As necessidades mais profundas

Lições da Bíblia

“Jesus, sendo o Senhor, sabia mais sobre as pessoas do que elas sabiam sobre si mesmas. Há muitos relatos nos evangelhos em que Jesus mostrou que não apenas sabia o que as pessoas estavam pensando naquele momento (Mc 2:8), mas também conhecia sua história (Jo 4:18).”1

“3. Leia o Salmo 139:1-13. Qual é a mensagem da Palavra de Deus nessa passagem?”1

“1 SENHOR, tu me sondas e me conheces. 2 Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. 3 Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos. 4 Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda. 5 Tu me cercas por trás e por diante e sobre mim pões a mão. 6 Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir. 7 Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? 8 Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; 9 se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, 10 ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá. 11 Se eu digo: as trevas, com efeito, me encobrirão, e a luz ao redor de mim se fará noite, 12 até as próprias trevas não te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa. 13 Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe.” (Salmo 139:1-13 ARA)2.

“Deus conhece nossa vida passada, presente e futura. Ele conhece nossas necessidades mais profundas e nos cerca com Sua onisciência, onipresença e onipotência. Ele pode nos guiar, suster, iluminar e curar.”1

“Como vimos ontem, Jesus conhecia as necessidades das pessoas, e procurava atender a essas necessidades. Na verdade, Ele conhecia até as necessidades mais profundas. Essa realidade é vista na história do paralítico. Embora fosse óbvio, pela aparência, que ele precisava de cura física, havia algo mais profundo, e foi por isso que, mesmo antes de lhe ordenar que tomasse seu leito e andasse, Jesus lhe disse: ‘Filho, os teus pecados estão perdoados’ (Mc 2:5).”1

“4. Leia Marcos 2:1-12. Qual era a necessidade mais profunda desse homem, além das aparências? Esse tipo de necessidade pode ser um problema para aqueles a quem procuramos ministrar?”1

“1 Dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa. 2 Muitos afluíram para ali, tantos que nem mesmo junto à porta eles achavam lugar; e anunciava-lhes a palavra. 3 Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens. 4 E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão, descobriram o eirado no ponto correspondente ao em que ele estava e, fazendo uma abertura, baixaram o leito em que jazia o doente. 5 Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados. 6 Mas alguns dos escribas estavam assentados ali e arrazoavam em seu coração: 7 Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Quem pode perdoar pecados, senão um, que é Deus? 8 E Jesus, percebendo logo por seu espírito que eles assim arrazoavam, disse-lhes: Por que arrazoais sobre estas coisas em vosso coração? 9 Qual é mais fácil? Dizer ao paralítico: Estão perdoados os teus pecados, ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito e anda? 10 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados – disse ao paralítico: 11 Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa. 12 Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!” (Marcos 2:1-12 ARA)2.

“Paz e certeza do perdão. Ele sofria por causa da culpa do pecado, que paralisava seu corpo e sua mente. Hoje muitos precisam desse mesmo perdão.”1 

“Jesus sabia que a questão era mais profunda do que o aspecto físico. ‘Não era, entretanto, o restabelecimento físico, que desejava tanto, mas o alívio do fardo do pecado. Se pudesse ver Jesus, e receber a certeza do perdão e a paz com o Céu, estaria contente em viver ou morrer, segundo a vontade de Deus’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 267).”1

“É claro que não conseguiremos ver além das aparências, como Jesus vê. Mas podemos estar certos de que, independentemente de quem estejamos procurando ajudar, essas pessoas estão prejudicadas pelo pecado. Isto é, sejam quais forem as outras necessidades aparentes, precisam também de graça, de segurança e do conhecimento de que Deus as ama, morreu por elas e deseja somente o melhor para Seus filhos.”1

“Você almeja a certeza da salvação e o conhecimento de que Deus o ama? Como pode ajudar outras pessoas a experimentar essa mesma certeza e esse amor?”1

Terça-feira, 23 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Posso ajudá-lo?

Lições da Bíblia

“2. Leia Marcos 10:46-52 e João 5:1-9. Nesses casos, por que Jesus fez perguntas?”1

“46 E foram para Jericó. Quando ele saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, cego mendigo, filho de Timeu, estava assentado à beira do caminho 47 e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! 48 E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! 49 Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. 50 Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. 51 Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. 52 Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora.” (Marcos 10:46-52 ARA)2.

“1 Passadas estas coisas, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. 2 Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. 3 Nestes, jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos 4 [esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse]. 5 Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. 6 Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado? 7 Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. 8 Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. 9 Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado.” (João 5:1-9 ARA)2.

“Porque Ele queria: demonstrar interesse e cuidado pela pessoa; ouvir os sentimentos dos sofredores, o que fazia parte do processo de cura; dar oportunidade para que as pessoas expressassem sua fé. Se elas não demonstrassem confiança em Cristo quanto à cura, não iriam valorizar os milagres divinos.”1

“Note que, em ambos os casos, Jesus perguntou o que eles queriam, embora isso fosse óbvio. E mesmo que não fosse, seja como for, Jesus saberia quais eram as necessidades desses homens.”1

“Contudo, ao fazer aquelas perguntas Jesus demonstrou respeito pelo ser humano. Mostrou que os estava ouvindo e, ao ouvi-los, demonstrou que Se importava com suas lutas. Em muitos casos as pessoas, talvez mais do que tudo, desejam apenas alguém com quem conversar, alguém que as ouça, porque, às vezes, simplesmente conversar com alguém sobre as lutas da vida pode ajudar uma pessoa a se sentir melhor.”1

“Como você se sentiria se, ao entrar no consultório de um médico, ele apenas olhasse de relance para você, fizesse uma receita e o mandasse embora? Certamente você duvidaria que aquela pessoa conhecesse sua necessidade. Talvez você dissesse: ‘O médico não me perguntou o que eu sinto, não examinou meu coração nem verificou minha pressão, nem […]’ Uma das regras fundamentais da prática médica é: ‘Faça o diagnóstico antes de tratar.’”1

“O mesmo conceito se aplica à obra médico-missionária, que se concentra no bem-estar da pessoa e na satisfação de suas necessidades integrais. Muitas igrejas acham que já sabem, ou então presumem que sabem o que deve ser feito para servir às pessoas da comunidade. Quando dedicamos tempo para conversar com as pessoas sobre suas necessidades e as necessidades da comunidade, elas percebem que nos importamos com a sua felicidade e oferecem informações que nos mostram como servir de maneira mais satisfatória. Além disso, fazemos novos amigos.”1

“‘Lembrem-se de que vocês podem derrubar a mais forte oposição, tendo interesse pessoal nas pessoas que encontram. Cristo manifestou interesse pessoal em homens e mulheres enquanto viveu na Terra. Aonde quer que fosse, Ele era um médico-missionário. Devemos sair para fazer o bem, assim como Ele fez. Somos instruídos a alimentar os famintos, vestir os nus e confortar os tristes’ (Ellen G. White, Beneficência Social, p. 162).”1

“A maioria das pessoas não tem problema para expressar suas opiniões. Como podemos ser ouvintes mais atentos?”1

Segunda-feira, 22 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Interrupções: oportunidades inesperadas para servir

Lições da Bíblia

“Jesus desceu do barco na praia próxima a Cafarnaum (Mc 5). Seus discípulos ainda estavam atordoados devido ao angustiante encontro com o endemoninhado em Decápolis. Como de costume, uma multidão estava ali para encontrá-Lo. Ansiosas para obter a atenção de Jesus, as pessoas se empurravam para conseguir chegar perto dEle. Imediatamente Sua ajuda foi solicitada, dessa vez pelo chefe da sinagoga.”1

“1. Leia Marcos 5:22-43. Enquanto Jesus caminhava para atender à necessidade do chefe da sinagoga, o que O interrompeu, e como Ele reagiu à interrupção? Que lições encontramos nessa história a respeito da nossa reação quando somos interrompidos em nosso ministério?”1

22 Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés 23 e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá. 24 Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo-o. 25 Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia 26 e muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior, 27 tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste. 28 Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. 29 E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo. 30 Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes 31 Responderam-lhe seus discípulos: Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou? 32 Ele, porém, olhava ao redor para ver quem fizera isto. 33 Então, a mulher, atemorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade. 34 E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal. 35 Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? 36 Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente. 37 Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João. 38 Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito. 39 Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme. 40 E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava. 41 Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! 42 Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados. 43 Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina.” (Marcos 5:22-43 ARA)2.

“Uma mulher com hemorragia. Ela foi por trás dEle e tocou Sua roupa na esperança de ser curada. O Senhor percebeu e gostou de ser interrompido. Ele desejava atender à mulher, a Jairo e deseja atender a cada sofredor. As interrupções em nosso ministério são uma oportunidade especial para Deus realizar milagres em nós e através de nós.”1

“Sejamos francos: ninguém gosta de interrupções, não é mesmo? Somos ocupados, temos coisas a fazer, lugares a ir, tarefas a cumprir. Estabelecemos alvos para nós mesmos e queremos alcançá-los, às vezes dentro de determinado prazo. As interrupções podem nos atrapalhar.”1

“Por isso, se alguém vem com uma necessidade ou um pedido de ajuda e o momento não é conveniente, isso pode nos perturbar. Às vezes você não pode simplesmente parar o que está fazendo. Ao mesmo tempo, quantas vezes podemos parar o que estamos fazendo para prestar ajuda, mas não fazemos isso simplesmente porque não queremos?”1

“Porém, com frequência as maiores oportunidades de atender às necessidades das pessoas vêm através de interrupções. Muitos tentam evitar as interrupções, e ficam contrariados quando seus planos são frustrados. Ao examinar o ministério de Jesus, notamos que algumas das necessidades que Ele atendeu vieram como interrupções, às quais Ele reagiu com amor. Se pensarmos nisso, muitas oportunidades que temos de ministrar vêm em forma de interrupções. Já examinamos a história do bom samaritano. Quem sabe aonde ele estava indo e o que iria fazer quando passou naquela estrada? Mas, independentemente de seus interesses, ele parou para ajudar. E olha que essa foi uma tremenda interrupção, um grande desafio!”1

“Alguém já interrompeu você com uma necessidade ou um pedido de ajuda? Como você reagiu?”1

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Domingo, 21 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus ministrava às necessidades das pessoas

Lições da Bíblia

“Percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (Mt 9:35).

“Num país africano, uma senhora adventista não quis parar de ministrar às necessidades das pessoas depois da aposentadoria. A necessidade mais urgente era atender os órfãos de pais aidéticos que não tinham uma nutrição adequada. Em 2002, ela e sua igreja começaram a oferecer às crianças da comunidade uma refeição sólida seis dias por semana. Começaram com 50 crianças e, em 2012, já estavam atendendo 300 crianças por dia. Isso os levou a iniciar uma pré-escola que agora é frequentada por 45 crianças. Além disso, eles distribuem roupas, fornecem verduras e milho provenientes de uma horta cultivada pela própria equipe, e cuidam dos doentes. Voluntárias da ADRA ensinam artesanato às mulheres e isso as ajuda a obter um meio de sustento. Essa demonstração do amor divino deu origem a uma nova igreja. No início havia cinco membros, mas em 2012 já havia 160 pessoas. Deus proveu recursos para a construção de um orfanato e de um novo prédio para a igreja.

Realmente é muito importante atender às necessidades das pessoas.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

 

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Sábado, 20 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Jesus manifestava compaixão pelas pessoas – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Leia Dt 24:10-22; Jn 3; Ml 3:17;Mt 15:32-38; Mc 6:34-44; Gl 6:2; Hb 10:32-34. Leia, de Ellen G. White, Minha Consagração Hoje, p. 189, 193; ‘O Privilégio de Falar com Deus’, em Caminho a Cristo, p. 100; ‘Eis a Religião Pura’ e ‘A Parábola do Bom Samaritano’, em Beneficência Social, p. 35-49;Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 30.”1

“Num feriado, algumas famílias se reuniram e fizeram pacotes de alimentos e produtos de higiene para distribuir aos moradores de rua de sua cidade. Foram para o centro da cidade e, em cerca de meia hora, distribuíram os pacotes. Partiram então para um museu e, depois disso, foram jantar fora. Quando estavam voltando para os carros, um deles disse: ‘Estou feliz porque fizemos aquilo. Mas, vocês entendem que agora muitos daqueles que alimentamos provavelmente já estejam com fome outra vez?’ Qual é o propósito de fazer alguma coisa? O que fazemos é uma gota d’água num oceano! Existem vários problemas com essa linha de pensamento. Primeiro, se todos pensassem assim, ninguém ajudaria ninguém, e a miséria só iria piorar. Por outro lado, se todos ajudassem os outros, as necessidades seriam amenizadas. Em segundo lugar, a Bíblia não diz que a dor, o sofrimento e o mal seriam eliminados antes de chegarmos ao Céu. Nem mesmo Jesus, quando esteve aqui, acabou com o sofrimento humano. Ele fez o que pôde naquele momento. Nós também devemos fazer a mesma coisa: levar conforto, compaixão e ajuda às pessoas que pudermos alcançar.”1

Perguntas para reflexão

“1. Como sua igreja pode se tornar um lugar de segurança e cura para os quebrantados de coração?”1

“2. Comente com a classe a seguinte citação: “Muitos ficam pensando por que Deus não age. E Deus fica pensando por que tantos que pertencem ao Seu povo não se importam” (Dwight Nelson). Você concorda com essa citação? O que podemos fazer para mudar essa atitude?”1

Sexta-feira, 19 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Outro tipo de Consolador

Lições da Bíblia

“6. ‘Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações’ (2Co 1:3, 4, NVI). Como nosso sofrimento nos ajuda a ser mais eficientes em mostrar compaixão e prover conforto aos que nos cercam? Você já experimentou a realidade dessas palavras em sua vida?”1

“Deus sofreu por causa do pecado e sente nosso sofrimento. Quando sofremos, temos maior capacidade de compreender o sofrimento dos outros e oferecer ajuda e consolo.”1

“Apalavra conforto vem do latim com (junto, com) efortis (forte). Assim como Cristo nos fortalece em nosso sofrimento, podemos passar essa força a outros. Como aprendemos com nossas próprias tristezas, podemos ministrar mais eficientemente aos outros nas suas aflições.”1

“As igrejas geralmente têm pessoas que sofrem e pessoas que confortam. Essa combinação pode transformar sua igreja numa ‘casa segura’, isto é, uma ‘cidade de refúgio’ (Nm 35), bem como um rio de cura (Ez 47:1-12) que flui para a comunidade.”1

“Demonstrar empatia e prover conforto é uma arte. Aqui estão algumas sugestões:

A. Seja autêntico. Ouça mais e fale menos. Esteja seguro de que sua linguagem corporal reforce sua tentativa de mostrar compaixão e consolar.

B. Demonstre compaixão segundo sua personalidade. Algumas pessoas oferecem solidariedade chorando silenciosamente com a pessoa aflita. Outras não choram, mas mostram empatia organizando algo que é um conforto para o sofredor.

C. A presença é, muitas vezes, mais importante do que falar ou fazer algo.

D. Permita que as pessoas sofram do seu próprio jeito.

E. Procure conhecer os estágios da dor pelos quais, com frequência, as pessoas passam.

F. Tenha cuidado para não dizer: ‘Sei como você se sente.’ Provavelmente você não sabe.

G. Abra espaço para o aconselhamento profissional.

H. Não diga: ‘Vou orar por você’ a menos que você realmente pretenda fazer isso. Quando possível, ore pela pessoa que está sofrendo, faça-lhe uma visita sem pressa e compartilhe com ela promessas bíblicas encorajadoras.

I. Organize grupos de apoio em sua igreja ou em sua comunidade.”1

Quinta-feira, 18 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus chorou

Licções da Bíblia

“5. ‘Jesus chorou’ (Jo 11:35). O que esse verso nos diz sobre a humanidade de Jesus? Em Sua humanidade, como Ele Se relacionou com o sofrimento dos outros? Rm 12:15”1

“Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.” (Romanos 12:15 ARA)2.

“Jesus era perfeitamente humano e Se identificava com o sofrimento dos Seus irmãos humanos. Ele era empático, alegrava-Se com os que se alegravam e chorava com os que choravam.”1

“Em João 11:35 Jesus demonstrou compaixão, empatia e piedade provenientes do Seu coração. Embora estivesse prestes a ressuscitar Lázaro dos mortos, a dor de uma família da qual Ele era tão próximo O afetou física e emocionalmente.”1

“Contudo, Jesus estava chorando não só pela morte de um amigo querido. Ele estava contemplando um quadro muito maior: o sofrimento da humanidade devastada pelo pecado. ‘Pesava sobre Ele a dor dos séculos. Viu os terríveis efeitos da transgressão da lei divina. Viu que, na história do mundo, começando com a morte de Abel, o conflito entre o bem e o mal havia sido incessante. Lançando o olhar através dos séculos vindouros, viu o sofrimento e a dor, as lágrimas e a morte que seriam a sorte dos homens. Seu coração Se comoveu pelo sofrimento da família humana de todos os tempos e em todas as terras. Pesavam-Lhe fortemente sobre a alma as misérias da humanidade pecadora, e se rompeu a fonte de Suas lágrimas quando Ele almejava aliviar-lhes todas as aflições’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 534).”1

“Pense nestas palavras: Jesus viu, de uma forma que nenhum de nós jamais poderia ver, o ‘sofrimento da família humana de todos os tempos e em todas as terras’.”1

“Mal podemos suportar o pensamento sobre a dor daqueles que conhecemos ou de quem somos próximos. Então acrescente a isso a dor de outros a respeito dos quais lemos más notícias. No entanto, ali estava o Senhor, que conhece as coisas de um modo que não conhecemos, chorando pela dor coletiva da humanidade. Só Deus conhece a plena extensão da miséria e da tristeza humana. Deveríamos ser muito gratos porque temos apenas pálidos vislumbres dessa tristeza! E ainda, às vezes só isso já parece ser demais para nós. Tente imaginar os sentimentos que devem ter agitado o coração de Jesus naquele momento.”1

“O general William Booth, fundador do Exército de Salvação, disse: ‘Se você não consegue chorar pela cidade, não podemos usá-lo.’ Que mensagem essas palavras trazem para nós?”1

Quarta-feira, 17 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Colocando-se no lugar das pessoas

“4. Leia Colossenses 3:12, 1 Pedro 3:8 e 1 João 3:17. Como podemos revelar compaixão em nossa vida?”1

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade.” (Colossenses 3:12 ARA)2.

“Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes,” (1 Pedro 3:8 ARA)2.

“Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1 João 3:17 ARA)2.

“Demonstrando misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade e amizade fraternal. Praticando ações que revelem o amor de Deus, como atender às necessidades materiais das pessoas.”1

“Compaixão vem da palavra latina compati, que significa ‘sofrer com’. Visto que já sofremos, podemos também entender o sofrimento dos outros; e, sem dúvida, assim como muitas vezes almejamos compaixão e compreensão em nosso sofrimento, devemos também estar dispostos a fazer o mesmo por outros em seus momentos de dificuldade.”1

“Vimos numa lição anterior a história do bom samaritano. Quando destacou seu exemplo, Jesus disse: ‘Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele’ (Lc 10:33, NVI). Essa piedade ou compaixão levou o viajante samaritano a agir em favor da vítima ferida. O sacerdote e o levita provavelmente tivessem pensado: ‘Se eu ajudar esse homem, o que vai acontecer comigo?’ O samaritano talvez tenha pensado: ‘Se eu não ajudar este homem, o que vai acontecer com ele?’ Nessa história o samaritano, generosamente, viu as coisas sob a perspectiva da vítima, e agiu. Ele arriscou sua segurança e sua riqueza por um estranho. Em outras palavras, às vezes ser cristão envolve riscos e pode ter um custo elevado.”1

“Olhe para a história do filho pródigo sob essa perspectiva também (Lc 15:20-32). O que o pai do pródigo fez que o tornou vulnerável à crítica e ao conflito com outros membros da família? O abraço compassivo, a roupa que indicava que o rapaz pertencia à família, o anel da confiança, as sandálias da liberdade e o chamado à comemoração refletem a alegria altruísta de um pai que estava disposto a sacrificar tudo por amor à restauração do filho. Pródigo significa desperdiçador, irresponsável, extravagante e descontrolado. Esse tipo de comportamento certamente descreve a trajetória do filho nessa história. Mas pare por um momento e considere que, em resposta à volta do pródigo, alguém poderia afirmar, com justiça, que o pai pôs de lado toda a sua dignidade e, de modo irresponsável, concedeu tudo o que tinha ao filho maltrapilho. Aos olhos do irmão mais velho, o pai foi desperdiçador, extravagante e descontrolado. O pai se tornou pródigo ao avistar o filho arrependido, e seu coração compassivo o levou a oferecer todos os recursos necessários para restaurá-lo.”1

“Esse nível de empatia e compaixão envolve deixar de lado o egoísmo, e pode nos tornar vulneráveis a tudo o que acontecer, quando sofremos com alguém e nos esforçamos para levar essa pessoa à restauração. Em resumo, a verdadeira compaixão e empatia pode ter um preço.”1

Terça-feira, 16 de agosto de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.