Babilônia: o centro da idolatria

Lições da Bíblia1

Uma pista identifica o “mistério de Babilônia”: a idolatria estava no centro da adoração babilônica.

6. O que Jeremias fala sobre a adoração de imagens na antiga Babilônia, e qual é a resposta de Deus a isso? Jr 50:33-38; 51:17, 47

Jr 50:33-38 (ARA)2: “33 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Os filhos de Israel e os filhos de Judá sofrem opressão juntamente; todos os que os levaram cativos os retêm; recusam deixá-los ir; 34 mas o seu Redentor é forte, Senhor dos Exércitos é o seu nome; certamente, pleiteará a causa deles, para aquietar a terra e inquietar os moradores da Babilônia. 35 A espada virá sobre os caldeus, diz o Senhor, e sobre os moradores da Babilônia, sobre os seus príncipes, sobre os seus sábios. 36 A espada virá sobre os gabarolas, e ficarão insensatos; virá sobre os valentes dela, e ficarão aterrorizados. 37 A espada virá sobre os seus cavalos, e sobre os seus carros, e sobre todo o misto de gente que está no meio dela, e este será como mulheres; a espada virá sobre os tesouros dela, e serão saqueados. 38 A espada virá sobre as suas águas, e estas secarão; porque a terra é de imagens de escultura, e os seus moradores enlouquecem por estas coisas horríveis.

Jr 51:17, 47 (ARA)2: “17 Todo homem se tornou estúpido e não tem saber; todo ourives é envergonhado pela imagem que esculpiu; pois as suas imagens são mentira, e nelas não há fôlego. […] 47 Portanto, eis que vêm dias, em que castigarei as imagens de escultura da Babilônia, toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus cairão traspassados no meio dela.

Os capítulos 50 e 51 de Jeremias previram a destruição de Babilônia pelos medos e persas. Uma das razões para isso foi a idolatria. Os babilônios acreditavam que as imagens eram representações das divindades. O ritual de cuidado das estátuas das divindades bem como sua adoração eram sagrados; os deuses viviam simultaneamente em suas estátuas em templos e nas forças naturais que incorporavam. Saquear ou destruir ídolos resultava na perda da proteção divina. Por exemplo, o príncipe caldeu Marduque-apla-iddina II fugiu para os pântanos do sul da Mesopotâmia com as estátuas dos deuses da Babilônia a fim de salvá-las dos exércitos de Senaqueribe da Assíria (Jane R. McIntosh, Ancient Mesopotamia: New Perspectives, ABC-CLIO, Inc., [Santa Barbara, CA, 2005], p. 203).

Não devemos adorar imagens mortas, mas ao Deus vivo (Jr 51:15, 16, 19).

7. O que a Bíblia ensina sobre idolatria? Êx 20:4-6; Sl 115:4-8

Êx 20:4-6 (ARA)2: 4 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem 6 e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.”

Sl 115:4-8 (ARA)2: “4 Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens. 5 Têm boca e não falam; têm olhos e não veem; 6 têm ouvidos e não ouvem; têm nariz e não cheiram. 7 Suas mãos não apalpam; seus pés não andam; som nenhum lhes sai da garganta.  8 Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam.

Embora a idolatria de Babilônia seja mais profunda do que se curvar diante de imagens de madeira e pedra, a Babilônia espiritual assemelha-se à antiga Babilônia com as imagens introduzidas em sua adoração. O uso de imagens na adoração, a chamada “veneração”, é uma transgressão do segundo mandamento, pois limita a capacidade do Espírito Santo para impressionar a mente com as coisas eternas e reduz a majestade de Deus a uma estátua sem vida. As imagens foram introduzidas no cristianismo no 4º século para torná-lo mais aceitável aos pagãos. São conferidas a essas imagens a homenagem que pertence a Deus, o que é espiritualmente degradante.

Quinta-feira, 25 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. As três mensagens do Apocalipse. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 512, abr. maio jun. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um chamado ao compromisso

Lições da Bíblia1

O apelo do Apocalipse é um chamado urgente à fidelidade, resumido no simbolismo das duas mulheres. Mesmo que pareça que o povo de Deus será derrotado no conflito cósmico entre verdade e engano, Deus promete que Sua igreja triunfará no final.

5. Que promessa Jesus fez sobre Sua igreja? Mt 16:18; Ap 17:14

Mt 16:18 (ARA)2: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”

Ap 17:14 (ARA)2: “Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.

Cristo é o sólido fundamento sobre o qual a igreja está construída. Sua igreja se fundamenta nos ensinos de Sua Palavra e é guiada por Seu Espírito. Babilônia, em contraste, apega-se a ensinos e tradições humanas. Qualquer líder religioso que coloque opiniões ou tradições humanas no lugar, ou acima, da vontade revelada por Deus nas Escrituras está simplesmente promovendo a confusão babilônica.

Nos tempos da antiga Babilônia, Igreja e Estado eram um e a mesma coisa. Quando Nabucodonosor se assentava no trono em seu templo, ele supostamente falava no lugar dos deuses. Em uma ocasião, como ato de desafio ao verdadeiro Deus, o rei babilônio aprovou um decreto universal que impôs a adoração e ordenou que os seus súditos se curvassem ao seu decreto, um poderoso símbolo do que o povo fiel de Deus, que se recuse a adorar a falsa imagem, enfrentará nos últimos dias (ver Dn 3).

Nos últimos dias da história da Terra, um sistema de união Igreja-Estado se levantará, Babilônia espiritual, com um líder espiritual afirmando falar como Deus. A palavra dele será declarada como a própria palavra de Deus, e suas ordens, as ordens de Deus. Ao longo dos séculos, os pontífices romanos declararam que estão no lugar do Criador na Terra. Em sua carta encíclica de 20 de junho de 1894, o Papa Leão XIII declarou: “Nós temos na Terra o lugar de Deus Todo-Poderoso”. O Dicionário Eclesiástico Ferraris diz: “O papa é de tão grande dignidade e tão exaltado que ele não é um homem, mas Deus, e Vigário de Deus”. Paulo disse que esse poder “se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, apresentando-se como se fosse o próprio Deus” (2Ts 2:4).

Deus tem fiéis em “Babilônia”. Devemos condenar as pessoas que estão inseridas nesse sistema de engano? Por que devemos ter cuidado ao falar sobre isso?

Quarta-feira, 24 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Mistério, Babilônia, a grande

Lições da Bíblia1

4. Qual é a natureza do maligno sistema de Babilônia? Ap 17:4-6

Ap 17:4-6 (ARA)2: “4 Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. 5 Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: Babilônia, a Grande, a Mãe das Meretrizes e das Abominações da Terra. 6 Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto.

Como vimos, Apocalipse 17 descreve um sistema religioso apóstata que introduz no cristianismo muitos dos ensinamentos da Babilônia do AT.

“Para buscar uma compreensão da natureza de Babilônia, precisamos voltar à sua primeira referência no registro bíblico, em Gênesis. Tudo começou numa planície na terra de Sinar, uma região na parte sul da Mesopotâmia, hoje sul do Iraque, chamada Babilônia. Ali foi construída a Torre de Babel, um símbolo da autossuficiência, autopreservação e independência humana em relação a Deus [Gn 11:1-4]” (Ángel Manuel Rodríguez, The Closing of the Cosmic Conflict: Role of the Three Angels’ Messages, manuscrito não publicado, p. 43).

A Torre de Babel, local da antiga Babilônia, foi construída em oposição à Palavra de Deus. Os construtores de Babel erigiram esse monumento para sua glória, e Deus confundiu a língua deles (Gn 11:9).

Babilônia é tão maligna que é descrita como “embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus” (Ap 17:6). Essas imagens horríveis mostram quão corrupta é Babilônia (ver também Is 49:26).

Basicamente, a Babilônia espiritual representa uma religião fundamentada em tradições, ensinos e conceitos humanos. É uma forma de religião feita por seres humanos, construída por influentes líderes religiosos, mas que se opõe ao poder do evangelho e à igreja que Jesus construiu com base no amor, não na violência.

O Apocalipse descreve dois sistemas religiosos. O primeiro revela confiança em Jesus e dependência de Sua Palavra. O segundo revela confiança na autoridade humana e dependência de mestres religiosos humanos. Um demonstra fé centrada em Cristo, com dependência de Sua graça, de Seu sacrifício e da Sua expiação para a salvação. O outro é uma abordagem humanista da fé que substitui a dependência de Cristo para se obter a salvação pela dependência das tradições da igreja.

Como evitar as sutis influências de Babilônia, como a tendência de depender de nós mesmos e não de Deus?

Terça-feira, 23 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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O vinho da ira

Lições da Bíblia1

3. Qual é a extensão da influência de Babilônia? Ap 17:1, 2, 15; 18:1-4

Ap 17:1, 2, 15 (ARA)2: “1 Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, 2 com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra. […] 15 Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.

Ap 18:1-4 (ARA)2: “1 Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. 2 Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, 3 pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.”

O sistema da igreja decaída tem alcance internacional e influencia as pessoas ao redor do mundo com seus enganos. Satanás está enfurecido com a proclamação do evangelho a cada “nação, tribo, língua e povo” e com o anúncio do “evangelho do Reino por todo o mundo”. Por isso, ele emprega todos os enganos possíveis para cativar a mente dos “que habitam na Terra” (Ap 14:6; Mt 24:14; Ap 17:2).

Apocalipse 17:2 continua a explicação do mistério de Babilônia, a grande, declarando que ela cometeu fornicação com os reis da Terra. O que é fornicação? É uma união ilícita. No sistema da igreja decaída, significa a união com o Estado. No sistema da igreja verdadeira, a igreja está unida com Jesus Cristo. A igreja decaída procura os líderes políticos da Terra em busca de poder e autoridade. Procura o Estado para impor seus decretos. Em vez de tirar sua força de Jesus como Seu verdadeiro líder, ela procura o Estado em busca de apoio.

Apocalipse 17:2 continua a descrição dramática: “e os que habitam na Terra se embebedaram com o vinho da sua fornicação” (ACF). O simbolismo do suco puro da uva é usado no NT para representar o sangue puro e imaculado de Cristo derramado na cruz para nossa salvação (Mt 26:27-29). Em Lucas 22:20, Jesus disse: “Este cálice é a nova aliança no Meu sangue”. Quando o vinho puro e novo do evangelho é distorcido, e os ensinamentos da Palavra de Deus são substituídos pelos ensinamentos dos líderes religiosos humanos, torna-se “vinho de Babilônia” (ver Mt 15:9).

Observe que Deus chama Seu povo para sair de Babilônia. O corrupto e maligno sistema de Babilônia tem um alcance tão amplo que abrange, pelo menos por certo tempo, fiéis de Deus, chamado por Ele de “povo Meu” (Ap 18:4). No entanto, está chegando a hora em que Deus os chamará para sair desse sistema que está prestes a cair por causa de sua natureza corrupta e maligna, sendo “morada de demônios” e “esconderijo de todo tipo de ave imunda e detestável” (Ap 18:2).

Os que proclamam as três mensagens angélicas serão os instrumentos de Deus para chamar Seu povo a sair de Babilônia. Como podemos nos preparar para essa obra?

Segunda-feira, 22 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Dois sistemas opostos

Lições da Bíblia1

1. Leia Apocalipse 12:17 e 17:14. Como a igreja de Deus é descrita, e qual é a reação de Satanás a ela?

Apocalipse 12:17 (ARA)2: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar.”

Apocalipse 17:14 (ARA)2: “Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.”

Ao longo dos séculos, Deus sempre teve um povo fiel. Apocalipse 12:17 descreve sua fidelidade ao dizer que os remanescentes “guardam os mandamentos de Deus”. Eles também são retratados como “os chamados, eleitos e fiéis” (Ap 17:14).

