Paulo no Areópago

Lições da Bíblia1

Visto que tinha recebido uma missão de Deus, não importava onde Paulo estivesse, ele pregava o evangelho. Foi exatamente isso que procurou fazer em Atenas.

2. Leia Atos 17:18-21. De quais diferentes maneiras os pagãos na praça reagiram ao discurso e questionamento de Paulo?

Atos 17:18-21 (NAA)2: “18 E alguns dos filósofos epicureus e estoicos discutiam com ele, havendo quem perguntasse: — Que quer dizer esse tagarela? Outros diziam: — Parece pregador de deuses estranhos. Diziam isso porque Paulo pregava Jesus e a ressurreição. 19 Então, tomando-o consigo, levaram-no ao Areópago, dizendo: — Podemos saber que nova doutrina é essa que você ensina? 20 Pois você nos traz aos ouvidos coisas estranhas e queremos saber o que vem a ser isso. 21 Acontece que todos os de Atenas e os estrangeiros residentes não se ocupavam com outra coisa senão dizer ou ouvir as últimas novidades.

Os “deuses estranhos” de Paulo impressionaram as pessoas (At 17:18). Por isso, elas o levaram ao Areópago, local da cidade onde questões legais e religiosas eram julgadas, embora Paulo não tenha enfrentado algum juízo legal. Era justo, ao que parecia, dar a ele e a sua “nova doutrina” (At 17:19) uma audiência. Seria difícil ignorar alguém com a eloquência de Paulo, mesmo promovendo ideias estranhas.

Atos 17:21 diz que os atenienses não faziam nada além de dizer e ouvir novidades. Lucas estava acusando-os de inércia? Possivelmente não. É provável que estivesse mostrando que eles eram pensadores e debatedores experientes. Afinal, dos gregos vieram Sócrates, Platão e Aristóteles, filósofos cuja influência chegou até nossos dias. Durante séculos, Atenas foi vista como o centro intelectual e filosófico. Embora alguns desses pensadores não fossem ateus, no sentido que consideramos o ateísmo no presente, muitas de suas ideias filosóficas eram radicalmente diferentes dos ensinamentos do cristianismo. É difícil, por exemplo, encontrar um lugar na filosofia dos epicuristas e estoicos para algo como um Messias ressuscitado.

Em Atenas, Paulo esperava que o Espírito Santo usasse seus conhecimentos e habilidades de oratória, que ele havia adquirido em sua educação com Gamaliel. Mas o Espírito Santo usou ainda mais a percepção e o conhecimento que Paulo tinha adquirido nas ruas de Atenas. “Os mais sábios entre seus ouvintes ficaram admirados ao analisar sua argumentação. Ele mostrou estar familiarizado com suas obras de arte, literatura e religião” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 150).

Depois da experiência com pagãos e filósofos em Atenas, Paulo escreveu: “Porque decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e Este, crucificado” (1Co 2:2). Jesus deve estar no centro da mensagem ao buscarmos alcançar a todos?

Segunda-feira, 04 de dezembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Missão de Deus, minha missão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 514, out. nov. dez. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Um hebreu em Atenas

