A missão da igreja enquanto esperamos

Lições da Bíblia

“3. Leia Tiago 2:14-26. De que maneira esses versos resumem quem somos e por que estamos aqui?”1

“14 Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? 15 Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, 16 e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? 17 Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. 18 Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. 19 Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem. 20 Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? 21 Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? 22 Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, 23 e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. 24 Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. 25 De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? 26 Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tiago 2:14-26 ARA)2.

Somos filhos de Deus, salvos por uma fé eficaz, que atua por amor. A fé se manifesta em obras que revelam o amor de Deus e cumprem a missão de salvar.1

“No estudo de domingo, os discípulos começaram destacando a beleza do edifício do templo. Jesus lhes dirigiu a atenção para as condições da igreja internamente e para sua missão em relação a um mundo que caminhava para o fim. O fato é que a igreja existe porque há uma missão, e não o contrário.”1

“A missão da igreja adventista, expressa no Livro de Praxes da Igreja Adventista do Sétimo Dia (V 04 20), é ‘fazer discípulos de todos os povos, comunicando o evangelho eterno [o evangelho do reino (Mt 24:14)] no contexto das três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12, levando-os a aceitar Jesus como Salvador pessoal e a se unirem à Sua igreja remanescente, discipulando-os para servi-Lo como Senhor e preparando-os para Sua breve volta’. Para que essa missão seja realizada, os métodos sugeridos são pregar, ensinar e curar. No item ‘Curar’, o Livro de Praxes diz: ‘Confirmando os princípios bíblicos do bem-estar da pessoa toda, tornamos a preservação da saúde e a cura dos doentes uma prioridade e, através de nosso ministério em favor dos pobres e oprimidos, cooperamos com o Criador em Sua compassiva obra de restauração.’”1

“O estudo deste trimestre começou com o conceito de que Jesus deseja restaurar Sua imagem na humanidade e capacitar-nos, como Seus seguidores, a ser instrumentos de restauração integral em nossas comunidades. ‘O mundo necessita atualmente daquilo que ele necessitava há mil e novecentos anos: a revelação de Cristo. É preciso uma grande obra de reforma, e é unicamente mediante a graça de Cristo que a obra de restauração física, mental e espiritual se pode efetuar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 143).”1

“Após assistir a um seminário que apresentou o ministério de Jesus como modelo e missão para Sua igreja no fim dos tempos, um membro de igreja fez a seguinte declaração: ‘Em nossa parte do mundo, não somos muito abertos a novas ideias e a novas maneiras de fazer as coisas. Mas o que ouvimos nesta semana a respeito de seguir o método do ministério de Jesus, na verdade não é algo novo. É uma ideia antiga. Só havíamos nos esquecido dela.’”

“‘A fé sem obras é morta.’ Como você descobriu a realidade da íntima associação entre fé e obras? As obras podem aumentar nossa fé?”1

Terça-feira, 20 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Reavivamento e reforma enquanto esperamos

Lições da Bíblia

“2. Leia 2 Pedro 3. Resuma os ensinos desse capítulo a respeito do reavivamento e reforma. Como esses versos se encaixam no assunto que estudamos neste trimestre?”1

“1 Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, 2 para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, 3 tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões 4 e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 5 Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, 6 pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. 7 Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios. 8 Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. 9 Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento. 10 Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. 11 Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, 12 esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. 13 Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. 14 Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis, 15 e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, 16 ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. 17 Vós, pois, amados, prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; 18 antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” (2 Pedro 3 ARA)2.

Em um tempo de zombaria e incredulidade, o estudo da Bíblia relembra e reafirma os ensinos dos profetas e mandamentos do Senhor; as manifestações de juízo do passado sugerem que ocorrerão novas ações divinas. A aparente demora é uma oportunidade para o arrependimento e reforma. Esse é o desejo de Deus para nós, porque Ele quer que todos sejam salvos e deseja nos usar para alcançar outras pessoas. Nossos deveres: ser santos e piedosos, esperando e apressando a vinda de Cristo; estar empenhados para ser achados em paz, sem mácula e irrepreensíveis; ter cuidado com os enganos dos últimos dias; crescer na graça e no conhecimento de Jesus.”1

“Odesejo de Deus é que ‘todos cheguem ao arrependimento’ (2 Pe 3:9). Embora não possamos fazer a obra do Espírito Santo em conduzir as pessoas ao arrependimento, somos chamados a levar-lhes a mensagem de salvação que, se aceitarem, as levará ao arrependimento.”1

“Nós também, como membros da igreja, precisamos ter uma atitude de arrependimento, que é parte do processo de reavivamento e reforma. Reavivamento significa voltar à vida, ser renovado, restaurado. Reforma significa ser remodelado, formado novamente, para ser uma nova criação (2 Co 5:17, NVI). ‘Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação’ (Ellen G. White,Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).”1

“As passagens a respeito de como devemos esperar, mencionadas ontem, ilustram as condições e os resultados do reavivamento e da reforma. Por exemplo, as dez virgens precisavam ser reavivadas, despertadas do sono (Mt 25:1-13). As virgens insensatas precisavam aumentar sua capacidade de receber o Espírito Santo na vida. Quando nos humilhamos, morremos para o eu, oramos com altruísmo, estudamos a Palavra de Deus e a comunicamos aos outros por meio de palavras e atos de amor, aumentamos nossa capacidade para receber a plenitude do Espírito Santo no poder da chuva serôdia. Contudo, é possível estudar a Bíblia por horas e, mesmo assim, continuar sendo uma pessoa egoísta. Poderíamos orar pelo reavivamento e pela chuva serôdia, mas, de modo egoísta, desejá-los apenas para nós. O reavivamento sempre leva a uma preocupação altruísta pelos outros. Quando recebermos a plenitude do Espírito Santo seremos reformados e transformados em discípulos fervorosos, concentrados na missão e no serviço.”1

“Precisamos de reavivamento e de reforma em nossas orações, no estudo da Bíblia e na ênfase em pedir o Espírito Santo na abundância da chuva serôdia. Mas, como igreja, precisamos também de reavivamento e reforma em nossas atitudes e métodos. Precisamos de espiritualidade e de mudança em nossa atitude e em nossos atos para com os ‘pequeninos’. Tudo isso é enfatizado na lição deste trimestre.”1

“Como podemos evitar a indiferença em relação à segunda vinda de Jesus? Isto é, à medida que os anos passam, como podemos manter sempre diante de nós a realidade e a urgência da volta do Senhor?”1

Segunda-feira, 19 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Enquanto esperamos a vinda de Jesus

Lições da Bíblia

“Os discípulos haviam acabado de admirar a gloriosa cena dos raios do sol refletidos do templo. Jesus, desejando dirigir a atenção deles para as realidades que a igreja cristã enfrentaria no futuro próximo e no fim dos tempos, enigmaticamente lhes deu uma dose de realidade ao dizer: ‘Vocês estão vendo tudo isto? […] Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas’ (Mt 24:2, NVI). Surpresos com o comentário dEle, os discípulos perguntaram: ‘Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da Tua vinda e do fim dos tempos?’ (Mt 24:3, NVI). Em Mateus 24:4-31, Jesus mencionou as coisas que aconteceriam no mundo antes de Sua vinda.”1

“Ao revelar os sinais, Jesus advertiu que ainda não seria o fim (Mt 24:6) e que ‘essas coisas [seriam] como as primeiras dores de parto’ (Mt 24:8, NTLH). A resposta direta à pergunta dos discípulos vem no verso 14: ‘E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim’ (Mt 24:14, NVI).”1

“Nesse discurso, os primeiros 35 versos de Mateus 24 nos motivam a levar os sinais a sério, mas Jesus também nos diz como devemos esperar o ‘fim dos tempos’ (Mt 24:3, NVI). Em outras palavras, não devemos ficar apenas sentados esperando que Ele venha, como quando ficamos sentados na parada esperando um ônibus. Não! Temos muita coisa para fazer enquanto esperamos a segunda vinda do Senhor.”1

“1. Leia Mateus 24:36–25:46. Cada uma dessas parábolas fala sobre o que o povo de Deus deve fazer enquanto espera a segunda vinda de Jesus. Em essência, o que o Senhor está dizendo nessas parábolas? Individualmente, e como igreja, estamos seguindo corretamente as instruções do Senhor em cada uma delas?”1

“36 Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. 37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. 40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; 41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. 42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. 43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá. 45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. 47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. 48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, 49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, 50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe 51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes. […] 1 Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. 2 Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes. 3 As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; 4 no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. 5 E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. 6 Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! 7 Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. 8 E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. 9 Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. 10 E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. 11 Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 12 Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora. 14 Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. 15 A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu. 16 O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. 17 Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois. 18 Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor. 19 Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles. 20 Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei. 21 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 22 E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei. 23 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. 24 Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste, 25 receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. 26 Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? 27 Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu. 28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez. 29 Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30 E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. 31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? 38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? 40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.” (Mateus 24:36–25:46 ARA)2.

Mesmo não sabendo quando Jesus voltará, temos sinais da proximidade de Sua vinda e temos orientações para nos prepararmos para esse dia: devemos acreditar na profecia e abandonar o pecado; vigiar para que não sejamos surpreendidos; ser fiéis e prudentes em nosso dever para com o Senhor e os nossos companheiros de missão, evitando a maldade, a negligência e o vício; ter a Palavra e o Espírito no coração; desenvolver os talentos e usá-los para o crescimento do reino de Deus; usar nosso tempo, recursos e energia para suprir as necessidades dos mais pequeninos.1

“Nos textos citados, Jesus começou a exortar Seus discípulos sobre a maneira pela qual Seus verdadeiros seguidores irão esperar Sua volta. Durante esse período os discípulos de Jesus estarão sempre preparados. Enquanto esperam, mostrarão amor, cuidado e respeito uns aos outros; permanecerão vigiando, se prepararão com antecedência e terão responsabilidade para com sua própria condição espiritual. Multiplicarão os recursos que Deus colocou em suas mãos, investirão talentos e dinheiro na causa de Deus, respeitarão o verdadeiro caráter de seu Deus de amor e se importarão com os ‘pequeninos’.”1

Domingo, 18 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Como devemos esperar?

Lições da Bíblia

Nunca lhes falte o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade(Rm 12:11-13, NVI).1

“Por vários anos, antes do terremoto de São Francisco em 1906, as igrejas adventistas de São Francisco e Oakland, na Califórnia, foram ativas. Os membros estavam envolvidos em visitar os doentes e os necessitados. Encontravam lares para os órfãos e trabalho para os desempregados. Atendiam aos doentes e ensinavam a Bíblia de casa em casa. Distribuíam literatura e davam aulas sobre vida saudável. Tinham também uma escola para as crianças no porão do prédio em que ocorriam as reuniões religiosas, na Rua Laguna. Eram mantidos um lar para trabalhadores e uma missão de atendimento médico. Havia uma loja de produtos saudáveis junto com uma lanchonete vegetariana. Faziam trabalho missionário nos navios do porto da localidade, e os pastores realizavam reuniões em grandes salões da cidade.”1

“Ellen G. White chamou essas igrejas de duas ‘colmeias’ e ficou entusiasmada com o trabalho delas (Advent Review and Sabbath Herald, 5 de julho de 1900). Nosso Senhor voltará! A questão importante é: O que estamos fazendo enquanto esperamos? Dessa resposta depende o destino das pessoas.”1

Chegou o momento de realizar o Batismo da Primavera.
Faça uma festa espiritual em sua igreja para celebrar as decisões ao lado de Cristo.

Sábado, 17 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Ministério urbano no tempo do fim – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo adicional

“Um especialista em ministérios urbanos fez um estudo, no índice de periódicos de Ellen G. White, a respeito do conselho dela quanto a se mudar para as cidades ou para fora das cidades. De 107 artigos, 24 davam instruções sobre mudar-se das cidades ou estabelecer instituições fora das cidades. Mas 75 artigos davam instruções específicas para que as pessoas se mudassem para as cidades a fim de alcançá-las. Os outros oito artigos eram neutros. Um historiador da igreja resumiu o conselho de Ellen G. White sobre o trabalho nas cidades, mostrando que, no que diz respeito às instituições, ela advogava que se trabalhasse a partir de centros estabelecidos fora das cidades e, ao tratar do trabalho da igreja local, ela advogava que se trabalhasse dentro das cidades.”1

“Em sua igreja, quais são os planos para alcançar as cidades? Onde sua igreja está localizada, em relação à área metropolitana mais próxima? Nenhuma igreja deve pensar que alcançar as cidades não seja algo relevante para ela. Toda congregação adventista precisa fazer alguma contribuição para esse importantíssimo objetivo missionário. Ignorar as cidades e se concentrar apenas em alcançar áreas que ficam fora das regiões metropolitanas não é uma resposta fiel à missão que Jesus nos deu.”1

“‘Por que não deveriam as famílias que conhecem a verdade presente se estabelecer nessas cidades? […] Haverá leigos que se mudarão para […] as cidades […], para que possam deixar a luz que Deus lhes deu iluminar a outros’ (Ellen G. White, Advent Review and Sabbath Herald, 29 de setembro de 1891).

Pergunta para reflexão:

“1. Imagine como deve ser viver sem esperança, simplesmente achando que existe apenas esta vida, com todas as suas lutas, dificuldades e tristezas, e que depois da morte o ser humano apodrece na sepultura. É nisso que muitos creem, especialmente entre as multidões das grandes cidades. Como podemos aprender a amar essas pessoas e alcançá-las, não importando onde elas vivem?”1

Sexta-feira, 16 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

Alcançando as cidades

Lições da Bíblia

“Ninguém está dizendo que o trabalho missionário e o ministério em favor das pessoas são fáceis. O fato é que não são. Os seres humanos são caídos, corruptos e, de maneira geral, não são naturalmente espirituais. Como Paulo disse a respeito de si mesmo: ‘Bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado’ (Rm 7:14). Se Paulo disse isso, quanto mais aqueles que não conhecem o Senhor e que nunca tiveram uma experiência de transformação de vida com Jesus!”1

“Se já não bastasse nossa natureza caída, as cidades sempre foram conhecidas por sua notória má influência. As pessoas ali enfrentam muitas tentações que o inimigo usa para enredá-las e conservá-las presas ao pecado e ao mundo. Assim, não é de admirar que o esforço missionário voltado especialmente para alcançar as cidades não seja uma tarefa simples; porém, é uma obra que deve ser feita, e nós, como igreja, precisamos fazê-la, a fim de sermos fiéis ao nosso chamado.”1

“5. Qual é a importância do esforço para alcançar pessoas para Deus?”1

2Pe 3:9: “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.2

1Tm 2:4: “o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.2

Nosso esforço é uma demonstração do amor e paciência do Senhor. Ele deseja que todos cheguem à salvação e ao conhecimento da verdade. Podemos ser Seus instrumentos nessa obra!1

“De acordo com a Palavra, a morte de Cristo foi universal. Abrangeu todos os seres humanos desde Adão e Eva, passando por todos os que se seguiram. Isso, é claro, inclui as inumeráveis multidões que moram nos grandes centros metropolitanos do mundo. Elas também precisam ouvir as grandes verdades tão amadas e preciosas para nós.”1

“‘Não há mudança nas mensagens que Deus enviou no passado. O trabalho nas cidades é a obra essencial para este tempo. Quando o trabalho nas cidades for feito como Deus deseja, será posto em ação um poderoso movimento como nunca foi testemunhado’ (Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 304).”1

“O chamado para alcançar as cidades é pessoal. É um chamado para que tenhamos uma experiência mais profunda com Cristo e façamos uma profunda intercessão, bem como um abrangente planejamento e implementação. É construído inteiramente sobre o alicerce do reavivamento e da reforma, pois será realizado apenas pelo poder do Espírito Santo.”1

“Leia Romanos 10:14, 15 [‘14 Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? 15 E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!]2. O que essa passagem diz aos seguidores de Cristo? De que forma o texto se aplica a nós? Como podemos ser mais ativos nos esforços missionários e no ministério na região em que vivemos?”1

Quinta-feira, 15 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Envolvimento pessoal

Lições da Bíblia

“4. Leia João 15:12, 13, Tiago 1:27e Gálatas 6:2. Qual é a importância do envolvimento pessoal nos esforços evangelísticos sérios?”1

“12 O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. 13 Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.” (João 15:12-13 ARA)2.

A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1:27 ARA)2.

Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.” (Gálatas 6:2 ARA)2.

Sem envolvimento pessoal não podemos nos amar uns aos outros e dedicar a vida às pessoas, a exemplo do que Cristo fez. A religião pura e sem mácula leva ao contato com os necessitados e ao serviço em favor deles. A lei de Cristo é que levemos as cargas uns dos outros.1

“Por causa do grande tamanho das populações urbanas, é fácil perder de vista o fato de que a fé é pessoal. É fundamental, quando se procura alcançar as cidades, ou qualquer outro lugar, que as pessoas encontrem um relacionamento pessoal com Cristo. Pesquisas têm mostrado que a grande maioria dos conversos na igreja adventista dizem que se uniram a ela por causa de um relacionamento com um conhecido adventista. Muitas vezes, as amizades, especialmente no caso dos esforços missionários, envolvem a morte para o egoísmo e a disposição para trabalhar pelo bem de outros.”1

“Arar o solo, plantar sementes, cuidar das plantas germinadas até a colheita e preservar a colheita – todas essas coisas funcionam melhor se houver um forte elemento relacional. Precisamos aprender a fazer amizade com as pessoas; precisamos aprender a ouvi-las; precisamos aprender a amá-las. Se esses elementos são essenciais em qualquer esforço missionário, muito mais no ministério urbano, no qual, às vezes, as pessoas podem se sentir desorientadas e esquecidas no meio de uma população vasta e numerosa.”1

“O elemento vital do ministério urbano dos pequenos grupos pode tomar a forma de ‘igreja nas casas’ que existia nos tempos do Novo Testamento (At 2:46), ou pode simplesmente consistir em pequenos grupos dentro de uma congregação mais ampla. Em todas as áreas urbanas ou suburbanas sem a presença da igreja, nas quais habitem três ou mais adventistas, algum tipo de pequeno grupo deve ser organizado e deve começar a funcionar naquela comunidade. (Ver Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 21, 22.)”1

“Essa abordagem é essencial para o ministério urbano por várias razões. Uma delas é o complexo mosaico de grupos culturais, étnicos, linguísticos e socioeconômicos a ser alcançados dentro de centenas de comunidades e subculturas existentes, até mesmo em cidades de médio porte. A menos que haja pequenos grupos voltados para cada um desses segmentos, a missão dada por Cristo não será completada.”1

“O ministério de pequenos grupos também é necessário por causa da dificuldade que enfrentamos para seguir a Jesus na cidade. Há muitas pressões, tentações e encontros com religiões e ideologias alternativas. Alguns simplesmente cedem às pressões e saem da igreja, enquanto outros criam uma couraça para proteger seus sentimentos e se tornam insensíveis às pessoas ao seu redor que precisam de uma representação do amor de Jesus.”1

Quarta-feira, 14 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Semeando e colhendo nas cidades

Lições da Bíblia

“3. Leia Mateus 13:3-9, 18-23. Com base nessa parábola, como devemos ministrar e testemunhar às comunidades que estão à nossa volta, inclusive nas cidades?”1

“3 E de muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear. 4 E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. 5 Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7 Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8 Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. 9 Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça. […] 18 Atendei vós, pois, à parábola do semeador. 19 A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20 O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; 21 mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 22 O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. 23 Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.” ” (Mateus 13:3-9, 18-23 ARA)2.

Devemos semear em todos os tipos de solos. Alguns são mais difíceis que outros, mas podemos trabalhar para que a beira do caminho, o solo rochoso e o solo espinhoso se tornem terra boa. O que fazer? Arar (classe bíblica e amizade cristã), aterrar (comunhão permanente, estudo bíblico profundo, trabalho missionário e amizades significativas) arrancar espinhos (programa intenso de comunhão, seminário sobre fidelidade, saúde, dons espirituais, sábado, finanças para Deus, amizades espirituais), etc.”1

“Embora localizada em um contexto rural, na verdade essa parábola é mais importante no ministério urbano do que em pequenas cidades e áreas rurais, porque as áreas urbanas têm uma variedade maior de ‘solos’. Isso explica por que é mais difícil realizar campanhas evangelísticas em cidades do que em áreas rurais.”1

“Diferentes condições de solo produzem diferentes resultados, o que sugere a necessidade de se estudar as condições dos solos antes de investir em atividades evangelísticas. Após o estudo do ‘solo’ da comunidade, se a igreja descobrir que há pouca terra boa no território dela, devem ser elaborados planos para melhorar esse solo, suavizando os caminhos duros, removendo as pedras e arrancando os espinhos. Isto é, para que o evangelismo tenha sucesso, a igreja precisa trabalhar com antecedência, preparando o solo. Embora não impeça a existência dos solos ruins, com seus efeitos negativos, essa preparação do solo pode fazer grande diferença no grau de eficácia da campanha evangelística.”1

“Em 1 Coríntios 12, Romanos 12 e Efésios 4, a Bíblia ensina sobre os dons espirituais. Ela diz que há múltiplos dons, mas apenas uma missão. A parábola sobre as condições do solo e a semeadura demonstra claramente a necessidade de que muitos dons diferentes sejam incluídos na tarefa de alcançar as cidades. Nas grandes cidades, ‘homens de variados talentos devem ser usados’, escreveu Ellen White. ‘Novos métodos precisam ser introduzidos. O povo de Deus tem que despertar para as necessidades da época em que vive’ (Ellen G. White,Evangelismo, p. 70). Por meio do dom do discernimento divino, ela viu o que é necessário para ser eficiente no ministério urbano. Hoje é ainda mais necessário ter uma grande variedade de abordagens e dons atuando dentro de uma estratégia ampla e multifacetada. Uma única campanha ou um projeto principal não alcançarão muito a longo prazo. A grande escala e a estrutura complexa da cidade simplesmente engole programas assim, e dentro de algumas semanas não há nem vestígio de um impacto. É preciso que mais coisas sejam feitas com antecedência.”1

“Pense naqueles a quem você está tentando testemunhar. Que tipo de solo eles são? O que você pode fazer para ajudar a suavizar esse solo?”1

Terça-feira, 13 de setembro de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÕES da escola sabatina. O papel da igreja na comunidade. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Jul. Ago. Set. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.