O juízo de Babilônia

Lições da Bíblia

“7. Leia Apocalipse 16:14-16 e 17:12-15. O que esses textos declaram sobre os ‘dez reis’? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Apocalipse (16:14-16 ARA)2: “14 porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso. 15 (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.) 16 Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.”

Apocalipse (17:12-15 ARA)2: “12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. 13 Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. 14 Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele. 15 Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.”

  1. ( ) Eles ainda não haviam recebido o reino, mas receberiam autoridade como reis, com a besta, por uma hora.
  2. ( ) Eles haviam se humilhado perante Deus.

Resposta sugestiva: V; F.

“Diferentes interpretações têm sido oferecidas em relação à identidade dos dez reis. No entanto, o Apocalipse não revela quem eles são. Tudo o que podemos extrair do texto é que eles são uma confederação política efêmera que surgirá pouco antes do fim e que apoiará a prostituta. O número deles significa que os poderes mundiais renderão total e resoluta fidelidade à besta.”1

“Em Apocalipse 17:13, 14, reitera-se, em poucas palavras, a batalha do Armagedom, introduzida em Apocalipse 16:12-16. Induzida pelos poderes demoníacos operadores de milagres juntamente com o dragão, a besta do mar e o falso profeta, a confederação política mundial guerreará contra o Cordeiro. Em outras palavras, a batalha do Armagedom não será um conflito bélico no Oriente Médio, mas o conflito final da segunda vinda de Cristo, no qual Satanás e sua confederação lutarão contra Cristo e Sua hoste angélica.”1

“8. Leia Apocalipse 17:16-18. Pelo que vimos em Apocalipse 16:2-12, o que está por trás da mudança de atitude dos dez reis em relação a Babilônia? Quem é responsável pelo que acontecerá com Babilônia?”1

Apocalipse (17:16-18 ARA)2: “16 Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. 17 Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e deem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus. 18 A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra.”

Apocalipse (16:2-12 ARA)2: “2 Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas. 3 Derramou o segundo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de morto, e morreu todo ser vivente que havia no mar. 4 Derramou o terceiro a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. 5 Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas; 6 porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso. 7 Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos. 8 O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo. 9 Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória. 10 Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam 11 e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras. 12 Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.”

“Os dez chifres, que sãos os poderes que sucedem as nações divididas da Europa, cheios de ódio, de repente se voltarão contra a prostituta, Babilônia (a manifestação do papado no tempo do fim), fazendo-a desolada e despojada. Simbolicamente, eles comerão sua carne e a destruirão com fogo. Ao escrever sobre o que ocorrerá com a prostituta Babilônia, João empregou uma linguagem semelhante ao que Deus disse que ocorreria com a adúltera Jerusalém (Jr 4:30). Queimar no fogo era o castigo da filha do sacerdote que estivesse envolvida com imoralidade sexual (Lv 21:9). Os poderes políticos enganados ficarão desiludidos por causa da incapacidade de Babilônia para protegê-los das pragas. Eles se sentirão enganados e, em hostilidade, a atacarão. Esse sistema religioso apóstata do tempo do fim sofrerá a plenitude do juízo divino, juntamente com todos aqueles que escolheram se identificar com ele.”1

“Muitas perguntas sobre os eventos finais ainda permanecem sem resposta e, portanto, podem parecer confusas para nós. Qual promessa específica foi dada em Apocalipse 17:14 [‘Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.’]2, e o que essa promessa significa para nós?”1

Quinta-feira, 21 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

 

As sete cabeças da besta

Lições da Bíblia

“6. Leia Apocalipse 17:9-11 e 13:18. A condição para compreender as sete cabeças é ter uma mente sábia (NVI). Que tipo de sabedoria está em questão aqui? Como se obtém essa sabedoria comunicada por Deus (veja Tg 1:5)?”1

Apocalipse (17:9-11 ARA)2: “9 Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, 10 dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. 11 E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.”

