Missão e mensagem: elementos da unidade

Lições da Bíblia.

A unidade vivida pelos fiéis do Novo Testamento era apoiada em muito mais do que amor entre os membros.

3. Qual era a paixão dominante da igreja do Novo Testamento? Como essa paixão unia os cristãos? “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.” (Atos 1:8); “Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:33); “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus, o Cristo.” (Atos 5:42); “Assim, pois, a igreja em toda a Judéia, Galiléia e Samária, tinha paz, sendo edificada, e andando no temor do Senhor; e, pelo auxílio do Espírito Santo, se multiplicava.” (Atos 9:31); “Seja-vos pois notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles ouvirão. [E, havendo ele dito isto, partiram os judeus, tendo entre si grande contenda.] E morou dois anos inteiros na casa que alugara, e recebia a todos os que o visitavam, pregando o reino de Deus e ensinando as coisas concernentes ao Senhor Jesus Cristo, com toda a liberdade, sem impedimento algum.” (Atos 28:28-31). “Ensinar e testemunhar sobre a ressurreição de Jesus Cristo, por isso, a igreja crescia, unida no poder do Espírito Santo.”

“Os discípulos foram dominados por algo muito maior do que eles mesmos. A comissão dada por Cristo, de levar o evangelho ao mundo, devorou suas ambições pessoais. A igreja não pode alcançar a comunidade com o evangelho enquanto não for unida, mas ela nunca será unida enquanto não for consumida pelo desejo de pregar o evangelho.”

“A missão é um grande fator unificador. Os cristãos primitivos se uniram em torno da missão. A vida, morte, ressurreição, ministério sacerdotal e a volta de nosso Senhor os uniam. Os novos convertidos estavam firmados ‘na doutrina dos apóstolos’ (At 2:41,42). Os ensinamentos de Jesus proviam o fundamento da sua unidade.”

O apóstolo Pedro usou o termo ‘verdade presente’ (2Pe 1:12, New King James). A mensagem da ‘verdade presente’ nos dias de Pedro unia a igreja e a impulsionava para frente com um ímpeto profético: Jesus Cristo de Nazaré era o cumprimento das profecias messiânicas do Antigo Testamento. Eles estavam unidos com uma mensagem urgente, a verdade presente para seu tempo sobre o cumprimento da profecia.

Agora, nos dias finais da história da Terra, Deus deu a Seu povo uma mensagem urgente, que é a verdade presente para nosso tempo (Ap 14:6-12). É a mensagem do ‘evangelho eterno’ no contexto do juízo, da obediência e da volta do Senhor. Isso é o que une os adventistas do sétimo dia como uma família mundial. Se essa mensagem fosse diluída, ficasse em posição secundária ou fosse tratada como uma relíquia do passado, a unidade da igreja seria desfeita e sua missão perderia a urgência. Se a mensagem da Igreja for mal-interpretada ou distorcida, sua missão ficará obscura. É a proclamação da mensagem profética dos três anjos que dá aos adventistas do sétimo dia a razão da sua existência.

Você está conectado com nossa mensagem e missão? Por que você é adventista do sétimo dia? Leve sua resposta à classe no sábado.

Terça-feira, 13 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ilustrações do Novo Testamento sobre unidade

Lições da Bíblia.

“O mundo do Novo Testamento, no primeiro século, era dividido em castas, status social e gênero. Era uma sociedade em crise social. Os conceitos de igualdade de direitos, liberdade e dignidade humana não eram as normas aceitas.”

“Então, o cristianismo entrou em cena. Ele criou uma revolução social. Os ensinamentos de Jesus sobre igualdade, justiça, preocupação para com os pobres e respeito pelos marginalizados pareceram radicais. Ao mesmo tempo, os cristãos do Novo Testamento se uniram em torno dos valores fundamentais da criação e redenção. Eles ensinavam que todos os seres humanos foram criados por Deus e que a redenção foi oferecida a todas as pessoas por meio do sacrifício de Cristo na cruz. Jesus mostrou que cada pessoa, independentemente de sua condição material, é de imenso valor aos olhos de Deus.”

“2. Como as figuras a seguir ilustram a maneira pela qual cristãos diferentes se unem em um todo harmonioso, independentemente de sua origem?” “Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.” (1 Coríntios 12:12-18 RA); “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.” (1 Pedro 2:4-5 RA). “Diferentes membros, com diferentes funções, formam um corpo saudável e harmonioso; diferentes pessoas, com diferentes talentos, formam a igreja, o corpo de Cristo. O corpo só funciona se os membros trabalham unidos. Sobre Jesus, a Pedra viva, a igreja é edificada com diferentes pedras, com diferentes pessoas.”

“Que figuras poderiam ser mais poderosas para ilustrar a unidade na igreja? O apóstolo Paulo mencionou o corpo para ilustrar a igreja e seus membros. Os órgãos do corpo estão intimamente ligados. Seus membros estão inter-relacionados e são mutuamente dependentes. Todas as partes têm sua função. Se uma parte do corpo sofre, todo o corpo sofre (1Co 12:18-26).”

“Pedro acrescentou a ilustração de um edifício espiritual apresentando os membros como pedras, cada uma se encaixando perfeitamente na construção de um templo glorioso que glorificará o nome de Jesus. Nessas ilustrações, cada membro está intimamente ligado ao outro. Neste mundo de relacionamentos quebrados, lutas pelo poder e desarmonia, esse vínculo de amorosa unidade deve ser um argumento poderoso em favor do cristianismo. Jesus apresentou claramente esta verdade universal: ‘Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros’ (Jo 13:35).”

“Sua igreja reflete a unidade descrita nesse texto? Você está ajudando a promover a unidade? Que atitudes você está abrigando que aumenta os problemas da igreja?”

Segunda-feira, 12 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Resposta à oração de Cristo pela unidade

Lições da Bíblia.

“João 17 contém a grande oração intercessora de Jesus. Ela revela o que estava em Sua mente naquela hora importante da história da Terra.”

“1. Leia João 17:9-11, 20-24. ‘É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.’ (João 17:9-11 RA) ‘Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus.’ (João 1:20-24 RA) Qual era o desejo de Jesus? Por que isso era tão importante? Como o relacionamento entre os discípulos demonstrava a genuína fé cristã?” “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:32-33 RA). “Que os discípulos fossem guardados no nome de Jesus, em unidade. Muitos iriam crer por meio da pregação dos discípulos, da unidade e do amor. No Pentecostes, eles estavam unidos e pregaram com poder.”

“A ‘unidade’, ou harmonia dos discípulos preparou o coração deles para receber a plenitude do poder do Espírito Santo. A oração de Cristo por Sua Igreja foi cumprida. Eles abandonaram suas diferenças. O amor prevaleceu. A contenda foi banida.”

“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça” (At 4:32, 33).

”Essa passagem liga a unidade de coração e alma com o ‘grande poder’ dos discípulos para testemunhar. Nas circunstâncias desafiadoras da Jerusalém do primeiro século, numa época em que o cristianismo era impopular, aqueles cristãos comprometidos compartilhavam seus recursos. Eles apoiavam uns aos outros e colocavam de lado suas ambições pessoais. Suas atitudes altruístas e generosidade de espírito os prepararam para receber a plenitude do poder do Espírito Santo para testemunhar.”

“É importante notar que somente depois que os discípulos entraram em união perfeita, quando não mais contendiam pelas posições mais elevadas, o Espírito Santo foi derramado. Estavam unânimes. Todas as divergências haviam sido postas de lado” (Ellen G. White, Conselhos Para a Igreja, p. 98).

“Por que o cumprimento da oração de Jesus em João 17 é tão importante para a igreja? O que o desejo de Jesus em relação à unidade da igreja do primeiro século revela sobre Seu desejo para nossa igreja hoje?”

Domingo, 11 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A unidade: o vínculo do reavivamento

Lições da Bíblia.

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef 4:1-3).

“Unidade é um ingrediente essencial do reavivamento. Conflito, divisão e contenda não criam um ambiente propício para o reavivamento. No Pentecostes, o Espírito Santo foi derramado sobre uma igreja que se havia unido na missão dada por Cristo. Suas diferenças foram subordinadas ao chamado supremo para a missão. Diante da comissão de alcançar os perdidos com o evangelho, os primeiros seguidores de Cristo pararam de lutar pela supremacia. Se estivessem ocupados na luta pelo poder, a obra teria sido impedida desde o início. Em vez disso, convencidos pelo Espírito Santo a morrer para o eu, eles estavam unidos em propósito e missão.”

“Em resumo, onde não existe unidade, não pode haver reavivamento. Onde reinam o ciúme, a inveja e a competição pela supremacia, o poder o Espírito Santo é detido. Por isso, é muito importante aprender a quebrar as barreiras que nos separam, para que entremos na unidade que Cristo busca para Sua Igreja.”

Sábado, 10 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“A confissão não será aceitável a Deus sem sincero arrependimento e reforma. É preciso haver decisivas mudanças na vida. Tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Esse será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer é apresentada claramente: ‘Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas’ (Is 1:16, 17, RC). ‘Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá’” (Ez 33:15, RC; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 39).

Perguntas para reflexão

“1. Que lição fundamental sobre o perdão podemos aprender com o perdão oferecido por Jesus aos que O pregaram na cruz? O que isso nos diz sobre nós e nossos ofensores?”

“2. A confissão do pecado tem sido uma bênção para você? De que forma ela o ajudou no relacionamento com o Senhor e com outras pessoas?”

“3. Embora necessitemos confessar nossas faltas às pessoas a quem ofendemos, que cuidado devemos ter para não dizer mais do que é conveniente?”

“4. O verdadeiro arrependimento inclui abandono do pecado. No entanto, o que acontece se caímos novamente em um pecado contra o qual estamos lutando? Quer dizer que nosso arrependimento não foi sincero e que não podemos ser perdoados mais uma vez acerca desse pecado? Se isso fosse verdade, que esperança teríamos? Como devemos entender a natureza do arrependimento bíblico, tendo em mente a realidade de nossa natureza pecaminosa?”

“5. Por que o arrependimento é um componente vital na questão do reavivamento e reforma? Como os termos reavivamento e reforma contêm a ideia de que precisamos do arrependimento?”

Sexta-feira, 09 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Poder de cura da confissão

Lições da Bíblia.

“A confissão perfura a ferida da culpa e permite que o pus venenoso do pecado seja drenado. A confissão é curativa. Ela abre nosso coração para receber a graça de Deus. Por meio da confissão aceitamos o perdão que Cristo nos oferece livremente a partir da cruz. A confissão também quebra as barreiras entre nós e as outras pessoas. Ela cura os relacionamentos.”

“6. Leia o Salmo 32:1-8. O que isso nos ensina sobre confissão e arrependimento?” “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão. Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento. Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.” (Salmos 32:1-8 RA). “Arrependimento sincero traz perdão e perdão traz felicidade. Falta de confissão traz sofrimento físico e emocional. Ao orarmos, Deus nos protege em meio às crises e nos guia.”

“7. Leia Atos 24:16. O apóstolo Paulo se esforçou para ter uma ‘consciência pura diante de Deus e dos homens’. O que isso significa?” “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” (Atos 24:16 RA). “Consciência pura é a certeza de que Deus já nos livrou da culpa e das ofensas em relação a Ele e aos semelhantes, e de que somos fiéis ao Senhor.”

“A culpa é boa ou ruim? Depende. Se o Espírito Santo nos convence do pecado e a culpa do pecado nos leva a Jesus, a culpa é boa. Se já confessamos o pecado e continuamos nos sentindo culpados, a culpa pode se tornar destrutiva. ‘Esse sentimento de culpa tem que ser deposto ao pé da cruz do Calvário. O senso de pecaminosidade envenenou as fontes da vida e da verdadeira felicidade. Jesus diz: ‘Depõe tudo sobre Mim. Eu levarei teu pecado. Darei paz a ti. Não destruas por mais tempo teu respeito próprio, pois Eu te comprei com o preço do Meu próprio sangue. Tu és Meu. Tua vontade enfraquecida Eu a fortalecerei; teu remorso pelo pecado Eu removerei’ (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 451). A resposta para a culpa é Jesus. Sua graça elimina a culpa destrutiva que o pecado impõe sobre nós.”

“Há momentos em que podemos confessar os pecados e ainda nos sentirmos culpados. Por quê? Uma razão pode ser que o diabo esteja tentando roubar nossa certeza do perdão e da salvação que temos em Jesus. Em segundo lugar, o Espírito Santo pode estar apontando algo entre nós e outra pessoa. Se ofendemos alguém, nossa consciência perturbada será aliviada quando confessarmos o erro à pessoa a quem ferimos.”

“Como a culpa afetou seu relacionamento com o Senhor e com as pessoas? O que você pode fazer para ajudar a suavizar seu fardo de culpa? Mesmo que você tenha errado e a culpa seja, em certo sentido, justificada, que promessas bíblicas você pode suplicar para ajudá-lo a seguir em frente?”

Quinta-feira, 08 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Verdadeiro e falso arrependimento contrastados

Lições da Bíblia.

“Na Bíblia, há alguns exemplos de pessoas que buscaram o arrependimento, mas não foram perdoadas por Deus. Elas choraram, ficaram tristes, confessaram seu pecado, mas não foram perdoadas.”

“5. Leia os relatos acerca de Faraó, Balaão, Esaú e Judas. Que traço comum você vê em cada uma dessas histórias no que diz respeito ao arrependimento e confissão?” “Aconteceu que, à meia-noite, feriu o SENHOR todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se assentava no seu trono, até ao primogênito do cativo que estava na enxovia, e todos os primogênitos dos animais. Levantou-se Faraó de noite, ele, todos os seus oficiais e todos os egípcios; e fez-se grande clamor no Egito, pois não havia casa em que não houvesse morto. Então, naquela mesma noite, Faraó chamou a Moisés e a Arão e lhes disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; ide, servi ao SENHOR, como tendes dito. Levai também convosco vossas ovelhas e vosso gado, como tendes dito; ide-vos embora e abençoai-me também a mim.” (Êxodo 12:29-32 RA); “Então, o Anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a jumenta? Eis que eu saí como teu adversário, porque o teu caminho é perverso diante de mim; a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; na verdade, eu, agora, te haveria matado e a ela deixaria com vida. Então, Balaão disse ao Anjo do SENHOR: Pequei, porque não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei. Tornou o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente aquilo que eu te disser, isso falarás. Assim, Balaão se foi com os príncipes de Balaque.” (Números 22:32-35 RA); “Pois sabeis também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado.” (Hebreus 12:17 RA); “Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo.” (Mateus 27:4 RA). “Eles foram forçados a reconhecer a desvantagem da rebelião contra Deus. Ficaram tristes por causa das consequências do pecado, mas não se arrependeram do seu mau caminho.”

“Uma expressão de Hebreus 12:17 resume muito bem a questão. Falando de Esaú, a passagem diz que, ‘querendo herdar a bênção’ ele se entristeceu. Como Faraó, Balaão e Judas, o coração de Esaú não foi quebrantado por causa da dor que seu pecado havia trazido à sua família ou ao coração de Deus. Sua preocupação era com o direito de primogenitura que havia perdido. Ele ficou triste porque não tinha recebido o que acreditava ser seu por direito. Seus motivos não eram puros. Sua tristeza foi por si mesmo. O falso arrependimento focaliza as consequências do pecado e não o próprio pecado.”

“A lei da semeadura e colheita é divina. É verdade que o pecado traz consequências terríveis, mas o arrependimento não se concentra nos resultados negativos do pecado. Em vez disso, a preocupação está na desonra e tristeza causadas a Deus.”

“O verdadeiro arrependimento se caracteriza por, pelo menos, três coisas: Primeira, tristeza porque o pecado fere o coração de Deus. Ficamos tristes porque ferimos Aquele que tanto nos ama. Segunda, honesta confissão do pecado cometido. O verdadeiro arrependimento não está associado a desculpas para nosso comportamento. Não culpamos outra pessoa. Assumimos a responsabilidade pelas nossas ações. Terceira, o verdadeiro arrependimento inclui a decisão de se afastar do pecado. Não pode haver arrependimento genuíno a menos que haja uma reforma correspondente na vida. O falso arrependimento, por outro lado, focaliza a própria pessoa. A preocupação está nas consequências do pecado. É um estado emocional de tristeza porque o pecado traz consequências negativas. Inventamos desculpas e colocamos a culpa em outra pessoa. Não ficamos preocupados com a mudança de comportamento, a menos que a mudança traga recompensas.”

Quarta-feira, 07 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Verdadeiro arrependimento e confissão

Lições da Bíblia.

“4. Que princípios aprendemos na Bíblia a respeito da natureza do verdadeiro arrependimento e confissão?” “Será, pois, que, sendo culpado numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.” (Levítico 5:5 RA); “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9 RA); “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” (Isaías 1:16-18 RA); “Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.” (Atos 26:19-20 RA). “Devemos confessar pecados específicos. Quando confessamos, Deus perdoa e purifica. Os atos injustos são corrigidos e praticamos obras dignas de arrependimento. Anunciamos o evangelho de Cristo.”

“Arrependimento genuíno é sempre acompanhado pela confissão de pecados específicos. O Espírito Santo não produz vagos sentimentos de culpa. Ele nos convence de falhas específicas.”

“A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de tal natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente. Podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas, ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais vocês são culpados” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 38).

“O objetivo do poder de convicção do Espírito Santo é revelar nossa necessidade da graça salvadora de Cristo. O arrependimento não faz com que Deus nos ame mais, mas nos permite apreciar mais Seu amor. A confissão não nos torna merecedores do perdão de Deus, mas nos permite receber o perdão originado em Sua misericórdia. Deus não nos ama mais quando nos arrependemos nem nos ama menos quando não nos arrependemos. Seu amor por nós é constante. A única variável é nossa resposta à ação do Espírito Santo em nossa vida.”

“A verdade é que nosso coração é impedido de receber as abundantes bênçãos que Deus tem para nós enquanto nossas artérias espirituais estão entupidas com a sujeira do pecado. O pecado nos torna insensíveis aos apelos do Espírito Santo e dificulta nossa resposta a Ele. O arrependimento e a confissão abrem os canais entupidos do nosso coração para que sejamos cheios da presença e do poder do Espírito Santo.”

“Por mais que desejemos o perdão é preciso lembrar que essa é uma via de mão dupla, isto é, somos perdoados e devemos perdoar. A quem hoje precisamos perdoar? Por que é tão importante que perdoemos?”

Terça-feira, 06 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF