José, um escravo no Egito

Lições da Bíblia1

Agora retomamos o fluxo da história de José, que tinha sido “interrompido” pelo incidente de Tamar. José trabalhava como escravo do “comandante da guarda”, que era encarregado da prisão dos oficiais reais (Gn 40:3, 4; 41:10-12).

4. Leia Gênesis 39. À luz do exemplo de José como mordomo de Potifar, o que o levou a esse êxito?

Gênesis 39 (ARA)2: “1 José foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda, egípcio, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado para lá. 2 O Senhor era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio. 3 Vendo Potifar que o Senhor era com ele e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em suas mãos, 4 logrou José mercê perante ele, a quem servia; e ele o pôs por mordomo de sua casa e lhe passou às mãos tudo o que tinha. 5 E, desde que o fizera mordomo de sua casa e sobre tudo o que tinha,. o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; a bênção do Senhor estava sobre tudo o que tinha, tanto em casa como no campo 6 Potifar tudo o que tinha confiou às mãos de José, de maneira que, tendo-o por mordomo, de nada sabia, além do pão com que se alimentava. José era formoso de porte e de aparência. 7 Aconteceu, depois destas coisas, que a mulher de seu senhor pôs os olhos em José e lhe disse: Deita-te comigo. Ele, porém, recusou e disse à mulher do seu senhor: Tem-me por mordomo o meu senhor e não sabe do que há em casa, pois tudo o que tem me passou ele às minhas mãos. Ele não é maior do que eu nesta casa e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher; como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus? 10 Falando ela a José todos os dias, e não lhe dando ele ouvidos, para se deitar com ela e estar com ela, 11 sucedeu que, certo dia, veio ele a casa, para atender aos negócios; e ninguém dos de casa se achava presente. 12 Então, ela o pegou pelas vestes e lhe disse: Deita-te comigo; ele, porém, deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora. 13 Vendo ela que ele fugira para fora, mas havia deixado as vestes nas mãos dela, 14 chamou pelos homens de sua casa e lhes disse: Vede, trouxe-nos meu marido este hebreu para insultar-nos; veio até mim para se deitar comigo; mas eu gritei em alta voz. 15 Ouvindo ele que eu levantava a voz e gritava, deixou as vestes ao meu lado e saiu, fugindo para fora. 16 Conservou ela junto de si as vestes dele, até que seu senhor tornou a casa. 17 Então, lhe falou, segundo as mesmas palavras, e disse: O servo hebreu, que nos trouxeste, veio ter comigo para insultar-me; 18 quando, porém, levantei a voz e gritei, ele, deixando as vestes ao meu lado, fugiu para fora. 19 Tendo o senhor ouvido as palavras de sua mulher, como lhe tinha dito: Desta maneira me fez o teu servo; então, se lhe acendeu a ira. 20 E o senhor de José o tomou e o lançou no cárcere, no lugar onde os presos do rei estavam encarcerados; ali ficou ele na prisão. 21 O Senhor, porém, era com José, e lhe foi benigno, e lhe deu mercê perante o carcereiro; 22 o qual confiou às mãos de José todos os presos que estavam no cárcere; e ele fazia tudo quanto se devia fazer ali. 23 E nenhum cuidado tinha o carcereiro de todas as coisas que estavam nas mãos de José, porquanto o Senhor era com ele, e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava.”

Quase imediatamente, José foi considerado alguém de sucesso (Gn 39:2, 3). Ele era tão bom e seu senhor confiava tanto nele que “lhe passou às mãos tudo o que tinha” e até o fez “mordomo de sua casa” (Gn 39:4).

O sucesso de José, no entanto, não o corrompeu. Quando a esposa de Potifar o percebeu e quis dormir com ele, José se recusou e preferiu perder o emprego e sua segurança a cometer tamanha maldade e pecar contra Deus (Gn 39:9). A mulher, humilhada com a recusa de José, relatou falsamente a seus servos e a seu marido que José quis tomá-la a força. Como resultado, José foi lançado na prisão.

Ele viveu o que todos nós por vezes vivemos: o sentimento de abandono por Deus, embora, mesmo nesse momento difícil, “o Senhor, porém, estava com José” (Gn 39:21).

Deus agiu e impactou o relacionamento de José com o oficial da prisão. Ali, bem como na casa de seu senhor, Deus abençoou José. Ele era obviamente um homem talentoso e, apesar das circunstâncias ainda piores (afinal, antes, ele era um escravo!), procurou tirar o melhor proveito disso. No entanto, não importavam quais fossem seus dons, o texto deixa claro que, foi somente Deus que lhe trouxe o sucesso. “O carcereiro não se preocupava com nada do que tinha sido entregue às mãos de José, porque o Senhor estava com ele, e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn 39:23). Quão importante é que todos os que são talentosos, que têm “sucesso”, se lembrem de onde tudo vem!

Leia Gênesis 39:7-12. Como José resistiu aos avanços da esposa de Potifar? Por que ele disse que fazer o que ela pedia seria um pecado contra Deus? Que compreensão José mostrou sobre a natureza do pecado?

Quarta-feira, 08 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Judá e Tamar

Lições da Bíblia1

Essa história não está fora de lugar. Aconteceu após a venda de José no Egito (Gn 38:1) e é coerente com o fato de que Judá havia acabado de deixar seus irmãos, o que aponta para seu desacordo com eles. Além disso, o texto compartilha uma série de palavras e temas comuns com o capítulo anterior e traz a mesma lição teológica: um ato mau que se tornaria um acontecimento positivo ligado à salvação.

3. Leia Gênesis 38. Compare o comportamento de Judá com o de Tamar. Qual dos dois é o mais justo e por quê?

Gênesis 38 (ARA)2: “1 Aconteceu, por esse tempo, que Judá se apartou de seus irmãos e se hospedou na casa de um adulamita, chamado Hira. 2 Ali viu Judá a filha de um cananeu, chamado Sua; ele a tomou por mulher e a possuiu. E ela concebeu e deu à luz um filho, e o pai lhe chamou Er.Tornou a conceber e deu à luz um filho; a este deu a mãe o nome de Onã.Continuou ainda e deu à luz outro filho, cujo nome foi Selá; ela estava em Quezibe quando o teve.Judá, pois, tomou esposa para Er, o seu primogênito; o nome dela era Tamar.Er, porém, o primogênito de Judá, era perverso perante o Senhor, pelo que o Senhor o fez morrer.Então, disse Judá a Onã: Possui a mulher de teu irmão, cumpre o levirato e suscita descendência a teu irmão.Sabia, porém, Onã que o filho não seria tido por seu; e todas as vezes que possuía a mulher de seu irmão deixava o sêmen cair na terra, para não dar descendência a seu irmão. 10 Isso, porém, que fazia, era mau perante o Senhor, pelo que também a este fez morrer. 11 Então, disse Judá a Tamar, sua nora: Permanece viúva em casa de teu pai, até que Selá, meu filho, venha a ser homem. Pois disse: Para que não morra também este, como seus irmãos. Assim, Tamar se foi, passando a residir em casa de seu pai. 12 No correr do tempo morreu a filha de Sua, mulher de Judá; e, consolado Judá, subiu aos tosquiadores de suas ovelhas, em Timna, ele e seu amigo Hira, o adulamita. 13 E o comunicaram a Tamar: Eis que o teu sogro sobe a Timna, para tosquiar as ovelhas. 14 Então, ela despiu as vestes de sua viuvez, e, cobrindo-se com um véu, se disfarçou, e se assentou à entrada de Enaim, no caminho de Timna; pois via que Selá já era homem, e ela não lhe fora dada por mulher. 15 Vendo-a Judá, teve-a por meretriz; pois ela havia coberto o rosto. 16 Então, se dirigiu a ela no caminho e lhe disse: Vem, deixa-me possuir-te; porque não sabia que era a sua nora. Ela respondeu: Que me darás para coabitares comigo? 17 Ele respondeu: Enviar-te-ei um cabrito do rebanho. Perguntou ela: Dar-me-ás penhor até que o mandes? 18 Respondeu ele: Que penhor te darei? Ela disse: O teu selo, o teu cordão e o cajado que seguras. Ele, pois, lhos deu e a possuiu; e ela concebeu dele. 19 Levantou-se ela e se foi; tirou de sobre si o véu e tornou às vestes da sua viuvez. 20 Enviou Judá o cabrito, por mão do adulamita, seu amigo, para reaver o penhor da mão da mulher; porém não a encontrou. 21 Então, perguntou aos homens daquele lugar: Onde está a prostituta cultual que se achava junto ao caminho de Enaim? Responderam: Aqui não esteve meretriz nenhuma. 22 Tendo voltado a Judá, disse: Não a encontrei; e também os homens do lugar me disseram: Aqui não esteve prostituta cultual nenhuma. 23 Respondeu Judá: Que ela o guarde para si, para que não nos tornemos em opróbrio; mandei-lhe, com efeito, o cabrito, todavia, não a achaste. 24 Passados quase três meses, foi dito a Judá: Tamar, tua nora, adulterou, pois está grávida. Então, disse Judá: Tirai-a fora para que seja queimada. 25 Em tirando-a, mandou ela dizer a seu sogro: Do homem de quem são estas coisas eu concebi. E disse mais: Reconhece de quem é este selo, e este cordão, e este cajado. 26 Reconheceu-os Judá e disse: Mais justa é ela do que eu, porquanto não a dei a Selá, meu filho. E nunca mais a possuiu. 27 E aconteceu que, estando ela para dar à luz, havia gêmeos no seu ventre. 28 Ao nascerem, um pôs a mão fora, e a parteira, tomando-a, lhe atou um fio encarnado e disse: Este saiu primeiro. 29 Mas, recolhendo ele a mão, saiu o outro; e ela disse: Como rompeste saída? E lhe chamaram Perez. 30 Depois, lhe saiu o irmão, em cuja mão estava o fio encarnado; e lhe chamaram Zera.

Judá encontrou uma esposa cananeia (Gn 38:2) com quem teve três filhos, Er, Onã e Selá. Judá deu a cananeia Tamar como esposa a Er, seu primogênito, a fim de garantir a genealogia própria. Quando Er e Onã foram mortos por Deus por causa da maldade deles, Judá prometeu seu último filho, Selá, a Tamar.

Quando, depois de algum tempo, Judá parecia ter esquecido essa promessa, indo se consolar após a morte da esposa, Tamar decidiu disfarçar-se de prostituta para forçá-lo a cumprir sua promessa. Como Judá não tinha dinheiro para pagar a prostituta, a quem não reconheceu, prometeu enviar a ela mais tarde um cabrito de seu rebanho.

Tamar, por sua vez, exigiu que lhe desse como garantia imediata de pagamento o seu selo, o seu cordão e o seu cajado. Tamar engravidou como resultado desse encontro único. Quando mais tarde foi acusada de se prostituir, mostrou ao acusador Judá seu selo, seu cordão e seu cajado. Judá entendeu e se desculpou.

A conclusão dessa história sórdida foi o nascimento de Perez, que significa “irromper”, o qual, de modo semelhante a Jacó, foi o segundo gêmeo a nascer mas acabou se tornando o primeiro e foi nomeado na história da salvação como o ancestral de Davi (Rt 4:18-22) e, finalmente, de Jesus Cristo (Mt 1:3). Quanto a Tamar, ela é a primeira das quatro mulheres, seguida por Raabe, Rute e a esposa de Urias (Mt 1:5, 6), que, na genealogia, precederam Maria, a mãe de Jesus (Mt 1:16).

Uma lição que tiramos dessa história: assim como Deus salvou Tamar por Sua graça, transformando o mal em bem, Ele salvará Seu povo por meio da cruz de Jesus. No caso de José, Ele transformou seus problemas na salvação de Jacó e seus filhos.

Terça-feira, 07 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O ataque a José

Lições da Bíblia1

Por mais horríveis que tenham sido os eventos que se seguiram, não são difíceis de compreender. Estar tão perto de alguém que você odeia, e até mesmo ter parentesco, levaria inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde, a problemas.

2. Leia Gênesis 37:12-36. Até que ponto um coração não regenerado pode ser perigoso e mau, e o que ele pode levar qualquer um de nós a fazer?

Gênesis 37:12-36 (ARA)2: 12 E, como foram os irmãos apascentar o rebanho do pai, em Siquém, 13 perguntou Israel a José: Não apascentam teus irmãos o rebanho em Siquém? Vem, enviar-te-ei a eles. Respondeu-lhe José: Eis-me aqui. 14 Disse-lhe Israel: Vai, agora, e vê se vão bem teus irmãos e o rebanho; e traze-me notícias. Assim, o enviou do vale de Hebrom, e ele foi a Siquém. 15 E um homem encontrou a José, que andava errante pelo campo, e lhe perguntou: Que procuras? 16 Respondeu: Procuro meus irmãos; dize-me: Onde apascentam eles o rebanho? 17 Disse-lhe o homem: Foram-se daqui, pois ouvi-os dizer: Vamos a Dotã. Então, seguiu José atrás dos irmãos e os achou em Dotã. 18 De longe o viram e, antes que chegasse, conspiraram contra ele para o matar. 19 E dizia um ao outro: Vem lá o tal sonhador! 20 Vinde, pois, agora, matemo-lo e lancemo-lo numa destas cisternas; e diremos: Um animal selvagem o comeu; e vejamos em que lhe darão os sonhos. 21 Mas Rúben, ouvindo isso, livrou-o das mãos deles e disse: Não lhe tiremos a vida. 22 Também lhes disse Rúben: Não derrameis sangue; lançai-o nesta cisterna que está no deserto, e não ponhais mão sobre ele; isto disse para o livrar deles, a fim de o restituir ao pai. 23 Mas, logo que chegou José a seus irmãos, despiram-no da túnica, a túnica talar de mangas compridas que trazia. 24 E, tomando-o, o lançaram na cisterna, vazia, sem água. 25 Ora, sentando-se para comer pão, olharam e viram que uma caravana de ismaelitas vinha de Gileade; seus camelos traziam arômatas, bálsamo e mirra, que levavam para o Egito. 26 Então, disse Judá a seus irmãos: De que nos aproveita matar o nosso irmão e esconder-lhe o sangue? 27 Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas; não ponhamos sobre ele a mão, pois é nosso irmão e nossa carne. Seus irmãos concordaram. 28 E, passando os mercadores midianitas, os irmãos de José o alçaram, e o tiraram da cisterna, e o venderam por vinte siclos de prata aos ismaelitas; estes levaram José ao Egito. 29 Tendo Rúben voltado à cisterna, eis que José não estava nela; então, rasgou as suas vestes. 30 E, voltando a seus irmãos, disse: Não está lá o menino; e, eu, para onde irei? 31 Então, tomaram a túnica de José, mataram um bode e a molharam no sangue. 32 E enviaram a túnica talar de mangas compridas, fizeram-na levar a seu pai e lhe disseram: Achamos isto; vê se é ou não a túnica de teu filho. 33 Ele a reconheceu e disse: É a túnica de meu filho; um animal selvagem o terá comido, certamente José foi despedaçado. 34 Então, Jacó rasgou as suas vestes, e se cingiu de pano de saco, e lamentou o filho por muitos dias. 35 Levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; ele, porém, recusou ser consolado e disse: Chorando, descerei a meu filho até à sepultura. E de fato o chorou seu pai. 36 Entrementes, os midianitas venderam José no Egito a Potifar, oficial de Faraó, comandante da guarda.”

Os irmãos odiavam José porque tinham ciúmes do favor de Deus (At 7:9), confirmado a cada etapa do seguinte curso de eventos. Quando José se perdeu, um homem o encontrou e o conduziu (Gn 37:15). Quando os irmãos de José planejaram matá-lo, Rúben interveio e sugeriu que fosse jogado em uma cova (Gn 37:20-22).

É difícil imaginar o tipo de ódio expresso aqui, especialmente por alguém de sua própria casa. Como esses jovens podem ter feito algo tão cruel? Eles não pensaram nem por um momento sobre como isso impactaria seu próprio pai? Por mais ressentimento que pudessem ter em relação ao pai por haver favorecido José, fazer isso com um de seus filhos era desprezível. Que manifestação poderosa da maldade do ser humano!

“No entanto, alguns deles estavam inquietos e não sentiam a satisfação que haviam esperado de sua vingança. Logo viram um grupo de viajantes se aproximando. Era uma caravana de ismaelitas de além do Jordão, a caminho do Egito, com especiarias e outras mercadorias. Judá sugeriu então que vendessem seu irmão àqueles mercadores gentios, em vez de o deixarem morrer. Assim, ele estaria fora do seu caminho, e não seriam culpados do sangue dele, ‘afinal’, insistiu, ‘é nosso irmão, é nosso próprio sangue’” (Gn 37:27, NVI; Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 172 [211]).

Depois de terem lançado José no poço, planejando matá-lo mais tarde, uma caravana passou e Judá propôs a seus irmãos que vendessem José. Ele foi vendido aos midianitas (Gn 37:26-28), e estes o venderam a alguém no Egito (Gn 37:36), antecipando assim sua glória futura.

Por que é tão importante buscar o poder de Deus para mudar os maus traços de caráter antes que se manifestem em algumas atitudes que você nunca imaginaria ter?

Segunda-feira, 06 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Problemas familiares

Lições da Bíblia1

Jacó finalmente se estabeleceu na terra. Enquanto Isaque era apenas “um forasteiro”, o texto diz que Jacó “habitou na terra” (Gn 37:1). No entanto, foi enquanto se estabelecia que os problemas começaram, dessa vez na família. A polêmica não dizia respeito à posse da terra nem ao uso de um poço; era, principalmente, espiritual.

1. Leia Gênesis 37:1-11. Que dinâmica familiar predispôs os irmãos de José a odiá-lo tanto?

Gênesis 37:1-11 (ARA)2: “1 Habitou Jacó na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã. 2 Esta é a história de Jacó. Tendo José dezessete anos, apascentava os rebanhos com seus irmãos; sendo ainda jovem, acompanhava os filhos de Bila e os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e trazia más notícias deles a seu pai. Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica talar de mangas compridas. Vendo, pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no e já não lhe podiam falar pacificamente. Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais.Pois lhes disse: Rogo-vos, ouvi este sonho que tive:Atávamos feixes no campo, e eis que o meu feixe se levantou e ficou em pé; e os vossos feixes o rodeavam e se inclinavam perante o meu.Então, lhe disseram seus irmãos: Reinarás, com efeito, sobre nós? E sobre nós dominarás realmente? E com isso tanto mais o odiavam, por causa dos seus sonhos e de suas palavras.Teve ainda outro sonho e o referiu a seus irmãos, dizendo: Sonhei também que o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam perante mim. 10 Contando-o a seu pai e a seus irmãos, repreendeu-o o pai e lhe disse: Que sonho é esse que tiveste? Acaso, viremos, eu e tua mãe e teus irmãos, a inclinar-nos perante ti em terra? 11 Seus irmãos lhe tinham ciúmes; o pai, no entanto, considerava o caso consigo mesmo.

Desde o início, entendemos que José, o filho da velhice de Jacó (Gn 37:3), tinha uma relação especial com seu pai, que “o amava mais do que todos os outros filhos” (Gn 37:4). Ele chegou a fazer para ele “uma túnica talar” (Gn 37:3), vestimenta de príncipe (2Sm 13:18), uma indicação da intenção secreta de Jacó de elevar José, o primeiro filho de Raquel, à condição de primogênito.

O futuro confirmaria os desejos de Jacó, pois José recebeu os direitos de primogênito (1Cr 5:2). Não é de admirar, então, que seus irmãos o odiassem tanto e não pudessem nem mesmo ter conversas pacíficas com ele (Gn 37:4).

Além disso, José levava relatórios ruins a seu pai sobre qualquer comportamento repreensível de seus irmãos (Gn 37:2). Ninguém gosta de delatores.

Então, quando José compartilhou seus sonhos, sugerindo que Deus o colocaria em uma posição mais elevada que seus irmãos, que eles se curvariam diante dele, eles o odiaram ainda mais. O caráter profético genuíno dos sonhos é confirmado pela repetição (ver Gn 41:32). Embora Jacó tivesse repreendido abertamente seu filho (Gn 37:10), guardou esse incidente na mente, refletindo sobre seu significado e esperando que se cumprisse (Gn 37:11). Talvez, no íntimo, o pai acreditasse que esses sonhos pudessem significar algo. E estava certo, por mais que não pudesse saber disso naquele momento.

Leia Mateus 20:26, 27 [“26 Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; 27 e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo;”]. Que princípio crucial é revelado nessa passagem, e como podemos aprender a manifestar em nossa própria vida o que ela ensina?

Domingo, 05 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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José, mestre dos sonhos

Lições da Bíblia1

Os irmãos de José “disseram uns aos outros: — Lá vem o grande sonhador!” (Gn 37:19).

A história de José (Gn 37–50) compreende a última seção do livro de Gênesis, desde seus primeiros sonhos em Canaã (Gn 37:1-11) até sua morte no Egito (Gn 50:26). Ele ocupa mais espaço no livro de Gênesis do que qualquer outro patriarca. Embora fosse apenas um dos filhos de Jacó, ele é apresentado em Gênesis como um grande patriarca, como Abraão, Isaque e Jacó.

Como veremos, também, a vida de José destaca duas verdades teológicas importantes: primeiro, Deus cumpre Suas promessas; segundo, Ele pode transformar o mal em bem.

No estudo desta semana, vamos nos concentrar no início da vida de José. Ele é o filho favorito de Jacó, que ironicamente é apelidado de ba’al hakhalomot, o “sonhador” (Gn 37:19), cujo significado literal é “mestre dos sonhos”, o que sugere que ele seria um especialista em sonhos. Esse título lhe cabe muito bem, porque ele não só recebia, entendia e interpretava sonhos proféticos, mas também os realizava em sua vida.

Nesses capítulos, veremos, novamente, que a providência de Deus é confirmada, apesar da maldade e da perversidade do coração humano.

Sábado, 04 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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Jacó-Israel – Estudo adicional

Lições da Bíblia1

Leia Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 158-164 [195-203] (“A noite de luta”).

“A experiência de Jacó durante aquela noite de luta e angústia representa a prova pela qual o povo de Deus deverá passar pouco antes da segunda vinda de Cristo. O profeta Jeremias, em santa visão, olhando para esse tempo, disse: ‘Ouvimos uma voz de tremor e de temor e não de paz. […] Por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela’ (Jr 30:5, 7). […]

“Assim como Jacó foi ameaçado de morte por seu irmão irado, o povo de Deus estará em perigo por parte dos ímpios, que procurarão destruí-lo. E assim como o patriarca lutou toda a noite para conseguir livramento da mão de Esaú, os justos clamarão a Deus dia e noite por livramento dos inimigos que os cercam. […]

“Quando, em sua angústia, Jacó segurou o Anjo e com lágrimas implorou Seu favor, o Mensageiro celestial, para provar-lhe a fé, lembrou-o também de seu pecado e se esforçou para escapar dele. Jacó, porém, não quis soltá-lo. Tinha aprendido que Deus é misericordioso e se entregou à Sua misericórdia. Fez referência ao arrependimento de seu pecado e implorou livramento. Ao rever sua vida, quase chegou ao desespero; mas segurou firmemente o Anjo e, com fortes gritos de aflição, insistiu em sua súplica até que prevaleceu.

“Assim será a experiência do povo de Deus em sua luta final com os poderes do mal. […]” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 162 [201-203]).

Perguntas para consideração

1. Por que a fraqueza de Jacó foi a oportunidade para Deus? Qual é a relação entre a experiência de Jacó e esta frase: “Quando estou fraco, então sou forte” (2Co 12:10)?

2. Por que a Bíblia revela detalhes sórdidos da vida de muitos de seus personagens?

3. Quais são os ídolos da nossa cultura, da nossa civilização? Como podemos ter certeza de que não estamos adorando ninguém, nem nada além do Senhor?

Sexta-feira, 03 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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A morte de Raquel

Lições da Bíblia1

5. Que infortúnios Jacó teve em sua família disfuncional? Gn 35:15-29

Gn 35:15-29 (ARA)2: “15 Ao lugar onde Deus lhe falara, Jacó lhe chamou Betel. 16 Partiram de Betel, e, havendo ainda pequena distância para chegar a Efrata, deu à luz Raquel um filho, cujo nascimento lhe foi a ela penoso. 17 Em meio às dores do parto, disse-lhe a parteira: Não temas, pois ainda terás este filho. 18 Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni; mas seu pai lhe chamou Benjamim. 19 Assim, morreu Raquel e foi sepultada no caminho de Efrata, que é Belém. 20 Sobre a sepultura de Raquel levantou Jacó uma coluna que existe até ao dia de hoje. 21 Então, partiu Israel e armou a sua tenda além da torre de Éder. 22 E aconteceu que, habitando Israel naquela terra, foi Rúben e se deitou com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. Eram doze os filhos de Israel. 23 Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; 24 José e Benjamim, filhos de Raquel; 25 Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; 26 e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia. São estes os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã. 27 Veio Jacó a Isaque, seu pai, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque. 28 Foram os dias de Isaque cento e oitenta anos. 29 Velho e farto de dias, expirou Isaque e morreu, sendo recolhido ao seu povo; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.”

Assim que Jacó saiu de Betel, três incidentes relacionados entre si marcaram a última etapa de sua jornada em direção à terra prometida: o último filho de Jacó nasceu; Raquel morreu; e Rúben, o primeiro filho de Jacó com Lia, dormiu com a concubina de Jacó. Embora o texto não diga por que o jovem fez algo tão mau, pode ser que ele quisesse de alguma forma desonrar o nascimento do último filho de Jacó e humilhar a memória de Raquel.

O nascimento do último filho de Jacó está ligado a Belém (Gn 35:19), que está dentro dos limites da terra prometida. Esse nascimento foi, então, o primeiro cumprimento da promessa divina para o futuro de Israel. A parteira, profeticamente, se dirigiu a Raquel com as mesmas palavras que Deus usou para tranquilizar Abraão: “Não tenha medo” (Gn 35:17, compare com Gn 15:1).

Jacó mudou o nome que Raquel deu a seu filho, Benoni, que significa “filho de minha tristeza”, para mostrar sua dor, para Benjamim, que significa “filho da mão direita”, talvez para indicar a direção do sul, a fim de expressar a esperança na terra prometida e o que Deus disse que faria por Seu povo depois que se estabelecesse ali.

No entanto, durante esse tempo, Rúben teve relações sexuais com Bila, a concubina de seu pai, serva de Raquel (Gn 35:25; 30:3). Não sabemos por que ele cometeu esse ato escandaloso, a não ser como outro exemplo de depravação humana.

Surpreendentemente, Jacó não reagiu a essa violação horrível (Gn 35:22). Talvez nesse ponto de sua vida, ele acreditasse que Deus cumpriria Sua palavra, apesar do pecado e do mal que às vezes acontecia ao seu redor.

Essa lição de fé está implícita na lista dos 12 filhos de Jacó, ancestrais de Israel (Gn 35:22-26). Não eram as pessoas mais agradáveis e gentis. No entanto, apesar dos problemas, das confusões e do completo mal, como no caso de Rúben e Bila, a vontade de Deus seria cumprida por meio dessa família, ainda que fosse desordenada.

Apesar do erro humano, os propósitos de Deus serão cumpridos. Imagine o que aconteceria se as pessoas cooperassem e obedecessem. De modo muito mais fácil, com menos sofrimento, estresse e demora, a vontade divina seria realizada, concorda?

Quinta-feira, 02 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Idolatria prevalecente

Lições da Bíblia1

4. Leia Gênesis 34:30–35:15. Que lições podemos aprender nessas passagens sobre adoração verdadeira?

Gênesis 34:30–35:15 (ARA)2: 30 Então, disse Jacó a Simeão e a Levi: Vós me afligistes e me fizestes odioso entre os moradores desta terra, entre os cananeus e os ferezeus; sendo nós pouca gente, reunir-se-ão contra mim, e serei destruído, eu e minha casa. 31 Responderam: Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta? 35 1 Disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugias da presença de Esaú, teu irmão.Então, disse Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos que há no vosso meio, purificai-vos e mudai as vossas vestes;levantemo-nos e subamos a Betel. Farei ali um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia e me acompanhou no caminho por onde andei.Então, deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém. E, tendo eles partido, o terror de Deus invadiu as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó.Assim, chegou Jacó a Luz, chamada Betel, que está na terra de Canaã, ele e todo o povo que com ele estava.E edificou ali um altar e ao lugar chamou El-Betel; porque ali Deus se lhe revelou quando fugia da presença de seu irmão. 8 Morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho que se chama Alom-Bacute. 9 Vindo Jacó de Padã-Arã, outra vez lhe apareceu Deus e o abençoou. 10 Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. 11 Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. 12 A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência. 13 E Deus se retirou dele, elevando-se do lugar onde lhe falara. 14 Então, Jacó erigiu uma coluna de pedra no lugar onde Deus falara com ele; e derramou sobre ela uma libação e lhe deitou óleo. 15 Ao lugar onde Deus lhe falara, Jacó lhe chamou Betel.”

Após a reclamação de Jacó de que sua paz com os cananeus havia sido comprometida, e depois que seus dois filhos foram repreendidos (Gn 34:30, 31), Deus o exortou a deixar Siquém e retornar a Betel a fim de renovar sua aliança. O Senhor lhe disse que, uma vez lá, ele deveria construir um altar.

Depois da ordem de Deus, Jacó disse a seu povo que eliminasse os ídolos cananeus saqueados da cidade de Siquém e os deuses domésticos roubados por Raquel (Gn 31:19, 32). Tudo isso também é crucial para a ideia da aliança com Deus.

Esses ídolos foram mantidos e, provavelmente, adorados, apesar do compromisso de Jacó com Deus. Não bastou deixar Siquém para escapar da influência cananeia. Jacó teve que tirar os ídolos do acampamento e do coração do povo.

O arrependimento consiste em mais do que uma mudança física de um lugar para outro, ou de uma igreja para outra. O mais importante é que busquemos, pela graça de Deus, eliminar a idolatria do nosso coração, independentemente de onde vivemos, pois podemos fazer ídolos de praticamente qualquer coisa.

Quando Jacó obedeceu a Deus e procedeu de acordo com o mandamento divino, o Senhor finalmente interveio, e “o terror de Deus” (Gn 35:5) afetou todas as pessoas ao seu redor, e não ousaram atacar Jacó. Ele estava pronto para adorar com “todo o povo que estava com ele” (Gn 35:6), sugerindo que a unidade familiar tinha sido restaurada. Jacó deu àquele lugar o nome de El Betel, uma lembrança de seu sonho da escada, um sinal de que a reconexão entre o Céu e a Terra, rompida por algum tempo, havia sido restaurada.

A ênfase está, dessa vez, no Deus de Betel, e não no lugar em si. Essa percepção pessoal ecoou novamente quando Deus lembrou a Jacó de seu nome “Israel” (Gn 35:10), com a dupla promessa que essa bênção indicava. A bênção de Jacó, em primeiro lugar, significa fecundidade, a transmissão da semente messiânica e a geração de muitas nações (Gn 35:11); e em segundo lugar, aponta para a terra prometida (Gn 35:12).

De que maneira sutil a idolatria pode entrar em nossa vida? O que fazer a esse respeito?

Quarta-feira, 01 de junho de 2022. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Gênesis. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 508, abr. maio jun. 2022. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.