Apocalipse (13:18 ARA)2: “Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.”

Tiago (1:5 ARA)2: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.”

“O anjo explicou que as sete cabeças eram sete montes. Alguns tradutores consideram que essas sete montanhas fazem alusão às sete colinas sobre as quais a cidade de Roma está situada e, por essa razão, eles traduziram a palavra grega oroi (‘montes’) como ‘colinas’ (NVI). Porém, há também sete reis, que são simbolizados pelos sete montes. Além disso, esses montes são sucessivos, não simultâneos.”1

“Esses montes não simbolizam reis de maneira individual, pois o Apocalipse não lida com indivíduos, mas com sistemas. Na Bíblia, os montes muitas vezes simbolizam poderes ou impérios do mundo (Jr 51:25; Ez 35:2, 3). Na profecia bíblica, os ‘reis’ representam reinos (veja Dn 2:37-39 [‘37 Tu, ó rei, rei de reis, a quem o Deus do céu conferiu o reino, o poder, a força e a glória; 38 a cujas mãos foram entregues os filhos dos homens, onde quer que eles habitem, e os animais do campo e as aves do céu, para que dominasses sobre todos eles, tu és a cabeça de ouro. 39 Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra.’]2; 7:17 [‘Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra.’]2). Portanto, os sete montes simbolizam sete grandes impérios sucessivos que dominaram o mundo ao longo da história, mediante os quais Satanás se opôs a Deus e feriu Seu povo.”1

“Da perspectiva de tempo de João, cinco desses impérios já haviam caído, um deles existia e o outro ainda não havia chegado ao poder. Embora os intérpretes adventistas não concordem em uma única opinião, muitos defendem que os cinco que haviam caído foram os grandes reinos que dominaram e, por vezes, feriram o povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento. São estes: Egito, Assíria, Babilônia, Média-Pérsia e Grécia. O reino que existia era o Império Romano dos dias de João.”1

“O sétimo reino que ainda não havia chegado era a besta do mar de Apocalipse 13, o papado romano, que dominou e feriu o povo de Deus, e que viria após os dias de João e após a queda do Império Romano pagão. A história tem atestado poderosamente a verdade dessa profecia, escrita muitos séculos antes que os acontecimentos se desenrolassem.”1

“João foi ainda informado de que a besta escarlate é um oitavo poder mundial, embora seja uma das sete cabeças (poderes mundiais). Qual das sete? Visto que as cabeças estão em uma sequência de tempo, a oitava deve ser a sétima cabeça que recebeu a ferida mortal. Nos dias desse oitavo poder mundial, a besta escarlate aparece, levando a prostituta, Babilônia, e promovendo seus objetivos. Hoje, vivemos no momento da cura da ferida mortal. O oitavo poder mundial aparecerá em cena pouco antes do fim e caminhará para a perdição.”1

Quarta-feira, 20 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A identificação da besta escarlate

Lições da Bíblia

“Em Apocalipse 17:3, a besta escarlate é descrita em termos semelhantes aos da besta do mar do capítulo 13, que fez guerra contra o povo de Deus e o venceu (Ap 13:5-7). Esse período de perseguição levou a mulher pura a fugir para o deserto durante o tempo profético dos 1.260 dias/anos, de 538 d.C. a 1798 d.C. (Ap 12:13, 14). Embora vivam em uma era de ecumenismo, os protestantes ainda fariam bem em lembrar a terrível perseguição do passado, pois, de acordo com a profecia, algo semelhante, porém pior, acontecerá novamente.”1

“5. Leia Apocalipse 17:8. Compare o estilo de palavras desse versículo com o de Apocalipse 13:8. Como Apocalipse 13:3 esclarece as três fases da existência e atuação da besta?”1

Apocalipse (17:8 ARA)2: “a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.”

Apocalipse (13:8 ARA)2: “e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.”

Apocalipse (13:3 ARA)2: “Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta;”

“A besta escarlate é identificada como a que ‘era e não é’, mas que ‘está para emergir do abismo e caminha para a destruição’ (Ap 17:8). Essa frase constituída de três partes é, antes de tudo, uma contrafação do nome divino, Yahweh: Aquele ‘que é, que era e que há de vir’ (Ap 1:4; 4:8). Além disso, ela indica as três fases de existência da besta:”1

“(1) A besta ‘era’. Ela existiu no passado. Suas atividades anteriores continuaram durante o período profético de 42 meses, também conhecidos como 1.260 dias/anos (veja Ap 13:5 [‘Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;’]2 e o estudo do domingo na lição 9).”1

“(2) ‘Não é’. Com sua ferida mortal (veja Ap 13:3 [‘Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta;’]2), a besta deixou de existir, pelo menos como perseguidora, em 1798. Ela desapareceu por algum tempo da cena mundial; no entanto, sobreviveu […].”1

“(3) Finalmente, com a cura da ferida mortal, a besta ressurgirá recuperando seu poder e exercendo-o com toda a fúria satânica.”1

“Em Apocalipse 17, descreve-se a besta de Apocalipse 13:1 a 8 no período da cura de sua ferida mortal. A prostituta, Babilônia, se assenta sobre essa besta que ressurgiu. Mais uma vez, haverá uma breve união da religião com a política, assim como existiu na Idade Média, e a perseguição ocorrerá novamente.”1

“‘Levante-se a oposição, de novo exerçam domínio o fanatismo a intolerância, acenda­se a perseguição, e os não sinceros e hipócritas vacilarão, renunciando a fé; mas o verdadeiro cristão permanecerá firme como uma rocha, tornando-se mais forte a sua fé, e sua esperança mais viva do que nos dias da prosperidade’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 602). Qual deve ser nossa experiência cristã antes que os eventos finais ocorram?”1

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Terça-feira, 19 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A prostituta montada na besta escarlate

Lições da Bíblia

“3. Leia Apocalipse 17:1, 3. Por que os símbolos ‘água’ e ‘besta’ descrevem adequadamente os apoiadores de Babilônia?”1

Apocalipse (17:1, 3 ARA)2: “1 Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, 2 com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra. 3 Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres”

“Ao ser levado em visão para o deserto, João viu uma mulher montada em uma besta escarlate. Enquanto a prostituta representa uma entidade religiosa, a besta simboliza um poder político. A imagem da religião dominando os poderes seculares e políticos indica duas entidades separadas, algo que não era o caso no passado, quando a religião e a política estavam integradas. Contudo, a profecia revela que essas duas entidades se unirão no tempo do fim. O conceito de montar em uma besta indica domínio; como aquela que está montada na besta, esse sistema religioso do tempo do fim dominará os poderes seculares e políticos.”1

“4. Quais características da prostituta apontam para o dragão, para a besta do mar e para a besta que emerge da Terra, em Apocalipse 12 e 13?”1

“A prostituta e o dragão vestem a cor escarlate; assim como a besta na qual a prostituta estava sentada tinha nomes de blasfêmia, a besta do mar blasfemava contra Deus; assim como a prostituta tinha em sua testa um nome escrito, a besta da Terra obrigou os seus habitantes a receber sua marca.”1

“A prostituta foi retratada de maneira extravagante, vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ornamentos de ouro, pedras preciosas e pérolas. O ato de se adornar era uma prática das prostitutas na Antiguidade para aumentar seu poder de sedução (Jr 4:30). Como a cor do sangue, a escarlate corresponde ao caráter opressor desse sistema religioso.”1

“O vestido da prostituta falsifica as vestes do sumo sacerdote no Antigo Testamento, que incluíam as cores púrpura, escarlate e ouro (Êx 28:5, 6). A inscrição blasfema na testa da prostituta substitui a inscrição ‘SANTIDADE AO SENHOR’ na mitra do sumo sacerdote (Êx 28:36-38). O cálice em sua mão nos lembra os utensílios do santuário, nos quais o rei Belsazar e seus convidados beberam vinho (Dn 5:2-4). O cálice na mão da prostituta utiliza a aparência da verdade para esconder o vinho, as falsidades do sistema religioso de Satanás no fim dos tempos, a fim de seduzir o mundo para longe de Deus.”1

“Além disso, a prostituta Babilônia foi descrita como embriagada com o sangue dos santos e dos mártires que morreram como resultado de seu testemunho. Esses crimes de sangue ligam a Babilônia do tempo do fim ao cristianismo apóstata medieval, liderado pelo papado e responsável pela morte de milhões de cristãos fiéis ao evangelho.”1

“A descrição da prostituta Babilônia reflete a imagem de Jezabel na igreja de Tiatira (Ap 2:20-23 [‘20 Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. 21 Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. 22 Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita. 23 Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras.’]2). Como os paralelos entre essas mulheres elucidam o caráter da Babilônia do tempo do fim?”1

Segunda-feira, 18 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

 

Babilônia, a prostituta

Lições da Bíblia

“1. Leia Apocalipse 17:1. Jeremias 51:13 revelou que as ‘muitas águas’ sobre as quais Babilônia está sentada são o rio Eufrates. De acordo com Apocalipse 17:15, o que as ‘muitas águas’ simbolizam? Complete as lacunas:”

Apocalipse (17:1 ARA)2: “Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas,”

Jeremias (51:13 ARA)2: “Ó tu que habitas sobre muitas águas, rica de tesouros! Chegou o teu fim, a medida da tua avareza.”

Apocalipse (17:15 ARA)2: Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.”

“Na Bíblia, ‘mulher’ é um símbolo para o povo de Deus. Em Apocalipse, a verdadeira igreja de Deus é retratada como uma mulher pura (Ap 12:1; ;22:17). Portanto, uma ‘prostituta’ representa uma igreja falsa e apóstata. Em Apocalipse 17:5, essa prostituta é identificada como Babilônia, a Grande. Assim como a Babilônia antiga dependia do rio Eufrates para sua subsistência, a Babilônia do tempo do fim dependerá do apoio das massas para impor seus planos.”1

“2. Leia Apocalipse 14:8; 17:2; 18:2, 3. Quais são os dois grupos envolvidos em uma relação ilícita com a Babilônia do tempo do fim, sendo seduzidos por ela? Assinale a alternativa correta:”1

Apocalipse (14:8 ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.”

Apocalipse (17:2 ARA)2: “com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.”

Apocalipse (18:2, 3 ARA)2: “2 Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, 3 pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.”

  1. ( ) Os reis e habitantes da Terra.
  2. ( ) Os salvos e ímpios ressuscitados.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“O primeiro grupo são os reis da Terra, os poderes políticos governantes. Eles são retratados em uma relação adúltera com a prostituta Babilônia. No Antigo Testamento, a expressão ‘prostituição’ é usada frequentemente para descrever como o Israel apóstata se afastou de Deus e se voltou para as falsas religiões (Is 1:21; Jr 3:1-10). A relação adúltera entre os reis da Terra e a prostituta simboliza uma união ilícita entre a Babilônia do tempo do fim e os poderes políticos governantes, uma união entre Igreja e Estado.”1

“O segundo grupo em uma relação ilícita com a prostituta Babilônia são os habitantes da Terra, o povo governado. Eles se embebedam com o vinho da prostituição de Babilônia. Em contraste com os poderes políticos governantes, a população em geral é intoxicada pelas práticas e ensinamentos falsos de Babilônia, sendo enganada a pensar que ela pode protegê-los. Quando as pessoas estão embriagadas, elas não pensam com clareza e são facilmente controladas (veja Is 28:7 [‘Mas também estes cambaleiam por causa do vinho e não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vinho, não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; erram na visão, tropeçam no juízo.’]2). O mundo inteiro será desviado por Babilônia, com exceção de um remanescente fiel.”1

“Assim como no passado e no presente, o povo será enganado no fim dos tempos. Quais são os perigos de seguir a opinião popular, não importando a popularidade dessa opinião?”1

Domingo, 17 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Juízo sobre Babilônia

Lições da Bíblia

“Ouvi outra voz do Céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou” (Ap 18:4, 5).1

“A sexta praga provocará o secamento simbólico do rio Eufrates, à medida que o mundo desiludido retirar seu apoio popular à Babilônia do tempo do fim. A destruição de seu poder será precedida por extensivas ações demoníacas que falsificarão a obra de Deus (Ap 16:13, 14). A atuação demoníaca será bem-sucedida em unir os ímpios na preparação para a batalha do Armagedom.”1

“No início da batalha final, ocorrerá um grande terremoto como parte da sétima praga. O terremoto destruirá a unidade de Babilônia e a dividirá em três partes (Ap 16:18, 19). A Babilônia do tempo do fim foi descrita como uma cidade, significando a breve união dos poderes políticos e religiosos do mundo em oposição ao povo de Deus. Essa unidade será destruída, causando a ruína da Babilônia do tempo do fim.”1

“Em Apocalipse 16:19, anuncia-se apenas o colapso político da Babilônia do tempo do fim. Os capítulos 17 e 18 revelam como essa queda ocorrerá. Antes de descrever a ruína da Babilônia do tempo do fim e os motivos de sua queda (Ap 17:12–18:24), em Apocalipse 17, descreve-se esse sistema religioso, dessa vez em termos de uma prostituta montada em uma besta escarlate. Em associação com suas filhas, a meretriz Babilônia seduz o mundo contra Deus (Ap 17:1-11).”1

Sábado, 16 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.

As sete últimas pragas – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“As multidões rejeitam a verdade das Escrituras, por ser ela contrária aos desejos do coração pecaminoso e amante do mundo. Satanás proporciona às multidões enganos terríveis para impedir o acolhimento da verdade de Deus.”1

“Mas Deus terá sobre a Terra um povo que mantenha a Bíblia, e a Bíblia só, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas. As opiniões de homens instruídos, as deduções da ciência, os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam, a voz da maioria – nenhuma destas coisas, nem todas em conjunto, deveriam considerar-se como prova em favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos pedir em seu apoio um claro ‘Assim diz o Senhor’ […].

“Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (1:13-15). […] Em tom manso e compassivo […] alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou. Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos a eles enviados com a luz e a verdade. É esse o poderoso engano, quase invencível” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 593-595, 624).1

Perguntas para discussão

“1. Leia a exortação inserida na descrição da preparação para a batalha do Armagedom (Ap 16:15 [‘Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas;’]2). O estilo de palavras é semelhante ao apelo anterior de Cristo à igreja de Laodiceia (Ap 3:18 [‘Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas.’]2). Como as palavras de Cristo revelam a importância da mensagem a Laodiceia para o povo de Deus no tempo de preparação para o conflito final? Essa mensagem se aplica a você?”1

“2. As vestiduras brancas no Apocalipse simbolizam a justiça de Cristo (Ap 3:4, 5; [‘4 Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas. 5 O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.’]2 19:7-9 [‘7 Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, 8 pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos. 9 Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.’]2). Como lavar nossas vestiduras e alvejá-las no sangue do Cordeiro (Ap 7:14 [‘Respondi-lhe: meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro,’]2)?”1

Sexta-feira, 15 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Reunião para a batalha do Armagedom

Lições da Bíblia

“6. Leia Apocalipse 16:16. Em seu engano no tempo do fim, Satanás terá sucesso em reunir o mundo para a batalha do Armagedom?”1

Apocalipse (16:16 ARA)2: “Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.”

