“Reavivamento e reforma são duas coisas diferentes. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, vivificação das faculdades da mente e do coração, ressurgimento da morte espiritual. Reforma significa reorganização, mudança de ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não produzirá os bons frutos da justiça a menos que esteja ligada a um reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem fazer a obra que lhes é designada e, ao fazerem essa obra, têm de se unir” (Ellen G. White, Serviço Cristão, p. 42).
“As igrejas ainda podem obter o ouro da verdade, fé e amor, e ser ricas do tesouro celestial. ‘Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez’ (Ap 3:18). As vestiduras brancas são a justiça de Cristo, que pode ser introduzida no caráter. Pureza de coração e de motivo caracterizarão os que estão lavando suas vestiduras e tornando-as brancas no sangue do Cordeiro” (Ellen G. White, The Advent Review e Sabbath Herald [A Revista do Advento e Arauto do Sábado], 24 de julho de 1888)..
Perguntas para reflexão
“1. Qual é o perigo da mornidão? Ela pode nos levar ao autoengano espiritual?”
“2. Por que alguns cristãos são tão radiantes e outros são tão indiferentes? Será isso apenas uma questão de personalidade, ou há algo mais profundo?”
“3. Como podemos manter a vibração e o crescimento espiritual? Como podemos nos proteger da mornidão?”
“4. Por que Deus preferiria que fôssemos ‘frios’ em vez de ‘mornos’? Por que ser morno não é melhor do que ser totalmente frio? Dica: o que é mais confortável, ser morno ou frio?”
Sexta-feira, 05 de julho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Deus abençoa a obra das mãos dos homens, para que eles possam devolver-Lhe Sua porção. Dá-lhes a luz do Sol e a chuva; faz que a vegetação brote; concede saúde e habilidade para a aquisição de meios. Todas as bênçãos vêm de Suas generosas mãos, e Ele deseja que homens e mulheres mostrem gratidão devolvendo-Lhe uma parte em dízimos e ofertas – em ofertas de gratidão, ofertas voluntárias e ofertas pelo pecado. Eles devem devotar seus meios a Seu serviço, para que Sua vinha não venha a ser um deserto estéril. Precisam estudar o que o Senhor faria em lugar deles. Devem levar a Ele em oração toda questão difícil. Devem revelar interesse altruísta na edificação de Sua obra em todas as partes do mundo” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 707, 708).
Perguntas para reflexão
“1. O casamento seria sagrado e importante se pudesse ser facilmente terminado? Se você pudesse sair dele por razões triviais, o casamento seria trivial. As regras contra o término do casamento provam que ele é especial. Você concorda?”
“2. Leia atentamente Malaquias 2:17 [‘Enfadais o SENHOR com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que pensais: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que ele se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo?’]. O que o juízo pré-advento tem a dizer aos que expressam os mesmos sentimentos desse verso?”
“3. Malaquias 4 fala sobre a destruição dos perdidos. Nada permanece. Como esse ensino se contrasta com a ideia de um fogo do inferno queimando eternamente? Por que o contraste entre essas duas visões é um bom exemplo de como uma falsa doutrina pode levar a uma falsa compreensão do caráter de Deus?”
“4. Na obra ‘The Grand Inquisitor’ [O Grande Inquisidor], o escritor russo Dostoiévski descreveu a Igreja em seu tempo como tendo tanto controle sobre as coisas que não precisava mais de Cristo. Estamos diante desse perigo hoje? Como esse perigo pode ser mais sutil do que percebemos?”
Sexta-feira, 28 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Nos dias mais sombrios de seu longo conflito com o mal, à igreja de Deus têm sido dadas revelações do eterno propósito de Jeová. A Seu povo tem sido permitido olhar para além das provas do presente aos triunfos do futuro quando, findo o conflito, os redimidos entrarão na posse da Terra prometida. Essas visões de glória futura, cenas pintadas pela mão de Deus, devem ser estimadas por Sua igreja hoje, quando o conflito dos séculos está chegando rapidamente ao fim, e as bênçãos prometidas devem ser logo experimentadas em toda a sua plenitude […]”
“As nações dos remidos não conhecerão outra lei senão a lei do Céu. Todos serão uma família unida e feliz, revestida com as vestes de louvor e ações de graças. Sobre essa cena, as estrelas da manhã cantarão juntas e os filhos de Deus exultarão de alegria, enquanto Deus e Cristo Se unirão proclamando: ‘Não haverá mais pecado nem morte’” (Ap 21:4; Ellen G . White, Profetas e Reis, p. 722, 732, 733).
Perguntas para reflexão
“1. Por mais que os seres humanos tenham se esforçado para melhorar as coisas em nosso mundo, elas continuam piorando. Segundo a Bíblia, somente quando Cristo voltar, o planeta será transformado no paraíso que tanto almejamos. Embora conheçamos essa verdade, por que ainda somos chamados a trazer todo o conforto, cura e consolo possíveis a este mundo?”
“2. A lição de quinta-feira apontou o fato de que muitas profecias do Antigo Testamento falam sobre as duas vindas de Jesus de uma forma que parecem se referir a um evento apenas. O que isso nos diz sobre o íntimo relacionamento entre a primeira e a segunda vinda de Jesus, em termos do plano da salvação? Por que sem a primeira vinda de Cristo não poderia haver a segunda, e por que sem a segunda vinda, a primeira não teria sido proveitosa?”
“3. O que podemos aprender com o estudo de Zacarias, a fim de nos prepararmos para o derramamento do Espírito Santo, que é vital para o reavivamento e reforma de que tanto necessitamos?”
Sexta-feira, 21 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Sempre que estão em necessidade, os filhos de Deus têm o precioso privilégio de apelar a Ele em busca de ajuda. Não importa quão inadequado seja o lugar, o ouvido misericordioso de Deus está aberto ao seu clamor. Por mais desolado e escuro que seja o local, ele pode ser transformado em um verdadeiro templo pelo filho de Deus que ora” (Ellen G. White, Seventh Day Adventist Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 4, p. 1003).
“Confuso, humilhado e incapaz de compreender o propósito de Deus em poupar Nínive, ainda assim Jonas havia cumprido a comissão a ele concedida de advertir a grande cidade e, embora o acontecimento predito não se tivesse realizado, a mensagem de advertência era de Deus e ela cumpriu o propósito que Ele lhe havia designado. A glória de Sua graça foi revelada entre os pagãos” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 272, 273).
“Como as citações acima nos ajudam a entender com mais clareza as mensagens do livro de Jonas?”
Perguntas para reflexão
“1. O livro de Jonas ensina que Deus tem pleno controle da natureza. Imagine que um de seus amigos perca um membro da família por causa de um desastre natural. Como você explicaria a ele que Deus ainda está no comando, apesar dos desastres que assolam partes do mundo e destroem muitas vidas?”
“2. Leia o último versículo do livro de Jonas. O que ele nos ensina sobre nossa responsabilidade pela missão de evangelizar todos os cantos da Terra?” “Então eu, com muito mais razão, devo ter pena da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil crianças inocentes e também muitos animais!” (Jonas 4:11 NTLH).
“3. Na parábola do servo incompassivo (Mt 18:21-35), Jesus comparou Deus a um rei irado que revogou seu perdão e lançou na prisão o servo que anteriormente havia sido perdoado. Deus revoga Seu perdão? Alguns cristãos argumentam que Ele não faz isso. Qual é a nossa posição sobre esse assunto?” “Então Pedro chegou perto de Jesus e perguntou: —Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes? —Não! —respondeu Jesus. —Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta e sete vezes. Porque o Reino do Céu é como um rei que resolveu fazer um acerto de contas com os seus empregados. Logo no começo trouxeram um que lhe devia milhões de moedas de prata. Mas o empregado não tinha dinheiro para pagar. Então, para pagar a dívida, o seu patrão, o rei, ordenou que fossem vendidos como escravos o empregado, a sua esposa e os seus filhos e que fosse vendido também tudo o que ele possuía. Mas o empregado se ajoelhou diante do patrão e pediu: ‘Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo ao senhor.’ —O patrão teve pena dele, perdoou a dívida e deixou que ele fosse embora. O empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo pescoço e começou a sacudi-lo, dizendo: ‘Pague o que me deve!’ —Então o seu companheiro se ajoelhou e pediu: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei tudo.’ —Mas ele não concordou. Pelo contrário, mandou pôr o outro na cadeia até que pagasse a dívida. Quando os outros empregados viram o que havia acontecido, ficaram revoltados e foram contar tudo ao patrão. Aí o patrão chamou aquele empregado e disse: ‘Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você.’ —O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia a fim de ser castigado até que pagasse toda a dívida. E Jesus terminou, dizendo: —É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão.” (Mateus 18:21-35 NTLH)
“4. Para muitas pessoas mergulhadas no secularismo, a ideia de um homem sendo engolido vivo e permanecendo dentro de um ‘grande peixe’ não é algo para ser levado a sério. Como vimos anteriormente, no entanto, Jesus testemunhou claramente sobre a veracidade da história. Como a história de Jonas nos ajuda a perceber que uma visão antissobrenaturalista da realidade é realmente estreita e limitadora?”
