A mulher junto ao poço

Lições da Bíblia.

“4. Leia João 4:5-32 e responda às seguintes perguntas:” “Chegou, pois, a uma cidade samaritana, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó. Cansado da viagem, assentara-se Jesus junto à fonte, por volta da hora sexta. Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. Então, lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana (porque os judeus não se dão com os samaritanos)? Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Respondeu-lhe ela: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? És tu, porventura, maior do que Jacó, o nosso pai, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, e, bem assim, seus filhos, e seu gado? Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e vem cá; ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta. Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. Eu sei, respondeu a mulher, que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas. Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo. Neste ponto, chegaram os seus discípulos e se admiraram de que estivesse falando com uma mulher; todavia, nenhum lhe disse: Que perguntas? Ou: Por que falas com ela? Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?! Saíram, pois, da cidade e vieram ter com ele. Nesse ínterim, os discípulos lhe rogavam, dizendo: Mestre, come! Mas ele lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis.” (João 4:5-32 RA)2.

“a. Que convenções sociais Jesus quebrou e por quê? O que isso deveria nos dizer sobre as ‘convenções sociais’ e como elas deveriam ser consideradas quando interferem no nosso testemunho? Que convenções sociais podem estar atrapalhando seu testemunho a outras pessoas?” Jesus, um judeu, falou com uma mulher em público, além do mais essa mulher era uma samaritana aquém os judeus consideravam pagãos. Nesse dialogo Jesus tratou a mulher samaritana com uma alma preciosa mesmo sabendo de sua má fama. Temos que ignorar qualquer forma de preconceito para alcançarmos os necessitados de ajuda.

“b. De que maneira Jesus confrontou a mulher acerca de sua vida pecaminosa? Que lições podemos tirar de Sua abordagem?” Jesus demostrou que conhecia sua vida e com amor sensibilizou o seu coração.

“c. O que essa história revela sobre os preconceitos dos discípulos de Jesus? Somos culpados dessa mesma atitude?” Os discípulos ficaram admirados pelo fato de Jesus ter falando com uma mulher samaritana.

“d. Embora impressionada com o fato de que Jesus sabia que ela havia sido sexualmente promíscua, quais palavras dela revelaram suas dúvidas sobre quem era Jesus? A partir desse relato, que lições podemos aprender sobre nossa própria necessidade de paciência quando se trata de fazer discípulos?” A mulher samaritana embora impressionada com as revelações feitas por Jesus, ficou em dúvida sobre Ele e disse: “Será este, porventura, o Cristo?” Muitas vezes as pessoas, mesmo diante de fortes evidências da ação divina, têm duvidas, é necessário ter paciência para discipular.

Mais de 17 milhões de pessoas estarão unidas em oração! Esse movimento irá começar amanhã! Você está pronto?

Quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 85

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O menor entre os menores

Lições da Bíblia.

“3. Leia Marcos 5:1-20. Compare a situação desse homem com a dos modernos moradores de rua e dos doentes mentais. Note eventuais semelhanças e diferenças. Como a sociedade moderna trata as pessoas que sofrem de doenças mentais? Por que Jesus ordenou que essa cura fosse divulgada, embora Ele sempre tenha aconselhado outros a manter segredo?”1 “Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos. Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo. Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras. Quando, de longe, viu Jesus, correu e o adorou, exclamando com alta voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes! Porque Jesus lhe dissera: Espírito imundo, sai desse homem! E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos. E rogou-lhe encarecidamente que os não mandasse para fora do país. Ora, pastava ali pelo monte uma grande manada de porcos. E os espíritos imundos rogaram a Jesus, dizendo: Manda-nos para os porcos, para que entremos neles. Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada, que era cerca de dois mil, precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, onde se afogaram. Os porqueiros fugiram e o anunciaram na cidade e pelos campos. Então, saiu o povo para ver o que sucedera. Indo ter com Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram. Os que haviam presenciado os fatos contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado e acerca dos porcos. E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles. Ao entrar Jesus no barco, suplicava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti. Então, ele foi e começou a proclamar em Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera; e todos se admiravam.” (Marcos 5:1-20 RA)2. A semelhança de como o indemnizado era rejeitado, hoje a os excluídos e marginalizados o são também. Em Gadara Jesus não estava pregando para Judeus e sim para pagãos e portanto não havia a necessidade que o milagre deixasse de ser divulgado.

