Vocês receberam de graça, deem de graça

Lições da Bíblia1:

Assim como o servo jamais conseguiria quitar sua dívida (Mt 18:21-35), nós também nunca seríamos capazes de pagar a Deus, conquistando ou merecendo o Seu amor (Rm 5:8). O amor de Deus é incrível (1Jo 3:1).

No entanto, o que podemos e devemos fazer é refletir o máximo possível o amor de Deus aos outros. Se recebemos grande compaixão e perdão, quanto mais deveríamos conceder compaixão e perdão aos outros? Lembre-se de que o servo perdeu o acesso à compaixão e ao perdão de seu senhor porque não os concedeu ao seu conservo. Se amamos a Deus, não deixaremos de refletir Seu amor aos outros.

6. Qual é a ligação entre o amor de Deus, o nosso amor por Ele e o amor pelos outros? Jo 15:12; 1Jo 3:16; 4:7-12

Jo 15:12 (NAA)2: “O meu mandamento é este: que vocês amem uns aos outros, assim como eu os amei.

1Jo 3:16 (NAA)2: “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; portanto, também nós devemos dar a nossa vida pelos irmãos.”

1Jo 4:7-12 (NAA)2: “7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Quem não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus nos amou de tal maneira, nós também devemos amar uns aos outros. 12 Nunca ninguém viu Deus. Se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.

Logo depois de João 15:12, Jesus disse aos discípulos: “Vocês são Meus amigos se fazem o que Eu lhes ordeno” (Jo 15:14). E o que Ele lhes ordenou? Entre outras coisas, Jesus os instruiu (assim como a nós) a amar os outros como Ele nos amou. Nesse e em outros textos, o Senhor nos ordena a amar a Deus e uns aos outros.

Em resumo, devemos reconhecer que recebemos o perdão de uma dívida infinita, que jamais conseguiríamos quitar, que foi paga na cruz por nós. Portanto, devemos amar e louvar a Deus e transmitir amor e graça aos outros. Aquele a quem muito é perdoado ama muito, mas “aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama” (Lc 7:47). E quantos de nós falhamos em perceber o quanto fomos perdoados?

Se amar a Deus implica amar os outros, devemos compartilhar com urgência a mensagem do amor de Deus, tanto em palavras quanto em atos. Devemos ajudar as pessoas na vida diária delas, aqui e agora, e também sermos canais do amor de Deus, conduzindo as pessoas para Aquele que lhes oferece a promessa de vida eterna em um novo céu e uma nova Terra – uma criação inteiramente diferente deste mundo que está profundamente marcado e devastado pelo pecado e pela morte, ambos frutos dolorosos da rejeição do amor de Deus.

Que ações você pode realizar para amar a Deus amando os outros, mostrando às pessoas o amor de Deus e convidando-as a desfrutar a promessa da vida eterna?

Quinta-feira, 09 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O anor e a justiça de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 519, jan. fev. mar. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Misericórdia perdida

Lições da Bíblia1:

O amor de Deus é eterno e sempre imerecido. No entanto, podemos aceitá-lo ou rejeitá-lo, mas isso ocorre apenas porque Deus nos ama voluntariamente, com Seu amor perfeito e eterno, antes mesmo de fazermos qualquer coisa (Jr 31:3). Nosso amor por Deus é uma resposta ao que já recebemos, mesmo antes de pedirmos.

5. Leia 1 João 4:7-20, com ênfase nos versículos 7 e 19. O que esse texto nos diz sobre a prioridade do amor de Deus?

1 João 4:7-20 (NAA)2: “7 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Quem não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. 9 Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, se Deus nos amou de tal maneira, nós também devemos amar uns aos outros. 12 Nunca ninguém viu Deus. Se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. 13 Nisto conhecemos que permanecemos nele e que ele permanece em nós: pelo fato de nos ter dado do seu Espírito. 14 E nós temos visto e damos testemunho de que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15 Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele permanece em Deus. 16 E nós conhecemos o amor e cremos neste amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele. 17 Nisto o amor é aperfeiçoado em nós, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança; pois, assim como ele é, também nós somos neste mundo. 18 No amor não existe medo; pelo contrário, o perfeito amor lança fora o medo. Porque o medo envolve castigo, e quem teme não é aperfeiçoado no amor. 19 Nós amamos porque ele nos amou primeiro. 20 Se alguém disser: “Amo a Deus”, mas odiar o seu irmão, esse é mentiroso. Pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. 21 E o mandamento que dele temos é este: quem ama a Deus, que ame também o seu irmão.”

O amor de Deus sempre vem em primeiro lugar. Se Ele não nos amasse primeiro, não poderíamos amá-Lo em retorno. Embora Deus nos tenha criado com a capacidade de amar e ser amados, Ele próprio é a base e a fonte do amor. No entanto, temos a escolha de aceitar esse amor e, em seguida, refleti-lo na vida. Essa verdade é exemplificada na parábola do servo que não queria perdoar (Mt 18:23-35).

Na parábola, era impossível o servo pagar o que devia. Ele devia ao senhor dez mil talentos. Um talento equivalia a cerca de seis mil denários. E um denário era o que um trabalhador recebia por um dia de trabalho (Mt 20:2). Um trabalhador levaria seis mil dias para ganhar um talento. Descontando os dias de folga, ele conseguiria trabalhar 300 dias por ano e, assim, ganhar 300 denários. Levaria cerca de 20 anos para pagar um talento, que consistia em seis mil denários (seis mil dividido por 300 é igual a 20). Para juntar dez mil talentos, então, um trabalhador médio teria que trabalhar 200 mil anos. Em resumo, o servo jamais conseguiria pagar a dívida. Mesmo assim, o senhor sentiu compaixão do servo e perdoou generosamente a sua enorme dívida.

Porém, quando o servo perdoado se recusou a perdoar a dívida muito menor de 100 denários de um de seus conservos e o lançou na prisão por causa da dívida, o senhor ficou indignado e anulou seu perdão. O servo perdeu o acesso ao amor e ao perdão de seu senhor. Embora a compaixão e a misericórdia de Deus jamais se esgotem, podemos rejeitar e até mesmo perder o acesso aos benefícios dessas dádivas.

Já pensou em tudo aquilo que Deus já lhe perdoou e no custo do perdão? O que isso deve lhe ensinar sobre perdoar os outros?

Quarta-feira, 08 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O anor e a justiça de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 519, jan. fev. mar. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Relacionamento condicional

Lições da Bíblia1:

Deus convida cada pessoa a desenvolver um relacionamento de profundo amor com Ele (Mt 22:1-14). Responder a esse convite de modo adequado envolve obedecer ao mandamento de amar a Deus e aos outros (Mt 22:37-39). Para desfrutar os benefícios desse relacionamento com Deus, precisamos aceitar voluntariamente Seu amor.

4. É possível rejeitar o amor de Deus e até mesmo perder o acesso aos benefícios desse amor? Os 9:15; Jr 16:5; Rm 11:22; Jd 21

Os 9:15 (NAA)2: “Toda a maldade deles se acha em Gilgal; foi ali que comecei a odiá-los. Por causa da maldade das suas ações, eu os expulsarei da minha casa. Não os amarei mais. Todos os seus príncipes são rebeldes.”

Jr 16:5 (NAA)2: “Porque assim diz o Senhor: Não entre em casa onde há luto, nem vá pranteá-los ou consolar os enlutados. Porque deste povo retirei a minha paz, diz o Senhor, e também a minha bondade e a minha compaixão.

Rm 11:22 (NAA)2: “Considere, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para com você, a bondade de Deus, desde que você permaneça nessa bondade. Do contrário, também você será cortado.

Jd 21 (NAA)2: “mantenham-se no amor de Deus, esperando a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo, que conduz para a vida eterna.”

Os benefícios do relacionamento de amor com Deus estão condicionados à resposta humana ao Seu amor. No entanto, não devemos cometer o erro de pensar que Deus deixa de amar alguém. Seu amor é eterno. É verdade que, em Oseias 9:15, Deus diz a respeito do Seu povo: “Não os amarei mais”. Contudo, é importante lembrar que, no mesmo livro, Ele declara sobre Seu povo: “Eu […] os amarei com generosidade” (Os 14:4, NVI). Portanto, Oseias 9:15 não pode significar que Deus deixa de amar completamente Seu povo. Em vez disso, esse verso deve se referir à condicionalidade de algum aspecto ou benefício específico do relacionamento de amor com Deus. E a nossa resposta ao Seu amor é crucial para a continuidade desse relacionamento.

Jesus disse aos discípulos: “Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado por Meu Pai, e Eu também o amarei e Me manifestarei a ele” (Jo 14:21). E acrescenta: “O próprio Pai os ama, visto que vocês Me amam e creem que Eu vim da parte de Deus” (Jo 16:27).

A manutenção dos benefícios do relacionamento salvífico com Deus depende de aceitarmos Seu amor (o que envolve a disposição de sermos veículos desse amor). Isso não significa que o amor de Deus acaba. Não podemos impedir que o Sol brilhe, mas podemos evitar os seus raios. Não podemos deter o amor eterno de Deus, mas podemos, em última instância, rejeitar um relacionamento com Ele e, assim, desligar-nos daquilo que Deus oferece, especialmente a promessa da vida eterna.

Terça-feira, 07 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O e terno amor de Deus

Lições da Bíblia1:

As Escrituras são claras: Deus ama a todos. O verso mais conhecido da Bíblia, João 3:16, ensina essa verdade: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

1. Leia Salmo 33:5; 145:9. O que esses versículos ensinam sobre até onde a bondade e a misericórdia de Deus alcançam?

Salmo 33:5 (NAA)2: “Ele ama a justiça e o direito; a terra está cheia da bondade do Senhor.

Salmo 145:9 (NAA)2: “O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias permeiam todas as suas obras.”

Algumas pessoas podem achar que não são dignas de amor, ou que Deus pode amar a todos, menos a elas. No entanto, a Bíblia ensina repetidas vezes que cada pessoa é amada por Deus. Não há ninguém a quem Ele não ame. E, pelo fato de amar a todos, Deus também deseja que todos sejam salvos.

2. Leia 2 Pedro 3:9; 1 Timóteo 2:4; Ezequiel 33:11. O que esses textos ensinam sobre o desejo de Deus de salvar todas as pessoas?

2 Pedro 3:9 (NAA)2: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a julguem demorada. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.”

1 Timóteo 2:4 (NAA)2: “que deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.”

Ezequiel 33:11 (NAA)2: “Diga-lhes: Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertam-se! Convertam-se dos seus maus caminhos! Por que vocês haveriam de morrer, ó casa de Israel?”

O verso que vem depois de João 3:16 diz: “Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo 3:17). Se dependesse unicamente de Deus, todos aceitariam Seu amor e seriam salvos. Mas Ele não força Seu amor sobre ninguém. Podemos aceitá-lo ou rejeitá-lo.

E mesmo que muitas pessoas rejeitem esse amor, Deus nunca deixará de amá-las. Em Jeremias 31:3, o Senhor diz ao Seu povo: “Com amor eterno Eu a amei; por isso, com bondade a atraí.” Em outras passagens, a Bíblia ensina repetidamente que o amor de Deus dura para sempre (veja, por exemplo, o Salmo 136). O amor de Deus nunca acaba; é eterno. Isso é algo difícil para nosso entendimento, já que muitas vezes achamos fácil deixar de amar os outros, não é verdade?

No entanto, se nós, como indivíduos, conseguíssemos aprender a experimentar a realidade desse amor, ou seja, conhecer por nós mesmos o amor de Deus, poderíamos viver e tratar os outros de forma bem diferente.

Se Deus ama a todos, isso significa que Ele ama pessoas de caráter questionável, certo? O que isso nos ensina sobre como nos relacionarmos com elas?

Segunda-feira, 06 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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O amor da aliança

Lições da Bíblia1:

Verso para memorizar: “Jesus respondeu: – Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra; e o Meu Pai o amará, e viremos para ele e fare- mos nele morada” (Jo 14:23).

Leituras da semana: 2Pe 3:9; Dt 7:6-9; Rm 11:22; 1Jo 4:7-20; Jo 15:12; 1Jo 3:16

Alguns ensinam que a palavra grega agape se refere ao amor exclusivo de Deus, enquanto outros termos, como phileo, seriam associados a tipos inferiores de amor. Há também quem entenda agape como um amor unilateral, que apenas dá mas nunca recebe nada em troca, sendo um amor independente da resposta humana.

No entanto, uma análise mais atenta do amor divino nas Escrituras revela que essas ideias, embora comuns, estão equivocadas. Primeiramente, o termo grego agape não se refere apenas ao amor de Deus, mas também ao amor humano, às vezes até mesmo ao amor humano mal orientado (2Tm 4:10). Em segundo lugar, nas Escrituras, vários outros termos, além de agape, são empregados para descrever o amor de Deus. Por exemplo, Jesus disse: “O próprio Pai os ama [phileo], visto que vocês Me amam [phileo]” (Jo 16:27). O termo grego phileo é usado para indicar não apenas o amor humano, mas também o amor de Deus pelos seres humanos. Assim, nesse caso, phileo não se refere a um tipo inferior de amor, mas ao próprio amor de Deus.

As Escrituras também ensinam que o amor de Deus não é unilateral, mas profundamente relacional. Faz diferença para o Senhor se os seres humanos refletem ou não Seu amor de volta tanto para Ele quanto para os outros.

Sábado, 04 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Deus ama com generosidade – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Leia, de Ellen G. White, Parábolas de Jesus [CPB, 2022], p. 240-248 (“As dez virgens”).

“A escuridão do falso conceito acerca de Deus é o que está envolvendo o mundo. Os homens estão perdendo o conhecimento de Seu caráter. Este tem sido mal compreendido e mal-interpretado. Neste tempo deve ser proclamada uma mensagem de Deus, uma mensagem de influência iluminadora e capacidade salvadora. O caráter de Deus deve se tornar notório. Deve ser difundida nas trevas do mundo a luz de Sua glória, a luz de Sua benignidade, misericórdia e verdade.

“Essa é a obra esboçada pelo profeta Isaías, nas palavras: ‘[…] Ó Jerusalém, você que anuncia boas-novas, levante a sua voz fortemente! Levante-a, não tenha medo. Diga às cidades de Judá: Eis aí está o seu Deus! Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o Seu braço dominará; eis que o Seu galardão está com Ele […]’ (Is 40:9, 10).

“Os que aguardam a vinda do esposo devem dizer ao povo: ‘Eis aí está o seu Deus!’ (Is 40:9). Os últimos raios da luz misericordiosa, a última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do divino caráter de amor. Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus tem feito por eles” (Parábolas de Jesus, p. 245).

Perguntas para consideração

1. Pior que pensar que Deus não existe seria pensar que Ele nos odeia. Como seria o mundo em que vivemos se Deus nos odiasse?

2. Por que existem tantos conceitos equivocados sobre o caráter de Deus no mundo? Como ajudar as pessoas a compreender melhor o caráter amoroso de Deus?

3. Que mensagem deve ser proclamada sobre o caráter de Deus? Como explicar essa mensagem a alguém que não está familiarizado com o amor de Deus? Quais evidências podem ser apontadas para demonstrar Seu amor e Seu caráter?

4. Falar sobre o amor de Deus é uma coisa; refletir esse amor é outra. Que “atos de santidade” podem manifestar o amor de Deus aos que nos cercam?

Sexta-feira, 03 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Crucificado por nós

Lições da Bíblia1:

Deus convida todos para um relacionamento com Ele, mas apenas os que aceitam livremente o convite desfrutam os resultados eternos. Como vemos na parábola do banquete de casamento, muitos a quem o rei chamou “não quiseram vir” (Mt 22:3).

Então, pouco antes da crucifixão, Cristo lamentou (Mt 23:37), declarando que queria reunir Seus filhos, mas eles não quiseram. O mesmo verbo grego que significa “querer” (thelo) é usado tanto para o desejo de Cristo de salvá-los quanto para a relutância deles em serem salvos (o mesmo termo está presente em Mt 22:3).

Porém, Cristo foi à cruz por eles e por nós. Que amor incrível! Embora a pena para o pecado seja a morte, Jesus pagou o preço e abriu um caminho para restaurar o relacionamento entre o Céu e a Terra. Enquanto isso, Ele continua a nos amar, mesmo que não tenha obrigação de fazê-lo, além de Seu compromisso voluntário.

6. Compare João 10:17, 18 com Gálatas 2:20. Qual é a mensagem que esses textos nos transmitem?

João 10:17, 18 (NAA)2: “17 Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para recebê-la outra vez. 18 Ninguém tira a minha vida; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.”

Gálatas 2:20 (NAA)2: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”

Na manifestação suprema do amor de Deus, a cruz, vemos que Cristo Se entregou por nós de livre vontade. Ele deu Sua vida “espontaneamente” (Jo 10:18). Ninguém a tirou Dele. Cristo a ofereceu voluntariamente, seguindo o plano de redenção estabelecido no Céu antes mesmo da criação do mundo.

“O plano de nossa redenção não foi um pensamento posterior, formulado depois da queda de Adão. Ele foi ‘a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos’ (Rm 16:25). Foi um desdobramento dos princípios que, desde os séculos da eternidade, têm sido o fundamento do trono de Deus. Desde o início, Deus e Cristo sabiam da apostasia de Satanás e da queda do ser humano mediante o poder enganador do apóstata. Deus não determinou a existência do pecado, mas previu-a e tomou providências para enfrentar a terrível situação. Seu amor pelo mundo era tão grande que decidiu entregar ‘Seu Filho unigênito, para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’” (Jo 3:16; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 11).

Quinta-feira, 02 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos

Lições da Bíblia1:

Deus não apenas ama as pessoas por Sua própria vontade, mas também as convida a corresponder ao Seu amor. Ele nos dá a capacidade de escolher se aceitaremos ou rejeitaremos Seu amor. Isso fica claro na parábola sobre o banquete de casamento.

5. Leia Mateus 22:1-14. Qual é o significado dessa parábola?

Mateus 22:1-14 (NAA)2: “1 De novo Jesus lhes falou por parábolas, dizendo: 2 — O Reino dos Céus é semelhante a um rei que preparou uma festa de casamento para seu filho. 3 Enviou os seus servos a chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4 Enviou ainda outros servos, dizendo: ‘Digam aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e animais da engorda já foram abatidos, e tudo está pronto; venham para a festa.’ 5 Mas os convidados não se importaram e se foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio. 6 Outros, agarrando os servos, os maltrataram e mataram. 7 — O rei ficou furioso e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e incendiou a cidade deles. 8 Então disse aos seus servos: ‘A festa está pronta, mas os convidados não eram dignos. 9 Vão, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidem para o banquete todos os que vocês encontrarem.’ 10 E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou cheia de convidados. 11 — Mas, quando o rei entrou para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial 12 e perguntou-lhe: ‘Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial?’ E ele emudeceu. 13 Então o rei ordenou aos serventes: ‘Amarrem os pés e as mãos dele e atirem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.’ 14 Porque muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.”

Na parábola do banquete de casamento, um rei organiza uma festa para seu filho e envia seus servos para “chamar os convidados”, mas eles “não quiseram vir” (Mt 22:2, 3). Depois de várias tentativas, os convidados continuaram ignorando o chamado. Para piorar, prenderam e mataram os servos enviados (Mt 22:4-6).

Depois de ter punido os que mataram alguns de seus servos, o rei disse a outros servos: “A festa está pronta, mas os convidados não eram dignos. Vão, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidem para o banquete todos os que vocês encontrarem” (Mt 22:8, 9). Então, temos o episódio de um homem que se recusou a usar a roupa apropriada para o casamento e foi colocado para fora. Isso indica a necessidade de receber as vestes nupciais oferecidas pelo rei para participar do banquete. Jesus encerrou a parábola com uma frase enigmática, mas altamente significativa: “Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos” (Mt 22:14).

O que essa frase significa? Os que são finalmente “escolhidos”, os “eleitos”, são os que aceitaram o convite para o casamento. Na parábola, o termo traduzido como “chamar” e “convidar” é a palavra grega kaleo (chamar, convidar), e o que determina quem é finalmente “eleito” (eklektos) é se ele aceitou livremente o convite.

Deus chama (ou convida) todos para a festa de casamento. No entanto, cada um de nós pode recusar Seu amor. A liberdade é essencial para o amor. Deus nunca irá impor Seu amor. Infelizmente, podemos rejeitar o relacionamento de amor com Ele.

Os “escolhidos” são os que aceitam o convite. Para os que amam a Deus, Ele preparou coisas mais maravilhosas do que imaginamos. Tudo se resume à questão do amor e da liberdade inerente ao amor.

Você aceitou o convite de casamento e está usando as vestes nupciais?

Quarta-feira, 01 de janeiro de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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