Ídolos da alma

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 19:16-30. Como cristãos do Novo Testamento, de que forma devemos nos identificar com essa história hoje? Que lições podemos tirar dela?”1

“16 E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? 17 Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos. 18 E ele lhe perguntou: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19 honra a teu pai e a tua mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. 20 Replicou-lhe o jovem: Tudo isso tenho observado; que me falta ainda? 21 Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me. 22 Tendo, porém, o jovem ouvido esta palavra, retirou-se triste, por ser dono de muitas propriedades. 23 Então, disse Jesus a seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. 24 E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. 25 Ouvindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram: Sendo assim, quem pode ser salvo? 26 Jesus, fitando neles o olhar, disse-lhes: Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível. 27 Então, lhe falou Pedro: Eis que nós tudo deixamos e te seguimos; que será, pois, de nós? 28 Jesus lhes respondeu: Em verdade vos digo que vós, os que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do Homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. 29 E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna. 30 Porém muitos primeiros serão últimos; e os últimos, primeiros.” (Mateus 19:16-30 ARA).

Como o jovem rico, podemos ter uma vida religiosa respeitável diante dos homens, mas lamentável diante de Jesus. Embora busquemos cumprir a forma da lei, podemos estar longe de praticar a lei em sua essência, que é o amor. Jesus abriu mão de Sua glória para salvar a humanidade, mas o jovem rico não abriu mão de suas riquezas para ajudar pessoas.1

“Embora não seja dita muita coisa específica sobre esse homem, podemos captar alguns pontos evidentes. Ele era rico, um homem de posição (ver Lc 18:18), e aparentemente um seguidor muito escrupuloso da lei de Deus. Podemos ver, também, que ele sentia que estava faltando algo em sua vida. Isso lembra um pouco a história de Martinho Lutero; embora fosse externamente um monge piedoso, em seu íntimo, ele estava insatisfeito com sua vida espiritual e lutava para alcançar a certeza da salvação. Em ambos os casos, os homens sentiam que o grande abismo entre eles e Deus não poderia ser tapado por suas obras exteriores.”1

“‘Esse príncipe tinha em alta conta sua própria justiça. Não pensava, na verdade, que faltasse em qualquer coisa; contudo, não estava de todo satisfeito. Sentia a falta de algo que não possuía. Não poderia Jesus abençoá-lo assim como havia feito às criancinhas, e satisfazer-lhe a necessidade da alma?’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 518).”1

“Algumas pessoas poderiam argumentar que, nessa história, Jesus estava ensinando que recebemos a vida eterna com base em nossas boas obras. Afinal de contas, em Mateus 19:17, Jesus disse: ‘Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.’ Se essa fosse a única passagem sobre o assunto, seria possível usá-la como evidência para provar esse ponto de vista. Mas numerosas outras passagens, especialmente nos escritos de Paulo, nos ensinam que a lei não salva; apenas indica nossa necessidade de salvação (ver Rm 3:28 [‘Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.’]2; Gl 3:21, 22 [‘21 É, porventura, a lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum! Porque, se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei. 22 Mas a Escritura encerrou tudo sob o pecado, para que, mediante a fé em Jesus Cristo, fosse a promessa concedida aos que crêem.’]2; Rm 7:7 [‘Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.’]2). Em vez disso, Jesus devia estar procurando fazer esse homem ver sua grande necessidade de alguma coisa além do que o que ele estava fazendo. Se apenas guardar a lei pudesse dar a salvação, então o homem já a possuía, uma vez que era escrupuloso na observância dela. O evangelho precisa penetrar no coração, ir até os ídolos da alma, e qualquer coisa à qual estejamos nos apegando e que seja um empecilho para nosso relacionamento com Deus precisa ser eliminada. Nesse caso, era o dinheiro. Jesus falou sobre o quanto é difícil um rico ser salvo; contudo, pouco depois desse diálogo, Lucas registrou uma bela história onde exatamente isso acontece (ver Lc 19:1-10 [‘1 Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade. 2 Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos e rico, 3 procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. 4 Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar. 5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. 6 Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. 7 Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. 8 Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. 9 Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. 10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.’]2).”1

“Se você estivesse na posição do jovem rico, e fizesse a Jesus a mesma pergunta, o que você acha que Ele lhe diria? Pense nas implicações de sua resposta.”1

Terça-feira, 24 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A grandeza do perdão

Lições da Bíblia

“Uma das piores consequências da queda é vista nas relações interpessoais. Desde o ato de Adão ao tentar culpar Eva por seu pecado (Gn 3:12) até este momento, aqui na Terra, a humanidade tem sido devastada e degradada pelos conflitos entre as pessoas. Infelizmente, os conflitos não estão apenas no mundo, mas na igreja também.”1

2. Leia Mateus 18:15-35. O que Jesus nos disse nesse texto? Por que muitas vezes não seguimos o que Ele nos disse?1

15 Se teu irmão pecar [contra ti], vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. 16 Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. 17 E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. 18 Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus. 19 Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus. 20 Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. 21 Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? 22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23 Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. 24 E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25 Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. 26 Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. 27 E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida. 28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. 29 Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. 30 Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. 31 Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera. 32 Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; 33 não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? 34 E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. 35 Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.” (Mateus 18:15-35 ARA)2.

Se algum relacionamento foi prejudicado e se fomos feridos por alguém, devemos buscar a restauração e o perdão. Precisamos agir com amor e discrição. Jesus está no meio daqueles que atuam com esse espírito.1

“Vamos admitir: é mais fácil reclamar de alguém pelas costas do que ir diretamente à pessoa e tratar da questão. E é precisamente por esse motivo que não queremos fazê-lo, apesar de o Senhor nos ordenar que o façamos. Mas Jesus nos ensina a ir diretamente à pessoa que nos magoou e tentar restaurar o relacionamento. Se a pessoa não for receptiva, então há instruções adicionais.”1

“‘Onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome, ali estou no meio deles’ (Mt 18:20). Veja o contexto aqui: trata da disciplina e a restauração de outra pessoa. Temos a tendência de aplicar esse verso de maneira mais ampla.”1

“Jesus diz que o Espírito Santo Se faz presente quando um pequeno grupo de pessoas está tentando restaurar um crente. Essa é a bela obra da redenção. E ela começa quando fazemos humildemente a coisa certa e conversamos diretamente com quem nos magoou. Esse ato seria também outro exemplo de grandeza da parte daqueles que o praticam.”1

3. Leia Mateus 18:21-35. Que ideia fundamental Jesus estava apresentando?1

“21 Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? 22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23 Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. 24 E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25 Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. 26 Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. 27 E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida. 28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. 29 Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. 30 Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. 31 Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera. 32 Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; 33 não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? 34 E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. 35 Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.” (Mateus 18:21-35 ARA)2.

“Deus nos perdoa, embora não mereçamos. O perdão que Deus nos ofereceu transforma nosso coração e deve ser compartilhado, embora as pessoas não mereçam. Se não perdoamos, ainda precisamos ser transformados pelo poder do perdão, e ainda não estamos, de fato, perdoados.”1

“Quando Jesus diz que devemos perdoar ‘até setenta vezes sete [vezes]’, o que Ele realmente está dizendo é que nunca devemos deixar de perdoar alguém. Jesus está falando sério a respeito da necessidade de perdão, não só para o benefício dos outros, mas para o nosso próprio. Veja quão forte é a parábola que Ele contou para demonstrar Seu conceito. Podemos ser perdoados por muitas coisas, e é disso que o evangelho trata, isto é, do perdão (ver Êx 32:32 [‘Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste.’]2; At 5:31 [‘Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados.’]2; Cl 1:14 [‘no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.’]), mas se não perdoarmos os outros assim como fomos perdoados por Deus, podemos enfrentar sérias consequências.”1

“Por que é tão importante que meditemos sobre a cruz, sobre o perdão que nos foi dado por causa dela? Se Deus fez isso por nós, porque foi necessário para nos perdoar, como podemos aprender a perdoar os outros, não importando quão impossível esse perdão pareça agora?”1

Segunda-feira, 23 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A grandeza da humildade

Lições da Bíblia

“Quem não deseja grandeza? Isto é, quem não deseja ser grande ou fazer grandes coisas? Esse desejo nem sempre procede do egoísmo, da vaidade ou da arrogância. Pode consistir, simplesmente, em fazer o melhor que se pode em tudo, esperando, talvez, trazer bênçãos a outros (ver também Ec 9:10 ‘Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.’)2.”1

“O problema, contudo, está em se definir ‘grandeza’. Para nossa mente humana caída, é fácil entender esse conceito de maneira muito diferente da compreensão divina.”1

“1. Leia Mateus 18:1-4. De acordo com Jesus, qual é a verdadeira grandeza, e como devemos entendê-la a fim de podermos aplicá-la à nossa vida?”1

“1 Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus? 2 E Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles. 3 E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus. 4 Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.” (Mateus 18:1-4 ARA)2.

“A verdadeira grandeza está na atitude da criança, que é dependente, inocente e humilde. A criança é pequena, faz perguntas porque reconhece que não entende as coisas, e segue as orientações dos adultos. A criança não se preocupa em ser mais importante do que as outras crianças.”1

“Para definir a verdadeira grandeza, Jesus chamou uma criança, colocou-a diante dEle e disse: ‘Aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos Céus’ (v. 4). Jesus não falou nada sobre ser um grande pregador, ou um grande homem de negócios, ou mesmo um grande filantropo. Aos olhos de Deus, a grandeza é o que somos por dentro, não o que somos por fora, embora o nosso interior tenha impacto sobre o que somos exteriormente.”1

“Note que Jesus define a grandeza de forma diferente da maioria das pessoas. Afinal de contas, quem acorda determinado dia e decide que a grandeza desejada na vida é ser tão humilde quanto uma criancinha? Para nós, parece estranho almejar algo assim, mas isso ocorre somente porque estamos contaminados pelos princípios, ideias e conceitos do mundo.”1

“O que significa ser humilde como uma criancinha? Um dos indicadores da humildade é a obediência, é colocar a Palavra de Deus acima da nossa própria vontade. Se você está no caminho errado em sua vida, é porque está em seu próprio caminho. A solução é simples: humilhe-se e volte ao caminho de Deus por meio da obediência à Sua Palavra. Se Adão e Eva tivessem permanecido humildes, não teriam pecado. É interessante considerar que a árvore da vida e a árvore do conhecimento estavam, ambas, localizadas no meio do jardim. Muitas vezes a vida e a destruição não estão longe uma da outra. A diferença é a humildade.”1

“Quais são outras atitudes e ideias que temos por causa de nosso contato com o mundo, apesar de estarem em conflito com a Palavra de Deus? Leve sua resposta para a classe no sábado.”1

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o sitehttp://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 22 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ídolos da alma e outras lições de Jesus

Lições da Bíblia

 

Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos, perguntando: Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?(Mt 18:1).

“Como seres humanos, somos produto do nosso meio, da nossa cultura. Essas coisas moldam grandemente nossos valores, nossas crenças e atitudes. Quer tenha sido criado numa grande área metropolitana ou numa aldeia em que não havia água tratada, não faz diferença: você é, em grande parte, o resultado da cultura e do ambiente em que cresceu. E mesmo que seja capaz de ir para um novo ambiente, aquele em que foi criado deixará sua marca em sua vida até a morte. Infelizmente, a maioria de nossos ambientes e culturas trabalha contra os princípios do reino de Deus. Afinal de contas, este é um mundo caído, e seus valores refletem essa condição caída. O que mais eles refletiriam? É muito difícil vermos isso porque estamos imersos em nossa cultura e em nosso ambiente.”1

“A obra de Deus em nosso coração consiste, entre outras coisas, em nos indicar os valores, a moral e os padrões do Seu reino, que diferem grandemente daqueles nos quais nascemos e fomos criados. Os discípulos tiveram que aprender essas lições, e nós também temos que aprendê-las.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

Continue impactando pessoas com a esperança em Jesus Cristo. Ore e trabalhe em favor das pessoas que receberam o livro Esperança Viva. Organize momentos especiais de oração em sua igreja.

Sábado, 21 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Pedro e a Rocha – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

 

Estudo adicional

“O relato de como Jesus fez com que Pedro tirasse, da boca do primeiro peixe que pescou, a exata quantia de dinheiro de que necessitavam, é uma história extraordinária. Em contraste com os outros tipos de milagres (cura de doentes, restauração da visão aos cegos, ressurreição de mortos, alimentação de famintos), este é de natureza totalmente diferente. Na Bíblia, também temos o machado que flutuou (2Rs 6:2-7) e a porção de lã molhada na terra seca, bem como a porção de lã seca na terra molhada (Jz 6:36-40). Portanto, esse tipo de milagre não é de natureza totalmente desconhecida. Por que Jesus simplesmente não entregou a Pedro o dinheiro e lhe disse que fosse pagar o imposto, em vez realizar um feito tão incrível para resolver um problema relativamente pequeno? O texto não diz. Contudo, como a lição declara, o milagre nos mostra o extraordinário poder de Deus, o que não deveria nos surpreender. O simples fato de existirmos, para não falar da realidade do cosmo visível, é uma fantástica manifestação do poder divino. Se Deus pôde criar essas coisas, uma moeda na boca de um peixe não era nada para Ele. O pensamento de Paulo é significativo: ‘Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!’ (Rm 11:33). O relato de Mateus é apenas mais uma das manifestações dessa verdade.”1

Perguntas para reflexão

A luta de Pedro para submeter sua vontade a Deus é a mesma que enfrentamos. Uma poderosa metáfora dessa batalha pode ser encontrada em Malaquias 1, onde Deus pede aos judeus que levem apenas seus melhores animais para o sacrifício. ‘Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria Eu aceitá-los de suas mãos?’ pergunta o Senhor’ (Ml 1:13, NVI). Por que Deus Se importaria com o tipo de sacrifício que levamos a Ele? Porque deseja que entreguemos a Ele aquilo que mais desejamos manter em nossas mãos. Quais são as coisas às quais você se encontra mais apegado? Como pode entregar essas coisas ao Senhor?

Sexta-feira, 20 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

Jesus e o imposto do templo

Lições da Bíblia

“7. Leia Mateus 17:24-27. O que o acontecimento relatado nesse texto nos diz sobre Jesus?”1

“24 Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas? 25 Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos? 26 Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. 27 Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti.” (Mateus 17:24-27 ARA)2.

Cobradores de impostos perguntaram a Pedro se Jesus não pagava o imposto das duas dracmas. Embora tivesse o direito de isenção do imposto, Jesus fez um milagre e pagou o imposto, para não escandalizá-los.1

“Embora fosse exigido que todos os judeus pagassem o imposto do templo, os sacerdotes, levitas e rabis eram isentos dele. Assim, quando perguntaram se Jesus pagava o imposto, estavam desafiando Seu ministério.”1

“Ellen White escreveu que, naquela ocasião, Pedro perdeu uma oportunidade, de testemunhar sobre a absoluta autoridade de Cristo. ‘Por sua resposta ao coletor, de que Jesus pagaria o tributo, havia sancionado, virtualmente, o falso conceito que os sacerdotes e principais líderes estavam procurando espalhar a Seu respeito. […] Se os sacerdotes e levitas estavam isentos, em virtude de sua ligação com o templo, quanto mais Aquele para quem o templo era a casa de Seu Pai!’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 433, 434).”1

“Podemos aprender muito com a misericordiosa resposta de Jesus a Pedro. Em vez de humilhá-lo, Cristo explicou gentilmente o erro do discípulo. Além disso, Jesus Se adaptou de maneira muito criativa ao curso de ação que Pedro havia seguido. Em vez de simplesmente pagar o imposto, reconhecendo assim que era obrigado a fazê-lo, Cristo obteve o dinheiro para o imposto de outra forma: da boca de um peixe.”1

“Aquele milagre foi incomum; foi a única vez em que Jesus realizou um milagre que, aparentemente, foi para Seu próprio benefício. Mas esse não era o propósito do milagre. O prodígio foi uma demonstração da autoridade que Jesus tinha, não só sobre o templo, mas também sobre toda a criação. Do ponto de vista humano, deve ter sido difícil tentar entender de que maneira Jesus realizou esse milagre. Apesar de todas as coisas que Pedro já tinha visto, você pode imaginar o que ele deve ter pensado quando lançou o anzol, pegou seu primeiro peixe e achou a quantia necessária para pagar o imposto do templo? (Ver Is 40:13-17.)”1

“13 Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? 14 Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento? 15 Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. 16 Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. 17 Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo.” (Isaías 40:13-17 ARA)2.

“Embora não fosse necessário que Jesus e Seus discípulos pagassem o imposto do templo, eles pagaram assim mesmo, para evitar controvérsias desnecessárias. Como reduzir a importância das situações, especialmente no que diz respeito às coisas que não são absolutas, para evitar conflitos desnecessários?”1

Quinta-feira, 19 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Encorajamento do Céu

Lições da Bíblia

“6. Leia Mateus 17:1-9. O que aconteceu no monte, e por que isso foi tão importante para o próprio Jesus e os discípulos?”

“1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. 3 E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. 4 Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. 5 Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. 6 Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. 7 Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! 8 Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus. 9 E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Jesus: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.” (Mateus 17:1-9 ARA).

Jesus foi transfigurado no monte. Moisés e Elias apareceram e conversaram com Ele. A voz de Deus se manifestou. Jesus foi encorajado para a missão que tinha pela frente e os três discípulos que O acompanharam foram fortalecidos em sua fé.1

“Jesus ‘havia vivido na comunhão e no amor do Céu; no mundo que Ele próprio criara, no entanto, encontrava-Se solitário. Então o Céu enviou seus mensageiros a Jesus; não anjos, mas homens que suportaram sofrimentos e tristezas, e estavam aptos a se compadecer do Salvador na prova de Sua existência terrestre. Moisés e Elias foram colaboradores de Cristo. Compartilharam de Seus anseios em torno da salvação dos homens. […] Esses homens, escolhidos de preferência a todos os anjos que rodeiam o trono, tinham vindo conversar com Jesus acerca das cenas de Seu sofrimento, e confortá-Lo com a certeza da compaixão do Céu. A esperança do mundo, a salvação de toda criatura humana, foram o assunto de sua entrevista’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 422, 425).”1

“É interessante que Jesus, o Filho de Deus, em Sua humanidade, precisou de conforto e encorajamento desses homens que haviam, eles mesmos, experimentado sua quota de sofrimento e desânimo. Lucas registrou que eles falaram com Ele a respeito de ‘Sua partida, que Ele estava para cumprir em Jerusalém’ (Lc 9:31). Note a palavra ‘cumprir’, uma evidência adicional de que a morte de Jesus era necessária para a salvação da humanidade. Com tantas coisas em jogo, não é de admirar que o Céu tenha visto a necessidade desse encorajamento, e o tenha enviado.”1

“Além disso, apesar de tudo o que tinham visto e ouvido, Pedro, Tiago e João teriam ainda mais razões para crer. A voz vinda da nuvem certamente iria encorajá-los também, depois que eles vencessem seu medo inicial. É bastante revelador, também, que Mateus tenha dito que Jesus, ‘aproximando-Se deles, tocou-lhes […], dizendo: Erguei-vos e não temais’ (Mt 17:7). Mesmo em meio a tudo o que estava prestes a enfrentar, Jesus confortou e encorajou Seus discípulos.”1

“Não importa quem sejamos, nem quanto nossa fé e entrega sejam fortes, às vezes, precisamos de encorajamento. Você conhece alguém que esteja precisando de motivação? O que você pretende fazer para ajudar essa pessoa?”1

Quarta-feira, 18 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Pedro como Satanás

Lições da Bíblia

4. Leia Mateus 16:21-23. Por que Jesus, repentinamente, foi tão duro com Pedro?

“21 Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia. 22 E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. 23 Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens.” (Mateus 16:21-23 ARA)2.

Porque Pedro tentou afastar Jesus do Seu propósito e de Sua missão de salvar por meio da morte na cruz. Embora pudesse ter boas intenções, devido à compreensão equivocada ou interesses egoístas, Pedro tentou controlar Jesus ou desviá-Lo de Sua obra.”1

“Oproblema de Pedro não foi que ele estivesse tentando proteger Jesus. Ele estava tentando conduzir Jesus. Não estava mais seguindo Jesus; estava dizendo a Ele que o seguisse.”1

“Jesus disse: ‘Para trás de Mim, Satanás!’ (v. 23, NVI) porque, como o próprio inimigo no deserto, Pedro havia se tornado uma ameaça à missão de Cristo.”1

“Marcos 8:33 declara que, durante essa conversa, Jesus Se virou e olhou para Seus discípulos. Ele tinha vindo para salvá-los. Não cairia na tentação de fazer outra coisa, e certamente isso não ocorreria por meio de um de Seus próprios discípulos, não importando suas boas intenções.”1

“Por mais que Pedro tivesse crescido espiritualmente, ainda estava tentando controlar as coisas, inclusive o próprio Jesus. Nesse sentido, Pedro não era tão diferente de outro discípulo, Judas, que tentava controlar Jesus e executar seus próprios planos a respeito daquilo que ele achava que um Messias devia ser. Mas, ao contrário de Judas, Pedro se arrependeu profundamente e se dispôs a ser disciplinado e perdoado.”1

“5. Leia Mateus 16:24-27. O que Jesus queria dizer quando declarou: ‘Quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por Minha causa, a encontrará’ (v. 25, NVI)?”1

“24 Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. 25 Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. 26 Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? 27 Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras.” (Mateus 16:24-27 ARA)2.

Quem quiser viver de acordo com sua própria vontade não tomará a cruz da renúncia nem seguirá Jesus. Preservará a vida terrestre, mas perderá a vida eterna. Porém, quem toma a cruz da renúncia e do serviço, perde a vida de prazeres e ganha a alegria eterna.”1

“A cultura em que vivemos nos diz que devemos seguir nossos sonhos e sacrificar tudo pelo que queremos. Mas Jesus nos diz o oposto. Ele nos convida a renunciar aos nossos sonhos e entregá-los ao Senhor. Pedro e os discípulos estavam gradualmente aprendendo o que é a verdadeira fé, que não deve ser simplesmente uma experiência emocionante de ir em busca do que mais se deseja. A verdadeira fé é a dolorosa experiência de renunciar ao que mais se deseja. Quando você deixa de se apegar aos seus sonhos, está ‘perdendo sua vida’ e, ao mesmo tempo, a está encontrando.”1

“Que coisas você teve que perder para seguir Jesus? Talvez essas coisas parecessem importantes, mas, olhando para trás, como elas se parecem agora?”1

Terça-feira, 17 de maio de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.