Eventos do fim do milênio

Lições da Bíblia.

“4. Que evento marca o fim do milênio e que oportunidade ele oferece a Satanás?” “Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu.” (Apoc. 20:7-9). “A liberação da prisão simbólica de Satanás, com a ressurreição dos ímpios; Satanás terá oportunidade de enganar as nações e reuni-las para batalhar contra Deus.”

“A reversão das circunstâncias de Satanás marca sua ‘libertação’. Esse evento está relacionado com a ressurreição do restante dos mortos, que ‘não reviveram até que se completassem os mil anos’ (v. 5). A expressão ‘Gogue e Magogue’ é usada em sentido figurado, como em Ezequiel 38:2 [‘Filho do homem, volve o rosto contra Gogue, da terra de Magogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal; profetiza contra ele’], para descrever aqueles que Satanás conseguirá enganar – os ímpios de todos os tempos. Satanás inspirará essa multidão universal a tentar derrubar a cidade de Deus. Apocalipse 20:9 sugere que a cidade, a Nova Jerusalém, nesse tempo já terá descido do Céu para a Terra, com Cristo, e Satanás e suas hostes marcharão contra ela. Uma descrição detalhada da cidade é dada em Apocalipse 21.”

5. Como foi dito, o Apocalipse não segue uma ordem cronológica distinta. Leia Apocalipse 20:11-15. Como a ideia de juízo é expressa ali? O que significa o fato de que a punição final ocorre após o envolvimento dos santos no juízo? “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apoc. 20:4). “Deus está no trono, julgando os ímpios mortos, por meio do que está escrito nos livros; diante dEle estão os salvos ressuscitados e glorificados; quando todo o Universo estiver convencido da justiça de Deus, Satanás e seus seguidores serão destruídos.”

“Durante o milênio, os santos participam de um juízo deliberativo, que analisa os casos dos perdidos da Terra e dos anjos caídos. Esse juízo é evidentemente necessário, tendo em vista a natureza cósmica do problema do pecado. O curso da rebelião do pecado tem sido objeto de preocupação e interesse por parte de outros mundos (Jó 1; 2; Ef 3:10). O período de pecado deve ser tratado de tal maneira que corações e mentes em todo o Universo de Deus fiquem satisfeitos com seu tratamento e conclusão, com referência específica ao caráter de Deus. Para os resgatados da Terra, será especialmente importante entender o trato de Deus para com aqueles que clamarão aos rochedos que caiam sobre eles e os escondam ‘da face dAquele que Se assenta no trono’ (Ap 6:16). Eles devem ficar totalmente convencidos de que Deus foi justo em Sua decisão a respeito dos perdidos” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia]; Maryland, Review and Herald Publishing Association, 2000, p. 932).”

“O que nosso envolvimento no julgamento dos perdidos nos ensina sobre o caráter de Deus? Como esse conceito se encaixa com a ideia do grande conflito?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 25 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Durante o milênio

Lições da Bíblia.

2. Qual é a evidência de que o milênio se desenrola nos Céus (pelo menos para os salvos)? “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.” (Apoc. 20:4-6). ”Os salvos receberão a responsabilidade para julgar os perdidos; eles viverão e reinarão com Cristo durante mil anos, fora da Terra destruída na qual Satanás estará preso.”

“Um segmento específico do grupo que participará do milênio é descrito como ‘as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da Palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão’ (Ap 20). Entendemos que a Bíblia não ensina a existência de almas conscientes, separadas, imortais. Esse texto, em vez disso, está retratando os que passaram pela experiência da perseguição, descrita em Apocalipse 12:17–13:18. No segundo advento (em cuja ocasião ocorre a primeira ressurreição), essas almas perseguidas voltam à vida e, após a ressurreição, reinam no Céu com Cristo (compare com 1Ts 4:15-17 ‘Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.’).”

“3. Apocalipse 20:4 chama a atenção para outro evento durante o milênio, ao dizer especificamente que o juízo será dado aos remidos. Sabendo que os fiéis estarão reinando com seu Senhor e que os maus terão sido mortos pelo esplendor da vinda de Cristo, qual será a natureza e o propósito desse juízo?” “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apoc. 20:4). “Esse juízo servirá para demonstrar ao Universo inteiro a justiça de Deus, ao condenar os ímpios e salvar os fiéis; servirá para confortar o coração humano diante da separação de entes queridos.”

“Uma das três coisas que enfatizamos na semana passada (segunda-feira) foi o juízo relacionado com o ministério de Cristo no santuário celestial antes da segunda vinda de Cristo. Esse juízo é diferente daquele de Apocalipse 20:4, o qual é realmente o cumprimento da promessa de Cristo em Mateus 19:28, e que corresponde à declaração de Paulo de que os santos deverão julgar o mundo (‘Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida!’ 1 Cor. 6:2-3).”

“O conceito de juízo na Bíblia é rico e multifacetado. O juízo final tem três fases, a primeira das quais é aquela associada ao ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial. Os adventistas do sétimo dia a chamam de fase investigativa do juízo final. Em seguida, há a fase de revisão do juízo, durante o milênio, mencionada em Apocalipse 20:4 e 1 Coríntios 6:2, 3. Nessa fase, os redimidos terão a oportunidade de examinar os caminhos de Deus e Seu juízo com relação aos agentes da rebelião. A terceira fase do juízo final é a executiva, que faz parte dos eventos que ocorrerão no fim do milênio.”

“Tendo em mente o que você leu hoje, leia 1 Coríntios 4:5. [‘Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.’] Que esperança importante é encontrada ali, em vista do fato de que temos muitas perguntas não respondidas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 24 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Eventos que iniciam o milênio

Lições da Bíblia.

“Se o milênio marca o início da ‘utopia’ de Deus para Seu povo, é natural que tentemos saber quando ele começará e como será. O milênio, como um conceito, aparece em Apocalipse 20, onde é mencionado seis vezes, entre os versos 2-7.”

“Para saber o tempo do milênio, o lugar de Apocalipse 20 no fluxo geral do livro precisa ser determinado. Embora o livro não siga uma linha direta de tempo, neste caso, não é muito difícil determinar quando começa o milênio.”

“1. A descrição da ressurreição ajuda a determinar o tempo em que começa o milênio? Que eventos, ligados entre si, ocorrerão nessa ocasião?” “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:16-18). “Então, vi descer do céu um anjo; tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos; lançou-o no abismo, fechou-o e pôs selo sobre ele, para que não mais enganasse as nações até se completarem os mil anos. Depois disto, é necessário que ele seja solto pouco tempo. Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos. Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu. O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos. Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados, um por um, segundo as suas obras. Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” (Apoc. 20). “Sim. Volta de Cristo; ressurreição dos justos mortos; glorificação dos justos vivos; morte dos injustos; prisão de Satanás e seus anjos; os salvos serão levados para o Céu, onde passarão mil anos.”

“Algum tempo antes do segundo advento de Jesus, o Apocalipse prediz que três poderes (o dragão, a besta e o falso profeta) reunirão as nações para que se oponham à obra de Cristo e ao Seu povo (‘Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;’ Apoc. 16:13). No momento da vinda de Cristo (‘Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.’ Apoc. 19:11), as nações se reunirão para fazer guerra contra Cristo, mas, no processo, a besta e o falso profeta serão destruídos (‘E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército. Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre.’ Apoc. 19:19-20). Apocalipse 20, então, menciona o destino do terceiro poder, o dragão. Enquanto os mortos em Cristo são ressuscitados, na chamada primeira ressurreição (v. 5), o dragão (Satanás) será capturado e lançado no abismo por mil anos (v. 1-3).”

“Alguns desses incríveis eventos também estão retratados em 1Tessalonicenses 4:16-18 e 2 Tessalonicenses 1:7-9. Essas passagens juntas ajudam a explicar o que acontecerá antes do começo do milênio.”

“Esse começo, é claro, coincide com o segundo advento de Cristo. Os mortos em Cristo serão ressuscitados para se unir aos vivos fiéis, e ambos os grupos serão levados para o Céu. No momento da vinda de Cristo, os ímpios vivos serão mortos por Seu ‘esplendor’ (2Ts 2:8, RC). E a Terra desolada se tornará a prisão de Satanás, que ficará ‘preso’ por mil anos, por assim dizer, em uma cadeia de circunstâncias. A razão para a prisão de Satanás é dada: ‘Para que não mais engane as nações’ (Ap 20:3, RC). Muitos veem uma ligação simbólica entre o ‘banimento’ do bode expiatório no Dia da Expiação (Lv 16:22) e as circunstâncias de Satanás durante o milênio.”

