A grandeza da humildade

Lições da Bíblia

“Quem não deseja grandeza? Isto é, quem não deseja ser grande ou fazer grandes coisas? Esse desejo nem sempre procede do egoísmo, da vaidade ou da arrogância. Pode consistir, simplesmente, em fazer o melhor que se pode em tudo, esperando, talvez, trazer bênçãos a outros (ver também Ec 9:10 ‘Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.’)2.”1

“O problema, contudo, está em se definir ‘grandeza’. Para nossa mente humana caída, é fácil entender esse conceito de maneira muito diferente da compreensão divina.”1

“1. Leia Mateus 18:1-4. De acordo com Jesus, qual é a verdadeira grandeza, e como devemos entendê-la a fim de podermos aplicá-la à nossa vida?”1

“1 Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? 2 E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. 3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. 4 Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.” (Mateus 18:1-4 ARA)2.

“A verdadeira grandeza está na atitude da criança, que é dependente, inocente e humilde. A criança é pequena, faz perguntas porque reconhece que não entende as coisas, e segue as orientações dos adultos. A criança não se preocupa em ser mais importante do que as outras crianças.”1

“Para definir a verdadeira grandeza, Jesus chamou uma criança, colocou-a diante dEle e disse: ‘Aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus’ (v. 4). Jesus não falou nada sobre ser um grande pregador, ou um grande homem de negócios, ou mesmo um grande filantropo. Aos olhos de Deus, a grandeza é o que somos por dentro, não o que somos por fora, embora o nosso interior tenha impacto sobre o que somos exteriormente.”1

“Note que Jesus define a grandeza de forma diferente da maioria das pessoas. Afinal de contas, quem acorda determinado dia e decide que a grandeza desejada na vida é ser tão humilde quanto uma criancinha? Para nós, parece estranho almejar algo assim, mas isso ocorre somente porque estamos contaminados pelos princípios, ideias e conceitos do mundo.”1

“O que significa ser humilde como uma criancinha? Um dos indicadores da humildade é a obediência, é colocar a Palavra de Deus acima da nossa própria vontade. Se você está no caminho errado em sua vida, é porque está em seu próprio caminho. A solução é simples: humilhe-se e volte ao caminho de Deus por meio da obediência à Sua Palavra. Se Adão e Eva tivessem permanecido humildes, não teriam pecado. É interessante considerar que a árvore da vida e a árvore do conhecimento estavam, ambas, localizadas no meio do jardim. Muitas vezes a vida e a destruição não estão longe uma da outra. A diferença é a humildade.”1

“Quais são outras atitudes e ideias que temos por causa de nosso contato com o mundo, apesar de estarem em conflito com a Palavra de Deus? Leve sua resposta para a classe no sábado.”1

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Domingo, 22 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ídolos da alma e outras lições de Jesus

Lições da Bíblia

 

“Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?” (Mt 18:1).

“Como seres humanos, somos produto do nosso meio, da nossa cultura. Essas coisas moldam grandemente nossos valores, nossas crenças e atitudes. Quer tenha sido criado numa grande área metropolitana ou numa aldeia em que não havia água tratada, não faz diferença: você é, em grande parte, o resultado da cultura e do ambiente em que cresceu. E mesmo que seja capaz de ir para um novo ambiente, aquele em que foi criado deixará sua marca em sua vida até a morte. Infelizmente, a maioria de nossos ambientes e culturas trabalha contra os princípios do reino de Deus. Afinal de contas, este é um mundo caído, e seus valores refletem essa condição caída. O que mais eles refletiriam? É muito difícil vermos isso porque estamos imersos em nossa cultura e em nosso ambiente.”1

“A obra de Deus em nosso coração consiste, entre outras coisas, em nos indicar os valores, a moral e os padrões do Seu reino, que diferem grandemente daqueles nos quais nascemos e fomos criados. Os discípulos tiveram que aprender essas lições, e nós também temos que aprendê-las.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

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Sábado, 21 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Pedro e a Rocha – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

“O relato de como Jesus fez com que Pedro tirasse, da boca do primeiro peixe que pescou, a exata quantia de dinheiro de que necessitavam, é uma história extraordinária. Em contraste com os outros tipos de milagres (cura de doentes, restauração da visão aos cegos, ressurreição de mortos, alimentação de famintos), este é de natureza totalmente diferente. Na Bíblia, também temos o machado que flutuou (2Rs 6:2-7) e a porção de lã molhada na terra seca, bem como a porção de lã seca na terra molhada (Jz 6:36-40). Portanto, esse tipo de milagre não é de natureza totalmente desconhecida. Por que Jesus simplesmente não entregou a Pedro o dinheiro e lhe disse que fosse pagar o imposto, em vez realizar um feito tão incrível para resolver um problema relativamente pequeno? O texto não diz. Contudo, como a lição declara, o milagre nos mostra o extraordinário poder de Deus, o que não deveria nos surpreender. O simples fato de existirmos, para não falar da realidade do cosmo visível, é uma fantástica manifestação do poder divino. Se Deus pôde criar essas coisas, uma moeda na boca de um peixe não era nada para Ele. O pensamento de Paulo é significativo: ‘Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!’ (Rm 11:33). O relato de Mateus é apenas mais uma das manifestações dessa verdade.”1

Perguntas para reflexão

A luta de Pedro para submeter sua vontade a Deus é a mesma que enfrentamos. Uma poderosa metáfora dessa batalha pode ser encontrada em Malaquias 1, onde Deus pede aos judeus que levem apenas seus melhores animais para o sacrifício. ‘Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria Eu aceitá-los de suas mãos?’ pergunta o Senhor’ (Ml 1:13, NVI). Por que Deus Se importaria com o tipo de sacrifício que levamos a Ele? Porque deseja que entreguemos a Ele aquilo que mais desejamos manter em nossas mãos. Quais são as coisas às quais você se encontra mais apegado? Como pode entregar essas coisas ao Senhor?

Sexta-feira, 20 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Jesus e o imposto do templo

Lições da Bíblia

“7. Leia Mateus 17:24-27. O que o acontecimento relatado nesse texto nos diz sobre Jesus?”1

“24 Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas? 25 Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos? 26 Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. 27 Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti.” (Mateus 17:24-27 ARA)2.

“Cobradores de impostos perguntaram a Pedro se Jesus não pagava o imposto das duas dracmas. Embora tivesse o direito de isenção do imposto, Jesus fez um milagre e pagou o imposto, para não escandalizá-los.”1

“Embora fosse exigido que todos os judeus pagassem o imposto do templo, os sacerdotes, levitas e rabis eram isentos dele. Assim, quando perguntaram se Jesus pagava o imposto, estavam desafiando Seu ministério.”1

“Ellen White escreveu que, naquela ocasião, Pedro perdeu uma oportunidade, de testemunhar sobre a absoluta autoridade de Cristo. ‘Por sua resposta ao coletor, de que Jesus pagaria o tributo, havia sancionado, virtualmente, o falso conceito que os sacerdotes e principais líderes estavam procurando espalhar a Seu respeito. […] Se os sacerdotes e levitas estavam isentos, em virtude de sua ligação com o templo, quanto mais Aquele para quem o templo era a casa de Seu Pai!’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 433, 434).”1

“Podemos aprender muito com a misericordiosa resposta de Jesus a Pedro. Em vez de humilhá-lo, Cristo explicou gentilmente o erro do discípulo. Além disso, Jesus Se adaptou de maneira muito criativa ao curso de ação que Pedro havia seguido. Em vez de simplesmente pagar o imposto, reconhecendo assim que era obrigado a fazê-lo, Cristo obteve o dinheiro para o imposto de outra forma: da boca de um peixe.”1

“Aquele milagre foi incomum; foi a única vez em que Jesus realizou um milagre que, aparentemente, foi para Seu próprio benefício. Mas esse não era o propósito do milagre. O prodígio foi uma demonstração da autoridade que Jesus tinha, não só sobre o templo, mas também sobre toda a criação. Do ponto de vista humano, deve ter sido difícil tentar entender de que maneira Jesus realizou esse milagre. Apesar de todas as coisas que Pedro já tinha visto, você pode imaginar o que ele deve ter pensado quando lançou o anzol, pegou seu primeiro peixe e achou a quantia necessária para pagar o imposto do templo? (Ver Is 40:13-17.)”1

“13 Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? 14 Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento? 15 Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. 16 Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. 17 Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo.” (Isaías 40:13-17 ARA)2.

“Embora não fosse necessário que Jesus e Seus discípulos pagassem o imposto do templo, eles pagaram assim mesmo, para evitar controvérsias desnecessárias. Como reduzir a importância das situações, especialmente no que diz respeito às coisas que não são absolutas, para evitar conflitos desnecessários?”1

Quinta-feira, 19 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Encorajamento do Céu

Lições da Bíblia

“6. Leia Mateus 17:1-9. O que aconteceu no monte, e por que isso foi tão importante para o próprio Jesus e os discípulos?”

“1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. 3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. 4 Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. 5 Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. 6 Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. 7 Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! 8 Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus. 9 E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Jesus: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.” (Mateus 17:1-9 ARA).

“Jesus foi transfigurado no monte. Moisés e Elias apareceram e conversaram com Ele. A voz de Deus se manifestou. Jesus foi encorajado para a missão que tinha pela frente e os três discípulos que O acompanharam foram fortalecidos em sua fé.”1

“Jesus ‘havia vivido na comunhão e no amor do Céu; no mundo que Ele próprio criara, no entanto, encontrava-Se solitário. Então o Céu enviou seus mensageiros a Jesus; não anjos, mas homens que suportaram sofrimentos e tristezas, e estavam aptos a se compadecer do Salvador na prova de Sua existência terrestre. Moisés e Elias foram colaboradores de Cristo. Compartilharam de Seus anseios em torno da salvação dos homens. […] Esses homens, escolhidos de preferência a todos os anjos que rodeiam o trono, tinham vindo conversar com Jesus acerca das cenas de Seu sofrimento, e confortá-Lo com a certeza da compaixão do Céu. A esperança do mundo, a salvação de toda criatura humana, foram o assunto de sua entrevista’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 422, 425).”1

“É interessante que Jesus, o Filho de Deus, em Sua humanidade, precisou de conforto e encorajamento desses homens que haviam, eles mesmos, experimentado sua quota de sofrimento e desânimo. Lucas registrou que eles falaram com Ele a respeito de ‘Sua partida, que Ele estava para cumprir em Jerusalém’ (Lc 9:31). Note a palavra ‘cumprir’, uma evidência adicional de que a morte de Jesus era necessária para a salvação da humanidade. Com tantas coisas em jogo, não é de admirar que o Céu tenha visto a necessidade desse encorajamento, e o tenha enviado.”1

“Além disso, apesar de tudo o que tinham visto e ouvido, Pedro, Tiago e João teriam ainda mais razões para crer. A voz vinda da nuvem certamente iria encorajá-los também, depois que eles vencessem seu medo inicial. É bastante revelador, também, que Mateus tenha dito que Jesus, ‘aproximando-Se deles, tocou-lhes […], dizendo: Erguei-vos e não temais’ (Mt 17:7). Mesmo em meio a tudo o que estava prestes a enfrentar, Jesus confortou e encorajou Seus discípulos.”1

“Não importa quem sejamos, nem quanto nossa fé e entrega sejam fortes, às vezes, precisamos de encorajamento. Você conhece alguém que esteja precisando de motivação? O que você pretende fazer para ajudar essa pessoa?”1

Quarta-feira, 18 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Pedro como Satanás

Lições da Bíblia

4. Leia Mateus 16:21-23. Por que Jesus, repentinamente, foi tão duro com Pedro?

“21 Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia. 22 E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. 23 Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens.” (Mateus 16:21-23 ARA)2.

“Porque Pedro tentou afastar Jesus do Seu propósito e de Sua missão de salvar por meio da morte na cruz. Embora pudesse ter boas intenções, devido à compreensão equivocada ou interesses egoístas, Pedro tentou controlar Jesus ou desviá-Lo de Sua obra.”1

“Oproblema de Pedro não foi que ele estivesse tentando proteger Jesus. Ele estava tentando conduzir Jesus. Não estava mais seguindo Jesus; estava dizendo a Ele que o seguisse.”1

“Jesus disse: ‘Para trás de Mim, Satanás!’ (v. 23, NVI) porque, como o próprio inimigo no deserto, Pedro havia se tornado uma ameaça à missão de Cristo.”1

“Marcos 8:33 declara que, durante essa conversa, Jesus Se virou e olhou para Seus discípulos. Ele tinha vindo para salvá-los. Não cairia na tentação de fazer outra coisa, e certamente isso não ocorreria por meio de um de Seus próprios discípulos, não importando suas boas intenções.”1

“Por mais que Pedro tivesse crescido espiritualmente, ainda estava tentando controlar as coisas, inclusive o próprio Jesus. Nesse sentido, Pedro não era tão diferente de outro discípulo, Judas, que tentava controlar Jesus e executar seus próprios planos a respeito daquilo que ele achava que um Messias devia ser. Mas, ao contrário de Judas, Pedro se arrependeu profundamente e se dispôs a ser disciplinado e perdoado.”1

“5. Leia Mateus 16:24-27. O que Jesus queria dizer quando declarou: ‘Quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por Minha causa, a encontrará’ (v. 25, NVI)?”1

“24 Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. 25 Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. 26 Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? 27 Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras.” (Mateus 16:24-27 ARA)2.

“Quem quiser viver de acordo com sua própria vontade não tomará a cruz da renúncia nem seguirá Jesus. Preservará a vida terrestre, mas perderá a vida eterna. Porém, quem toma a cruz da renúncia e do serviço, perde a vida de prazeres e ganha a alegria eterna.”1

“A cultura em que vivemos nos diz que devemos seguir nossos sonhos e sacrificar tudo pelo que queremos. Mas Jesus nos diz o oposto. Ele nos convida a renunciar aos nossos sonhos e entregá-los ao Senhor. Pedro e os discípulos estavam gradualmente aprendendo o que é a verdadeira fé, que não deve ser simplesmente uma experiência emocionante de ir em busca do que mais se deseja. A verdadeira fé é a dolorosa experiência de renunciar ao que mais se deseja. Quando você deixa de se apegar aos seus sonhos, está ‘perdendo sua vida’ e, ao mesmo tempo, a está encontrando.”1

“Que coisas você teve que perder para seguir Jesus? Talvez essas coisas parecessem importantes, mas, olhando para trás, como elas se parecem agora?”1

Terça-feira, 17 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

“Tu és o Cristo”

Lições da Bíblia

“Imagine como as coisas devem ter sido para Pedro, que havia estado com Jesus quase desde o início. O que deve ter passado por sua mente enquanto ele testemunhava um acontecimento incrível após outro: curas, expulsão de demônios, alimentação de multidões, surpreendentes ensinos, controle da natureza, ressurreição de mortos e até a experiência de andar com Jesus sobre a água? Que perguntas devem ter voltado à sua mente dia após dia, ao ver coisas que ninguém em toda a História jamais tinha visto? Talvez ele tivesse perguntas como esta: ‘Por que Ele permitiu que João Batista tivesse um fim tão vergonhoso?’ Afinal de contas, Jesus era Deus em forma humana e, como ser humano, viveu e trabalhou pela humanidade (Gl 4:4; Hb 7:26; Is 9:6; Lc 2:10, 11). Assim, aqueles que estavam ao Seu redor, que viviam com Ele e que eram Seus discípulos tiveram muitas experiências singulares.”1

“1. Leia Mateus 16:13-17. Que pergunta Jesus fez aos discípulos? O que significa o fato de Pedro ter sido o único a responder? Por que a resposta dele é tão importante?”1

“13 Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem? 14 E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. 15 Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? 16 Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 17 Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 16:13-17 ARA).

“‘Quem diz o povo ser o Filho do homem?’ A resposta de Pedro foi inspirada por Deus. Ele tinha convicção de que Jesus era o Messias e Salvador do povo. Pedro foi apenas um instrumento nas mãos do Senhor e ainda precisava amadurecer espiritualmente.”1

“A declaração de Pedro a respeito de Jesus ser ‘o Cristo, o Filho do Deus vivo’ (v. 16), é um dos pontos altos da Bíblia. Pedro O chamou de ‘Cristo’, o Ungido, e, com tal confissão, estava dizendo (corretamente, como foi mais tarde demonstrado) que Jesus era o Messias, Aquele que viria em cumprimento das promessas da aliança, feitas a Abraão e depois a Israel (ver Gl 3:16).”1

“Além disso, Pedro proclamou Jesus como o Cristo na região de Cesareia de Filipe. Essa era uma região gentílica. Nos dias anteriores, Pedro havia observado Jesus Se importar não só com os judeus, mas também com os gentios. Com o auxílio do Espírito Santo, Pedro reconheceu que Jesus era muito mais do que um profeta judeu, como outros haviam sugerido. Seu ministério ia muito além da obra de João Batista, Elias ou Jeremias. Na verdade, esse ministério devia abranger a humanidade toda. Portanto, Jesus Se autodenominou ‘Filho do homem’, o que mostra Sua identificação pessoal com todos os seres humanos. Como a Bíblia mostra posteriormente, Pedro ainda tinha muito que aprender sobre Jesus e sobre a plenitude e a universalidade do que Ele tinha vindo fazer.”1

“O que Jesus fez em sua vida que pode ser testemunhado a outros? Por que é sempre bom conservar essas coisas diante de nós e compartilhá-las?”1

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Domingo, 15 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Pedro e a Rocha

Lições da Bíblia

“Mas vós, continuou Ele, quem dizeis que Eu sou?” (Mt 16:15).

“Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a Seus discípulos que Lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16:21).1

O Novo Testamento é claro: Jesus tinha que morrer. Ao enfrentar a iminente sombra da cruz, Ele orou: ‘Agora, está angustiada a Minha alma, e que direi Eu? Pai, salva-Me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora’ (Jo 12:27). Esse era o plano divino, concebido na mente de Deus, mesmo ‘antes dos tempos eternos’ (Tt 1:2; ver também 2Tm 1:9 [‘que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos,’]).1

“Foi por essa razão que Jesus não disse simplesmente que iria sofrer muitas coisas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia; Ele disse que Lhe era necessário enfrentar tudo isso. Devido à natureza de Deus, à santidade da lei e à realidade do livre-arbítrio, Sua morte era a única maneira de salvar a humanidade da penalidade da transgressão.”1

“‘Embora o estudo desta semana ensine um pouco mais sobre a história de Jesus, nosso foco será Pedro e sua resposta ao ministério de Jesus, enquanto Ele marchava rumo a uma morte planejada ‘antes dos tempos eternos’.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Chegou o dia de impactar sua comunidade. Esperança no coração e livro na mão: Assim você pode alcançar pessoas que precisam viver com esperança!

Sábado, 14 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.