Sexta-feira, 10 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Nossa posição diante de Deus depende, não da quantidade de luz que temos recebido, mas do uso que fazemos da que possuímos. Assim, mesmo o pagão que prefere o direito, na proporção em que lhe é possível distingui-lo, acha-se em condições mais favoráveis do que os que têm grande luz e professam servir a Deus, mas desatendem a essa luz e, por sua vida diária, contradizem sua profissão de fé” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 239).
Perguntas para reflexão
“1. Você odeia o mal e ama o bem, ou chama o mal bem e o bem mal? Por que esse perigo prevalece especialmente quando a cultura e a sociedade começam a mudar seus valores de forma a aceitar determinados comportamentos, estilos de vida e atitudes claramente condenadas na Bíblia? Não somos imunes às tendências culturais e sociais em que estamos imersos, não é verdade? Pense nas mudanças que aconteceram em sua cultura e sociedade ao longo dos anos. Por exemplo, que coisas antes consideradas vergonhosas e proibidas, agora são abertamente expressas, praticadas e consideradas boas ou, pelo menos, ‘não estão erradas’? Como essas mudanças afetaram as atitudes da igreja em relação a essas coisas? O que podemos fazer para não cair na armadilha perigosa de chamar o mal bem? Ao mesmo tempo, que mudanças culturais para o bem têm influenciado a igreja em um bom caminho, um modo que reflita mais de perto os princípios de amor e aceitação revelados pela vida de Jesus?”
“2. Pense mais na ideia de ‘fome’ da Palavra de Deus. De que modo é provável que isso aconteça? Será que o Senhor esconderá propositalmente a verdade das pessoas, ou será que as atitudes delas as tornarão totalmente fechadas à Palavra?”
“3. Como adventistas do sétimo dia que têm tantos motivos para acreditar nas verdades recebidas, não estamos em perigo de pensar que nosso conhecimento dessas verdades é tudo de que precisamos? Como as verdades com as quais fomos abençoados devem afetar nossa maneira de viver e interagir com os outros, na igreja e em nossa comunidade? Como podemos viver as verdades que nos foram confiadas? Por que isso é tão importante?”
Sexta-feira, 03 de maio de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Leia as citações abaixo. De que maneira elas nos ajudam a compreender mais claramente as mensagens de Amós 1–4 e de Obadias?”
“Desde os primórdios da religião israelita, a crença de que Deus tinha escolhido esse povo específico para cumprir uma missão tem sido tanto um fundamento da fé hebraica quanto um refúgio em momentos de aflição. No entanto, os profetas sentiram que, para muitos de seus contemporâneos, esse fundamento era uma pedra de tropeço, e esse refúgio, uma fuga. Eles tinham que lembrar às pessoas que a eleição não devia ser confundida com favoritismo divino ou imunidade ao castigo, mas, ao contrário, significava que elas estavam mais seriamente expostas ao juízo e castigo divinos. […]”
“A eleição significava que Deus estava exclusivamente preocupado com Israel? O Êxodo do Egito implica que Deus estava envolvido apenas com a história de Israel e totalmente alheio ao destino das outras nações?” (Abraham J. Heschel, Os Profetas, p. 32, 33).
“Com as defesas do coração destruídas, os enganados adoradores não tinham nenhuma barreira contra o pecado e se renderam às más paixões do coração humano. […]” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 282).
