Adoração ao diabo

Lições da Bíblia

“Na versão de Mateus, enquanto a primeira tentação se concentrou no apetite e a segunda na manipulação de Deus, a terceira foi um desafio direto ao próprio Cristo, à Sua realeza e à Sua missão suprema na Terra.”1

“5. Leia Mateus 4:8-10, Deuteronômio 34:1-4 e Apocalipse 21:10. Qual é o significado do ‘monte muito alto’ ao qual Satanás levou Jesus?”1 “8 Depois o Diabo levou Jesus para um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e as suas grandezas 9 e disse: – Eu lhe darei tudo isso se você se ajoelhar e me adorar. 10 Jesus respondeu: – Vá embora, Satanás! As Escrituras Sagradas afirmam: ‘Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a ele.’” (Mateus 4:8-10 ARA)2. “1 Moisés foi das planícies de Moabe até o monte Nebo e subiu ao alto do monte Pisga, na altura de Jericó, que ficava no outro lado do rio. Dali o SENHOR Deus lhe mostrou toda a terra de Canaã, isto é, o território de Gileade até a cidade de Dã, no Norte; 2 o território das tribos de Naftali, Efraim e Manassés do Oeste; o território de Judá até o mar Mediterrâneo, no Oeste; 3 a região sul e a planície que vai de Zoar até Jericó, a cidade das palmeiras. 4 E Deus disse a Moisés: – Eu jurei a Abraão, a Isaque e a Jacó que daria esta terra aos descendentes deles. Estou deixando que você a veja com os seus próprios olhos, mas você não vai entrar nela.” (Deuteronômio 34:1-4 ARA)2. “Então o Espírito de Deus me dominou, e o anjo me levou para uma montanha grande e muito alta. Ele me mostrou Jerusalém, a Cidade Santa, que descia do céu e vinha de Deus,” (Apocalipse 21:10 ARA)2. “Um lugar alto ou uma visão abrangente dos reinos da Terra, que Satanás julgava dominar. Ele prometeu dar tudo a Jesus, em troca de um momento de adoração.1

“A julgar pela maneira com a qual a Bíblia usa o tema de subir ao topo de uma montanha muito alta para contemplar nações, vemos que a viagem de Jesus não foi um passeio turístico. Há uma visão profética ligada a esse cenário. Do topo de uma montanha, Moisés viu a terra prometida como ela viria ser, e João viu a futura Nova Jerusalém. Da mesma forma, Jesus viu mais do que simplesmente os países do antigo mundo romano. Note que Satanás exibiu tudo em seu melhor aspecto. Ele mostrou as riquezas e o glamour, não o crime, o sofrimento e a injustiça.”1

“Satanás disse, então: ‘Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares’ (Mt 4:9). Da mesma forma que enganou Adão e Eva para que desejassem se tornar como Deus, sendo que eles já possuíam a Sua imagem, Satanás fingiu que era Deus, que era o dono exclusivo das nações do mundo e que, em troca de uma pequena homenagem, podia facilmente dar tudo aquilo para Jesus (ver Lc 4:6 [‘e disse: – Eu lhe darei todo este poder e toda esta riqueza, pois tudo isto me foi dado, e posso dar a quem eu quiser.’]2; comparar com Sl 2:7, 8 [‘7 O rei diz: “Anunciarei o que o SENHOR afirmou. O SENHOR me disse: ‘Você é meu filho; hoje eu me tornei seu pai. 8 Peça, e eu lhe darei todas as nações; o mundo inteiro será seu.’]2).”1

“Esse teste se concentrou na lealdade. A quem devia a humanidade dedicar sua suprema lealdade? No Éden, quando Adão e Eva se sujeitaram à serpente, na verdade, estavam dedicando a Satanás sua primeira lealdade, e essa infecção se espalhou intensamente para cada geração sucessiva. Sem a intervenção divina direta, o grande conflito teria sido decidido em favor de Satanás. A humanidade, e talvez até a vida na Terra, não poderiam ter continuado. Os riscos chegaram a esse ponto.”1

“Note que Jesus, como José com a esposa de Potifar, não permitiu que o mal ficasse perto dEle. Jesus ordenou que Satanás se retirasse. Visto que José não podia fazer isso, retirou-se da cena em que havia potencial maligno (Gn 39:11, 12). Essa lição simples se aplica também a nós.”1

“Nas três tentações, Jesus usou a Bíblia como defesa. O que isso significa para nós, na prática? Quando enfrentamos a tentação, como usar a Bíblia para obter as mesmas vitórias?”1

Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Outra tentação

Lições da Bíblia

“Aprimeira tentação é semelhante ao êxodo, mas tem suas raízes na queda. Colocando como prioridade a fidelidade a Deus em vez da condescendência com o apetite, Jesus recuperou o terreno que Adão perdeu junto à árvore do conhecimento. Contudo, para transpor completamente o abismo ao qual a raça humana tinha descido desde o tempo de Adão, Jesus teve que Se sujeitar a mais duas tentações.”1

“De acordo com Mateus, na segunda tentação Satanás levou Jesus ao ponto mais alto do templo, provavelmente o canto sudeste, que dava para um despenhadeiro. Novamente veio a declaração provocante: ‘Se Tu és o Filho de Deus’, o que mostrou que o tentador não era amigo de Jesus coisa nenhuma.”1

“4. O que Satanás estava tentando sugerir ali? Se Jesus tivesse pulado, isso provaria alguma coisa? Mt 4:5-71 “5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.” (Mateus 4:5-7 ARA)2. “Usando as Escrituras, Satanás tentou Jesus a abusar do poder divino para ostentação pessoal, o que seria uma atitude presunçosa.1

“Jesus não estava interessado em uma encenação teatral barata. Sua fé em Deus era genuína; não era algo planejado para impressionar a outros. A completa confiança de Jesus em Seu Pai se manifestou no ato de deixar o Céu e Se tornar humano, sofrendo o ultraje, a difamação, a humilhação pública e a injustiça de Sua morte (Fp 2:5-8). Esse era Seu destino, e Cristo estava plenamente preparado para ele. Sua missão era recuperar o mundo que Adão e seus descendentes haviam perdido. Em Jesus deviam ser cumpridas todas as promessas da aliança, e o mundo teria uma oportunidade de salvação.”1

“Novamente Jesus respondeu com a expressão ‘Está escrito’, citando Deuteronômio e ligando Sua experiência ao êxodo: ‘Não tentarás o Senhor, teu Deus, como O tentaste em Massá’ (Dt 6:16). Massá foi o local em que os israelitas se queixaram amargamente da falta de água, e Moisés feriu a rocha para obtê-la. Ao avaliar aquela experiência, Moisés declarou que as pessoas ‘tentaram ao Senhor, dizendo: Está o Senhor no meio de nós ou não?’ (Êx 17:7). Obviamente, Jesus tinha sabedoria e não caiu no engano, embora dessa vez o diabo tivesse lançado de volta para Ele a expressão ‘Está escrito’ (Mt 4:4, 6).”1

“Nem sempre é fácil ver a linha divisória entre confiar nos milagres de Deus e ser presunçosos a respeito do que esperamos do Senhor quando oramos. Como você aprendeu a distinguir uma coisa da outra?”1

Quarta-feira, 03 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Transformar pedras em pães

Lições da Bíblia

“3. Leia Mateus 4:1-3. O que aconteceu e por quê? Como vemos o grande conflito se desenrolando ali?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mateus 4:1-4 ARA)2. “Jesus foi tentado por Satanás para Se afastar da missão, usar Seu poder para satisfazer Seu apetite, desobedecer ao Pai, duvidar de Sua divindade e Se tornar independente do Pai. Jesus venceu no mesmo ponto em que Adão e Eva foram derrotados. Por isso, nos oferece Sua vitória.1

“‘Quando Jesus foi levado ao deserto para ser tentado, foi guiado pelo Espírito de Deus. Não convidou a tentação. Foi para o deserto para estar sozinho, a fim de considerar Sua missão e obra. Por jejum e oração devia Se fortalecer para a vereda sangrenta que iria trilhar. Mas Satanás sabia que Jesus tinha ido para o deserto, e julgou que essa fosse a melhor ocasião para se aproximar dEle’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 114).”1

“Há paralelos dramáticos entre o relato das tentações de Jesus e a experiência dos israelitas em suas peregrinações durante o êxodo. Depois de passar pelas águas, Jesus foi para o deserto, onde não comeu nada e foi provado durante 40 dias. Da mesma forma, os israelitas passaram pelas águas (o Mar Vermelho), entraram no deserto onde não tinham pão e permaneceram ali durante 40 anos. Note como isso é descrito em Deuteronômio 8:2, 3: ‘E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os Seus mandamentos ou não. E te humilhou, e te deixou ter fome’.”1

“O relato dos evangelhos diz que, após 40 dias, Jesus teve fome (Mt 4:2). Então apareceu alguém com um conselho ‘útil’, mais ou menos como os consoladores de Jó. Essa não foi a primeira vez que Satanás foi mostrado como tendo vindo ‘ajudar’ alguém em crise. O capítulo 3 de Zacarias registra a história do sumo sacerdote Josué na época da reconstrução de Jerusalém, após o exílio babilônico. Enquanto ele estava diante de Deus em visão, alguém apareceu à sua direita. Quem ficava à direita era sempre o amigo de maior confiança, para proteger e guardar a pessoa contra qualquer suposto agressor. Mas o homem de confiança que estava à direita em Zacarias 3 não era outro senão o ‘acusador’, fingindo ser um amigo de confiança.”1

“A mesma coisa aconteceu com Jesus no deserto. Aquele que veio para ‘ajudar’ revelou quem era quando disse: ‘Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães’ (Mt 4:3). Um anjo do Senhor não teria dúvidas sobre a divindade de Cristo.”1

“Note, novamente, como a resposta de Jesus (Mt 4:4) é uma citação ligada ao êxodo. ‘Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem’ (Dt 8:3).”1

“Por mais importante que seja não cair em tentação, não seria mais importante que você tivesse a certeza de que, mesmo sem perceber, não está levando outros à tentação?”1

Terça-feira, 02 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O batismo de Jesus

Lições da Bíblia

“O aparecimento de João Batista deve ter causado alvoroço por toda a região. Ali estava alguém que se parecia com o profeta Elias (Mt 3:4;2Rs 1:8). Ele foi a primeira voz profética que o povo ouviu depois de 400 anos. Deus nunca antes havia ficado em silêncio por tanto tempo. Então Ele estava falando com o povo uma vez mais. Obviamente algo significativo estava para acontecer.”1

“2. Leia Mateus 3:7-12. Por que à sua apresentação do Messias João Batista ligaria temas de juízo, como a ira vindoura (v. 7), o machado posto à raiz das árvores (v. 10), a limpeza completa da eira (v. 12) e a queima da palha em fogo inextinguível (v. 12)?”1 “7 Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? 8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; 9 e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. 10 Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. 11 Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. 12 A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.” (Mateus 3:7-12 ARA)2. “Eles já tinham a concepção (embora distorcida) de que deveriam estar puros para entrar na terra prometida.1

“As pessoas achavam que estavam vivendo nos últimos dias. Viram João vir do deserto e incentivá-las a passar pelo batismo nas águas do Jordão. Isso tinha um pouco de semelhança com um novo êxodo, e era necessário que elas se molhassem (em vez de atravessar o leito seco de um rio) a fim de ser purificadas e estar prontas para a nova terra prometida, sendo que o próprio Messias as levaria à vitória sobre os romanos e, depois, à inauguração do reino eterno de Deus do qual os profetas haviam falado. Pelo menos isso era o que muitas pessoas achavam.”1

“Mas João Batista e Jesus não estavam liderando um movimento político; era um evento salvífico. A explicação dada por Lucas para o que João estava fazendo é uma citação de Isaías, que descreve a maneira pela qual Deus prepararia uma estrada para que os exilados voltassem à terra prometida (Lc 3:3-6). Jeremias explica a razão pela qual se devia preparar essa estrada especial: para que ela fosse acessível aos mais vulneráveis da sociedade, isto é, cegos, coxos, grávidas, mães com bebês, e para que todos os outros que desejassem voltar à terra prometida conseguissem fazê-lo (Jr 31:7-9). Não é de admirar que as pessoas fossem em grande número a João. Foi acesa no coração delas a esperança de que também poderiam estar prontas para o grande dia de Deus, que logo chegaria.”1

“Porém, esse dia veio de uma forma que a maioria delas não esperava, não porque não tivessem sido informadas a respeito disso, mas porque não compreenderam o significado das Escrituras (Lc 24:25-27).”1

“Pessoas fiéis tinham concepções profundamente errôneas a respeito da natureza da primeira vinda do Senhor. Como os fiéis dos últimos dias podem evitar as concepções errôneas a respeito da natureza de Sua segunda vinda?”1

Segunda-feira, 01 de fevereiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Emanuel veio para salvar

Lições da Bíblia

“1. Leia Mateus 1:20-23. Qual é o significado do nome dado a Jesus: Emanuel?”1 “20 Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. 21 Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. 22 Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: 23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).” (Mateus 1:20-23 ARA)2.

“Por que Jesus veio à Terra para estar ‘conosco’?”1

Primeiro, Ele veio para restaurar o domínio que Adão havia perdido (Rm 5:12, 15 [‘12 Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. […] 15 Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.’]2). Captamos um vislumbre do aspecto majestoso de Jesus (Seu domínio) quando Ele inspirou multidões (cinco mil pessoas desejaram torná-Lo rei) e quando as crianças Lhe cantaram hosanas (uma forma de louvor dirigido a alguém que salvaria o povo de seus inimigos). Também vemos Seus poderes sobre a criação, como Sua habilidade de restaurar seres humanos prejudicados e torná-los novamente seres completos (por exemplo, o homem que nasceu cego e a mulher que teve um fluxo de sangue por 12 anos), e Seu poder sobre a natureza, como na ocasião em que Ele acalmou a tempestade e disse ao vento e às ondas que se aquietassem.”1

Segundo, Ele veio para trazer juízo e destruir as obras do diabo (Jo 9:39 [‘Prosseguiu Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.2]; 1 Jo 3:8 [‘Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.2]). Quantas vezes ficamos imaginando por que o mal prospera? Jesus Se referiu à injustiça e nos assegurou que o fim está à vista. Jesus foi reconhecido pelos demônios como Alguém que tinha poder sobre eles. Frequentemente eles gritavam revelando Sua verdadeira identidade, às vezes antes que Jesus estivesse disposto a revelá-la. Ele deu paz aos possessos por demônios e os restaurou à sanidade, quando outras pessoas fugiriam deles com medo.”1

Em terceiro lugar, Jesus veio ao mundo para buscar e salvar os perdidos (Lc 19:10 [‘Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.2]) e para tirar seus pecados (Jo 1:29 [‘No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!2]). Ele Se tornou semelhante a nós para que pudesse ser fiel Sumo Sacerdote e, assim, restituir-nos para Deus (Hb 2:17). ‘Resolver o problema do pecado, salvar os seres humanos do pecado, conceder a eles graça, perdão, justificação, glorificação: tudo isso, desde o início, era o propósito da única aliança, e esse propósito foi cumprido então em Jesus Cristo’ (N. T. Wright, Justification: God’s Plan and Paul’s Vision [Justificação: o plano de Deus e a visão de Paulo]. InterVarsity Press, 25/09/2009, edição Kindle; localizadores 1462-1463).”1

Finalmente, Jesus veio para mostrar como Deus é; para revelar a nós, e ao Universo expectante, qual é Seu verdadeiro caráter (Jo 14:9 [‘Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?2]).1

“De que forma essas razões para a vinda de Cristo podem e devem melhorar sua vida e sua experiência com o Senhor?”1

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 31 e janeiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Vitória no deserto

Lições da Bíblia

O Filho do homem veio buscar e salvar o perdido (Lc 19:10).1

“‘Quando Satanás ouviu que existiria inimizade entre ele e a mulher, e entre sua semente e a semente dela, compreendeu que sua obra de degenerar a natureza humana seria interrompida. […] Contudo, quando o plano da salvação foi mais amplamente manifestado, Satanás se regozijou com seus anjos de que, tendo ocasionado a queda do homem, faria baixar o Filho de Deus de Sua exaltada posição. Declarou que até ali seus planos haviam sido muito bem-sucedidos na Terra e que, quando Cristo tomasse sobre Si a natureza humana, Ele também poderia ser vencido, e dessa maneira poderia ser impedida a redenção da humanidade caída’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 66).”1

“Nesta semana, ao examinar as tentações no deserto, poderemos ver na Bíblia, talvez de modo tão claro como nunca vimos antes, o grande conflito entre Cristo e Satanás, travado abertamente entre eles. Satanás havia afirmado que o mundo era dele, mas Cristo veio para reconquistá-lo. O plano da salvação era fundamental para que Ele reconquistasse o mundo. Tendo falhado em matar Jesus após Seu nascimento, Satanás tentou outro meio para sabotar a redenção da humanidade. É o desenrolar disso que vemos nas tentações no deserto.”

A igreja tem diversos ministérios para alcançar pessoas (Escola Sabatina; clubes de Aventureiros, Desbravadores e Jovens; classes bíblicas e Ação Solidária Adventista). O que você pode fazer por meio desses ministérios?

Assista em vídeo o esboço da lição desta semana.

Sexta-feira, 29 de janeiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

O conflito continua – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“Sem dúvida, conforme estudamos nesta semana, a Palavra de Deus mostra vez após vez a fidelidade de Deus ao Seu povo. Em muitos casos, no tempo em que as coisas estavam acontecendo, essa fidelidade nem sempre era óbvia ou aparente. Nos relatos que examinamos, vimos o princípio e o fim. Alguns dos personagens envolvidos, como Urias, o heteu, não puderam ver. Hoje, estamos tão envolvidos no grande conflito quanto as pessoas que estudamos. E não apenas essas pessoas, mas muitas outras, tão reais quanto as que foram mencionadas no texto, mas que nem sempre viveram para ver as coisas terminarem tão bem. Por isso, especialmente nos momentos difíceis (que ocorrem com tanta frequência), é importante que os cristãos se lembrem das maravilhosas palavras de Paulo: ‘Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas’ (2Co 4:16-18). Nessa passagem, Paulo procurou mostrar algo que vai além das lutas diárias, falhas e fraquezas da humanidade, para que contemplemos a única esperança que torna a vida mais do que uma farsa cruel.”1

Perguntas para reflexão

“1. Que outras promessas bíblicas apontam para nossa suprema esperança? Reúna algumas delas e leia-as em voz alta. Que cenário elas nos apresentam?”1

“2. O que tornou trágica a queda de Davi foi que ele tinha sido abençoado por Deus de modo especial! Apesar de tudo que ele havia recebido, cometeu um grave pecado. Mas, em vez de se concentrar só no lado negativo, pense no aspecto positivo dessa sórdida história: a graça de Deus, concedida a alguém que havia caído a um nível tão baixo. O que isso diz sobre a completa e plena redenção que temos em Jesus? Não importando o que tenhamos feito nem a gravidade da nossa queda, como podemos ter a certeza de que seremos perdoados, se nos arrependermos, como ocorreu com Davi?”1

Sexta-feira, 29 de janeiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Neemias

Lições da Bíblia

“Ahistória de Neemias também ocorreu num tempo em que a nação de Israel já não mais existia como entidade política, mas como remanescente espalhado por terras estrangeiras. Porém Deus, como sempre, seria fiel às Suas promessas da aliança, mesmo que as pessoas tivessem falhado em cumprir sua parte.”1

“5. Leia Neemias 1. Qual é o contexto da oração de Neemias? De que forma ela nos lembra a oração de Daniel 9:4-19? Em ambos os casos, qual é a questão, e como isso se encaixa no grande conflito?”1 “1 As palavras de Neemias, filho de Hacalias. No mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu na cidadela de Susã, 2 veio Hanani, um de meus irmãos, com alguns de Judá; então, lhes perguntei pelos judeus que escaparam e que não foram levados para o exílio e acerca de Jerusalém. 3 Disseram-me: Os restantes, que não foram levados para o exílio e se acham lá na província, estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas. 4 Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me, e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus. 5 E disse: ah! SENHOR, Deus dos céus, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos! 6 Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para acudires à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, os quais temos cometido contra ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado. 7 Temos procedido de todo corruptamente contra ti, não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés, teu servo. 8 Lembra-te da palavra que ordenaste a Moisés, teu servo, dizendo: Se transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; 9 mas, se vos converterdes a mim, e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, então, ainda que os vossos rejeitados estejam pelas extremidades do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome. 10 Estes ainda são teus servos e o teu povo que resgataste com teu grande poder e com tua mão poderosa. 11 Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os teus ouvidos à oração do teu servo e à dos teus servos que se agradam de temer o teu nome; concede que seja bem sucedido hoje o teu servo e dá-lhe mercê perante este homem. Nesse tempo eu era copeiro do rei.” (Neemias 1 ARA)2. “4 Orei ao SENHOR, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; 5 temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; 6 e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, como também a todo o povo da terra. 7 A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha, como hoje se vê; aos homens de Judá, os moradores de Jerusalém, todo o Israel, quer os de perto, quer os de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti. 8 Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti. 9 Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois nos temos rebelado contra ele 10 e não obedecemos à voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu por intermédio de seus servos, os profetas. 11 Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer à tua voz; por isso, a maldição e as imprecações que estão escritas na Lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós, porque temos pecado contra ti. 12 Ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, e fez vir sobre nós grande mal, porquanto nunca, debaixo de todo o céu, aconteceu o que se deu em Jerusalém. 13 Como está escrito na Lei de Moisés, todo este mal nos sobreveio; apesar disso, não temos implorado o favor do SENHOR, nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades e nos aplicarmos à tua verdade. 14 Por isso, o SENHOR cuidou em trazer sobre nós o mal e o fez vir sobre nós; pois justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras que faz, pois não obedecemos à sua voz. 15 Na verdade, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e a ti mesmo adquiriste renome, como hoje se vê, temos pecado e procedido perversamente. 16 Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte, porquanto, por causa dos nossos pecados e por causa das iniqüidades de nossos pais, se tornaram Jerusalém e o teu povo opróbrio para todos os que estão em redor de nós. 17 Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo e as suas súplicas e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o rosto, por amor do Senhor. 18 Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. 19 Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não te retardes, por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. (Daniel 9:4-19 ARA)2. “Neemias orou pedindo perdão pelos pecados do povo exilado. Da mesma forma, Daniel orou suplicando perdão para a nação rebelde. Israel havia se afastado de Deus, mas o Senhor estava pronto a perdoar.1

“Pela graça do rei, foi dada a Neemias permissão para retornar e reconstruir Jerusalém. Quando retornou, Neemias passou os primeiros dias simplesmente observando. Ele tentou examinar a cidade à noite, mas as pilhas de entulho eram tão grandes que ele não conseguiu ir muito longe (Ne 2:14). Então, ele foi para o lado de fora dos muros, com o fim de examiná-los a partir dali (Ne 2:15).”1

“6. Leia Neemias 2:16-18. Como Neemias convenceu os líderes a começar a trabalhar em algo que eles haviam considerado impossível? O que esse líder poderia ensinar à nossa igreja hoje?”1 “16 Não sabiam os magistrados aonde eu fora nem o que fazia, pois até aqui não havia eu declarado coisa alguma, nem aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos magistrados, nem aos mais que faziam a obra. 17 Então, lhes disse: Estais vendo a miséria em que estamos, Jerusalém assolada, e as suas portas, queimadas; vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser opróbrio. 18 E lhes declarei como a boa mão do meu Deus estivera comigo e também as palavras que o rei me falara. Então, disseram: Disponhamo-nos e edifiquemos. E fortaleceram as mãos para a boa obra.” (Neemias 2:6-18 ARA)2. “Ele mostrou como a mão de Deus o havia guiado até ali. Por mais que nossa esperança esteja em ruínas, o Senhor pode reconstruí-la.1

“Embora Neemias, a princípio, não tivesse dito aos líderes por que tinha vindo, algumas pessoas não estavam felizes e fizeram tudo o que podiam para impedir que fosse realizada qualquer obra para melhorar Jerusalém (Ne 2:10, 19, 20). Quando começou a obra de reparo dos muros (Ne 3), esses oficiais estrangeiros ‘[arderam] em ira, e se [indignaram] muito’ (Ne 4:1), além de zombar desses esforços (v. 2, 3). Quando viram que o povo de Deus estava levando a sério o trabalho (v. 6), ficaram irados e planejaram um ataque (v. 7, 8).”1

“Teria sido muito fácil os israelitas recuarem; contudo, apesar de todo tipo de maquinação contra seu trabalho, eles persistiram. Confiando em Deus, Neemias cuidou da reconstrução do muro e deixou as ameaças dos inimigos nas mãos dEle (Ne 6:14, 15).”1

“Todos enfrentamos obstáculos. Como saber quando recuar e quando continuar?”1

Quinta-feira, 28 e janeiro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.