“Recapitule os eventos revelados nesses versos, acontecimentos sobrenaturais que mostram a grandeza e o poder de Deus, em contraste com a fraqueza e impotência da humanidade. Como podemos manter sempre esse contraste importante diante de nós? Por que isso seria um bom remédio para o orgulho e a autossuficiência?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 23 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

 

Quando tudo se fizer novo

Lições da Bíblia.

“Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21:4, RC).

“Pensamento-chave: O que é o milênio, quando acontecerá, e a que ele levará?”
“Pela esperança apresentada no ensino bíblico do milênio e do novo mundo, obtemos nova compreensão do empenho de Deus de remover o pecado, reivindicar Seu nome e fazer novas todas as coisas em nossa vida individual.”

“Thomas More (1478-1535) foi um autor inglês que cunhou a palavra utopia a fim de descrever uma ilha imaginária com um sistema social e legal aparentemente perfeito. Desde então, a palavra é muitas vezes usada pejorativamente para designar a impossibilidade da ideia de uma sociedade perfeita. Afinal, considere quantas vezes os seres humanos têm tentado criar ‘utopias’. Eles sempre falharam e de modo lastimável.”

“A Bíblia, porém, ensina sobre a verdadeira utopia. Em certo sentido, esse tem sido o objetivo para o qual a Divindade trabalhou desde a queda da humanidade, no Jardim do Éden. Deus quer reconduzir a humanidade à utopia que Ele havia criado originalmente para nós.”

“No santuário celestial, Cristo concluirá Sua obra para a salvação da humanidade. Depois disso, Ele virá à Terra uma segunda vez, mas com uma glória nunca vista antes, ressuscitará os santos mortos e transformará os vivos. E todos eles reinarão com o Senhor Jesus no Céu por mil anos.”

“Esse é o tempo que chamamos de ‘milênio’ (equivalente à palavra mil). O início do milênio marca o começo da única ‘utopia’ que os seres humanos conhecerão desde o Éden, antes da queda.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 22 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

As últimas coisas: Jesus e os salvos – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“A intercessão de Cristo no santuário celestial, em favor do homem, é tão essencial ao plano da redenção como foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte, Ele iniciou a obra para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir. Pela fé devemos penetrar até o interior do véu, ‘onde Jesus, como Precursor, entrou por nós’ (Hb 6:20). Ali se reflete a luz da cruz do Calvário. Ali podemos obter percepção mais clara dos mistérios da redenção. A salvação do homem se efetua a preço infinito para o Céu” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 489).

“Para o crente, Cristo é a ressurreição e a vida. Em nosso Salvador é restaurada a vida que se perdeu mediante o pecado, pois Ele possui vida em Si mesmo, para vivificar a quem quer. Acha-Se investido do direito de conceder a imortalidade. A vida que Ele depusera como homem, Ele reassumiu e concedeu aos homens” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 786, 787).

Perguntas para reflexão

“1. João Calvino chamou a obra de intercessão de Cristo de a ‘aplicação contínua de Sua morte para nossa salvação’, e é dito que ‘a existência de um santuário celestial era um padrão teológico entre os clérigos puritanos’. Não é difícil perceber por que a obra de intercessão de Cristo deve ser vista como um ensinamento tão importante. Considere quanto do Antigo Testamento está centralizado em torno do santuário e do templo. Pense em quanto do Novo Testamento também está relacionado ao santuário! O que isso deve nos dizer sobre a importância dessa doutrina?”

“2. Pense mais em Hebreus 9:23, um texto que durante séculos tem confundido os estudiosos bíblicos, que não conseguem entender como alguma coisa no Céu poderia realmente precisar de purificação. Embora tenhamos ainda muita coisa a aprender sobre o que esse texto significa, como nossa compreensão, por exemplo, de Daniel 8:14, ajuda a esclarecer esse conceito importante?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 21 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Morte e ressurreição

Lições da Bíblia.

