O que Pedro disse sobre o grande conflito – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

Pedro advertiu que os escarnecedores diriam: ‘Todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação’ (2Pe 3:4). ‘Raciocinavam, como muitos fazem hoje, que a natureza está acima do Deus da natureza, e que suas leis são tão firmemente estabelecidas que o próprio Deus não as pode mudar. Raciocinando que a natureza se desviaria de seu curso se a mensagem de Noé fosse correta, tornavam aquela mensagem, na mente do povo, uma ilusão, um grande engano. […] Afirmavam que, se havia alguma verdade no que Noé dizia, os homens de fama – os sábios, os prudentes, os grandes homens – compreenderiam essa questão’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 97). Hoje em dia, ‘os homens de fama’ nos dizem algo semelhante: as leis da natureza são fixas e imutáveis, e todas as coisas continuam como antes. Em certo sentido, é isso que a teoria da evolução ensina: a vida ocorreu por meio de processos naturais que podem ser explicados, pelo menos em princípio, por meio da operação de leis naturais que um dia a ciência nos explicará plenamente, e tudo sem qualquer necessidade de uma divindade. Não é de admirar que Paulo tenha escrito: ‘A sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus’ (1Co 3:19).

Perguntas para reflexão

“1. Apesar das razões que Pedro tinha para crer em Jesus, ele enfatizou a ‘palavra profética’ confirmada. Por que a profecia é tão importante para nós? Ela prova que Jesus, em Sua primeira vinda, foi o Messias? Que esperança ela nos dá sobre a segunda vinda? Afinal de contas, sem a profecia, como poderíamos conhecer a promessa e a esperança da segunda vinda?”1

“2. Temos a tendência de pensar na pressão de grupo apenas no contexto de adolescentes e jovens. Mas isso não é correto. Todos desejamos que nossos colegas gostem de nós e nos aceitem. Afinal de contas, temos uma oportunidade muito melhor de ser boas testemunhas se eles gostarem de nós, certo? Em nosso desejo de ser agradáveis, como evitar comprometer as nossas crenças? Por que essas concessões são mais fáceis do que pensamos?”1

Sexta-feira, 11 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Apressando o dia

Lições da Bíblia

“Embora a espera pela segunda vinda pareça interminável, o tempo não é uma preocupação para Deus. ‘Para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia’ (2Pe 3:8). Ao longo de toda a Bíblia, o fim está sempre próximo, quer seja o Dia do Senhor no Antigo Testamento ou a volta de Cristo no Novo.”

“5. Leia 2 Pedro 3:8-14. Que esperança de longo alcance é dada nesse texto? Ver também Daniel 2:34, 35, 44”1 “8 Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. 9 Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. 11 Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, 12 esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. 13 Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. 14 Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis,” (2 Pedro 3:8-14 ARA). “34 Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. 35 Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra. 44 Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre,” (Daniel 2:34, 35, 44 ARA)2. “Em breve o reino de Deus será estabelecido para sempre. A aparente demora é uma expressão da graça de Deus. O Dia do Senhor virá de modo repentino e destruirá o mal. Devemos esperar e apressar esse dia.”1

“As profecias clássicas de tempo nos dizem claramente que há um limite para o período em que Deus permitirá que o mal continue e para o período de Sua espera. Nas profecias, Deus apresenta Sua estratégia para acabar com o pecado e o sofrimento, e para restaurar a Terra à sua perfeição original.”1

“Nossa maneira de encarar o fim de todas as coisas que conhecemos afetará nosso modo de viver agora (2Pe 3:12). Se nos rebelarmos ante a ideia de que Deus perturbará nosso ‘mundinho’, nos inclinaremos à incredulidade e à união com os escarnecedores. Por outro lado, se olharmos para isso como a intervenção final de um Deus misericordioso para acabar com a corrupção abominável e com o abuso de direitos humanos, tão frequentes ao nosso redor, então poderemos, confiantemente ‘[esperar] novos céus e nova Terra, nos quais habita justiça’ (v. 13).”1

“Mais uma vez Pedro apresentou sua preocupação com nossas atitudes e com nossa conduta. Ele nos encoraja a nos empenharmos para ser achados ‘sem mácula e irrepreensíveis’ (2Pe 3:14). Se não fosse o verso seguinte, poderíamos pensar que Pedro estivesse promovendo uma religião ‘de obras’, mas ele corrige essa possível interpretação errônea com a frase: ‘a paciência de nosso Senhor significa salvação’ (v. 15, NVI), confirmando as palavras de Paulo aos mesmos crentes.”1

“Nosso alvo é ser irrepreensíveis. Jó é descrito como irrepreensível por ser ‘temente a Deus e [se desviar] do mal’ (Jó 1:1). É assim que Cristo nos apresentará ao Pai (1Co 1:8; Cl 1:22; 1Ts 3:13; 5:23, NVI). Por que sem defeitos nem máculas? Era assim que tinha que ser o cordeiro sacrifical (por exemplo, Êx 12:5; Lv 1:3), Jesus era assim (Hb 9:14; 1Pe 1:19) e assim Ele apresentará a igreja ao Pai (Ef 5:27).”1

“Em nossa busca para vencer o pecado, crescer na fé, evitar o mal e ter vida santa e ‘irrepreensível’, por que precisamos confiar sempre na justiça de Jesus, creditada pela fé? O que acontece quando tiramos os olhos dessa promessa?”1

Quinta-feira, 10 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Escarnecedores

Lições da Bíblia

“4. Leia 2 Pedro 3:3-7. O que Pedro disse sobre o passado que nos ajuda a lidar com questões do presente e do futuro?”1 “3 tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões 4 e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 5 Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, 6 pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. 7 Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios.” (2 Pedro 3:3-7 ARA). “Da mesma forma que o mundo foi destruído pelas águas no diluvio, os céus e a Terra estão reservados para a destruição com fogo no juízo.”1

“Abatalha entre a luz e as trevas, entre os seguidores de Jesus e os que promovem o mal, parece estar prestes a atingir o clímax. O diabo, como um leão faminto que ruge à procura de sua próxima refeição (1Pe 5:8), é auxiliado por um coro de zombadores (escarnecedores). Com seus argumentos ‘racionais’ e ‘científicos’ (2Pe 3:3, 4), esses escarnecedores tentam neutralizar a fé dos crentes. Pedro sugeriu que a motivação deles é o desejo de continuar com seu estilo de vida alicerçado nas paixões (2Pe 3:3; ver também Jd 18). Eles raciocinam que Jesus não virá porque tudo continua funcionando como sempre funcionou.”1

“Há uma característica muito preocupante a respeito dessa zombaria. Jesus disse: ‘Voltarei’ (Jo 14:1-3), mas esses escarnecedores estão dizendo, na verdade: ‘Jesus não voltará’ (2Pe 3:4). Esse é um eco do Éden, onde Deus disse: ‘Da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás’ (Gn 2:17); contudo, por meio da serpente, Satanás disse: ‘É certo que não morrereis’ (Gn 3:4). Essa foi uma contradição direta da palavra de Deus, que agora é repetida não por uma voz apenas, como no jardim, mas por um coro de vozes, em toda parte. Apesar dos problemas causados pelas mentiras e zombarias, o fato de que Pedro previu essa tendência, prova que a Bíblia está correta. Toda vez que ouvimos alguém zombando da ideia de que Jesus voltará, essa pessoa se torna um novo cumprimento da profecia.”1

“Embora a História tenha testemunhado a destruição anterior da Terra por um dilúvio catastrófico, os zombadores não querem saber disso. Não desejam admitir que Deus tenha algo a ver com suas opções de vida. Também desejam esquivar-se do fato de que o mesmo Deus que acumulou água para inundar a Terra, da mesma forma reservou fogo para varrer a Terra e destruí-la no grande Dia do Juízo (2Pe 3:5-7). Sua equivocada esperança é de que a natureza simplesmente continuará funcionando como sempre fez.”1

“À medida que os anos transcorrem, continuamos nos apegando à promessa da segunda vinda de Jesus? Por que é fundamental fazer isso?”1

Quarta-feira, 09 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Palavra profética confirmada

Lições da Bíblia

“3. Leia 2 Pedro 1:16-21. Que palavras importantes ele disse a respeito da palavra profética?”1 “16 Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade, 17 pois ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. 18 Ora, esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com ele no monte santo. 19 Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração, 20 sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; 21 porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.” (2 Pedro 1:16-21 ARA)2. “As palavras proféticas do Antigo Testamento, confirmadas na vida, morte e ressurreição de Cristo, iluminarão a vida dos cristãos até a volta de Cristo. Devemos obedecer-lhes. Homens santos testemunharam fatos proféticos e falaram da parte de Deus inspirados pelo Espírito santo.”1

“Pedro tinha visto muitas coisas em sua época, e mencionou algumas nessa passagem: o batismo de Jesus (2Pe 1:17), a transfiguração de Jesus no monte (2Pe 1:18) e a confirmação das profecias referentes a Ele (2Pe 1:19). Cada uma dessas coisas havia impactado Pedro profundamente; porém, ele gastou mais tempo no último ponto: as profecias. Isso pode ter algo a ver com seus próprios fracassos como discípulo. Quantas vezes Pedro havia deixado de ouvir o que Jesus estava dizendo porque achava que já conhecia o que estava sendo dito? Quantas vezes Jesus predisse o tratamento futuro que receberia das mãos dos principais sacerdotes em Jerusalém; porém, quando essas coisas aconteceram da maneira exata que Ele tinha dito, em várias ocasiões distintas, Pedro foi pego despreparado. Talvez o mais doloroso de todos esses ‘fracassos’ tenha sido quando Pedro negou o Senhor, conforme Jesus havia predito. O discípulo tinha tanta certeza de que isso nunca poderia acontecer que, quando realmente aconteceu, deve ter sido o momento mais humilhante de sua vida.”1

“Possivelmente por essa razão Pedro tenha tentado mostrar como ser um fiel seguidor de Jesus. Ele lembrou os seguidores do Mestre a respeito das ‘preciosas e mui grandes promessas’ mediante as quais eles podiam se tornar ‘coparticipantes da natureza divina’, em contraste com os aprisionados pela ‘corrupção das paixões que há no mundo’ (2Pe 1:4). Para garantir que os crentes de fato escapassem da corrupção, ele mencionou várias qualidades inter-relacionadas que definem o estilo cristão de vida: fé, virtude, conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade, fraternidade e amor (2Pe 1:5-8). Cada uma dessas qualidades é construída sobre a outra e, juntas, formam uma unidade completa, como os ingredientes de um bolo. Paulo chama essas mesmas qualidades de ‘fruto’, em vez de frutos (Gl 5:22, 23), porque elas formam uma unidade que não pode ser separada.”1

“Além disso, Pedro disse que os crentes não tropeçariam se fizessem desses valores parte de sua vida, e lhes pediu que procurassem, com diligência, ‘confirmar [sua] vocação e eleição’ (2Pe 1:10).”1

“Lembre-se de que Pedro dirigiu sua epístola a membros cristãos que já estavam firmados na fé. Ele não estava sugerindo, de maneira alguma, que o fato de se adequarem a um conjunto especial de requisitos garantiria um bilhete de entrada para o Céu. Estava simplesmente contrastando as atitudes e os comportamentos prevalecentes naquela época, e desafiando os cristãos a empregar suas energias nas coisas positivas, não nas negativas.”1

Terça-feira, 08 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Pressão do grupo

Lições da Bíblia

“2. Leia 1 Pedro 4:1-7. Por que são importantes as escolhas a respeito do estilo de vida e como elas afetam nossa preparação para a volta de Cristo?”1 “1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, 2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias. 4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão, 5 os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos; 6 pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam no espírito segundo Deus. 7 Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.” (1 Pedro 4:1-7 ARA)2. “Visto que o fim está próximo, devemos vigiar em oração e ser criteriosos e sóbrios, influenciando as pessoas para o bem e não sendo influenciados para o mal, como ocorreu com Israel.”1

“Pedro declarou que os crentes já haviam passado tempo suficiente fazendo o que outros ao seu redor os pressionavam a fazer (1Pe 4:3). Mas agora as coisas mudaram, e as pessoas podiam achar ‘estranho’ que os cristãos não se unissem à multidão, o que possivelmente resultasse em insulto aos fiéis (1Pe 4:4, NVI). Assim, Satanás usará até antigos amigos para tentar nos desanimar em nossa caminhada com Deus.”1

“Pedro encorajou os cristãos a não se deixarem intimidar por esses ataques. Visto que os ‘gentios’ terão que prestar contas a Deus, o único Juiz, os fiéis não devem se preocupar com o que eles pensam (1Pe 4:5).”1

“O argumento de Pedro é muito importante. Quantas pessoas já sucumbiram sob a pressão das expectativas dos outros, em vez de defender o que creem? Isso é especialmente difícil para os jovens, que lutam com o que é conhecido como ‘pressão do grupo’.”1

“Em vez de se preocupar em ser aceitos pelos outros, e de se conformar com suas opiniões, exigências e expectativas quanto a eles, Pedro admoesta os crentes a ser bondosos e amáveis com aqueles com quem entrarem em contato (1Pe 4:8, 9). Isso não é apenas um fator extra a ser acrescentado, um dever adicional que precisamos colocar em nossa lista de coisas que o cristão deve fazer. É a coisa mais indispensável que fazemos e a maneira mais importante de interagir com as pessoas que nos cercam. Talvez seja por isso que Pedro sugeriu que precisamos levar a sério nossas orações (1Pe 4:7), uma vez que Deus sabe que às vezes podemos nos dedicar mais a agradar os ‘gentios’ do que a nos relacionarmos de maneira amorosa e amável com aqueles que estão próximos de nós. Precisamos orar não apenas por eles, mas também para que permitamos que Deus nos torne mais sensíveis aos interesses deles. Como ‘sacerdócio real [e] nação santa’, somos chamados a influenciá-los para o bem, em vez de permitir que eles nos influenciem para o mal. A trágica história de Israel foi exatamente esta: os pagãos, em vez de ser influenciados para o bem por Israel, influenciaram Israel para o mal.”1

“Você enfrenta pressões de grupo? Como resistir a elas? De que forma a expressão ‘vence o mal com o bem’ (Rm 12:21) é apropriada nessas situações?”1

Segunda-feira, 07 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Das trevas para a luz

Lições da Bíblia

“1. Leia 1 Pedro 2:9, 10. Como o grande conflito é visto nesses dois versos?”1 “9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 10 vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” (1 Pedro 2:9-10 ARA). “Proclamamos os louvores dAquele que nos chamou das trevas de Satanás para Sua maravilhosa luz.”1

“Esses versos são uma citação de Êxodo 19:6: ‘reino de sacerdotes e nação santa’, e de Deuteronômio 7:6, repetido em Dt 14:2 (NVI): ‘povo santo’, escolhido ‘para ser o Seu povo’, ‘o Seu tesouro pessoal’. Essas certezas foram dadas durante o êxodo, quando o povo de Deus estava sendo libertado da escravidão e levado para a Terra Prometida. Pedro viu um paralelo entre o povo de Deus durante o êxodo e a igreja de seus dias.”1

“Assim, as palavras de Pedro não são uma descrição do produto final, mas de uma obra em progresso. Sim, fomos escolhidos e eleitos por Ele, e devemos louvar publicamente a Deus por nos tirar das trevas com as quais Satanás envolveu o mundo. Mas isso não nos torna perfeitos nem significa que, de alguma forma, já tenhamos alcançado o objetivo (ver Fp 3:12 [‘Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.’]2). Ao contrário, a consciência de nossa pecaminosidade e dos nossos defeitos é um aspecto fundamental do que significa seguir Jesus e sentir a necessidade de Sua justiça em nossa vida.”1

“‘É assim que todo pecador deve se aproximar de Cristo. ‘Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo Sua misericórdia, nos salvou’ (Tt 3:5, ARC). Quando Satanás lhes diz que são pecadores e vocês não podem esperar receber bênçãos de Deus, digam a ele que Cristo veio ao mundo para salvar pecadores. Nada temos que nos recomende a Deus; mas o argumento em que podemos insistir agora e sempre é nossa condição de completo desamparo, o que torna Seu poder redentor uma necessidade. Renunciando a toda confiança própria, podemos olhar à cruz do Calvário e dizer: ‘O preço do resgate eu não tenho; à Tua cruz prostrado me sustenho’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 317).”1

“Um modo seguro de saber que fomos chamados ‘das trevas para a Sua maravilhosa luz’ (1Pe 2:9) é nossa percepção de que somos muito dependentes de Cristo, ‘o qual Se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção’ (1Co 1:30, NVI).”

“O que vem à sua mente quando se sente abatido e desanimado por causa de seus atos e até de seu caráter? Como você lida com esses pensamentos? Como usar essas ocasiões para seu próprio benefício espiritual?”1

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Domingo, 06 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O que Pedro disse sobre o grande conflito

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe 2:9).1

“Pedro tinha plena consciência de que a luta contra o mal é bem real. Ele escreveu: ‘Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar’ (1Pe 5:8).”1

“Pedro via a luta se desenrolando de várias formas. Ele via uma luta acontecendo na igreja, a qual envolvia aqueles que uma vez estiveram em comunhão com os crentes mas agora eram incrédulos e desdenhavam de Deus e de qualquer ideia sobre a volta de Cristo. Ele falou em termos fortes e enérgicos contra os zombadores, porque se fosse perdida a fé na promessa da volta de Cristo, que esperança restaria?”1

“Talvez Pedro tenha afirmado a fé de maneira tão positiva por causa de seus próprios fracassos. Ele sabia o que era zombar, negar e tentar se misturar com a multidão para que outros não o condenassem por ser seguidor de Jesus. Por isso, ele enfatizou que é muito importante que os crentes revelem na vida seu elevado chamado e eleição no Senhor, e que se demonstrem dignos desse chamado e eleição.”1

No dia 19 de março, sábado, começaremos a Semana Santa nos lares. Neste ano, o tema será “ComPaixão”. De sábado a quinta-feira as reuniões serão em Pequenos Grupos, e de quinta-feira em diante, nos reuniremos na igreja.

 

Assista em vídeo o esboço da lição desta semana.

 

 

Sábado, 05 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Paulo e a rebelião – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘Pelo pecado, não apenas o homem, mas a Terra também havia passado para o controle do maligno, e ela também devia ser restaurada pelo plano da redenção. Quando Deus criou Adão, deu-lhe o domínio da Terra, mas ao ceder à tentação, ele se colocou sob o poder de Satanás, e o domínio que exercia passou para aquele que o venceu. Assim, Satanás se tornou ‘o deus deste mundo’ (2Co 4:4, NTLH). Ele usurpou o domínio sobre a Terra que, originalmente, havia sido concedido a Adão. Mas Cristo, pagando a penalidade do pecado por meio de Seu sacrifício, não somente redimiria o homem, mas recuperaria o domínio do qual ele havia sido privado. Tudo que foi perdido pelo primeiro Adão será restaurado pelo segundo’ (Ellen G. White, The Signs of the Times, 4 de novembro de 1908). Porém, ao olhar para o mundo ao redor, é fácil esquecer a verdade fundamental de que Satanás está derrotado e de que ‘pouco tempo lhe resta’ (Ap 12:12). Mas a intervenção divina resolverá o problema do mal. Somente a intervenção sobrenatural de Deus trará para nós as mudanças prometidas. Certamente, não podemos solucionar os problemas por nós mesmos.”1

Perguntas para reflexão

“1. ‘Fraca e defeituosa, precisando constantemente ser advertida e aconselhada, a igreja é, contudo, objeto da suprema atenção de Cristo. Ele está fazendo experiências com a graça nos corações humanos, e está efetuando transformações de caráter que deixam os anjos assombrados e fazem com que eles expressem sua alegria em cânticos de louvor. Eles se alegram ao pensar que seres humanos pecaminosos e errantes possam ser transformados dessa maneira’ (Ellen G. White, ‘The Signal of Advance’ [O sinal para avançar], The Advent Review and Sabbath Herald, 20 de janeiro de 1903). De que maneira somos transformados pelo que Jesus faz por nós e em nós?”1

“2. Vemos o grande conflito na igreja local ou na igreja mundial? Quais questões são usadas para nos dividir, enfraquecer e impedir de fazer a obra para a qual fomos chamados? Como trazer cura e unidade quando as pessoas não concordam com os pontos que julgamos importantíssimos?”1

Sexta-feira, 04 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.