Pressão do grupo

Lições da Bíblia

“2. Leia 1 Pedro 4:1-7. Por que são importantes as escolhas a respeito do estilo de vida e como elas afetam nossa preparação para a volta de Cristo?”1 “1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, 2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus. 3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias. 4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão, 5 os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos; 6 pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam no espírito segundo Deus. 7 Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.” (1 Pedro 4:1-7 ARA)2. “Visto que o fim está próximo, devemos vigiar em oração e ser criteriosos e sóbrios, influenciando as pessoas para o bem e não sendo influenciados para o mal, como ocorreu com Israel.”1

“Pedro declarou que os crentes já haviam passado tempo suficiente fazendo o que outros ao seu redor os pressionavam a fazer (1Pe 4:3). Mas agora as coisas mudaram, e as pessoas podiam achar ‘estranho’ que os cristãos não se unissem à multidão, o que possivelmente resultasse em insulto aos fiéis (1Pe 4:4, NVI). Assim, Satanás usará até antigos amigos para tentar nos desanimar em nossa caminhada com Deus.”1

“Pedro encorajou os cristãos a não se deixarem intimidar por esses ataques. Visto que os ‘gentios’ terão que prestar contas a Deus, o único Juiz, os fiéis não devem se preocupar com o que eles pensam (1Pe 4:5).”1

“O argumento de Pedro é muito importante. Quantas pessoas já sucumbiram sob a pressão das expectativas dos outros, em vez de defender o que creem? Isso é especialmente difícil para os jovens, que lutam com o que é conhecido como ‘pressão do grupo’.”1

“Em vez de se preocupar em ser aceitos pelos outros, e de se conformar com suas opiniões, exigências e expectativas quanto a eles, Pedro admoesta os crentes a ser bondosos e amáveis com aqueles com quem entrarem em contato (1Pe 4:8, 9). Isso não é apenas um fator extra a ser acrescentado, um dever adicional que precisamos colocar em nossa lista de coisas que o cristão deve fazer. É a coisa mais indispensável que fazemos e a maneira mais importante de interagir com as pessoas que nos cercam. Talvez seja por isso que Pedro sugeriu que precisamos levar a sério nossas orações (1Pe 4:7), uma vez que Deus sabe que às vezes podemos nos dedicar mais a agradar os ‘gentios’ do que a nos relacionarmos de maneira amorosa e amável com aqueles que estão próximos de nós. Precisamos orar não apenas por eles, mas também para que permitamos que Deus nos torne mais sensíveis aos interesses deles. Como ‘sacerdócio real [e] nação santa’, somos chamados a influenciá-los para o bem, em vez de permitir que eles nos influenciem para o mal. A trágica história de Israel foi exatamente esta: os pagãos, em vez de ser influenciados para o bem por Israel, influenciaram Israel para o mal.”1

“Você enfrenta pressões de grupo? Como resistir a elas? De que forma a expressão ‘vence o mal com o bem’ (Rm 12:21) é apropriada nessas situações?”1

Segunda-feira, 07 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Das trevas para a luz

Lições da Bíblia

“1. Leia 1 Pedro 2:9, 10. Como o grande conflito é visto nesses dois versos?”1 “9 Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; 10 vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” (1 Pedro 2:9-10 ARA). “Proclamamos os louvores dAquele que nos chamou das trevas de Satanás para Sua maravilhosa luz.1

“Esses versos são uma citação de Êxodo 19:6: ‘reino de sacerdotes e nação santa’, e de Deuteronômio 7:6, repetido em Dt 14:2 (NVI): ‘povo santo’, escolhido ‘para ser o Seu povo’, ‘o Seu tesouro pessoal’. Essas certezas foram dadas durante o êxodo, quando o povo de Deus estava sendo libertado da escravidão e levado para a Terra Prometida. Pedro viu um paralelo entre o povo de Deus durante o êxodo e a igreja de seus dias.”1

“Assim, as palavras de Pedro não são uma descrição do produto final, mas de uma obra em progresso. Sim, fomos escolhidos e eleitos por Ele, e devemos louvar publicamente a Deus por nos tirar das trevas com as quais Satanás envolveu o mundo. Mas isso não nos torna perfeitos nem significa que, de alguma forma, já tenhamos alcançado o objetivo (ver Fp 3:12 [‘Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.’]2). Ao contrário, a consciência de nossa pecaminosidade e dos nossos defeitos é um aspecto fundamental do que significa seguir Jesus e sentir a necessidade de Sua justiça em nossa vida.”1

“‘É assim que todo pecador deve se aproximar de Cristo. ‘Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo Sua misericórdia, nos salvou’ (Tt 3:5, ARC). Quando Satanás lhes diz que são pecadores e vocês não podem esperar receber bênçãos de Deus, digam a ele que Cristo veio ao mundo para salvar pecadores. Nada temos que nos recomende a Deus; mas o argumento em que podemos insistir agora e sempre é nossa condição de completo desamparo, o que torna Seu poder redentor uma necessidade. Renunciando a toda confiança própria, podemos olhar à cruz do Calvário e dizer: ‘O preço do resgate eu não tenho; à Tua cruz prostrado me sustenho’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 317).”1

“Um modo seguro de saber que fomos chamados ‘das trevas para a Sua maravilhosa luz’ (1Pe 2:9) é nossa percepção de que somos muito dependentes de Cristo, ‘o qual Se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção’ (1Co 1:30, NVI).”

“O que vem à sua mente quando se sente abatido e desanimado por causa de seus atos e até de seu caráter? Como você lida com esses pensamentos? Como usar essas ocasiões para seu próprio benefício espiritual?”1

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Domingo, 06 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O que Pedro disse sobre o grande conflito

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz (1Pe 2:9).1

“Pedro tinha plena consciência de que a luta contra o mal é bem real. Ele escreveu: ‘Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar’ (1Pe 5:8).”1

“Pedro via a luta se desenrolando de várias formas. Ele via uma luta acontecendo na igreja, a qual envolvia aqueles que uma vez estiveram em comunhão com os crentes mas agora eram incrédulos e desdenhavam de Deus e de qualquer ideia sobre a volta de Cristo. Ele falou em termos fortes e enérgicos contra os zombadores, porque se fosse perdida a fé na promessa da volta de Cristo, que esperança restaria?”1

“Talvez Pedro tenha afirmado a fé de maneira tão positiva por causa de seus próprios fracassos. Ele sabia o que era zombar, negar e tentar se misturar com a multidão para que outros não o condenassem por ser seguidor de Jesus. Por isso, ele enfatizou que é muito importante que os crentes revelem na vida seu elevado chamado e eleição no Senhor, e que se demonstrem dignos desse chamado e eleição.”1

No dia 19 de março, sábado, começaremos a Semana Santa nos lares. Neste ano, o tema será “ComPaixão”. De sábado a quinta-feira as reuniões serão em Pequenos Grupos, e de quinta-feira em diante, nos reuniremos na igreja.

 

Assista em vídeo o esboço da lição desta semana.

 

 

Sábado, 05 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

Paulo e a rebelião – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘Pelo pecado, não apenas o homem, mas a Terra também havia passado para o controle do maligno, e ela também devia ser restaurada pelo plano da redenção. Quando Deus criou Adão, deu-lhe o domínio da Terra, mas ao ceder à tentação, ele se colocou sob o poder de Satanás, e o domínio que exercia passou para aquele que o venceu. Assim, Satanás se tornou ‘o deus deste mundo’ (2Co 4:4, NTLH). Ele usurpou o domínio sobre a Terra que, originalmente, havia sido concedido a Adão. Mas Cristo, pagando a penalidade do pecado por meio de Seu sacrifício, não somente redimiria o homem, mas recuperaria o domínio do qual ele havia sido privado. Tudo que foi perdido pelo primeiro Adão será restaurado pelo segundo’ (Ellen G. White, The Signs of the Times, 4 de novembro de 1908). Porém, ao olhar para o mundo ao redor, é fácil esquecer a verdade fundamental de que Satanás está derrotado e de que ‘pouco tempo lhe resta’ (Ap 12:12). Mas a intervenção divina resolverá o problema do mal. Somente a intervenção sobrenatural de Deus trará para nós as mudanças prometidas. Certamente, não podemos solucionar os problemas por nós mesmos.”1

Perguntas para reflexão

“1. ‘Fraca e defeituosa, precisando constantemente ser advertida e aconselhada, a igreja é, contudo, objeto da suprema atenção de Cristo. Ele está fazendo experiências com a graça nos corações humanos, e está efetuando transformações de caráter que deixam os anjos assombrados e fazem com que eles expressem sua alegria em cânticos de louvor. Eles se alegram ao pensar que seres humanos pecaminosos e errantes possam ser transformados dessa maneira’ (Ellen G. White, ‘The Signal of Advance’ [O sinal para avançar], The Advent Review and Sabbath Herald, 20 de janeiro de 1903). De que maneira somos transformados pelo que Jesus faz por nós e em nós?”1

“2. Vemos o grande conflito na igreja local ou na igreja mundial? Quais questões são usadas para nos dividir, enfraquecer e impedir de fazer a obra para a qual fomos chamados? Como trazer cura e unidade quando as pessoas não concordam com os pontos que julgamos importantíssimos?”1

Sexta-feira, 04 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

O último inimigo

Lições da Bíblia

“Evidentemente, alguns da igreja de Corinto estavam confusos a respeito da ressurreição. Paulo explicou cuidadosamente sua importância como elemento-chave do evangelho (1Co 15:1-4). Parece que havia alguma preocupação a respeito dos crentes que haviam morrido (1Co 15:6), e alguns estavam sugerindo que os que haviam morrido não participariam da volta de Cristo (1Co 15:12). Essa situação era semelhante à de Tessalônica (1Ts 4:13-17).”1

“5. Leia 1 Coríntios 15:12-18. Qual é a implicação de negar a ressurreição dos mortos?”1 “15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. 16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.” (1 Corintios 15:13-18 ARA)2. “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a pregação do evangelho e até mesmo nossa fé. ‘Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes dos homens.’”1

“Paulo concluiu seu argumento dizendo que ‘se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens’ (1Co 15:19). Mas, ao contrário, Cristo de fato ressuscitou e Se tornou ‘as primícias dos que dormem’ (1Co 15:20).”1

“Então Paulo comparou Cristo com Adão: ‘Assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo’ (1Co 15:22), e especificou quando será essa ressurreição geral: ‘na Sua vinda’ (1Co 15:23). Posteriormente, no mesmo capítulo, ele continuou com a comparação dos dois ‘Adões’ (1Co 15:45-49). O primeiro homem foi feito do pó, mas o Homem celestial é do Céu; por isso, um dia também seremos iguais a Ele (1Co 15:47-49). O significado disso é explicado numa descrição do que acontece na segunda vinda: ‘A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade’ (1Co 15:52, 53). Embora Adão a princípio tenha sido feito para viver para sempre, a humanidade logo se deteriorou a ponto de viver apenas por um período de tempo relativamente curto. Se vamos herdar a vida eterna, precisamos ser transformados para durar para sempre, e isso nos será concedido.”1

“Leia 1 Coríntios 15:23-26 [‘23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. 24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder. 25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.]2. Embora estejamos imersos no grande conflito, e ainda que a morte, o mal e as forças satânicas pareçam dominar o mundo, o que esses versos dizem sobre o final do grande conflito? Como aprender a olhar além do que vemos e captar o que essas promessas significam para cada um de nós?”1

Quinta-feira, 03 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A armadura de Deus

Lições da Bíblia

“A realidade do grande conflito e o fato de que estamos numa batalha literal contra um inimigo real (Ef 6:11) são revelados pelo uso que Paulo fez de figuras alusivas à guerra, em Efésios 6.”

“4. Leia Efésios 6:11-17. O que esses versos dizem sobre o fato de que batalha é muito real e pessoal?”1 “11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; 12 porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. 14 Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. 15 Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; 16 embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;1 (Efésios 6:11-19 ARA)2. “Precisamos usar a armadura, um instrumento pessoal de defesa. Cada parte da armadura é fundamental para que a pessoa seja protegida contra as ciladas do mal. Nessa luta, precisamos também atacar as forças do mal e anunciar aos oprimidos sobre a vitória de Jesus.1

“O que conta não é a função das várias peças da armadura, mas o que essas peças representam. Note que Paulo enfatizou que precisamos usar toda a armadura, não só determinadas partes dela. Ao fazer isso, permaneceremos inabaláveis [‘ficar firmes’ ou ‘permanecer de pé’] (Ef 6:13), uma metáfora usada na Bíblia para descrever inocência no julgamento (ver Sl 1:5). Em outras palavras, seremos vitoriosos.”1

“O que segura toda a armadura no lugar é o cinto, usado como metáfora da verdade (Ef 6:14). Assim, a verdade é o que mantém no lugar todas as nossas defesas espirituais. Muitas vezes Jesus falou sobre a verdade (Jo 1:14, 17; 4:24; 8:32; 14:6). A seguir vem a couraça da justiça (Ef 6:14); ‘justiça’ é outra palavra-chave nos discursos de Jesus (por exemplo: Mt 5:6, 10; 6:33). No Antigo Testamento havia a compreensão de que a justiça defendia a imparcialidade e assegurava que todos fossem tratados de maneira correta.”1

“Os calçados militares (Ef 6:15) representam o evangelho da paz, uma expressão tomada de Isaías 52:7, que fala sobre as pessoas andando grandes distâncias para avisar àqueles que estavam no cativeiro que Jerusalém havia sido reconstruída e que Deus havia restaurado a liberdade de Seu povo. É outra maneira de dizer que parte da luta contra o mal consiste em informar às pessoas que Deus já venceu a batalha, e que elas podem, agora, viver em paz consigo mesmas, com os outros e com Deus.”1

“O escudo da fé (Ef 6:16) impede que ‘dardos inflamados’ atinjam o alvo e causem grande destruição. O capacete da salvação (Ef 6:17) é paralelo à coroa que Jesus compartilha conosco (Ap 1:6; 2:10), e a espada do Espírito (a Palavra de Deus) é nossa única arma de defesa, que deve ser usada como Jesus a usou quando tentado pelo diabo (Mt 4:4, 7, 10).”1

“A armadura precisa ser completa. O que isso nos diz sobre nossa total dependência de Deus no grande conflito? Como ter certeza de que nenhuma parte do nosso corpo está desprotegida?”1

Quarta-feira, 02 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A igreja como um corpo

Lições da Bíblia

“O papel e as funções da igreja são distintamente apresentados em 1 Coríntios 12. Ali vemos a igreja comparada a um corpo, no qual cada membro tem seu papel claramente definido e todos os membros trabalham juntos como um todo harmônico (1Co 12:12).”1

“3. Leia 1 Coríntios 12:14-26. Qual é a mensagem essencial desse texto?”1 “14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. 15 Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. 16 Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser. 17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? 18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve. 19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo. 21 Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. 22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários; 23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra. 24 Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, 25 para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. 26 De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.” (1 Coríntios 12:14-26 ARA)2. “Assim como cada membro do corpo tem sua função e trabalha para o bem comum, da mesma forma ocorre na igreja: cada qual tem dons diferentes que contribuem para o crescimento e unidade da igreja.1

“Paulo falou de um modo aparentemente ridículo, cogitando o que aconteceria se um pé ou um ouvido dissessem que não são do corpo. Paulo ainda foi além, especulando sobre o que aconteceria se o corpo todo fosse um olho ou um ouvido (1Co 12:17). Imagine uma grande orelha atravessando a sala para nos dizer ‘olá’! Por mais ridículo que possa parecer, isso de fato acontece quando alguém tenta controlar a igreja como se fosse seu único proprietário.”1

“Anteriormente, Paulo apresentou várias atividades realizadas na igreja, descrevendo cada uma delas como um dom do Espírito Santo. Há os que falam com sabedoria, e há outros que têm muito conhecimento das Escrituras (1Co 12:8). Há aqueles cuja fé é uma inspiração para todos, e há aqueles que possuem um toque curador (1Co 12:9). Há operadores de milagres, pessoas com discernimento profético, outras que conseguem distinguir com clareza entre o bem e o mal, e aqueles que podem romper as barreiras das línguas (1Co 12:10). Note que não foram as pessoas envolvidas que decidiram qual seria sua habilidade, mas o Espírito Santo escolheu cada uma delas, vindas de contextos diferentes, para trazerem edificação e união ao corpo, ou seja, à igreja (1Co 12:11-13). Para destacar esse fato importante, Paulo repetiu suas palavras: Deus é quem decide onde cada membro se encaixa (1Co 12:18).”1

“E o mais importante: apesar dos muitos membros, há um só corpo; cada membro está vitalmente ligado a todos os outros, mesmo aqueles que não se consideram muito valiosos (1Co 12:20-24). Essa interdependência tem proteções inerentes para garantir a segurança e o bem-estar de cada um. A interdependência entra em cena quando os sofrimentos e as alegrias são compartilhados (1Co 12:26).”1

“Algumas pessoas lutam com doenças autoimunes, quando uma parte do corpo ataca outra. Essas doenças podem ser debilitantes e, às vezes, fatais. Considerando as passagens mencionadas hoje, como o inimigo trabalha para enfraquecer o corpo, e como podemos ser usados pelo Senhor para ajudar a deter esse ataque?”1

Terça-feira, 01 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Rebelião e redenção. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 484, Jan. Fev. Mar. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.