Lições da Bíblia1

1. O que levou Paulo a Atenas e como reagiu ao que encontrou ali? At 17:1-16

1 Tendo passado por Anfípolis e Apolônia, Paulo e Silas chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga dos judeus. 2 Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, discutiu com eles a respeito das Escrituras, 3 expondo e demonstrando ter sido necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dos mortos. Paulo dizia: — Este Jesus, que eu anuncio a vocês, é o Cristo. 4 Alguns deles foram persuadidos e se juntaram a Paulo e Silas. O mesmo aconteceu com numerosa multidão de gregos piedosos e muitas mulheres importantes. 5 Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, reuniram uma multidão e provocaram um tumulto na cidade. E, atacando de surpresa a casa de Jasom, procuravam trazer Paulo e Silas para o meio do povo. 6 Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos diante das autoridades, gritando: — Estes que promovem tumulto em todo o mundo chegaram também aqui, 7 e Jasom os hospedou na casa dele. Todos estes agem contra os decretos de César, dizendo que existe outro rei, chamado Jesus. 8 Tanto a multidão como as autoridades ficaram agitadas ao ouvir estas palavras. 9Porém, depois de terem recebido deles a fiança estipulada, as autoridades soltaram Jasom e os outros. 10 E logo, durante a noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Bereia. Ali chegados, dirigiram-se à sinagoga dos judeus. 11 Ora, estes de Bereia eram mais nobres do que os de Tessalônica, pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim. 12 Com isso, muitos deles creram, mulheres gregas de alta posição social e muitos homens. 13 Mas, logo que os judeus de Tessalônica souberam que a palavra de Deus era anunciada por Paulo também em Bereia, foram lá agitar e perturbar o povo. 14 Então os irmãos fizeram com que Paulo fosse imediatamente para os lados do mar. Porém Silas e Timóteo continuaram em Bereia. 15 Os responsáveis por Paulo levaram-no até Atenas e regressaram trazendo ordem a Silas e Timóteo para que fossem encontrá-lo o mais depressa possível.  16 Enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade.

Atenas estava “cheia de ídolos” (At 17:16, NVI). Conhecendo a história de seu próprio povo e sua propensão à idolatria (apesar das advertências), Paulo indignou-se também com todos os ídolos que encontrou naquela cidade. O apóstolo teve compaixão pelos atenienses, que morreriam no pecado se não aprendessem sobre o verdadeiro Deus.

Nossas cidades ainda estão cheias de ídolos, embora sejam menos óbvios do que o que Paulo viu. E, infelizmente, muitos crentes são capazes de caminhar por uma cidade sem reagir minimamente aos seus ídolos. Paulo, porém, estava ligado o suficiente ao Espírito Santo para reagir. Diferentemente de outros crentes, que ainda não entendiam que o evangelho era para todo o mundo, Paulo sabia que Deus queria que os atenienses fossem salvos com todos os demais. Ele entendia que o conceito de missão global era levar o evangelho aos não alcançados, incluindo pagãos adoradores de ídolos, bem como os filósofos que enchiam as ruas de Atenas.

Portanto, Paulo frequentava a praça onde essas pessoas costumavam se encontrar. Podemos dizer que ele formou o primeiro Centro de Estudos de Missão Global, em que usava a praça para estudar e testar métodos para alcançar o coração e a mente daqueles pagãos.

Paulo sabia que não podia se aproximar dos atenienses da mesma forma que se aproximava dos judeus, ou mesmo dos gentios tementes a Deus. Aquelas eram pessoas cujo ponto de partida não era o Deus de Israel nem Suas obras entre a nação israelita. Embora esses conceitos e crenças fossem fundamentais para judeus e gentios tementes a Deus, não significavam nada para as pessoas que Paulo encontrou na praça ateniense. Por isso, seria necessária uma abordagem inteiramente nova.

Nós também vivemos situações em que buscamos alcançar pessoas cuja origem não tem nada em comum com a herança “judaico-cristã”. Por isso, como Paulo, precisamos fazer adaptações. Uma abordagem que funciona em Buenos Aires pode ser inútil em Bangkok.

Que tipo de ídolos as pessoas adoram em sua sociedade, e como você pode abrir os olhos delas para a inutilidade dessa prática?

Domingo, 03 de dezembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Missão em favor dos poderosos – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia, de Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 125-130 (“O ministério em favor dos ricos”; Refletindo a Cristo [MM 1986, 19 de novembro], p. 329 (“A escrava mostra interesse por Naamã”).

Jesus ama os pobres e os ricos. Ele morreu por príncipes e por indigentes e conhecia a maneira mais eficaz de alcançar o coração. Ele advertiu: “É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus” (Mc 10:25). Somos desafiados a alcançar pessoas poderosas com o evangelho de Cristo. Elas precisam tanto de salvação quanto qualquer pessoa, mesmo que, infelizmente, não percebam isso por causa da “segurança” que acreditam que sua riqueza ofereça.

“Muito se diz quanto ao nosso dever para com os pobres negligenciados. Não se deveria, porém, dar alguma atenção aos negligenciados ricos? Muitos consideram essa classe um caso perdido […]. Milhares de ricos têm baixado ao túmulo inadvertidos. Mas, por mais indiferentes que pareçam, muitos entre eles são almas oprimidas” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver [CPB, 2021], p. 125).

Perguntas para consideração

Jesus quebrou barreiras de castas e classes ao ministrar aos ricos e aos pobres. Como abordar a questão da lacuna entre ricos e pobres, tão arraigada na sociedade?

Jesus disse: “O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém as preocupações deste mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e ela fica infrutífera” (Mt 13:22). O que Jesus quis dizer com “fascinação das riquezas”? Somente os ricos ficam fascinados pelas riquezas?

Conhecer a verdade não é o mesmo que ser salvo por ela. É importante saber a diferença entre as duas coisas? Se conhecer a verdade não salva, o que nos salva?

Por quais razões o jovem rico rejeitou Jesus ao passo que Zaqueu O aceitou?

Sexta-feira, 01 de dezembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Missão junto aos ricos

Lições da Bíblica1

5. Leia Mateus 19:16-22. Que lições podemos aprender com essa história, em que, em contraste com a de Nicodemos, a pessoa não aceitou Jesus?

Mateus 19:16-22 (NAA)2: “16 E eis que alguém, aproximando-se de Jesus, lhe perguntou: — Mestre, que farei de bom para alcançar a vida eterna? 17 Jesus respondeu: — Por que você me pergunta a respeito do que é bom? Bom só existe um. Mas, se você quer entrar na vida, guarde os mandamentos. 18 E ele lhe perguntou: — Quais? Jesus respondeu: — ‘Não mate, não cometa adultério, não furte, não dê falso testemunho; 19 honre o seu pai e a sua mãe e ame o seu próximo como você ama a si mesmo.’ 20 O jovem disse: — Tudo isso tenho observado. O que me falta ainda? 21 Jesus respondeu: — Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens, dê o dinheiro aos pobres e você terá um tesouro nos céus; depois, venha e siga-me. 22 Mas o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades.

A interação de Jesus com o jovem governante rico mostra que a riqueza pode ser uma armadilha muito perigosa. Observe as palavras: “E ainda lhes digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus” (Mt 19:24). É claro que isso não significa que os ricos não possam ser salvos. Significa apenas que, se essas pessoas não forem cuidadosas, suas riquezas podem ser um impedimento para a salvação.

No fim, ricos e pobres têm o mesmo destino: a sepultura. Isso significa que os ricos necessitam tão desesperadamente da salvação quanto qualquer outra pessoa. A despeito do que o dinheiro possa comprar, ele não pode isentar ninguém da morte. Essa isenção acontece apenas como um presente, oferecido gratuitamente por Jesus a quem quer que a reivindique pela fé. “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11:25).

6. Leia Lucas 19:1-10. O que fez a diferença nessa história, em contraste com a do jovem rico?

Lucas 19:1-10 (NAA)2: “1 Entrando em Jericó, Jesus atravessava a cidade. 2 Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, chefe dos publicanos, 3 procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. 4 Então, correndo adiante, subiu num sicômoro a fim de ver Jesus, porque ele havia de passar por ali. 5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse: — Zaqueu, desça depressa, porque hoje preciso ficar na sua casa. 6 Zaqueu desceu depressa e o recebeu com alegria. 7 Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que Jesus tinha se hospedado com um homem pecador. 8 Zaqueu, por sua vez, se levantou e disse ao Senhor: — Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguma coisa de alguém, vou restituir quatro vezes mais. 9 Então Jesus lhe disse: — Hoje houve salvação nesta casa, pois também este é filho de Abraão. 10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.

Zaqueu respondeu a Jesus de um modo que, infelizmente, o jovem rico não fez. Observe que Jesus não disse a Zaqueu para vender o que tinha e dar aos pobres, como fez com o jovem rico. Certamente Jesus sabia quanto o jovem rico estava ligado ao dinheiro, e foi por isso que Jesus disse que ele devia tomar aquela atitude de renúncia. Em contrapartida, embora não saibamos tudo o que foi falado quando Jesus esteve na casa de Zaqueu, ele foi convencido por Jesus e sabia que tinha que fazer algumas mudanças em sua vida, principalmente no que se referia à sua riqueza.

“De que adiantará uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que ndará uma pessoa em troca de sua alma?” (Mt 16:26). O que essas palavras devem dizer a todos nós?

Quarta-feira, 29 de novembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Testemunhando aos eruditos: Nicodemos

Lições da Bíblia1

Nicodemos era culto. A Bíblia o descreve como um dos principais dos judeus (Jo 3:1). Jesus Se referiu a ele como mestre de Israel (Jo 3:10). Ele tinha boa compreensão da Bíblia e fome espiritual do Senhor. Da perspectiva humana, ele parecia um seguidor de Deus, pois guardava todos os mandamentos e era um líder respeitado. Ele era poderoso e rico. Muitos consideram isso como sinal de que Deus o havia abençoado. No entanto, essas condições não passavam de aparências superficiais.

3. Leia João 3:1-12. O que essa história revela sobre as necessidades espirituais de Nicodemos e sobre como Jesus as abordou?

João 3:1-12 (NAA)2: “1 Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. 2 Este, de noite, foi até Jesus e lhe disse: — Rabi, sabemos que o senhor é Mestre vindo da parte de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que o senhor faz, se Deus não estiver com ele. 3 Jesus respondeu: — Em verdade, em verdade lhe digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus. 4 Nicodemos perguntou: — Como pode um homem nascer, sendo velho? Será que pode voltar ao ventre materno e nascer uma segunda vez? 5 Jesus respondeu: — Em verdade, em verdade lhe digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. 6 O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. 7 Não fique admirado por eu dizer: “Vocês precisam nascer de novo.” 8 O vento sopra onde quer, você ouve o barulho que ele faz, mas não sabe de onde ele vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito. 9 Então Nicodemos perguntou: — Como pode ser isso? Jesus respondeu: 10 — Você é mestre em Israel e não compreende estas coisas? 11 Em verdade, em verdade lhe digo que nós falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, mas vocês não aceitam o nosso testemunho. 12 Se vocês não creem quando falo sobre coisas terrenas, como crerão se eu lhes falar sobre as celestiais?”

Quando Nicodemos foi a Jesus, ele tentou manter as aparências e sua condição atual. Mas Deus conhecia o seu coração. Da mesma forma, Ele conhece o coração e as necessidades de todos os ricos e poderosos, independentemente de sua origem. Nicodemos foi a Jesus porque os ensinos do Mestre o tinham convencido. Seu orgulho o impediu de confessar abertamente Jesus como Senhor, mas aquela noite o transformou para sempre. Mesmo depois de estar convencido de que Jesus foi enviado por Deus, ele ainda não assumia publicamente que era seguidor de Jesus Cristo.

4. Leia João 7:43-52; 19:39. O que esses textos nos dizem sobre Nicodemos e Jesus?

43 Assim, houve divisão entre o povo por causa dele. 44 Alguns queriam prendê-lo, mas ninguém lhe pôs as mãos. As autoridades não creem 45 Os guardas voltaram à presença dos principais sacerdotes e fariseus, e estes lhes perguntaram: — Por que vocês não o trouxeram? 46 Eles responderam: — Jamais alguém falou como este homem. 47 Os fariseus disseram aos guardas: — Será que também vocês foram enganados? 48 Por acaso alguma das autoridades ou algum dos fariseus creu nele? 49 Mas esse povo que nada sabe da lei é maldito. 50 Nicodemos, um deles, que antes tinha ido conversar com Jesus, perguntou-lhes: 51 — Será que a nossa lei condena um homem sem primeiro ouvi-lo e saber o que ele fez? 52 Eles responderam: — Por acaso também você é da Galileia? Examine e verá que da Galileia não se levanta profeta.”

Podemos ver nesses versos que Nicodemos tinha sido claramente impactado por Jesus, tanto que procurou protegê-Lo quando Jesus estava vivo e, em seguida, O honrou em Sua morte. Sem dúvida, o Senhor havia alcançado Nicodemos, que, apesar de seu conhecimento e sabedoria, tinha uma grande necessidade do Salvador, assim como todos nós temos.

Por que devemos ter cuidado com a armadilha de pensar que, porque “temos a verdade”, o conhecimento dela por si só é suficiente para nos salvar? Pessoas com conhecimento mais do que suficiente para serem salvas, mesmo sobre as três mensagens angélicas, poderão se perder?

Terça-feira, 28 de novembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Naamã

Lições da Bíblia1

Cristo morreu por todos, não importando a posição social da pessoa. Deus alcança também os poderosos e espera que sigam a Sua luz (ver Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 264).

2. Leia 2 Reis 5:1-19. Como podemos alcançar pessoas para o Senhor?

2 Reis 5:1-19 (NAA)2: 1 Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque por meio dele o Senhor tinha dado a vitória à Síria. Ele era herói de guerra, porém sofria de lepra. 2 Tropas saíram da Síria, e da terra de Israel levaram cativa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. 3 Um dia a menina disse à sua senhora: — Quem dera o meu senhor estivesse na presença do profeta que está em Samaria; ele o curaria da sua lepra. 4 Então Naamã foi contar isso ao seu senhor, dizendo: — Assim e assim falou a jovem que é da terra de Israel. 5 O rei da Síria respondeu: — Vá! Eu enviarei uma carta ao rei de Israel. Então Naamã partiu e levou consigo trezentos e quarenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupa. 6 Levou também ao rei de Israel a carta, que dizia: “Tão logo esta carta chegar a você, saiba que eu lhe enviei Naamã, meu servo, para que você o cure da sua lepra.” 7 Quando o rei de Israel acabou de ler a carta, rasgou as suas roupas em sinal de medo e disse: — Por acaso sou Deus, com poder de tirar a vida ou dá-la, para que este envie a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra? Como vocês podem notar e ver, ele está procurando um pretexto contra mim. 8 Mas, quando Eliseu, homem de Deus, ouviu que o rei de Israel havia rasgado as suas roupas, mandou dizer ao rei: — Por que o senhor rasgou as suas roupas? Deixe-o vir a mim, e ele saberá que há profeta em Israel. 9 Então Naamã foi com os seus cavalos e os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu. 10 Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: — Vá e lave-se sete vezes no Jordão, e a sua carne será restaurada, e você ficará limpo. 11 Mas Naamã ficou indignado e se foi, dizendo: — Eu pensava que ele certamente sairia para falar comigo, ficaria em pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, passaria a mão sobre o lugar da lepra e restauraria o leproso. 12 Por acaso não são Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Será que eu não poderia me lavar neles e ficar limpo? Deu meia-volta e foi embora muito irritado. 13 Então os seus oficiais se aproximaram e lhe disseram: — Meu pai, se o profeta tivesse dito alguma coisa difícil, por acaso o senhor não faria? Muito mais agora que ele apenas disse: “Lave-se e você ficará limpo.” 14 Então Naamã desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua pele se tornou como a pele de uma criança, e ficou limpo. 15 Depois ele voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva. Veio, pôs-se diante dele e disse: — Eis que, agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel. E agora, por favor, aceite um presente deste seu servo. 16 Porém ele respondeu: — Tão certo como vive o Senhor, em cuja presença estou, não aceitarei nada. Naamã insistiu com ele para que aceitasse, mas ele recusou. 17 Então Naamã disse: — Se você não quer, então peço que seja permitido a este seu servo levar duas mulas carregadas de terra; porque este seu servo nunca mais oferecerá holocausto nem sacrifício a outros deuses, a não ser ao Senhor. 18 Mas que o Senhor Deus perdoe o seu servo uma coisa: quando meu senhor, o rei, entrar no templo de Rimom para ali adorar, e ele se encostar no meu braço, e eu também tiver de me encurvar no templo de Rimom, quando assim me prostrar no templo de Rimom, que o Senhor Deus perdoe este seu servo por isso. 19 Eliseu lhe disse: — Vá em paz.

Em 2 Reis 5:17-19, Naamã fez dois pedidos incomuns depois que Deus o curou da lepra. Primeiro, pediu permissão para levar duas mulas carregadas de terra de Israel para a Síria com o propósito de adorar o Deus vivo. Ele declarou: “Este seu servo nunca mais oferecerá holocausto nem sacrifício a outros deuses, a não ser ao Senhor” (2Rs 5:17).

Embora Naamã agora acreditasse no único Deus verdadeiro, seu primeiro pedido mostra que as influências pagãs ainda tinham algum domínio sobre seu pensamento.

O comandante sírio considerava o Deus de Israel como uma divindade que deveria ser venerada em solo nativo daquela terra. Embora Naamã reconhecesse a realidade de que não havia Deus além do Senhor de Israel, ele não havia se despojado totalmente da noção de que Deus estava, por algum meio particular, conectado à terra de Israel. Assim, em seu próprio país, ele desejava adorar a Deus em solo israelita.

A segunda petição de Naamã mostra a sinceridade de sua fé. Embora tenha decidido servir apenas ao Deus do céu, ele percebeu que não seria fácil cumprir essa resolução. O rei da Síria ainda adorava Rimmon, e, em sua ocupação, Naamã serviria como acompanhante do rei. Embora Naamã não tivesse intenção de abandonar seus deveres para com o rei, ele não desejava se curvar em adoração a Rimmon. Naamã não desejava fazer concessão à idolatria.

Eliseu respondeu ao pedido de Naamã dizendo: “Vá em paz” (2Rs 5:19). “Estas palavras não devem ser consideradas como uma aprovação ou desaprovação ao pedido de despedida de Naamã. Ele devia partir em paz, não em dúvida ou inquieta incerteza. Deus tinha sido bondoso com ele, e ele devia encontrar felicidade e paz no conhecimento e na adoração a Deus. […] Deus conduz os novos conversos, passo a passo, e sabe o momento adequado para pedir uma reforma em determinado assunto. Esse princípio deve sempre ser levado em conta pelos que trabalham para a salvação de outros” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 2, p. 968, 969).

Segunda-feira, 27 de novembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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Nabucodonosor

Lições da Bíblia1

Como Adventistas do Sétimo Dia, cremos no que é conhecido como “expiação ilimitada”. Isso significa que, em contraste com alguns cristãos, acreditamos que a morte de Cristo foi por toda a humanidade, não apenas por um grupo especial de predestinados para a salvação. Visto que Deus “deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4), Jesus Se ofereceu como sacrifício “pelos nossos pecados – e não somente pelos nossos próprios pecados, mas também pelos do mundo inteiro” (1Jo 2:2). Por isso, todos foram escolhidos “antes da fundação do mundo […] Nele” (Ef 1:4), ainda que nem todos O escolham em contrapartida. Por isso, na Bíblia, todos os tipos de pessoas são alcançadas por Deus.

1. Leia Daniel 4. O que aconteceu com o rei, e o que isso nos diz sobre a salvação de um dos homens mais poderosos do mundo?

Daniel 4 (NAA)2: “1 O rei Nabucodonosor às pessoas de todos os povos, nações e línguas, que habitam em toda a terra: “Que a paz lhes seja multiplicada! 2 Pareceu-me bem tornar conhecidos os sinais e as maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo.” 3 “Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno, e o seu domínio se estende de geração em geração.” 4 — Eu, Nabucodonosor, estava tranquilo em minha casa e feliz no meu palácio. 5 Tive um sonho que me espantou. Quando eu estava na minha cama, os pensamentos e as visões que passaram diante dos meus olhos me perturbaram. 6 Por isso, expedi um decreto, ordenando que fossem trazidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me revelassem a interpretação do sonho. 7 Então vieram os magos, os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. Eu lhes contei o sonho, mas eles não puderam me revelar a sua interpretação. 8 Por fim, apresentou-se Daniel, que é chamado de Beltessazar, em honra ao nome do meu deus. Ele tem o espírito dos santos deuses, e eu lhe contei o sonho, dizendo: 9 “Beltessazar, chefe dos magos, eu sei que você tem o espírito dos santos deuses e que não há mistério que você não possa explicar. Vou lhe contar o sonho que eu tive, para que você me diga o que ele significa. 10 Estas foram as visões que passaram diante dos meus olhos quando eu estava deitado na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era enorme. 11 A árvore cresceu e se tornou forte, de maneira que a sua altura chegou até o céu; ela podia ser vista desde os confins da terra. 12 A sua folhagem era bela, o seu fruto era abundante, e nela havia sustento para todos. Debaixo dela os animais selvagens achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos; e todos os seres vivos se alimentavam dela. 13 No meu sonho, quando eu estava na minha cama, vi um vigilante, um santo, que descia do céu, 14 gritando em alta voz: ‘Derrubem a árvore, cortem os seus ramos, arranquem as folhas e espalhem os seus frutos. Espantem os animais que estão debaixo dela e as aves que fazem morada nos seus ramos. 15 Mas o toco, com as raízes, deixem na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo. Que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja a erva da terra, junto com os animais. 16 Que o coração dele seja mudado, para que não seja mais coração humano, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos. 17 Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta ordem é por mandado dos santos, para que os que vivem saibam que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens. Ele dá esse reino a quem quer, e põe sobre ele até o mais humilde dos homens.’” 18 — Este foi o sonho que eu, rei Nabucodonosor, tive. Você, Beltessazar, diga a interpretação, porque todos os sábios do meu reino não puderam me revelar a interpretação. Mas eu sei que você pode, porque você tem o espírito dos santos deuses. 19 Então Daniel, cujo nome era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o perturbavam. Então o rei lhe disse: — Beltessazar, não deixe que o sonho ou a sua interpretação o perturbem. Beltessazar respondeu: — Meu senhor, quem dera o sonho fosse a respeito daqueles que o odeiam, e a sua interpretação se aplicasse aos seus inimigos! 20 A árvore que o senhor viu, que cresceu e se tornou forte, cuja altura chegou até o céu, que foi vista por toda a terra, 21 cuja folhagem era bela, cujo fruto era abundante, na qual havia sustento para todos, debaixo da qual os animais selvagens achavam sombra, e em cujos ramos as aves do céu faziam morada, 22 aquela árvore é o senhor, ó rei, que cresceu e veio a ser forte. A sua grandeza, ó rei, cresceu e chega até o céu, e o seu domínio se estende até a extremidade da terra. 23 Quanto ao vigilante ou santo que o rei viu, que descia do céu e que dizia: “Cortem e destruam a árvore, mas deixem o toco com as raízes na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo; que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja com os animais selvagens, até que passem sobre ele sete tempos”, 24 esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto do Altíssimo, que virá contra meu senhor, o rei: 25 o senhor será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; o senhor comerá capim como os bois, e será molhado pelo orvalho do céu; e passarão sete tempos, até que o senhor, ó rei, reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer. 26 Quanto ao que foi dito, que se deixasse o toco da árvore com as suas raízes, isto significa que o seu reino voltará a ser seu, depois que o senhor tiver reconhecido que o Céu domina. 27 Portanto, ó rei, aceite o meu conselho: abandone os seus pecados, praticando a justiça, e acabe com as suas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; assim talvez a sua tranquilidade se prolongue. 28 Tudo isso, de fato, aconteceu com o rei Nabucodonosor. 29 Passados doze meses, quando estava passeando no terraço do palácio real da cidade da Babilônia, 30 o rei disse: — Não é esta a grande Babilônia que eu construí para a casa real, com o meu grandioso poder e para glória da minha majestade? 31 Enquanto o rei ainda falava, veio uma voz do céu, que disse: — A você, rei Nabucodonosor, se anuncia o seguinte: Este reino lhe foi tirado. 32 Você será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; você comerá capim como os bois, e passarão sete tempos, até que você reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer. 33 No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor. Ele foi expulso do meio das pessoas e começou a comer capim como os bois. O seu corpo foi molhado pelo orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as garras das aves. 34 Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e recuperei o entendimento. Então eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei aquele que vive para sempre: “O seu domínio é eterno, e o seu reino se estende de geração em geração.  35 Todos os moradores da terra são considerados como nada, e o Altíssimo faz o que quer com o exército do céu e com os moradores da terra. Não há quem possa deter a sua mão, nem questionar o que ele faz.” 36 — Nesse tempo, recuperei o entendimento e, para a dignidade do meu reino, recuperei também a minha majestade e o meu resplendor. Os meus conselheiros e os homens importantes vieram me procurar, fui restabelecido no meu reino, e a minha grandeza se tornou ainda maior. 37 Agora eu, Nabucodonosor, louvo, engrandeço e glorifico o Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos são justos. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos.

Um exemplo marcante de como Deus alcança incrédulos poderosos é a história do rei Nabucodonosor. O juízo divino foi executado sobre ele de maneira semelhante ao que ocorreu com alguns reis israelitas (2Cr 32:25, 26; 1Rs 14:21-31; 1Sm 28). O relato de Nabucodonosor, que caiu em si e reconheceu o Criador, mostra que Deus Se preocupa com os ricos e poderosos, bem como com os fracos e necessitados. No verso 37, o homem mais poderoso da Terra declarou: “Agora eu, Nabucodonosor, louvo, engrandeço e glorifico o Rei do céu, porque todas as Suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos são justos. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos” (Dn 4:37). Como seria bom se todos os altivos mortais entendessem essa verdade!

O que podemos aprender com essa história? Primeiro, Deus usa crentes comprometidos, como Daniel, para ser uma ponte a fim de alcançar poderosos incrédulos. Em segundo lugar, Deus pode intervir diretamente no processo de testemunho, a fim de alcançar incrédulos. Nabucodonosor foi humilhado por Deus devido ao seu orgulho e arrogância, e, embora tenha sido uma história dramática, há outras maneiras pelas quais os orgulhosos podem ser humilhados.

Mesmo não sendo poderosos pelos padrões do mundo, por que devemos evitar a arrogância desse rei? Por que é mais fácil ter essa atitude do que imaginamos?

Domingo, 26 de novembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Missão de Deus, minha missão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 514, out. nov. dez. 2023. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Missão em favor dos poderosos

Lições da Bíblia1

Sábado à tarde

“De que adiantará uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará uma pessoa em troca de sua alma?” (Mt 16:26).

Embora tenha sido escrita há muitos anos, a Bíblia é a revelação da verdade divina ao mundo. Um dos aspectos da verdade é o ensino sobre a natureza humana: tanto na antiga Judeia antes de Cristo quanto no Brasil do século 21, a constituição dos seres humanos é essencialmente a mesma: somos pecadores necessitados da graça divina.

Isso inclui os ricos e poderosos, os quais, nos tempos bíblicos, não eram diferentes dos ricos e poderosos dos tempos modernos, em espe- cial no tocante à busca por riqueza, fama e poder, muitas vezes (mas nem sempre) à custa dos vulneráveis. No entanto, Deus está preocupado com a salvação dos ricos e poderosos da mesma forma que Se preocupa com a salvação dos pobres e necessitados. A Bíblia dá exemplos emocionantes de personagens poderosos, ou ricos, ou ambos, e como Deus os usou para abençoar as nações: Abraão, Isaque, Jó, Salomão e José, para citar alguns.

Nesta semana, vamos explorar a missão de Deus para com os ricos e poderosos. Acompanhe-nos nessa jornada enquanto vemos como o Pai alcançou algumas dessas pessoas e como está chamando e preparando os adventistas do sétimo dia para testemunhar a esse grupo de pessoas no presente também.

Sábado, 25 de novembro de 2023. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Missão de Deus, minha missão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 514, out. nov. dez. 2023. Adulto, Professor.