Perguntas para reflexão
“1. É fácil ser simpático com alguém que tenha algo para lhe oferecer. E quanto àqueles que estão em dificuldades, nada têm a oferecer e necessitam de sua ajuda? Que tipo de atitude você demonstra com relação a eles?”
“2. Pense nas coisas que recebemos como adventistas do sétimo dia. A maioria dos cristãos não tem ideia das bênçãos do sábado (muito menos de sua importância no tempo do fim). A maioria acha que os mortos vão imediatamente para o Céu ou para os tormentos do inferno. Muitos não acreditam na ressurreição física de Jesus, nem acreditam em uma segunda vinda literal de Cristo. Que outras grandes verdades recebemos e que a maioria das pessoas não conhece? Qual é nossa responsabilidade em relação a elas?”
Sexta-feira, 26 de abril de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“Com o tempo, Oseias tomou conhecimento do fato de que seu destino pessoal era um espelho do sofrimento divino, que sua tristeza ecoava a tristeza de Deus. Nesse sofrimento semelhante, como ato de solidariedade com a aflição divina, o profeta provavelmente tivesse visto o significado do casamento que tinha contraído por ordem divina […]”
“Somente vivendo na própria vida o que o divino Esposo de Israel experimentou, o profeta foi capaz de sentir compaixão pela situação divina. O casamento foi uma lição, uma ilustração, em vez de símbolo ou sacramento” (Abraham J. Heschel, Os Profetas; Massachussets, Prince Press, 2001, p. 56).
“Em linguagem simbólica, Oseias pôs perante as dez tribos o plano de Deus de restauração em favor de toda pessoa penitente que se unisse com Sua igreja na Terra, as bênçãos asseguradas a Israel nos dias de sua lealdade a Ele na terra prometida. Referindo-se a Israel como aquele a quem Ele ansiava mostrar misericórdia, o Senhor declarou: ‘Eis que Eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração. E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito’ (Os 2:14, 15; Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 298).”
Perguntas para reflexão
“1. Costumamos pensar que idolatria é se curvar a estátuas. De que forma a idolatria pode ser algo muito mais sutil e enganoso do que isso?”
“2. O que significa conhecer a Deus? Se você diz que “conhece o Senhor”, o que quer dizer com isso? Como esse conhecimento é adquirido?”
“3. Alguns teólogos antigos argumentaram que Deus é impassível, isto é, Ele não sente angústia nem prazer devido às ações de outros seres, como os seres humanos. O que pode levar as pessoas a defender essa posição? Por que devemos rejeitar essa ideia?”
“4. Pense no elevado preço da nossa redenção. O que isso nos diz sobre nosso valor diante de Deus?”
Sexta-feira, 05 de abril de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF
“A o transcorrerem os anos da eternidade, eles trarão mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a reverência e a felicidade aumentarão. Quanto mais os homens aprenderem acerca de Deus, mais Lhe admirarão o caráter. Ao revelar-lhes Jesus as riquezas da redenção e os estupendos feitos do grande conflito com Satanás, o coração dos resgatados vibrará com mais fervorosa devoção e com mais arrebatadora alegria eles dedilharão as harpas de ouro. […] O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonia e júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 678).
Perguntas para reflexão
“1. Reúna tantos textos quanto possível, especialmente do livro do Apocalipse, que mostrem como será a Terra restaurada. Quais aspectos da Terra restaurada você acha mais atraentes? Que aspectos são mais difíceis de entender?”
“2. Como a doutrina da criação, revelada em Gênesis 1 e 2 está relacionada com a doutrina da recriação dos céus e da Terra? Essa recriação seria possível se a evolução teísta fosse verdade?”
“3. Leia Romanos 8:18 e 2 Coríntios 4:16, 17. O que Paulo disse nesses textos e como podemos encontrar conforto nessas palavras?” “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” (Romanos 8:18 RA); “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,” (2 Coríntios 4:16-17 RA).
“4. Pense mais no conceito do evangelho como ‘restauração’. O que essa palavra significa? O que deve ser restaurado? Qual é a nossa função nesse processo?”
“5. O que a promessa de um novo céu e uma nova Terra revela sobre Deus?”
Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 29 de março de 2013. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF