Santo, Santo, Santo (Is 6:1-4)

Lições da Bíblia1

Observe Isaías 6:1-4. O rei tinha morrido durante uma grande crise política (os assírios estavam entrando em guerra). Para Isaías, aquele poderia ter sido um momento de medo, em que ele não tivesse certeza de quem estava no controle.

Entretanto, ao ser tomado em visão, Isaías contemplou a glória de Deus em Seu trono, ouviu a antífona dos serafins resplandecentes (“abrasadores”), clamando as palavras “santo, santo, santo”, sentiu o resultante abalo sísmico do chão abaixo dele e olhou através da fumaça rodopiante à medida que ela enchia o templo. Deve ter sido uma experiência impressionante! Com certeza, Isaías agora sabia quem estava no controle, apesar dos eventos externos.

2. Onde estava o Senhor na visão? (Is 6:1.) Por que Ele apareceu a Isaías ali, e não em outro lugar? (Êx 25:8; 40:34-38). Assinale a alternativa correta:

Isaías 6:1 (ARA)2: “No ano da morte do rei Uziasa, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.”

Êxodo 25:8 (ARA)2: “E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles.”

Êxodo 40:34-38 (ARA)2: “34 Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. 35 Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. 36 Quando a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, os filhos de Israel caminhavam avante, em todas as suas jornadas; 37 se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantava. 38 De dia, a nuvem do Senhor repousava sobre o tabernáculo, e, de noite, havia fogo nela, à vista de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.”

A.( ) Ele estava passeando pela Terra, pois esta era Sua criação.
B.( ) Ele estava no alto e sublime trono no templo, em Sua habitação.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

Ezequiel, Daniel e João estavam no exílio quando receberam suas respectivas visões (Ez 1; Dn 7:9, 10; Ap 4; 5). Como Isaías, eles precisaram do consolo e encorajamento de saber que Deus ainda estava no comando, mesmo que seu mundo estivesse desmoronando. Daniel e Ezequiel eram cativos em uma nação pagã que havia destruído sua terra, e João foi exilado em uma ilha deserta por um poder político hostil. Evidentemente, essas visões lhes deram o que eles precisavam para permanecer fiéis, mesmo durante situações de crise.

“Quando Isaías contemplou essa revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus. Que contraste entre a incomparável perfeição de seu Criador e a conduta pecaminosa dos que, como ele, faziam parte do povo escolhido de Israel e Judá!” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 307).

A santidade transcendente de Deus, enfatizada na visão de Isaías, é um aspecto fundamental de sua mensagem. Deus é santo e exige santidade de Seu povo. O Senhor concederia essa santidade ao povo se ele apenas se arrependesse, deixasse seus maus caminhos e se submetesse a Ele em fé e obediência.

Todos já estivemos em situações em que tudo parecia perdido. Mesmo que você não tenha tido uma visão da “glória do Senhor”, a exemplo de Isaías, de que maneira o Senhor sustentou sua fé durante essa crise? Que lição você extraiu dessa experiência?

Segunda-feira, 04 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O rei está morto. Vida longa ao rei!

Lições da Bíblia1

1. Isaías 6:1 fala sobre a morte do rei Uzias. De acordo com 2 Crônicas 26, qual é o significado da morte dele?

Isaías 6:1 (ARA)2: “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo.”

2 Crônicas 26 (ARA)2: “1 Todo o povo de Judá tomou a Uzias, que era de dezesseis anos, e o constituiu rei em lugar de Amazias, seu pai. 2 Ele edificou a Elate e a restituiu a Judá, depois que o rei descansou com seus pais. 3 Uzias tinha dezesseis anos quando começou a reinar e cinquenta e dois anos reinou em Jerusalém. Era o nome de sua mãe Jecolias, de Jerusalém. 4 Ele fez o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Amazias, seu pai. 5 Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar. 6 Saiu e guerreou contra os filisteus e quebrou o muro de Gate, o de Jabné e o de Asdode; e edificou cidades no território de Asdode e entre os filisteus. 7 Deus o ajudou contra os filisteus, e contra os arábios que habitavam em Gur-Baal, e contra os meunitas. 8 Os amonitas deram presentes a Uzias, cujo renome se espalhara até à entrada do Egito, porque se tinha tornado em extremo forte. 9 Também edificou Uzias torres em Jerusalém, à Porta da Esquina, à Porta do Vale e à Porta do Ângulo e as fortificou. 10 Também edificou torres no deserto e cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos vales como nas campinas; tinha lavradores e vinhateiros, nos montes e nos campos férteis, porque era amigo da agricultura. 11 Tinha também Uzias um exército de homens destros nas armas, que saíam à guerra em tropas, segundo o rol feito pelo escrivão Jeiel e Maaseias, oficial, sob a direção de Hananias, um dos príncipes do rei. 12 O número total dos cabeças das famílias, homens valentes, era de dois mil e seiscentos. 13 Debaixo das suas ordens, havia um exército guerreiro de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra com grande poder, para ajudar o rei contra os inimigos. 14 Preparou-lhes Uzias, para todo o exército, escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras. 15 Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte. 16 Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. 17 Porém o sacerdote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do Senhor, homens da maior firmeza; 18 e resistiram ao rei Uzias e lhe disseram: A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante o Senhor, mas aos sacerdotes, filhos de Arão, que são consagrados para este mister; sai do santuário, porque transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do Senhor Deus. 19 Então, Uzias se indignou; tinha o incensário na mão para queimar incenso; indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, a lepra lhe saiu na testa perante os sacerdotes, na Casa do Senhor, junto ao altar do incenso. 20 Então, o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes voltaram-se para ele, e eis que estava leproso na testa, e apressadamente o lançaram fora; até ele mesmo se deu pressa em sair, visto que o Senhor o ferira. 21 Assim, ficou leproso o rei Uzias até ao dia da sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor; e Jotão, seu filho, tinha a seu cargo a casa do rei, julgando o povo da terra. 22 Quanto aos mais atos de Uzias, tanto os primeiros como os últimos, o profeta Isaías, filho de Amoz, os escreveu. 23 Descansou Uzias com seus pais, e, com seus pais, o sepultaram no campo do sepulcro que era dos reis; porque disseram: Ele é leproso. E Jotão, seu filho, reinou em seu lugar.”

Diferentes perspectivas podem ser apresentadas em relação à morte desse rei:

1. Embora o reinado de Uzias tenha sido longo e próspero, “depois que Uzias se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda” (2Cr 26:16, NVI), e ele tentou oferecer incenso no templo. Quando os sacerdotes tentaram impedi-lo, pois ele não tinha autorização para fazer isso, em virtude de não ser descendente de Arão (2Cr 26:18), o rei ficou irado. Naquele momento, o Senhor imediatamente o atingiu com lepra, que ele teve “até ao dia da sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor” (2Cr 26:21). Que ironia Isaías ter tido uma visão do puro, imortal e divino Rei em Sua casa/templo no mesmo ano em que o impuro rei humano havia morrido!

2. Há um contraste marcante entre Uzias e Isaías. Uzias buscou a santidade com presunção, pelo motivo errado (orgulho) e, em vez disso, ­tornou-se ritualmente impuro, de modo que foi separado da santidade. Isaías, por outro lado, permitiu que a santidade de Deus o alcançasse. Admitiu sua fraqueza e ansiava pela pureza moral, o que acabou recebendo (Is 6:5-7). Como o coletor de impostos na parábola de Jesus, ele foi embora justificado: “Porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lc 18:14).

3. Há uma semelhança impressionante entre o corpo leproso de Uzias e a condição moral do povo: “Não há nada são, a não ser feridas, contusões e chagas abertas” (Is 1:6).

4. A morte de Uzias, aproximadamente em 740 a.C., marca uma grande crise na liderança do povo de Deus. A morte de qualquer governante absoluto já torna seu país vulnerável durante uma transição de poder. Mas Judá estava especialmente em perigo, pois Tiglate-Pileser III havia subido ao trono da Assíria alguns anos antes, em 745 a.C., e imediatamente entrou numa campanha militar que fez de sua nação uma superpotência invencível, ameaçando a existência independente de todas as nações do Oriente Próximo. Naquele momento de crise, Deus encorajou Isaías, mostrando ao profeta que Ele ainda estava no controle.

Leia com atenção 2 Crônicas 26:16. De que maneira podemos cair na mesma armadilha? Como a meditação sobre o sacrifício de Jesus na cruz nos protege desse engano?

Domingo, 03 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Crise de liderança

Lições da Bíblia1

“No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de Suas vestes enchiam o templo” (Is 6:1).

Ao ser questionado por um de seus discípulos acerca do que era necessário a um bom governo, Confúcio respondeu: “Comida suficiente, armas suficientes e a confiança do povo”.

“‘Mas’, perguntou o discípulo, ‘imagine que você não tenha escolha senão dispensar um desses três, ao que você renunciaria?’”

“Armas”, disse Confúcio.

O discípulo dele insistiu: “Imagine então que você fosse forçado a dispensar um dos dois que restaram, qual seria sua renúncia?”

Confúcio respondeu: “Comida, pois desde a antiguidade a fome tem sido a sina de todos os homens, mas um povo que não confia mais em seus governantes de fato está perdido” (Editado por Michael P. Green, 1500 Illustrations for Biblical Preaching; Grand Rapids, MI: Baker Books, 1989, p. 215).

As pessoas querem uma liderança forte e confiável. Quando um soldado estava se inscrevendo para um segundo período de serviço militar, o recrutador do exército perguntou por que ele queria se alistar novamente. “Tentei a vida civil”, disse ele, “mas ninguém está no comando ali”.

Nesta semana, examinaremos a crise de liderança de Judá e os tristes resultados que se seguiram.

Sábado, 02 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 

Crise de identidade – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

No contexto de Isaías 1:4, Ellen White escreveu: “O professo povo de Deus havia se separado Dele, perdido a sabedoria e pervertido seu entendimento. Via só o que estava perto, pois tinha se esquecido da purificação de seus pecados de outrora. Movia-se de maneira inquieta e incerta na escuridão, procurando apagar de sua mente a recordação da liberdade, da tranquilidade e da felicidade das quais desfrutava em sua condição anterior.  Mergulhava em todo tipo de loucura presunçosa e imprudente, colocava-se em oposição às providências de Deus e aprofundava a culpa que já tinha sobre si. Dava ouvidos às acusações de Satanás contra o caráter divino e representava a Deus como se Ele fosse destituído de misericórdia e perdão” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 1251, 1252).

Perguntas para consideração

1. Como podemos “nos lavar” (Is 1:16)? O que essa expressão significa? (Veja Fp 2:12, 13 [“12 Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; 13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.”]).

2. Como Jesus adaptou, expandiu e aplicou o cântico sobre a vinha?

(Mt 21:33-45 [“33 Atentai noutra parábola. Havia um homem, dono de casa, que plantou uma vinhah. Cercou-a de uma sebe, construiu nela um lagar, edificou-lhe uma torre e arrendou-a a uns lavradores. Depois, se ausentou do país. 34 Ao tempo da colheita, enviou os seus servos aos lavradores, para receber os frutos que lhe tocavam. 35 E os lavradores, agarrando os servos, espancaram a um, mataram a outro e a outro apedrejaram. 36 Enviou ainda outros servos em maior número; e trataram-nos da mesma sorte. 37 E, por último, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: A meu filho respeitarão. 38 Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança. 39 E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram. 40 Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? 41 Responderam-lhe: Fará perecer horrivelmente a estes malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe remetam os frutos nos seus devidos tempos. 42 Perguntou-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos? 43 Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. 44 Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. 45 Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas, entenderam que era a respeito deles que Jesus falava;”]2;

Mc 12:1-12 [“1 Depois, entrou Jesus a falar-lhes por parábola: Um homem plantou uma vinha, cercou-a de uma sebe, construiu um lagar, edificou uma torre, arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se do país. 2 No tempo da colheita, enviou um servo aos lavradores para que recebesse deles dos frutos da vinha; 3 eles, porém, o agarraram, espancaram e o despacharam vazio. 4 De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram. 5 Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros. 6 Restava-lhe ainda um, seu filho amado; a este lhes enviou, por fim, dizendo: Respeitarão a meu filho. 7 Mas os tais lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; ora, vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. 8 E, agarrando-o, mataram-no e o atiraram para fora da vinha. 9 Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. 10 Ainda não lestes esta Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; 11 isto procede do Senhor, e é maravilhoso aos nossos olhos? 12 E procuravam prendê-lo, mas temiam o povo; porque compreenderam que contra eles proferira esta parábola. Então, desistindo, retiraram-se.”]2;

Lc 20:9-19 [9 A seguir, passou Jesus a proferir ao povo esta parábola: Certo homem plantou uma vinha, arrendou-a a lavradores e ausentou-se do país por prazo considerável. 10 No devido tempo, mandou um servo aos lavradores para que lhe dessem do fruto da vinha; os lavradores, porém, depois de o espancarem, o despacharam vazio. 11 Em vista disso, enviou-lhes outro servo; mas eles também a este espancaram e, depois de o ultrajarem, o despacharam vazio. 12 Mandou ainda um terceiro; também a este, depois de o ferirem, expulsaram. 13 Então, disse o dono da vinha: Que farei? Enviarei o meu filho amado; talvez o respeitem. 14 Vendo-o, porém, os lavradores, arrazoavam entre si, dizendo: Este é o herdeiro; matemo-lo, para que a herança venha a ser nossa. 15 E, lançando-o fora da vinha, o mataram. Que lhes fará, pois, o dono da vinha? 16 Virá, exterminará aqueles lavradores e passará a vinha a outros. Ao ouvirem isto, disseram: Tal não aconteça! 17 Mas Jesus, fitando-os, disse: Que quer dizer, pois, o que está escrito: A pedra que os construtores rejeitaram, esta veio a ser a principal pedra, angular? 18 Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó. 19 Naquela mesma hora, os escribas e os principais sacerdotes procuravam lançar-lhe as mãos, pois perceberam que, em referência a eles, dissera esta parábola; mas temiam o povo.”]2).

Quais são as lições da história acima para nós, adventistas do sétimo dia?

3. Qual é a relação entre o perdão que Deus oferece e a transformação que Ele realiza em nossa vida? O que vem primeiro: a transformação ou o perdão? É importante saber isso?

4. O que significa se colocar em oposição às “providências de Deus”?

Sexta-feira, 01 de janeiro de 2021. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um sinistro cântico de amor (Is 5:1-7)

Lições da Bíblia1

10. Leia o cântico de Isaías 5:1-7. Qual é o significado dessa parábola?

Isaías 5:1-7 (ARA)2: “1 Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu amado a respeito da sua vinha. O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. 2 Sachou-a, limpou-a das pedras e a plantou de vides escolhidas; edificou no meio dela uma torre e também abriu um lagar. Ele esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas. 3 Agora, pois, ó moradores de Jerusalém e homens de Judá, julgai, vos peço, entre mim e a minha vinha. 4 Que mais se podia fazer ainda à minha vinha, que eu lhe não tenha feito? E como, esperando eu que desse uvas boas, veio a produzir uvas bravas? 5 Agora, pois, vos farei saber o que pretendo fazer à minha vinha: tirarei a sua sebe, para que a vinha sirva de pasto; derribarei o seu muro, para que seja pisada; 6 torná-la-ei em deserto. Não será podada, nem sachada, mas crescerão nela espinheiros e abrolhos; às nuvens darei ordem que não derramem chuva sobre ela. 7 Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta dileta do Senhor; este desejou que exercessem juízo, e eis aí quebrantamento da lei; justiça, e eis aí clamor.

Deus explicou o significado da parábola somente no final, no verso 7. Ao usar uma parábola, Ele fez com que o povo se examinasse objetivamente, a fim de admitir sua verdadeira condição. Deus usou efetivamente essa abordagem com o rei Davi (veja 2Sm 12:1-13). Ao chamar isso de “cântico de amor”, o Pai revelou desde o início Sua motivação para com o povo. Seu relacionamento com ele se originava de Seu caráter, que é amor (1Jo 4:8). Ele esperava, em troca, uma resposta de amor. Mas, em vez de “uvas”, ele recebeu “uvas bravas”, que significa, no hebraico, “coisas estragadas”.

11. O que o Senhor quis dizer em Isaías 5:4: “Que mais se podia fazer à Minha vinha, que Eu não lhe tenha feito”?

Deus faz tudo o que Ele pode para que sejamos restaurados e transformados, mas precisamos fazer a nossa escolha.

Deus declarou nos versos seguintes: “Pois Eu lhes digo o que vou fazer com a Minha vinha: Derrubarei sua cerca para que ela seja transformada em pasto; derrubarei o seu muro para que seja pisoteada. Farei dela um terreno baldio” (Is 5:5, 6, NVI).

Quando pecamos, Deus não nos afasta de Si, removendo Sua proteção e nos destruindo. Ele pacientemente nos dá uma oportunidade de receber perdão (2Pe 3:9). O Senhor não elimina ninguém que atenda ao Seu convite, mas apela enquanto há esperança de resposta. O Senhor não aceita imediatamente o “não” como resposta porque sabe que somos ignorantes e enganados pelo pecado. Mas se não Lhe correspondermos, Ele reconhecerá nossa escolha e nos deixará no caminho em que escolhemos estar (Ap 22:11).

Se rejeitarmos persistentemente os apelos de Deus por meio de Seu Espírito, a situação pode ficar finalmente irreversível (Mt 12:31, 32). Afastar- se de Cristo é perigoso (Hb 6:4-6). Há um limite para o que Deus pode fazer, porque Ele respeita nossa livre escolha.

Considere o conceito encontrado em Isaías 5:4, sobre o “que mais se podia fazer à vinha”. À luz do sacrifício feito na cruz pelas nossas transgressões, o que mais poderia ter sido feito por nós? Isso nos dá certeza de salvação e nos leva ao arrependimento e mudança de vida?

Quinta-feira, 31 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Comer ou ser devorado (Is 1:19-31)

Lições da Bíblia1

8. Qual é o tema de Isaías 1:19-31 e que é visto em toda a Bíblia? Assinale a alternativa correta:

Isaías 1:19-31 (ARA)2: “19 Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. 20 Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse. 21 Como se fez prostituta a cidade fiel! Ela, que estava cheia de justiça! Nela, habitava a retidão, mas, agora, homicidas. 22 A tua prata se tornou em escórias, o teu licor se misturou com água. 23 Os teus príncipes são rebeldes e companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno e corre atrás de recompensas. Não defendem o direito do órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas. 24 Portanto, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos, o Poderoso de Israel: Ah! Tomarei satisfações aos meus adversários e vingar-me-ei dos meus inimigos. 25 Voltarei contra ti a minha mão, purificar-te-ei como com potassa das tuas escórias e tirarei de ti todo metal impuro. 26 Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, os teus conselheiros, como no princípio; depois, te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. 27 Sião será redimida pelo direito, e os que se arrependem, pela justiça. 28 Mas os transgressores e os pecadores serão juntamente destruídos; e os que deixarem o Senhor perecerão. 29 Porque vos envergonhareis dos carvalhos que cobiçastes e sereis confundidos por causa dos jardins que escolhestes. 30 Porque sereis como o carvalho, cujas folhas murcham, e como a floresta que não tem água. 31 O forte se tornará em estopa, e a sua obra, em faísca; ambos arderão juntamente, e não haverá quem os apague.”

A. ( ) Bênçãos mediante a obediência e maldições em caso de rebeldia.
B. ( ) O livramento de Deus.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

Observe a estrutura lógica em Isaías 1:19, 20: Se o povo escolhesse obedecer a Deus, comeria “o melhor desta terra” (Is 1:19). Por outro lado, se recusasse Sua oferta de perdão e restauração e se rebelasse contra Ele, seria devorado “pela espada” (Is 1:20). A escolha era deles. Esses versos, portanto, contêm bênção e maldição condicionais.

Isaías 1 reiterou e aplicou as palavras de Moisés, registradas quando a aliança com Israel havia sido estabelecida: “Hoje tomo o céu e a Terra por testemunhas contra vocês, que lhes propus a vida e a morte, a bênção e a maldição” (Dt 30:19, 20).

9. Examine essas palavras de Moisés. Observe que não há meio-termo. É vida ou morte, bênção ou maldição. Por que existe apenas uma das duas opções? Por que não pode haver transigência?

A aliança envolve uma escolha no contexto do conflito entre o bem e o mal; não podemos ficar com as duas opções.

Essas palavras de Moisés resumem a sequência de advertências, bênçãos e maldições que concluem o estabelecimento da aliança em Deuteronômio 27–30 (compare com Lv 26). Os elementos dessa aliança incluem (1) recapitulação do que Deus havia feito por eles; (2) condições/estipulações (mandamentos) a ser observadas para que a aliança fosse mantida; (3) referência a testemunhas; e (4) bênçãos e maldições a fim de advertir o povo do que aconteceria caso eles violassem as condições da aliança.

Os estudiosos descobriram que esses elementos aparecem na mesma ordem nos tratados políticos que envolviam povos não israelitas, como os hititas. Portanto, a fim de estabelecer Sua aliança com os israelitas, Deus usou um meio para que eles entendessem. Ele queria que ficassem gravadas em sua mente, com a maior força possível, a natureza e as consequências do relacionamento que os obrigava mutuamente, no qual eles estavam escolhendo entrar. Os benefícios da aliança eram surpreendentes, mas, se Israel quebrasse o acordo, estaria em pior situação do que nunca.

Como você tem vivenciado o princípio de bênçãos e maldições na sua vida cristã?

Quarta-feira, 30 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O argumento do perdão (Is 1:18)

Lições da Bíblia1

6. O que o Senhor disse em Isaías 1:18? Assinale a alternativa correta:

Isaías 1:18 (ARA)2: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.”

A ( ) Que o povo devia fazer mais holocaustos e sacrifícios.
B ( ) Que os pecados do povo poderiam se tornar brancos como a neve.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

Deus apresentou poderosas evidências de que os judeus, os acusados, eram culpados de quebra de acordo (Is 1:2-15) e apelou para que eles passassem por uma reforma (Is 1:16, 17). Esse apelo sugere que havia esperança. Afinal, por que instigar um criminoso que merece execução a mudar seu comportamento? Como um prisioneiro no corredor da morte poderia repreender ao opressor, defender o direito do órfão e pleitear a causa das viúvas? Mas quando Deus diz: “Venham, pois, e vamos discutir a questão” (Is 1:18), Ele ainda buscava argumentar com Seu povo, ainda buscava fazê-lo se arrepender e se desviar de seus maus caminhos, não importando quanto eles haviam se tornado degenerados.

O Senhor lhes disse que seus pecados, embora fossem vermelhos como o carmesim, se tornariam brancos. Por que os pecados são vermelhos? Porque vermelho é a cor do “sangue” (culpa de sangue) que enchia as mãos do povo (Is 1:15). Branco, por outro lado, representa a cor da pureza, a ausência da culpa de sangue. Nesse texto, Deus Se oferece para transformar Seu povo. Esse é o tipo de linguagem que o rei Davi utilizou quando clamou a Deus pelo perdão de seu pecado de tomar Bate-Seba e de destruir o marido dela (Sl 51:7, 14). Em Isaías 1:18, o argumento de Deus é uma oferta de perdão ao Seu povo!

7. Como a oferta divina de perdão servia de argumento para que os judeus mudassem seu comportamento? Compare Isaías 1:18 com Isaías 44:22.

Isaías 44:22 (ARA)2: “Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.”

Agora vemos o propósito das incisivas palavras de advertência de Deus. Elas não foram ditas para rejeitar o povo, mas para trazê-lo de volta a Ele. Sua oferta de perdão é o argumento que sustenta Seu apelo para que o povo se purifique (Is 1:16, 17). Seu perdão possibilita a transformação por Seu poder. Aqui vemos as sementes da “nova aliança” (Jr 31:31-34 [“31 Eis aí vêm dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. 32 Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o Senhor. 33 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 34 Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.”]), fundamentada no perdão. Começamos “no vermelho”, com uma dívida que nunca poderíamos pagar. Com humilde reconhecimento da nossa necessidade de perdão, estamos prontos para aceitar o que Deus tem para dar.

Terça-feira, 29 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ritualismo podre (Is 1:10-17)

Lições da Bíblia1

3. Leia Isaías 1:10. Em sua opinião, por que o profeta usou as imagens de Sodoma e Gomorra? Qual mensagem o Senhor estava apresentando?

Isaías 1:10 (ARA)2: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, príncipes de Sodoma; prestai ouvidos à lei do nosso Deus, vós, povo de Gomorra.”

Sodoma e Gomorra foram destruídas por causa de seus graves pecados. O Senhor advertiu o povo acerca de um destino semelhante ao daquelas cidades.

4. Leia Isaías 1:11-15. O que o Senhor disse ao povo? Por que Ele rejeitou a adoração que estava sendo oferecida? Assinale a alternativa correta:

Isaías 1:11-15 (ARA)2: “11 De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o Senhor. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. 12 Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? 13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. 14 As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. 15 Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.”

A. ( ) As ofertas eram abomináveis, pois as mãos do povo estavam cheias de sangue.
B. ( ) Eles estavam roubando o Senhor nos dízimos e nas ofertas.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

As mesmas mãos que ofereciam sacrifícios e eram erguidas em oração estavam “cheias de sangue”; isto é, culpadas de violência e opressão (Is 1:15; 58:3, 4). Quando maltratavam outros membros da comunidade da aliança, eles estavam demonstrando desprezo pelo Protetor de todos os israelitas. Pecados contra outras pessoas são pecados contra o Senhor.

Evidentemente, o próprio Deus havia instituído o sistema ritual de adoração (Lv 1–16) e designado o templo de Jerusalém como o local apropriado para tal (1Rs 8:10, 11). Mas os rituais foram planejados para funcionar no contexto da aliança que Deus havia feito com o povo. A aliança de Deus com Israel possibilitava Sua habitação entre eles no santuário/ templo. Portanto, os rituais e as orações realizados ali eram válidos somente se o povo expressasse fidelidade a Ele e à Sua aliança. As pessoas que ofereciam sacrifícios sem se arrependerem das ações injustas contra outros membros da comunidade da aliança estavam apresentando rituais de falsidade. Portanto, seus sacrifícios não eram apenas inválidos, mas eram pecados! Seus rituais demonstravam lealdade, mas seu comportamento provava que haviam quebrado a aliança.

5. Leia Isaías 1:16, 17. O que o Senhor ordenou que Seu povo fizesse? Nesse contexto, como esses versos são semelhantes ao que Jesus disse em Mateus 23:23-28? Que mensagem encontramos para nós nesses textos e no seu contexto?

Isaías 1:16, 17 (ARA)2: “16 Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. 17 Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.

Mateus 23:23-28 (ARA)2: “23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas! 24 Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo! 25 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes, por dentro, estão cheios de rapina e intemperança! 26 Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo! 27 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! 28 Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniquidade.”

Deus ordenou que o povo cessasse de fazer o mal, que se lavasse e se purificasse das maldades e injustiças que havia cometido contra os mais vulneráveis. Além disso, Deus pediu que eles voltassem seus olhos para os órfãos e viúvas.

Segunda-feira, 28 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Isaías: Consolo para o povo de Deus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 503, jan. fev. mar. 2021. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.