terra (Ap 13:11). No restante do livro, os membros dessa tríade satânica – o paganismo/espiritismo simbolizado pelo dragão; o catolicismo romano simbolizado pela besta do mar; e o cristianismo apostatado simbolizado pela besta da terra semelhante a um cordeiro – se unem para se oporem a Deus. Eles enganam as pessoas para fazer com que elas se afastem de Deus e fiquem do lado de Satanás na ‘peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso’ (Ap 16:13, 14). Esses sistemas falsos serão destruídos na segunda vinda de Jesus (Ap 19:20), enquanto o dragão, simbolizando o diabo que atuou por meio desses poderes terrestres (Ap 12:9), será destruído ao final do milênio (Ap 20:10). O engano do fim dos tempos será tão grande que a maioria das pessoas será levada a escolher o caminho da destruição (Mt 7:13).”1

Há dois chamados à sabedoria e ao discernimento espiritual a fim de perceber e resistir aos enganos do tempo do fim (Ap 13:18 [‘Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.’]; 17:9 [‘Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,’]). Como obter essa sabedoria (Tg 1:5 [‘Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.’])?

Quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.