A aliança e o evangelho (Hb 9:15-22)

Lições da Bíblia.

“Havia fortes consequências para a violação de certas alianças bíblicas. O Senhor advertiu Abraão de que todo homem incircunciso seria eliminado do povo escolhido (Gn 17:14), e uma série de maldições foi dirigida aos que se recusassem a cumprir os termos da aliança do Sinai (Dt 27:11-26). Os que violassem os termos da aliança seriam punidos com a morte (Ez 18:4). O mesmo é verdade em relação à nova aliança: aqueles que se recusam a obedecer a lei de Deus não podem ter acesso à vida eterna (Rm 6:23).”1

“4. Leia Hebreus 9:15-28. De que forma o evangelho é revelado nesses versos?” “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados. Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador; pois um testamento só é confirmado no caso de mortos; visto que de maneira nenhuma tem força de lei enquanto vive o testador. Pelo que nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue; porque, havendo Moisés proclamado todos os mandamentos segundo a lei a todo o povo, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, e lã tinta de escarlate, e hissopo e aspergiu não só o próprio livro, como também sobre todo o povo, dizendo: Este é o sangue da aliança, a qual Deus prescreveu para vós outros. Igualmente também aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os utensílios do serviço sagrado. Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.” (Hebreus 9:15-28 RA)2. O evangelho é revelado através de Jesus que derramou o seu sengue em favor da humanidade ratificando uma nova aliança. Através de sua morte e ressurreição garantiu a vida eterna para todo aquele que nEle crer.

“Hebreus 9:15-28 repete a história do evangelho, ao proclamar a atuação de Cristo para assegurar aos crentes as promessas da aliança. O verso 15 indica que Jesus atua como “Mediador” da nova aliança que, mediante Sua morte, oferece vida eterna aos que, de outra forma, enfrentariam a destruição eterna.” 1

“Nos versos 16 e 17, algumas traduções da Bíblia se desviam da discussão da ‘aliança’ e introduzem o termo ‘testamento’ em seu lugar, embora ali seja usada a mesma palavra grega traduzida por aliança em outros versos do capítulo. Isso traz a ideia da morte de Jesus por nós. Quando vista nesse contexto, a passagem lembra o cristão de que, sem Cristo, a aliança exige a morte de cada pecador. Porém, o pecador pode ser coberto, purificado pelo sangue de Cristo e, assim, estar entre os que ansiosamente aguardam Sua vinda (Hb 9:28).” 1

“’Só então reconheceremos que nossa justiça é na verdade igual a trapos sujos, e que somente o sangue de Cristo pode nos limpar da impureza do pecado e renovar nosso coração à Sua semelhança’ (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 29, edição 2013).”1

“O próprio Deus, na pessoa de Jesus, tomou sobre Si a punição por nossos pecados, para livrar-­nos da merecida condenação. O que isso diz sobre o caráter de Deus? Por que podemos confiar nEle, não importando nossa situação?” 1

Quarta-feira, 04 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Tábuas da aliança

Lições da Bíblia.

“Embora uma aliança seja alicerçada em promessas, geralmente há condições a serem satisfeitas antes que as promessas sejam cumpridas. A aliança com Abraão envolvia a circuncisão de todos os homens nascidos na casa dele, ou seus descendentes. Quando o Senhor fez uma aliança com Israel, Ele pessoalmente gravou os requisitos para o relacionamento em tábuas de pedra (Dt 9:8-11). Esses requisitos, preservados nos Dez Mandamentos, deviam formar a base da aliança eterna de Deus com todos os seres humanos.”1

“Uma vez que eles detalham certos termos da aliança, os Dez Mandamentos são, muitas vezes, chamados de ‘tábuas da aliança’ (Dt 9:9). Os Dez Mandamentos não foram planejados para ser um obstáculo em nosso caminho, dificultando a vida dos que firmaram uma aliança com Deus. Ao contrário, como expressão do amor de Deus, os mandamentos foram dados para benefício dos que entraram em um relacionamento de aliança com o Senhor.”1

“3. De que forma Jeremias 31:31-34 e Hebreus 10:11-18 confirmam a natureza eterna da lei de Deus na nova aliança?”1. “Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o SENHOR. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.” (Jeremias 31:31-34 RA)2; “Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus, aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés. Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados. E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado.” (Hebreus 10:11-18 RA)2. A natureza eterna da lei de deus é confirmada quando Deus afirma que a escreverá no coração de seu povo, daqueles que aceitam pela fé o sacrifício de Cristo.

“Sob a antiga aliança, do Monte Sinai, os israelitas e os que se uniram à comunidade eram obrigados a demonstrar fidelidade à aliança guardando os Dez Mandamentos. Quando violavam um mandamento, deviam oferecer um animal em sacrifício, se quisessem ter seus pecados perdoados.”

“Sob a nova aliança, do Monte Calvário, o povo de Deus ainda é obrigado a guardar os Dez Mandamentos. No entanto, quando pecam, eles não precisam oferecer sacrifícios contínuos, porque Jesus é o seu sacrifício pleno e completo (Hb 9:11-14). A nova aliança é muito melhor do que a antiga porque agora, pela fé, clamamos as promessas de perdão oferecidas a nós mediante o sacrifício de Jesus. ‘Há esperança para nós somente quando estamos na aliança de Abraão, que é a aliança da graça mediante a fé em Cristo Jesus’ (Comentários de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 1.077; tradução do editor).”

“O que significa ter a lei de Deus escrita no coração? Isso é diferente de entender a lei de Deus apenas como um código de obediência?”

Terça-feira, 03 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Promessas da aliança

Lições da Bíblia.

“Alianças são fundamentadas em promessas. Na verdade, é possível utilizar os dois termos de forma alternada. Quando uma aliança é feita, espera-se que a pessoa que faz a promessa (aliança) tenha capacidade de cumprir o que é prometido ou pactuado. No Antigo Testamento, algumas alianças tratavam de questões limitadas e locais (por exemplo, Gn 31:43-54). O incidente entre Jacó e Labão demonstra que as alianças podiam ser negócios realizados dentro de uma sociedade e entre sociedades. O monumento em Mispa devia servir como sinal de um tratado que se aplicaria apenas aos dois clãs. Quando morressem aqueles a quem o tratado se aplicava, os termos do tratado seriam irrelevantes. Ao contrário desse pacto feito entre seres humanos, as alianças que o Senhor instituiu com Noé e Abraão têm implicações eternas.”1

“2. Quais são as implicações mais amplas da aliança abraâmica?” “Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo. E digo isto: uma aliança já anteriormente confirmada por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a pode ab-rogar, de forma que venha a desfazer a promessa. Porque, se a herança provém de lei, já não decorre de promessa; mas foi pela promessa que Deus a concedeu gratuitamente a Abraão. Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador. Ora, o mediador não é de um, mas Deus é um. É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei. Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem. Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se. De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio. Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” (Gálatas 3:15-28 RA)2. A aliança embora tenha sido feita a Abraão teria implicações universais, pois o seu descendente, Cristo, seria uma benção para toda a humanidade.

“Em toda a Bíblia, Deus fez várias alianças universais nas quais Ele fez promessas relevantes para toda a humanidade. Reconhecendo que toda a Terra tinha sido afetada pelo Dilúvio, o Senhor prometeu não permitir que Sua criação fosse devastada novamente pela água. No caso de Abraão, Deus viu a necessidade humana de justiça e prometeu abençoar todas as nações mediante a descendência de Abraão (Gn 22:18).”1

“Embora Deus tenha feito a aliança do Sinai com uma nação específica, ela também tem alcance universal. Deus foi muito claro ao declarar que qualquer estrangeiro podia fazer parte do povo escolhido (por exemplo, Êx 12:48, 49), e que a missão de Israel era ser uma luz para evangelizar o mundo (Êx 19:5, 6).”1

“Como você entende seu relacionamento de aliança com Deus? O que Deus prometeu a você, e o que Ele lhe pediu em retribuição por essas promessas?”1

Segunda-feira, 02 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Sinais da aliança (Gn 9:12-17)

Lições da Bíblia.

“Uma aliança pode ser simplesmente definida como um acordo entre duas partes com base em promessas feitas por uma, ou por ambas as partes. Existem dois métodos básicos pelos quais uma aliança pode funcionar. No primeiro, as partes envolvidas na aliança concordam com os termos do relacionamento e fazem promessas mútuas. Esse seria o caso em um casamento, fusão de empresas e até mesmo na compra de imóveis. No segundo método, uma parte inicia a aliança, estipulando tanto as promessas quanto as condições inegociáveis, e a outra parte é convidada a participar. Exemplos disso incluem o pagamento de impostos ou de mensalidades em uma instituição educacional. Nos dois casos, cada uma das partes é livre para se retirar da aliança, mas geralmente há uma consequência. Por exemplo, uma pessoa que não paga a prestação de seu imóvel, pode perdê-lo, e um cidadão que se recusa a pagar os impostos será processado.”1

“Normalmente, uma aliança é estabelecida com pelo menos um símbolo. Por exemplo, uma pessoa que compra um imóvel financiado coloca várias assinaturas em um contrato de empréstimo imobiliário junto a uma instituição de crédito, a qual mantém o título de propriedade do imóvel em garantia, até que o valor total seja pago. Para as pessoas casadas, o cartório emite uma certidão de casamento. O documento não é a aliança, mas um indicador de que a pessoa está comprometida com uma aliança.”1

“1. Leia Gênesis 9:12-17 e 17:2-12. Qual é a diferença entre o símbolo e a aliança nessas passagens? Além disso, quais são as diferenças entre essas duas alianças?”1 “Disse Deus: Este é o sinal da minha aliança que faço entre mim e vós e entre todos os seres viventes que estão convosco, para perpétuas gerações: porei nas nuvens o meu arco; será por sinal da aliança entre mim e a terra. Sucederá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e nelas aparecer o arco, então, me lembrarei da minha aliança, firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne. O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra. Disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança estabelecida entre mim e toda carne sobre a terra.” (Gênesis 9:12-17 RA)2; “Farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente. Prostrou-se Abrão, rosto em terra, e Deus lhe falou: Quanto a mim, será contigo a minha aliança; serás pai de numerosas nações. Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constituí. Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti. Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência. Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus. Disse mais Deus a Abraão: Guardarás a minha aliança, tu e a tua descendência no decurso das suas gerações. Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós e a tua descendência: todo macho entre vós será circuncidado. Circuncidareis a carne do vosso prepúcio; será isso por sinal de aliança entre mim e vós. O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações, tanto o escravo nascido em casa como o comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua estirpe.” (Gênesis 17:2-12 RA)2. A primeira tinha como símbolo o arco-íris que representava a aliança de Deus com toda criação, através dela Deus se comprometeu que a terra não seria mais destruída por águas de um dilúvio. A segunda aliança foi simbolizada pela circuncisão e foi estabelecida com Abraão e consistia em torna-lo pai de uma grande nação e que esta deveria ser uma benção para todas as demais nações.

“Em Gênesis 9:9, Deus fez uma aliança com a criação, estabelecendo que Ele jamais destruiria a Terra novamente com água. Sempre que um arco-íris aparece no Céu, todos devem se lembrar da promessa de Deus. O mesmo se pode dizer da marca da circuncisão, que devia fazer todo judeu lembrar do papel de Seu povo em abençoar as nações. A primeira aliança foi feita com toda a humanidade, a outra especificamente com a nação de Israel. Além disso, na aliança feita com a humanidade depois do Dilúvio, as pessoas não tinham que fazer nada. A promessa estava ali, independentemente do que elas fizessem. A situação foi diferente com a segunda aliança, feita com Israel: o povo tinha que fazer a sua parte no acordo.”1

Domingo, 01 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo, a lei e as alianças

Lições da Bíblia.

“Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que Ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança” (Hb 9:15 NVI)1.

“A eterna decisão divina de salvar a humanidade foi revelada ao longo dos séculos por meio das alianças. Embora a Bíblia fale de alianças no plural (Rm 9:4; Gl 4:24; Ef 2:12), na realidade, só existe a aliança da graça, na qual a salvação é dada aos pecadores, com base não em seus méritos, mas nos méritos de Jesus, oferecidos a todos os que clamam esses méritos pela fé. O plural, alianças, significa simplesmente que Deus antecipou Seus propósitos de salvação ao reafirmar a aliança de várias formas, a fim de atender às necessidades de Seu povo em diferentes épocas e contextos. No entanto, é sempre a mesma aliança, a eterna aliança da graça salvadora de Deus.”2

“A essência dessa aliança é o constante e fiel amor do Senhor (Dt 7:9 [‘Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos;’]; 1Rs 8:23 [‘e disse: Ó SENHOR, Deus de Israel, não há Deus como tu, em cima nos céus nem embaixo na terra, como tu que guardas a aliança e a misericórdia a teus servos que de todo o coração andam diante de ti;’]; Dn 9:4 [‘Orei ao SENHOR, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos;’])3. Como parte dessa aliança, Deus chama Seu povo a obedecer Sua lei, não como meio de salvação, mas como fruto dela. A lei e a graça unidas sempre foram centrais para a aliança eterna de Deus.”2

“Hoje é um dia especial. Sábado alegre e festivo. Momento de sair às ruas para compartilhar sua fé.”2

Sábado-feira, 31 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

3 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo, a lei e o evangelho – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, Evangelismo, p. 231, 232: ‘Pregar as Verdades Características’; A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 90: ‘A Fé e as Obras’; p. 91: ‘Como se Aperfeiçoa a Fé’.”1

“Torne-se distinto e claro o assunto de que não é possível efetuar coisa alguma em nossa posição diante de Deus ou no dom de Deus para nós, por meio do mérito de seres criados. Se a fé e as obras adquirissem o dom da salvação para alguém, o Criador estaria em obrigação para com a criatura. Eis aqui uma oportunidade para a falsidade ser aceita como verdade. Se alguém pode merecer a salvação por alguma coisa que faça, encontra-se, então, na mesma condição dos católicos que devem fazer penitência por seus pecados. A salvação, nesse caso, consiste em parte numa dívida que pode ser obtida como pagamento”2

Perguntas para reflexão

“1. Embora Deus tivesse dado a lei a Israel por intermédio de Moisés, a Bíblia sugere que Ele usa outros métodos para revelar Sua vontade a pessoas que podem não ter acesso à revelação escrita (por exemplo, Rm 1:20; 2:14; At 17:26, 27). Se Deus fala a todas as pessoas, qual é o propósito dos evangelistas?”1

“2. João 1:17 afirma que ‘a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo’. Usando esse texto, muitas pessoas colocam a lei em oposição à graça e à verdade. Por que essa é uma falsa dicotomia? De que forma a lei, a graça e a verdade trabalham juntas para revelar-nos o caráter de Deus, visto no plano da salvação?”1

“3. O escritor russo Fiódor Dostoiévski criou um personagem que desejava estudar por que mais pessoas não se matavam. Como ateu, ele não conseguia entender por que as pessoas desejariam viver uma vida sem sentido e tão cheia de sofrimento. Comente com a classe sobre a lógica desse pensamento.”1

Sexta-feira, 30 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 WHITE, Ellen Gould; CONRADO, Naor G. Fé e obras. 4.ed. São Paulo – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008. p. 19-20

A lei e o evangelho (Rm 1:16, 17)

Lições da Bíblia.

“Não importa quão ‘boa’ seja nossa vida, ninguém pode escapar dos constantes lembretes do pecado. Inevitavelmente, a felicidade é interrompida pela doença, morte e desastres. Em nível pessoal, os sentimentos de segurança espiritual são frequentemente desafiados pelas lembranças de pecados passados e, pior ainda, pelo impulso para pecar novamente.”1

“7. Qual é o efeito do pecado em nossa vida?”1 “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Romanos 7:24 RA)2; “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,” (Efésios 2:1 RA)2. Os efeitos do pecado, em nossa vida, são muitos, o pior deles é a morte.

“A pessoa que vive no pecado, na injustiça, é apenas um cadáver ambulante esperando o dia em que dará o último suspiro. Quando Paulo avaliou a condição humana, ele clamou em desespero: ‘Quem me livrará do corpo desta morte?’ (Rm 7:24). Esse é um clamor por libertação da injustiça. Paulo logo percebeu que a libertação vem por meio de Jesus (Rm 7:25).”1

“Esse é o evangelho. A boa notícia é que nós, que estávamos presos em corpos de injustiça, podemos ser cobertos com a justiça de Cristo. O evangelho é a garantia de que podemos escapar da condenação da lei, porque agora possuímos a justiça promovida pela lei (Rm 8:1).” 1

“Quando Paulo escreveu aos cristãos de Roma, a história da morte de Jesus ainda estava circulando por todo o império. Os que tinham ouvido estavam plenamente conscientes de que Ele havia morrido de uma forma escandalosa. Pessoas cujos entes queridos eram executados na cruz tinham normalmente uma vida de vergonha. No entanto, Paulo e muitos outros cristãos entenderam que a morte ‘vergonhosa’ de Cristo foi o acontecimento mais poderoso da história humana. Por isso, Paulo declarou: ‘Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê’ (Rm 1:16). A essência desse evangelho é a grande promessa de que, no fim, a morte não terá a palavra final e os salvos por Jesus viverão para sempre em uma nova Terra.”1

“Muitas pessoas acreditam que a vida não tem sentido, porque sempre termina em morte. Então, em longo prazo, nada do que fazemos terá importância. É difícil contestar essa lógica, não é mesmo? Se tudo que fazemos e cada pessoa que influenciamos serão destruídos e esquecidos para sempre, qual seria o sentido da vida?”1

“Está chegando o dia do Impacto Esperança. Faça em sua igreja um programa com testemunhos relacionados à distribuição dos livros.”1

Quinta-feira, 29 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

Graça e verdade (Jo 1:17)

Lições da Bíblia.

“João resumiu a história da salvação em um verso: ‘A lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo’ (Jo 1:17). Como resultado do pecado de Adão, toda a humanidade foi afetada pela maldição da morte. A maldição é intensificada pelo fato de que nenhuma pessoa nascida de pais humanos, com exceção de Jesus, ficou livre das inclinações pecaminosas. Portanto, Deus escolheu um povo ao qual Ele revelou Sua lei, com a intenção de que o povo eleito fosse Sua luz para as outras nações. Deus não deu a lei a Israel como meio de salvação, mas como lembrete constante de sua necessidade de justiça.”1

“5. Que exemplo de vida Jesus nos deixou?”1 “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:8 RA)2; “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço.” (João 15:10 RA)2; “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mateus 26:39 RA)2. Jesus não pecou, foi obediente até a morte. Guardou os mandamentos de Seu Pai. Sua vontade sempre foi submissa a de Seu Pai.

“Quando desobedeceu à ordem expressa de Deus, o primeiro Adão mergulhou o mundo inteiro em desordem e escravidão. Por outro lado, mediante Sua vida obediente, o segundo Adão, Jesus, veio para libertar o mundo da escravidão que o primeiro Adão havia trazido. Quando andou nesta Terra, Jesus voluntariamente submeteu Sua vontade à vontade de Seu Pai, e escolheu não pecar. Ao contrário do primeiro Adão, que trouxe condenação e mentira ao mundo, Jesus trouxe a ‘graça e a verdade’. A graça e a verdade não substituíram a lei. Em vez disso, Jesus mostrou por que a lei sozinha não era suficiente para assegurar a salvação. A verdade que Ele trouxe foi uma compreensão mais completa da graça.”1

“6. Qual é a natureza da graça de Jesus? Como Ele concedeu graça aos seres humanos?” “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6:23 RA)2; “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” (Efésios 2:8 RA)2. A graça é um dom gratuito que pela fé recebemos de Deus.

“A palavra grega traduzida como ‘graça’ (charis) também pode significar ‘dom’ e está relacionada ao termo para alegria (chara). O dom que Jesus dá à humanidade é a vida eterna. Além disso, a graça se manifesta como a presença interior de Cristo, que habilita o indivíduo a participar da justiça que a lei promove. Paulo afirmou que, ao condenar o pecado na carne, Jesus tornou possível ‘que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós’ (Rm 8:4). A graça não apenas nos livra da condenação da lei, mas nos capacita a guardar a lei da maneira que somos chamados a fazer.”1

“Entregue o livro em lugares em que você nunca esteve. Faça planos com Deus e se una ao exército missionário!”1

Quarta-feira, 28 de maio de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

__________________

1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.