“No Novo Testamento, um dos eventos relacionados com a segunda vinda de Cristo é a ressurreição dos que morreram crendo nEle. Na verdade, no que diz respeito à maioria dos crentes, essa é a parte mais importante da segunda vinda, porque a maioria dos seguidores de Cristo estará morta quando Ele voltar.”

“8. O que a Bíblia ensina sobre a ressurreição no momento da volta de Cristo?” “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;” (1 Ts 4:13-16); “E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.” (1 Cor. 15:13-25); “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita.” (Rom. 8:11); “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.” (Filip. 3:20-21). “Os que morreram na fé em Cristo serão ressuscitados no momento da Sua segunda vinda; a certeza da nossa ressurreição está fundamentada na ressurreição de Cristo.”

“A Bíblia ensina que, na ressurreição, o ‘corpo’ voltará à vida. Em outras palavras, a ressurreição bíblica é uma ressurreição corporal. Essa verdade se torna ainda mais clara quando temos em mente o fato de que, após a ressurreição de Cristo, Seu túmulo ficou vazio. O corpo morto não permaneceu na sepultura. Na certeza da Sua ressurreição, temos a certeza da nossa.”

“9. Se a ressurreição significa a destruição do poder da morte, por que só é possível alcançá-la ‘em Cristo’? “Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos, e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho,” (2 Tim. 1:8-10). “Porque nossa salvação não é alcançada por meio de nossas obras, mas pela determinação e graça concedidas antes dos tempos eternos, mas cumpridas pelo evangelho de Cristo, o único capaz de destruir o poder da morte.”

“A chave para a imortalidade não está na investigação científica mais profunda. O poder da morte já foi quebrado pela própria morte e ressurreição de Cristo (Rm 6:9). Com base nessa realização, Ele pode conceder imortalidade aos que se identificam com Sua morte e ressurreição por meio do batismo (Rm 6:23). Além disso, a Bíblia deixa claro que o dom da imortalidade não é dado aos crentes no momento da morte, mas na segunda vinda de Jesus, ao soar a ‘última trombeta’ (1Co 15:51-54).”

“’Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá’ (Jo 11:25). Como você pode compreender melhor a esperança contida nessas palavras? Sem ela, o que seria de você?

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 20 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Esperando o advento

Lições da Bíblia.

“6. Quais serão as diferenças entre os salvos e os perdidos no tempo da volta de Jesus? Qual é a importância dessa mensagem para nós? Como essas palavras podem nos ajudar em nossa vida prática?” “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios. Ora, os que dormem dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se embriagam. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação; porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com ele. Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.” (1 Ts 5:1-11). “(A) Salvos: estão preparados; andam na luz; são sóbrios e vigilantes; usam a couraça da fé e do amor e o capacete da esperança de salvação; (B) Perdidos: São apanhados de surpresa; são iludidos pela falsa segurança; estão nas trevas; embriagam-se, adormecem no pecado e não percebem o perigo; seguem na direção da ira; (C) devemos usar essa mensagem para advertir e consolar as pessoas.”

“Existe muita coisa nesses versos, mas um ponto deve se destacar de forma muito clara: a esperança que devem ter os que aguardam a volta de Cristo. Certamente, precisamos ser sóbrios e vigilantes para que aquele dia não nos surpreenda como um ladrão de noite. Mas também devemos estar cheios de fé, amor e esperança, porque ‘quer vigiemos, quer durmamos’ (isto é, quer morramos antes de Sua vinda ou estejamos vivos quando Ele vier), temos a promessa de vida eterna com Ele.”

“Nesta época, quando vemos sinais ao nosso redor, devemos ter cuidado com nossa maneira de interpretá-los. Muitas vezes podemos ficar envolvidos com eventos que causam todos os tipos de agitação, drama e expectativa, apenas para ver que sua importância desaparece. Quando essas coisas acabam, podem deixar os membros da igreja descontentes, desanimados, e mesmo cheios de dúvidas. Precisamos ser vigilantes, mas também precisamos ser cautelosos, prudentes e humildes, enquanto procuramos interpretar e discernir os sinais dos tempos (‘Aproximando-se os fariseus e os saduceus, tentando-o, pediram-lhe que lhes mostrasse um sinal vindo do céu. Ele, porém, lhes respondeu: Chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado; e, pela manhã: Hoje, haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Sabeis, na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos? Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas. E, deixando-os, retirou-se.’ Mat. 16:1-4).”

“7. Qual é o propósito dos ‘sinais dos tempos’?” “Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.” (João 13:19); “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais.” (João 14:29). “Despertar fé e confiança na Palavra de Deus.”

“As predições sobre o fim dos tempos não foram dadas para satisfazer a curiosidade dos fiéis, mas para estimulá-los a continuar vigiando (Mt 24:32-44). Enquanto aguardamos o segundo advento, precisamos manter nossos olhos abertos e conhecer o que a Palavra de Deus ensina sobre os eventos dos últimos dias. Isso é especialmente importante porque, entre os próprios cristãos, há muitas ideias falsas sobre os sinais dos tempos.”

“Como podemos encontrar o equilíbrio entre viver na expectativa da segunda vinda e, ao mesmo tempo, abster-nos de ver cada manchete de jornal como um sinal do fim? Como podemos evitar a complacência, de um lado, e o fanatismo, do outro?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 19 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A segunda vinda de Cristo

Lições da Bíblia.

“5. Como o cancelamento dos pecados se relaciona com a purificação do santuário?” “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus, ao qual é necessário que o céu receba até aos tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas desde a antiguidade.” (Atos 3:19-21). ”Quando nos arrependemos, nossos pecados são apagados (‘purificados’) do livro de registro celestial e recebemos o poder do Espírito Santo para viver com Jesus, enquanto esperamos Sua volta.”

“Embora Pedro possivelmente não tenha conhecido os ‘tempos ou épocas’ (At 1:7), sua referência à profecia de Joel, em Atos 2:14-21[‘Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras. Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia. Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel: E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão. Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.’ Atos 2:14-21], revela sua compreensão do cumprimento da profecia em seu tempo. Em sua percepção profética, parece evidente que ‘Pedro, falando por inspiração, e, portanto, além de sua compreensão finita, estava se referindo, laconicamente, a dois grandes acontecimentos dos últimos dias da Terra: (1) O poderoso derramamento do Espírito de Deus; (2) O cancelamento definitivo dos pecados dos justos. Esses eventos estão ligados a um terceiro acontecimento culminante, o segundo advento de Cristo’ (The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 6, p. 160).”

“A igreja primitiva tinha certeza tanto da segunda vinda de Cristo quanto da promessa de um novo céu e uma nova Terra (2Pe 3:13). A primeira vinda de Cristo proveu a base teológica para a segunda. Quanto a nós, sem a segunda vinda de Cristo, a primeira vinda teria sido inútil. O processo de lidar com o problema do pecado, um processo que Ele começou com Seu sacrifício na cruz, atinge sua consumação quando, após a ‘purificação do santuário’, Ele ‘aparecerá segunda vez … para a salvação’ (Hb 9:26, 28). De fato, sem a segunda vinda, e a ressurreição que ela trará, o que a promessa da salvação significaria para nós? (‘Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.’ 1 Ts 4:16-18). Nada!”

“A segunda vinda de Cristo marcará a conclusão do grande conflito, no que diz respeito ao destino dos mortais. Satanás, sabendo que o fim do conflito está à vista, busca, por meio do engano, extraviar o maior número possível de pessoas. Está escrito: ‘À medida que se aproxima o segundo aparecimento de nosso Senhor Jesus Cristo, agentes satânicos são impelidos por um poder de baixo. Satanás não somente aparecerá como ser humano, mas personificará Jesus Cristo, e o mundo que tem rejeitado a verdade o receberá como Senhor dos senhores e rei dos reis’ (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 168, 169). Contra esse engano temos sido advertidos de que a vinda de Cristo será um evento literal, pessoal e visível, que afetará o mundo inteiro, acabando com as coisas que vemos no mundo hoje: pecado, sofrimento, miséria, decepção e morte.”

“Olhe para nosso mundo. Temos feito dele um lugar melhor? Embora devamos tentar melhorar a vida dos menos afortunados do que nós, e dos que sofrem e passam por necessidades, por que devemos manter sempre diante de nós aquilo que é a única solução?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 18 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF