Um grande obstáculo para a unidade

Lições da Bíblia

“4. Como as palavras de Jesus em Mateus 7:1-5 podem ajudar a evitar divisões e conflitos na igreja?”1 “1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mateus 7:1-5 RA)2. Não Julgar o próximo é um elemento fundamental para evitar a discórdia e o descontentamento na igreja. Cada um deve considerar primeiro sua própria condição de pecador, embora os pecados possam diferir de pessoa para pessoa, todos somos pecadores carentes da graça e misericórdia de Deus.

“É muito mais fácil ver os defeitos nos outros do que em nós. Criticar produz falsa sensação de superioridade, porque o crítico se compara com outros seres humanos que parecem piores do que ele. No entanto, nosso objetivo não é comparar-nos com outros, mas com Jesus.”1

“Quantos problemas evitaríamos se obedecêssemos à ordem divina: ‘Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo’ (Lv 19:16). Uma verdade dolorosa é que ‘o difamador separa os maiores amigos’ (Pv 16:28).”1

“Por outro lado, há circunstâncias em que é necessário falar de outra pessoa. Porém, antes de fazer isso, devemos fazer três perguntas a nós mesmos:”1

“1. O que vou dizer é verdade? ‘Não dirás falso testemunho contra o teu próximo’ (Êx 20:16). Às vezes, podemos contar algo como um fato, embora seja apenas uma suposição ou hipótese. Além disso, podemos inconscientemente adicionar nossa avaliação subjetiva, correndo o risco de julgar erroneamente as intenções de outras pessoas.”1

“2. O que vou dizer é edificante? Será útil aos que ouvirem? Paulo nos exorta a falar somente a palavra ‘que for boa para edificação, conforme a necessidade’ (Ef 4:29). Se algo fosse verdade, mas não edificante, não seria melhor não dizer?”1

“3. É possível dizer isso de maneira amorosa? Nossa maneira de dizer algo é tão importante quanto aquilo que dizemos (Pv 25:11). Se é verdade e edificante, temos que ter certeza de que podemos dizer isso de uma forma que não ofenderá outras pessoas.”1

“Tiago compara a língua com uma simples fagulha que incendeia uma grande selva (Tg 3:5, 6). Se ouvimos uma fofoca, não devemos colocar mais lenha na fogueira, porque ‘sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda’ (Pv 26:20). A fofoca exige uma cadeia de transmissores para se manter viva. Podemos impedi-la, simplesmente recusando-nos a ouvi-la, ou, se já a ouvimos, evitando repeti-la. ‘Em lugar de espalhar rumores, ocasionando o mal, conversemos sobre o inigualável poder de Cristo, e falemos de Sua glória’ (Ellen G. White, Olhando Para o Alto [MM 1983], p. 300).”1

“Não há dúvida sobre isto: criticar os outros pode nos fazer sentir melhor sobre nós mesmos. O que acontece, porém, quando nos comparamos a Jesus?”1

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Provisão de Cristo para a unidade

Lições da Bíblia

“3. Qual é a base para a unidade sobre a qual Jesus orou em favor de Sua igreja?1  “eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.” (João 17:23 RA). “1 Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. 2 Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. 3 Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; 4 permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. 5 Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (João 15:1-5 RA)2. A base da unidade é Cristo, só em Cristo pode haver a unidade necessária para o cumprimento da missão da igreja.

“As palavras ‘Vocês em Mim, e Eu em vocês’ (Jo 14:20, NVI) revelam o relacionamento íntimo que precisamos ter com Jesus. A presença dEle em nosso coração produz unidade. Ele traz à nossa vida duas coisas indispensáveis à unidade: a Palavra e o amor divino.”1

“Se temos Jesus, também temos Suas palavras, que são realmente as palavras do Pai (Jo 14:24; 17:8, 14). Jesus é ‘a verdade’ (Jo 14:6), e a Palavra do Pai também ‘é a verdade’ (Jo 17:17). Unidade em Jesus significa unidade na Palavra de Deus. A fim de ter unidade, precisamos estar de acordo sobre o conteúdo da verdade, conforme apresentado na Palavra de Deus. Qualquer tentativa de alcançar a unidade sem fidelidade a um conjunto de crenças bíblicas está destinada ao fracasso.”1

“O Senhor também quer que Seus seguidores sejam unidos pelo verdadeiro amor. Se temos Jesus, teremos o perfeito amor que o Pai tem pelo Filho (Jo 17:26). Esse amor não é uma emoção ou sentimento temporários, mas um princípio de ação vivo e permanente. Para ter o verdadeiro amor, devemos ter menos de nós mesmos e mais de Jesus. Nosso orgulho egoísta deve morrer, e Jesus deve viver em nós. Então, amaremos uns aos outros de modo verdadeiro e sincero, tornando possível a perfeita unidade pela qual Jesus orou.”1

“’Quando os que afirmam crer na verdade são santificados pela verdade, quando aprendem de Cristo, Sua mansidão e humildade, haverá completa e perfeita unidade na igreja’ (Ellen G. White, The Signs of the Times [Sinais dos Tempos], 19 de setembro de 1900).”1

“Nem sempre tem sido fácil manter uma elevada visão da verdade e ao mesmo tempo ter profundo amor pelos outros. Existe sempre o risco de enfatizar um em prejuízo do outro. Houve um tempo em que somente a doutrina era considerada o elemento mais importante para a unidade. Felizmente, essa falta de equilíbrio tem sido gradualmente corrigida. Hoje, no entanto, corremos o risco de ir para o outro extremo: pensar que, para a unidade, o amor seja mais importante do que a verdade. Precisamos nos lembrar de que o amor sem a verdade é cego, e a verdade sem amor é infrutífera. Mente e coração devem trabalhar juntos.”1

“A igreja apostólica mostrou a unidade pela qual Cristo orou. ‘Perseveravam na doutrina dos apóstolos [verdade] e na comunhão [amor]’ (At 2:42). O que você pode fazer para que sua igreja revele essa unidade?”1

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A oração de Cristo pela unidade

Lições da Bíblia

“Era quinta-feira à noite. Após a última ceia, Jesus e os discípulos foram ao Monte das Oliveiras. No caminho para o Getsêmani, Jesus parou e orou por Si mesmo, por Seus discípulos, e por todos os que posteriormente creriam nEle por intermédio da pregação dos apóstolos. Embora a agonia da cruz estivesse diante dEle, Sua maior preocupação não estava em Si mesmo, mas nos Seus seguidores. João 17 apresenta a mais longa oração de intercessão de Jesus registrada na Bíblia. É encorajador pensar que Ele orou por todos que creem nEle, incluindo cada um de nós.”1

“2. Leia João 17. Qual foi o principal pedido de Jesus a respeito dos crentes? Leia especialmente os versos 21-23.”1 “21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. (João 17:21-23 RA)2. Que os crentes sejam um assim como o Filho e o Pai são um.

“A unidade é fundamental para a vida da igreja. Por quatro vezes Cristo repetiu Seu intenso desejo de que Seus seguidores fossem um (Jo 17:11, 21-23). Nessa hora final e especial, o Senhor poderia ter orado por diversas outras coisas muito importantes e necessárias. Em vez disso, Ele concentrou Sua oração na unidade dos cristãos. Ele sabia que o maior perigo para a igreja seria o espírito de rivalidade e divisão.”1

“Jesus não suplicou por uniformidade, mas sim por uma unidade pessoal semelhante ao Seu relacionamento com o Pai. Ele e o Pai são duas Pessoas, distintas entre Si, com diferentes funções. No entanto, Eles são um em natureza e propósito. Da mesma forma, temos diferentes temperamentos, experiências, habilidades e funções, mas todos devemos estar unidos em Jesus Cristo.”1

“Esse tipo de unidade não acontece espontaneamente. Para alcançá-la, temos que aceitar plenamente o senhorio de Cristo em nossa vida. Ele deve moldar nosso caráter, e devemos entregar nossa vontade à Sua.”1

“Essa unidade não é um fim em si mesma. É um testemunho para inspirar o mundo a crer em Cristo como o Salvador enviado pelo Pai. Harmonia e união entre homens de diferentes disposições é o testemunho mais forte possível de que Deus enviou Seu Filho para salvar os pecadores. É uma evidência inquestionável do poder salvador e transformador de Cristo. Temos o privilégio de dar esse testemunho.”1

“Muitas vezes, a unidade é ameaçada pelo egoísmo. Como podemos ter certeza de que não estamos prejudicando a unidade? Devemos mantê-la em prejuízo da verdade?”1

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O fundamento da igreja

Lições da Bíblia

“Jesus disse: ‘Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja’ (Mt 16:18). Quem é a rocha (petra, em grego) sobre a qual a igreja é edificada? Alguns intérpretes acreditam que seja Pedro. Eles argumentam que o Senhor usou um jogo de palavras entre Pedro e pedra (Petros e petra, respectivamente, em grego), que, presumivelmente, seria mais claro na língua aramaica, provavelmente usada por Jesus. No entanto, o fato é que ninguém sabe com certeza o texto exato da declaração de Jesus em aramaico. Temos apenas o texto grego registrado por Mateus, que distingue entre Petros (pedra) e petra (rocha), uma distinção que não deve ser menosprezada.”1

“Há boas razões para afirmar que petra se refere a Cristo. O contexto imediato da declaração de Jesus (Mt 16:13-20) gira em torno da Sua identidade e missão, não da de Pedro. Além disso, Jesus já havia usado a imagem de construir sobre a rocha, identificando claramente a rocha com Ele mesmo e Seus ensinamentos (Mt 7:24, 25).”1

“1. Qual é o significado simbólico de ‘rocha’ no Antigo Testamento?’’ “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.” (Deuteronômio 32:4 RA); “A ti clamo, ó SENHOR; rocha minha, não sejas surdo para comigo; para que não suceda, se te calares acerca de mim, seja eu semelhante aos que descem à cova.” (Salmo 28:1 RA); “2 Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. 3 Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás.” (Salmo 31:2, 3 RA); “Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” (Salmo 42:9 RA); “Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado.” (Salmo 62:2 RA). “porquanto te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da Rocha da tua fortaleza. Ainda que faças plantações formosas e plantes mudas de fora,” (Isaías 17:10 RA)2. A Rocha é Deus, o próprio Cristo.

“Quando Pedro e os outros apóstolos ouviram Jesus falando acerca de edificar Sua igreja sobre uma rocha, teriam interpretado essa imagem em termos do que ela significava no Antigo Testamento, ou seja, era um símbolo de Deus.”

“O próprio Pedro afirmou: ‘Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular’ (At 4:11). Ele aplicou o termo rocha a Cristo como fundamento da igreja (1Pe 2:4-8). Embora tenha comparado os cristãos em geral com ‘pedras que vivem’, ele utilizou o termo rocha (petra), apenas a Cristo. Na Bíblia, nenhum ser humano é chamado petra, exceto Jesus.”

“O apóstolo Paulo usou o termo petra em referência a Cristo (Rm 9:33; 1Co 10:4) e declarou categoricamente que ‘ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo’ (1Co 3:11). Concluímos, portanto, que a igreja apostólica entendeu de modo unânime que o próprio Jesus Cristo é a pedra fundamental sobre a qual a igreja está edificada, e todos os profetas e apóstolos, incluindo Pedro, são a primeira camada de pedras vivas no edifício espiritual da igreja (Ef 2:20).”1

“Por que é importante saber que a igreja, frágil como às vezes possa parecer, é fundamentada sobre o próprio Cristo?”1

“Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/”1

Domingo, 17 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A Igreja

Lições da Bíblia

“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (Jo 17:20, 21 RA).1

“As raízes da igreja cristã remontam a Adão, Abraão e os filhos de Israel. O Senhor chamou Abraão, e mais tarde os israelitas, para entrar em um relacionamento de aliança com Ele, a fim de abençoar o mundo através deles. No decorrer da história sagrada, esse relacionamento de aliança foi continuado pela igreja.”2

“A igreja não foi uma invenção dos apóstolos nem de nenhum ser humano. Durante Seu ministério, o próprio Cristo anunciou Sua intenção de estabelecer a igreja: ‘Edificarei a Minha igreja’ (Mt 16:18). A igreja deve sua existência a Jesus Cristo. Ele é seu Originador.”2

“De acordo com os evangelhos, o termo igreja aparece nos lábios de Jesus apenas três vezes (Mt 16:18; 18:17). Porém, isso não significa que Ele não tenha tratado do assunto. Na verdade, Jesus ensinou conceitos muito importantes relacionados com a igreja. Nosso estudo desta semana se concentrará em duas ideias principais: o fundamento da igreja e a unidade dela.”2

“De que forma você pode trabalhar para ajudar sua igreja a envolver as crianças no caminho de Deus? Use seus dons para ajudar na formação espiritual das crianças.”2

Sábado, 16 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Viver como Cristo

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 497-505 ‘O Bom Samaritano’; p. 637-641: ‘Um Destes Meus Pequeninos Irmãos’.”1

“‘Ao redor de nós há pessoas pobres e tentadas que necessitam de palavras compassivas e atos bondosos. Há viúvas que precisam de compaixão e assistência. Há órfãos, aos quais Cristo ordenou aos Seus seguidores que recebessem como legado divino. […] São membros da grande família de Deus, e os cristãos, como Seus mordomos, são responsáveis por eles. Deus disse: A alma deles ‘da tua mão o requererei’ (Ez 3:18; Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 386, 387).”1

“‘Não é a grandeza do trabalho que fazemos, mas o amor e a fidelidade com que o fazemos, que alcança a aprovação do Salvador’ (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 325).”1

Perguntas para reflexão

“1. Uma coisa é amar os ‘inimigos’ quando eles são apenas pessoas irritantes, hostis, difíceis, agressivas ou ingratas. Mas, o que dizer dos verdadeiros inimigos, que o prejudicaram ou tentaram prejudicar você e sua família? Como devemos amá-los? Existe consolo no fato de que somos instruídos apenas a ‘amar’ os inimigos, ao passo que somos ordenados a amar o próximo ‘como a nós mesmos’?”

“2. As pessoas podem argumentar conosco sobre nossa teologia, doutrina, estilo de vida ou sobre quase tudo. Mas quem pode argumentar contra o amor altruísta e desinteressado? Amor altruísta revela um poder que transcende o argumento racional ou lógico. Como podemos aprender a expressar esse amor, não importando o custo para nós?”

Sexta-feira, 15 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Viver como Jesus

Lições da Bíblia

“Os ensinamentos de Jesus estabelecem um ideal tão elevado, de uma vida altruísta e amorosa, que a maioria de nós provavelmente se sinta oprimida e desanimada. Como podemos nós, egoístas por natureza, amar o próximo de maneira altruísta? Além disso, é possível amar os inimigos? Do ponto de vista humano, é absolutamente impossível.”1

“Mas o Senhor jamais nos pediria que amássemos e servíssemos os detestáveis e desprezíveis sem nos prover os meios com que alcançar isso. ‘Essa norma não é impossível de ser alcançada. Em toda ordem ou mandamento dado por Deus, há uma promessa, a mais positiva, a fundamentá-la. Deus tomou as providências para que nos tornemos semelhantes a Ele, e realizará isso para todos quantos não interpuserem uma vontade perversa, frustrando assim Sua graça’ (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 76).”1

“Qual promessa está na base do mandamento de amar os inimigos? É a certeza de que Deus é bondoso e misericordioso para com os ingratos e maus (Lc 6:35, 36), o que nos inclui. Podemos amar nossos inimigos, porque Deus nos amou primeiro, embora fôssemos Seus inimigos (Rm 5:10). Quando diariamente reafirmamos nossa aceitação do Seu amoroso sacrifício por nós na cruz, Seu amor abnegado permeia nossa vida. Quanto mais compreendemos e experimentamos o amor do Senhor por nós, mais Seu amor fluirá de nós para os outros, até mesmo aos nossos inimigos.”1

“7. Qual é a relação entre permanecer em Cristo e em Seu amor, e amar nosso próximo?”1 “4 permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. 5 Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. 7 Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. 8 Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos. 9 Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. 10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. 11 Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo. 12 O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:4-12 RA)2 Cristo é a fonte do amor, aquele que permanece ligado a Ele pode amar ao próximo por estar ligado a fonte do amor, quando desligado dEle não temos com amar.

“Nossa necessidade diária não é apenas a de aceitar novamente a morte de Cristo por nós, mas render nossa vontade a Ele e nEle permanecer. Assim como Jesus não buscou Sua própria vontade, mas a vontade do Pai (Jo 5:30), precisamos confiar nEle e em Sua vontade. Pois, sem Ele, nada podemos fazer (Jo 15:5).”1

“Quando a cada dia decidimos nos submeter a Jesus, Ele vive em nós e por meio de nós. Então ‘já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim’ (Gl 2:20), e transforma minhas atitudes egocêntricas em uma vida amorosa e altruísta.”1”

“Leia novamente João 15:4-12. Qual é a alegria sobre a qual Jesus estava falando? Como podemos experimentar a alegria de servi-Lo, mesmo quando não nos sentimos felizes com as circunstâncias da nossa vida?”1

Quinta-feira, 14 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Ame seus inimigos

Lições da Bíblia

“A prova suprema do cristianismo genuíno é amar os inimigos. Jesus estabeleceu esse elevado padrão em contraste com a ideia predominante em Seu tempo. A partir do mandamento ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’ (Lv 19:18), muitos haviam concluído algo que o Senhor jamais disse nem planejou: Você deve odiar seu inimigo. Certamente, isso não estava implícito no texto.”1

“5. Na prática, de acordo com Cristo, como se manifesta o amor para com os inimigos?”1 “27 Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; 28 bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.” (Lucas 6:27-28 RA)2. Retribuindo o bem com aqueles que agem com nosso inimigo, bendizendo-os e ornando por eles.

“Um adversário pode demonstrar inimizade de três formas diferentes: Por uma atitude hostil (‘vos odeiam’), por meio de palavras ofensivas (‘vos maldizem’) e através de ações abusivas (‘vos maltratam e vos perseguem’ [Mt 5:44, ARC]). A essa tríplice expressão de inimizade, Cristo nos ensina a responder com três manifestações de amor: fazer boas ações para com eles (‘fazei o bem’), falar bem deles (‘bendizei’), e interceder diante de Deus por eles (‘orai’). A resposta do cristão à hostilidade e antagonismo é vencer ‘o mal com o bem’ (Rm 12:21).”1

“Observe: Jesus primeiro pede que amemos nossos inimigos e, como resultado, solicita que demonstremos esse amor por meio de boas ações, palavras amáveis e oração de intercessão. Sem o amor inspirado pelo Céu, essas ações, palavras e orações seriam uma ofensiva e hipócrita falsificação do verdadeiro cristianismo.”1

“6. Por que devemos amar nossos inimigos? Quais razões foram apresentadas por Jesus?”1 “32 Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. 33 Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. 34 E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. 35 Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus.” (Lucas 6:32-35 RA)2. Porque não mérito em amar apenas quem nos ama, de fazer o bem apenas aqueles que nos fazem o bem, é necessário amar aqueles que nos odeiam, que não nos querem bem, pois é assim que Deus faz.

“A fim de nos ajudar a compreender esse elevado mandamento, o Senhor usou três argumentos. Em primeiro lugar, precisamos viver acima dos baixos padrões do mundo. Até mesmo os pecadores amam uns aos outros, e os criminosos se ajudam mutuamente. Qual seria o valor de seguir a Cristo, se isso não nos levasse a viver e amar de maneira superior à virtude dos filhos deste mundo? Em segundo lugar, Deus nos recompensará por amar nossos inimigos. Ainda que não amemos pela recompensa, Ele a concederá graciosamente para nós. Em terceiro lugar, esse tipo de amor é uma evidência de nossa estreita comunhão com nosso Pai celestial, que “é benigno até para com os ingratos e maus” (Lc 6:35).”1

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.