“Os enganosos milagres demoníacos alcançarão sucesso mundial. Tendo desprezado os ensinos bíblicos, as pessoas crerão em uma mentira acompanhada de milagres enganosos (veja 2Ts 2:9-12 [‘9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.’]2). Elas se unirão em um propósito, simbolizado pela reunião dessas pessoas em um ‘lugar’ chamado, em hebraico, Armagedom, que significa ‘Monte de Megido’. Megido não era um monte, mas uma cidade-fortaleza localizada no vale de Jezreel (ou planície de Esdrelão), no sopé da cordilheira do monte Carmelo, e era também um importante lugar estratégico.”1

“A planície foi o local de muitas batalhas decisivas (veja Jz 5:19 [‘Vieram reis e pelejaram; pelejaram os reis de Canaã em Taanaque, junto às águas de Megido; porém não levaram nenhum despojo de prata.’]2; 6:33 [‘E todos os midianitas, e amalequitas, e povos do Oriente se ajuntaram, e passaram, e se acamparam no vale de Jezreel.’]2; 2Rs 9:27 [‘À vista disto, Acazias, rei de Judá, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã; porém Jeú o perseguiu e disse: Feri também a este; e o feriram no carro, à subida de Gur, que está junto a Ibleão. E fugiu para Megido, onde morreu.’]2; 23:29, 30 [‘29 Nos dias de Josias, subiu Faraó-Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria, ao rio Eufrates; e, tendo saído contra ele o rei Josias, Neco o matou, em Megido, no primeiro encontro. 30 De Megido, os seus servos o levaram morto e, num carro, o transportaram para Jerusalém, onde o sepultaram no seu jazigo. O povo da terra tomou a Jeoacaz, filho de Josias, e o ungiu, e o fez rei em lugar de seu pai.’]2). O Apocalipse usa esse contexto para descrever essa batalha entre Cristo e as forças do mal, chamada de Armagedom. Os povos do mundo são descritos como um exército unificado, sob a liderança da aliança satânica.”1

“O ‘Monte de Megido’ parece ser uma alusão ao monte Carmelo, que se eleva acima do vale no qual a antiga cidade de Megido estava localizada. O Monte Carmelo foi o local de um dos maiores confrontos da história de Israel entre o verdadeiro profeta de Deus (Elias) e os falsos profetas de Baal (1Rs 18). Esse confronto respondeu à pergunta: ‘Quem é o verdadeiro Deus?’. O fogo que veio do Céu demonstrou que o Senhor era o único Deus verdadeiro e o único a ser adorado. Enquanto a questão espiritual da batalha do Armagedom (obedeceremos a Deus ou ao homem?) é resolvida antes que venham as pragas, os que se posicionarem do lado do dragão, da besta e do falso profeta (Ap 16:13) serão então totalmente controlados pelo diabo (como ocorreu no caso de Judas, levando à crucificação de Cristo [Lc 22:3]). Tendo escolhido o lado perdedor, eles estarão entre os que clamarão para que os montes os escondam (Ap 6:16; leia também 2Ts 1:7, 8 [‘7 e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, 8 em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus.’]2).”1

“Contudo, antes que as pragas sejam derramadas, em Apocalipse 13:13, 14 descreve-se a besta da terra fazendo descer fogo do Céu para enganar o mundo, levando-o a pensar que seja obra de Deus a falsificação de Satanás, que incluirá falsos reavivamentos guiados por outro espírito.”1

“O Armagedom não é uma batalha militar entre nações do Oriente Médio, mas uma disputa espiritual, em que Cristo confrontará as forças das trevas (veja 2Co 10:4 [‘Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas’]2). O resultado será como foi no monte Carmelo, mas em uma escala mundial: a vitória de Deus sobre as forças das trevas.”1

“A grande batalha do Armagedom é o desfecho de uma guerra que travamos todos os dias. Você tem lutado do lado dos vencedores?”1

Quinta-feira, 14 de março de 2019. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 495, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.