2. Leia Apocalipse 14:8 e 17:1, 2. Que anúncio solene fez o anjo, e o que Babilônia fez para justificar esse pronunciamento?

Apocalipse 14:8 (ARA)2: “Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.”

Apocalipse 17:1, 2 (ARA)2: “1 Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, 2 com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.

João escreveu o Apocalipse no fim do primeiro século. Nessa época, a antiga cidade de Babilônia era um monte de poeira, pois tinha sido destruída séculos antes.

Em Apocalipse, a antiga cidade de Babilônia é considerada um tipo, ou símbolo, da Babilônia do tempo do fim. Nas profecias do Apocalipse, Babilônia representa um falso sistema religioso com características semelhantes à Babilônia do AT. Os princípios que guiavam a antiga Babilônia são a estrutura subjacente da Babilônia moderna e espiritual.

Em Apocalipse 17:1-6, uma mulher vestida de púrpura e de escarlate avança pela paisagem do tempo. Essa mulher cavalga em cima de uma besta escarlate. A Bíblia a chama de prostituta. Ela deixou seu verdadeiro amor, Jesus Cristo. O apóstolo João nos traz uma representação figurada de um sistema religioso apóstata que tem poderosa influência no mundo. Observe o enunciado: esse poder é aquele com o qual os reis da Terra se prostituíram, e os que habitam na Terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição (Ap 17:2). Embriagaram-se? Isso indica sempre algo negativo na Bíblia. E prostituíram-se? Isso é símbolo de falsos ensinamentos, falsas doutrinas e práticas falsas.

Tanto os líderes quanto as pessoas comuns têm sido negativamente influenciados por esse poder. Qual é nossa única proteção? (Leia Ef 6:10-18. [“10 Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; 12 porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. 14 Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. 15 Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; 16 embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”])

Domingo, 21 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Uma cidade chamada confusão

Lições da Bíblia1

“Juntos, guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os derrotará, pois é Senhor dos senhores e Rei dos reis. E com ele estarão seus chamados, escolhidos e fiéis” (Ap 17:14, NVT).

O tema do grande conflito é resumido em Apocalipse com o simbolismo de duas mulheres: uma vestida do sol, em Apocalipse 12, e outra vestida de escarlate, em Apocalipse 17.

O símbolo marcante da mulher vestida do sol, na refulgente glória de Cristo, encontra-se em Apocalipse 12. Ela é fiel ao seu amor verdadeiro, Jesus. Ela não é contaminada com a corrupção de doutrinas falsas. Em toda a Bíblia, uma mulher pura simboliza a noiva de Jesus, ou a igreja verdadeira. Em Jeremias 6:2, o profeta diz: “a formosa e delicada filha de Sião”. O profeta usa a expressão “filha de Sião” ou uma mulher fiel para descrever o povo de Deus (veja também Ef 5:25-32 e Os 2:20).

Em contraposição, a Bíblia compara apostasia à infidelidade ou ao adultério (Tg 4:4). Ao falar da rebelião e da infidelidade de Israel, Ezequiel lamentou: “Você foi como a mulher adúltera, que, em lugar de seu marido, recebe os estranhos” (Ez 16:32).
Na lição desta semana, estudaremos essas duas mulheres de Apocalipse e examinaremos, mais profundamente, o conflito entre a verdade e o engano.

Sábado, 20 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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O sábado e o fim – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

“A razão apresentada […] para adorar a Deus é que Ele é o Criador. Na liturgia celestial, os seres celestiais expressaram a ideia de uma forma muito sucinta: ‘porque criaste todas as coisas’ (Ap 4:11). Na Terra, o fato de Deus ser o Criador precisa ser enfatizado o máximo possível. Por isso, o anjo diz: ‘Adorem Aquele que fez o céu, a Terra, o mar e as fontes das águas’ (Ap 14:7). Foi corretamente indicado que o anjo usasse a linguagem do quarto mandamento para justificar o chamado para adorar a Deus (Êx 20:11). […]

“Dentro do Decálogo, o mandamento do sábado permanece como selo no sentido de que (1) identifica quem Deus é – o Criador; (2) confirma o território sobre o qual Ele governa – tudo o que Ele criou; e (3) revela Seu direito de governar – pois Ele criou tudo. Para ter êxito, o dragão tinha que invalidar esse memorial de alguma forma (Ángel Manuel Rodríguez, The Closing of the Cosmic Conflict: Role of the Three Angels’ Messages, manuscrito não publicado, p. 41, 42).

Perguntas para consideração

Como a mensagem do sábado responde aos grandes questionamentos da vida, tais como de onde viemos, por que estamos aqui e qual é nosso destino eterno?

Reflita sobre a maravilha da criação e o milagre de nossa existência no vasto Universo. O principal memorial da criação, o sábado, vem até nós (em vez de irmos a ele) toda semana, sem exceção. O que isso nos ensina sobre a importância da doutrina da criação?

Como observamos a questão da adoração em Daniel 3 e 6? O que há nesses relatos que pode nos ajudar a nos preparar para o desafio que o povo fiel de Deus enfrentará durante o drama em torno da “marca da besta”?

Pense em alguém que acredita nos milhões, até bilhões, de anos de evolução como meio para a criação. Como mostrar a essa pessoa a irracionalidade de se observar o sábado do sétimo dia como memorial de uma criação assim?

Sexta-feira, 19 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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O sábado e o descanso eterno

Lições da Bíblia1

O sábado é um refúgio em um mundo exausto. Toda semana deixamos os cuidados do mundo e entramos no retiro divino – o sábado. O autor judeu Abraham Heschel chama o sábado de “um palácio no tempo” (The Sabbath: Its Meaning for Modern Man [Nova York: Farrar, Straus, and Giroux, 2005], p. 12). A cada sétimo dia, o palácio celestial de Deus desce do Céu à Terra, e o Senhor nos convida para a glória de Sua presença nesse período de 24 horas a fim de passar um tempo de íntima comunhão com Ele.

Na introdução do seu livro sobre a beleza e a solenidade do sábado, sua filha, Susannah Heschel, escreveu sobre o significado desse dia: “O sábado é uma metáfora do paraíso e um testemunho da presença de Deus; em nossas orações, aguardamos uma era messiânica que será um sábado, e cada Shabbat nos prepara para essa experiência: A menos que aprendamos a apreciar o sabor do sábado […] não conseguiremos desfrutar a eternidade no por vir” (p. XV).

Na criação, Jesus construiu uma morada especial para nós, onde podemos encontrar refúgio e estar seguros. A obra Dele está completa, terminada. Quando descansamos no sábado, descansamos em Seu cuidado amoroso, na expectativa de nosso descanso eterno nos novos céus e na nova Terra que em breve virão.

5. Leia Isaías 65:17; 66:22; 2 Pedro 3:13 e Apocalipse 21:1. Guardar o sábado nos remete à eternidade?

Isaías 65:17 (ARA)2: “Isaías 65.17 (ARA): “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas.”

Isaías 66.22 (ARA): “Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome.

2 Pedro 3:13 (ARA)2: “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.”

Apocalipse 21:1 (ARA)2: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.”

O mesmo Deus que criou a Terra irá recriá-la, e o sábado continua sendo um símbolo eterno Dele como Criador (ver Is 66:23). Na verdade, os judeus viam o sábado como um símbolo, uma antecipação do que era chamado em hebraico olam haba, “o mundo por vir”.

A mensagem de três anjos que voam no céu com o apelo para adorarmos o Criador é a resposta do Céu para a falta de esperança de muitos no século 21. Ela nos aponta para o Criador, Aquele que, no princípio, fez todas as coisas, e para o nosso Redentor, Aquele que, após o juízo, quando o pecado for erradicado, fará novas todas as coisas. “E Aquele que estava sentado no trono disse: – Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: – Escreva, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Ap 21:5).

Como fazer do sábado uma antecipação do Céu em sua vida e na vida de sua família?

Quinta-feira, 18 de maio de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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