“Não somente contaram em sua própria casa e na vizinhança o que dizia respeito a Jesus, mas foram por toda a Decápolis, declarando em toda parte Seu poder de salvar e, descrevendo como Ele os libertara dos demônios. Embora o povo de Gergesa não tivesse recebido a Jesus, Ele não os entregou às trevas que haviam preferido. Quando Lhe pediram que os deixasse, não tinham ouvido Suas palavras. Ignoravam aquilo que estavam rejeitando. Enviou-lhes portanto a luz, e por meio daqueles a quem não se recusariam a escutar. Ocasionando a destruição dos porcos, era desígnio de Satanás afastar o povo do Salvador, e impedir a pregação do evangelho naquela região. Mas esta própria ocorrência despertou o povo dali como nenhuma outra coisa poderia ter feito, e atraiu a atenção para Cristo. Conquanto o próprio Salvador partisse, ficaram os homens a quem Ele tinha curado como testemunhas de Seu poder. Aqueles que haviam sido instrumentos do príncipedas trevas tornaram-se condutores de luz, mensageiros do Filho de Deus. Quando Jesus voltou a Decápolis, o povo se aglomerou ao Seu redor, e por três dias milhares de pessoas de todos os arredores ouviram a mensagem de salvação.”3

“Um ponto crucial nessa história é que ninguém, não importa quão insano esteja – quer por possessão demoníaca, doença mental ou uso de drogas – deve ser ignorado. Em alguns casos, é necessária ajuda profissional, que deve ser providenciada quando possível.”1

“Como cristãos, devemos nos lembrar de que Cristo morreu por todos. Mesmo aqueles a quem consideramos fora de nosso alcance merecem toda compaixão, respeito e bondade possíveis. Além disso, quem somos nós para julgar que alguém é um caso perdido e está além do poder de Deus? Do nosso ponto de vista, as coisas podem parecer ruins, mas da perspectiva divina cada ser humano é de valor infinito. Se não fosse pela cruz, nosso caso seria impossível. Essa é uma questão que merece ser lembrada quando nos confrontamos com pessoas perturbadas e arruinadas.”1

“Pense em pessoas que estejam realmente arruinadas, mental, espiritual, fisicamente ou por qualquer motivo. Tente vê-las da maneira que o nosso amoroso Deus as vê. Além de orar por elas, o que você pode fazer para atender às suas necessidades e mostrar-lhes algo do amor incondicional de Deus?”1

Se você nunca jejuou, aproveite a oportunidade para fazê-lo no dia 13 de fevereiro! Ore por isso!

Terça-feira, 11 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 84

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. A ciência do bom viver. 8. ed. Santo André: Casa Publicadora Brasileira, 1994. p. 98

Perdão para uma adúltera

Lições da Bíblia.

“2. Leia João 8:1-11. Que lições esse relato oferece sobre a maneira de tratar pecadores rejeitados?”1 “Jesus, entretanto, foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele; e, assentado, os ensinava. Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.]” (João 8:1-11 RA)2.

“Revigorado espiritualmente após Seu retiro no Monte das Oliveiras, Jesus voltou ao templo. As multidões se reuniram. Enquanto Cristo ensinava, os fariseus arrastaram uma mulher adúltera até Ele. Questionaram Jesus acerca da legislação de Moisés referente ao adultério, que prescrevia a execução do culpado. Jesus percebeu que o questionamento não era sincero. O objetivo era apanhá-Lo em uma armadilha. O poder de aplicar a pena de morte havia sido removido dos tribunais judaicos. A liderança da nação raciocinou que o número de Seus seguidores seria prejudicado Se Ele rejeitasse publicamente o apedrejamento da mulher. Por outro lado, se Ele aprovasse a execução, seria acusado de ter usurpado a autoridade romana. Apanhada em meio às intrigas políticas dos líderes, ali estava a mulher indefesa e culpada. Alheia ao ministério de Jesus, possivelmente ela não conhecia Sua natureza misericordiosa. Quando pareceu que a sentença de morte seria pronunciada, Ele iniciou Sua declaração com palavras inesquecíveis: ‘Aquele que dentre vós estiver sem pecado […]’ (Jo 8:7).”1

"Em Seu ato de perdoar a essa mulher e animá-la a viver vida melhor, resplandece na beleza da perfeita Justiça o caráter de Jesus. Conquanto não use de paliativos com o pecado, nem diminua o sentimento da culpa, procura não condenar, mas salvar. O mundo não tinha senão desprezo e zombaria para essa transviada mulher; mas Jesus profere palavras de conforto e esperança. O Inocente Se compadece da fraqueza da pecadora, e estende-lhe a mão pronta a ajudar. Ao passo que os fariseus hipócritas denunciam, Jesus lhe recomenda: ‘Vai-te, e não peques mais.’"3

“Embora Ellen G. White apresente mais detalhes sobre a intriga envolvendo essa mulher, ela era uma adúltera apanhada em flagrante. A trama dos líderes não mudou esse fato. Então, por que ela foi perdoada? Como podemos aprender a mostrar misericórdia aos culpados, e ao mesmo tempo não ‘atenuar’ o pecado?”1

Se você começar a participar, toda a igreja será impactada! Ore todos os dias por um propósito especial!

Segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 83

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 462

Pessoas "inferiores"

Lições da Bíblia.

“As sociedades estabelecem hierarquias. Pessoas ricas ou cultas costumam conseguir as mais altas posições. Pessoas ‘comuns’ normalmente ocupam os degraus intermediários da escala social. Isso deixa de fora as pessoas consideradas ‘inferiores’, como prostitutas, viciados em drogas, criminosos, sem-teto e outros. No tempo de Cristo, essa lista também incluía os leprosos e os coletores de impostos.”1

“1. Leia Mateus 21:28-32 e Lucas 15:1-10. Como Cristo tratou os excluídos sociais?”1 “E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo. Declarou-lhes Jesus: Em verdade vos digo que publicanos e meretrizes vos precedem no reino de Deus. Porque João veio a vós outros no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto, não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele.” (Mateus 21:28-32 RA)2; “Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. Então, lhes propôs Jesus esta parábola: Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” (Lucas 15:1-10 RA). Jesus comeu com os excluídos sociais e os acolheu, afirmou que muitos deles precederiam, no reino dos céus, aqueles que se consideravam justos.

“Por esta acusação insinuaram que Cristo tinha prazer em associar-Se com os pecadores e vis, e era insensível à sua impiedade. Os rabinos ficaram desapontados com Jesus. Por que era que Aquele que pretendia ter tão elevado caráter não Se relacionava com eles, e não seguia seus métodos de ensino? Por que andava tão despretensiosamente, atuando entre todas as classes? Se fosse profeta verdadeiro, diziam, estaria em harmonia com eles e trataria os publicanos e pecadores com a indiferença que mereciam. Irritava a esses guardiões da sociedade, que Aquele com quem tinham constantes disputas, cuja pureza de vida os aterrorizava e condenava, Se relacionasse em aparente simpatia com os párias da sociedade. Não Lhe aprovavam os métodos. Consideravam-se muito ilustrados, cultos e preeminentemente religiosos; mas o exemplo de Cristo lhes desmascarou o egoísmo.”3

“Qual foi a atitude que colocou os rejeitados pela sociedade à frente dos hipócritas? O que as classes ‘inferiores’ descobriram, que a elite social frequentemente passava por alto? Por que Jesus parecia ter mais facilidade em alcançar as camadas inferiores da sociedade do que as superiores?”1

“Embora endurecidos pelos prazeres pecaminosos e às vezes envoltos pela aparência rude, os excluídos sociais se mostraram ainda mais fáceis de ser alcançados do que a elite arrogante, altiva e hipócrita. Muitas vezes, sob a presunção dos excluídos, se oculta o vazio emocional caracterizado pela baixa autoestima. Com frequência, em especial durante a adolescência, essas pessoas se rebelam abertamente, tentando estabelecer uma identidade pessoal para compensar a insegurança sentida no coração. Essa identidade é propositadamente estabelecida em oposição aos desejos de quem atua como autoridade sobre elas (geralmente os pais).”1

Prepare sua família e sua igreja para os dez dias de oração e dez horas de jejum!

Domingo, 09 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 82

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

3 WHITE, Ellen Gould. Parábolas de Jesus. Tradução de S. Julio Schwantes. 15.ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 185

Jesus e os excluídos sociais

Lições da Bíblia.

"Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um Homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo?!" (Jo 4:28, 29).1

“A jovem, com antecedentes tristes (teve dois filhos fora do casamento no tempo em que estava com quinze anos de idade), agora estava presa, aguardando julgamento. Seu crime foi ter assassinado uma assistente social que devia levar seu bebê, a única pessoa a quem ela amava. Sem mãe, pai, marido, qualquer parente ou amigo, ela enfrentava sozinha um futuro ameaçador. Mediante as visitas de um pastor, no entanto, essa jovem aprendeu que, apesar de todos os seus erros, da situação desesperadora e de seu futuro incerto, Cristo a amava e perdoava. Independentemente de como a sociedade a visse, ela conhecia por si mesma o eterno amor de Deus. Essa excluída social descobriu significado e propósito em seu Senhor, cujo amor e aceitação transcendiam todas as normas e até mesmo os melhores costumes sociais.”2

“Para Deus não existem castas. Ele desconhece qualquer coisa dessa espécie. Toda alma é valiosa aos Seus olhos. Trabalhar pela salvação das almas é um emprego extremamente honroso. Não importa qual seja a forma de nosso trabalho, ou entre que classe, seja, se é alta, se é baixa. À vista de Deus, essas distinções não lhe afetarão o real valor. A alma sincera, fervorosa, contrita, embora ignorante, é preciosa aos olhos do Senhor. Ele coloca Seu selo sobre os homens, julgando-os, não pela categoria que ocupam nem por sua riqueza, ou pela grandeza intelectual, mas por sua unidade com Cristo. O ignorante, o excluído, o escravo, que haja aproveitado o melhor possível suas oportunidades e privilégios, se tem acariciado a luz que lhe foi dada por Deus, tem feito tudo quanto se exige. O mundo talvez lhe chame ignorante, mas Deus o considera sábio e bom, e assim o nome dele se acha registrado nos livros celestes. Deus o habilitará para O honrar, não somente no Céu, mas na Terra. A censura divina se acha sobre os que recusam a companhia daqueles que têm o nome escrito no livro da vida do Cordeiro, simplesmente porque eles não são ricos, instruídos ou honrados neste mundo. Cristo, o Senhor da glória, está satisfeito com os que são mansos e humildes de coração, por mais humilde que seja sua profissão, seja qual for sua classe ou grau de inteligência.”3

Os adventistas em todo o mundo estarão unidos em um grande movimento de oração! Aproveite essa grande oportunidade.

Sábado, 08 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 81

3 WHITE, Ellen Gould. Obreiros evangelicos: instrucoes para todos os que sao cooperadores de Deus. Tradução de Isolina A Waldvogel. 5. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2011. p. 332

Discipulando os "comuns" – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia, de Ellen G. White, Educação, p. 269, 270: ‘O Trabalho Vitalício’; Evangelismo, p. 564-566: ‘Trabalho em Favor de Classes Especiais’ [subtítulo: ‘Trabalhar Pela Classe Média’].”1

"Nessa obra finalizadora do evangelho haverá um vasto campo a ser ocupado; e mais do que nunca a obra deve arregimentar dentre o povo comum, elementos para auxiliar. Tanto jovens como os de maior idade, serão chamados dos campos, das vinhas, das oficinas, e enviados pelo Mestre a dar Sua mensagem".2

Perguntas para reflexão

“1. Por que Jesus foi tão eficiente em fazer discípulos entre as pessoas comuns? Por que Sua mensagem não foi tão prontamente recebida entre os ricos e mais influentes? Como Sua origem humilde contribuiu para Sua eficiência em alcançar o coração das pessoas comuns? Jesus teria sido eficiente em alcançar as pessoas comuns se tivesse vindo como um príncipe real ou um rico proprietário de terras?”1

“2. Leia 1 Coríntios 1:26-29. Quais são as lições do texto? Paulo escreveu que Deus "escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes". O que significa isso? Esses versos mostram a distorção e perversão dos caminhos do mundo? Estamos envolvidos por esses conceitos corrompidos?”1

“3. O que os grupos de estudo da Bíblia podem fazer para se tornar mais acessíveis para as pessoas comuns? Isso deveria afetar escolha de traduções da Bíblia? Por que devemos nos concentrar em assuntos práticos, em lugar de assuntos teóricos, quando procuramos alcançar pessoas que sofrem e precisam de ajuda?”1

Sexta-feira, 07 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 74

2 WHITE, Ellen Gould. Educação. Tradução de Flavio Lopes Monteiro. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2008. p. 269, 270

Uma sociedade sem classes

Lições da Bíblia.

“Talvez a característica mais atrativa do cristianismo primitivo tenha sido a ausência de distinções de classe. Muros de separação haviam desmoronado sob o peso do evangelho. Por intermédio de Cristo, a pessoa comum triunfava. Jesus transformava o ordinário em extraordinário. Carpinteiros, cobradores de impostos, construtores, rainhas, empregados domésticos, sacerdotes, gregos, romanos, homens, mulheres, ricos e pobres se tornavam iguais no reino da graça de Cristo. Na realidade, a comunidade cristã devia ser uma ‘sociedade sem classes’.”1

“5. O que os seguintes textos ensinam sobre a igualdade humana? Considerando o contexto cultural da época, e dos escritores da Bíblia, por que não deve ter sido fácil para eles entender esse conceito crucial?”1

Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa.” (Gálatas 3:28-29 RA)2; “Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, em trajos de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajos de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra; e disserdes ao pobre: Tu, fica ali em pé ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés, não fizestes distinção entre vós mesmos e não vos tornastes juízes tomados de perversos pensamentos? Ouvi, meus amados irmãos. Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam? Entretanto, vós outros menosprezastes o pobre. Não são os ricos que vos oprimem e não são eles que vos arrastam para tribunais? Não são eles os que blasfemam o bom nome que sobre vós foi invocado? Se vós, contudo, observais a lei régia segundo a Escritura: Amarás o teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem; se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo arguidos pela lei como transgressores.” (Tiago 2:1-9 RA)2; “Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação,” (1 Pedro 1:17 RA)2; Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (1 Pedro 2:9 RA)2; “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração;” (1 João 3:16-19 RA). Todos os seres humanos são iguais perante Deus e a semelhança de Deus devemos considerar o nosso próximo como um igual a nós mesmos. Isso só é possível em Cristo, quando permitimos que o Seu amor de transforme o nosso coração. Não podemos amar apenas de palavra, nosso amor tem que ser também demostrado por atos. Cristo morreu por todos e a todos devemos o nosso amor.

“Leia Atos 2:43-47; 4:32-37. De que forma os primeiros cristãos praticaram o princípio da aceitação universal? Como a ideia de que Deus ama as pessoas comuns permitiu a expansão explosiva do cristianismo primitivo? Ao mesmo tempo, precisamos perguntar a nós mesmos: Temos aplicado esses princípios à nossa maneira de ministrar ao mundo? O que nos impede de fazer o melhor nessa importante área?”1 “Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos. (Atos 2:43-47 RA)2; Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Pois nenhum necessitado havia entre eles, porquanto os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam os valores correspondentes e depositavam aos pés dos apóstolos; então, se distribuía a qualquer um à medida que alguém tinha necessidade. José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, levita, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos.” (Atos 4:32-37 RA)2.

Prepare seu coração! Vêm aí dez dias para orar e momentos para jejuar!

Quinta-feira, 06 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 73

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Avaliação celestial

Lições da Bíblia.

“Certa vez, um evangelista celebrou (talvez até tenha se vangloriado disso) a presença de pessoas de classe alta em seus seminários (seria de se esperar que ele também comemorasse a presença das pessoas mais ‘comuns’). Com Cristo, no entanto, não existiam distinções de classe. Ninguém era ‘comum’, cada um era uma exceção. Não é de admirar que Jesus tenha alcançado as multidões com ilustrações comuns e discurso objetivo. Nada em Suas ações sugeria que alguém estivesse excluído de Sua preocupação. Em sua ação evangelística, os modernos formadores de discípulos também devem ter muito cuidado para não dar a impressão de que têm mais consideração por alguns do que por outros.”1

“4. Leia Lucas 12:6, 7; 13:1-5; Mateus 6:25-30. O que esses textos ensinam sobre o valor de cada pessoa? Embora a cruz tenha erradicado para sempre a discriminação entre pessoas, será que estamos cometendo esse mesmo erro?”1 “Não se vendem cinco pardais por dois asses? Entretanto, nenhum deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais.” (Lucas 12:6-7 RA)2; “Naquela mesma ocasião, chegando alguns, falavam a Jesus a respeito dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que os mesmos realizavam. Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” (Lucas 13:1-5 RA)2; “Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?” (Mateus 6:25-30 RA)2. Valemos muito mais que um pardal, no entanto Deus tem atenção e cuidado com cada uma de suas criaturas e em especial com os seres humanos, pelos quais Cristo morreu. Somos todos iguais perante Deus, não temos o direito de nos consideramos melhor ou pior do que ninguém, pois Deus trata a todos com amor e justiça.

“Se é assim com os pardais, quanto mais com os seres humanos, por quem Cristo morreu! Cristo morreu por nós, não pelas aves. A cruz revela, de uma forma que não podemos entender, o ‘valor infinito’ (para usar uma expressão muito utilizada por Ellen G. White) de cada ser humano, independentemente de seu status na vida, que é muitas vezes nada mais do que uma invenção humana fundamentada em conceitos e atributos que não fazem sentido no Céu, ou são até mesmo contrários aos princípios do Céu.”1

“Ellen G. White escreveu que ‘Cristo teria morrido por uma só pessoa, a fim de que ela pudesse viver pelos séculos eternos’ (Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 73). Uma pessoa! Medite nas implicações desse conceito. Como ele deve influenciar nossa maneira de ver os outros e a nós mesmos?”1

Quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 72

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.