Discipulando poderosos – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 315-318: ‘O Centurião’; p. 698-715: ‘Perante Anás e o Tribunal de Caifás’; p. 723-740: ‘Na Sala de Julgamento de Pilatos’; A Ciência do Bom Viver, p. 209-216: ‘O Ministério em Favor dos Ricos’; Atos dos Apóstolos, p. 433-438: ‘Quase Persuadido’.”1

“Não é por nenhum toque casual, acidental, que pessoas ricas, que amam e adoram o mundo, podem ser atraídas a Cristo. Essas pessoas são muitas vezes as de mais difícil acesso. É preciso em seu favor um esforço pessoal da parte de homens e mulheres dotados de espírito missionário, que não fracassem nem desanimem. Alguns são especialmente habilitados a trabalhar nas classes mais elevadas”2

Perguntas para reflexão

“1. A turbulência vulcânica geralmente fica oculta sob a crosta da montanha. Medir visualmente sua intensidade é impossível. Da mesma forma, o potencial explosivo do movimento de Jesus permaneceu escondido durante Seu ministério terreno. Entretanto, após Sua ressurreição, o reino entrou em erupção, evidenciada pelas conversões em massa, mesmo entre pessoas influentes. A fiel semeadura finalmente produziu colheita abundante. O que esses fatos nos dizem sobre a importância de não ficar desanimado quando nosso testemunho não parece tão eficaz como gostaríamos que fosse, especialmente entre a elite poderosa?”1

“2. Ellen G. White escreveu no texto citado que alguns são especialmente habilitados para o trabalho de alcançar os poderosos. Quais poderiam ser algumas dessas qualificações? Por que precisamos ser cuidadosos para não limitar aqueles que poderíamos considerar desqualificados para esse trabalho?”1

Sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 113

2 WHITE, Ellen Gould. A ciência do bom viver. Tradução de Carlos Alberto Trezza. 10.ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 213

A explosão primitiva – “Muitos, porém, dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil.” (Atos 4:4).

Lições da Bíblia.

“Os primeiros discípulos de Cristo promoveram vigorosamente o evangelho em todo o mundo civilizado. Casas, sinagogas, estádios públicos, tribunais e palácios se tornaram palcos para a proclamação do reino. Jesus, no entanto, profetizou que haveria prisões, julgamentos e audiências reais hostis para os discípulos (Mt 10:16-20). Infelizmente, aqueles que estavam cheios de poder terreno foram mais demorados em aceitar Cristo.”1

“5. Como podemos explicar o crescimento explosivo da igreja primitiva? Por que muitos poderosos não aceitaram Jesus?”1 Falavam eles ainda ao povo quando sobrevieram os sacerdotes, o capitão do templo e os saduceus, ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a ressurreição dentre os mortos; e os prenderam, recolhendo-os ao cárcere até ao dia seguinte, pois já era tarde. Muitos, porém, dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil. No dia seguinte, reuniram-se em Jerusalém as autoridades, os anciãos e os escribas com o sumo sacerdote Anás, Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem do sumo sacerdote; e, pondo-os perante eles, os arguiram: Com que poder ou em nome de quem fizestes isto? Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Autoridades do povo e anciãos, visto que hoje somos interrogados a propósito do benefício feito a um homem enfermo e do modo por que foi curado, tomai conhecimento, vós todos e todo o povo de Israel, de que, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós. Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4:1-12 RA)2; “Chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas judaicas; tinham também João como auxiliar. Havendo atravessado toda a ilha até Pafos, encontraram certo judeu, mágico, falso profeta, de nome Barjesus, o qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, que era homem inteligente. Este, tendo chamado Barnabé e Saulo, diligenciava para ouvir a palavra de Deus. Mas opunha-se-lhes Elimas, o mágico (porque assim se interpreta o seu nome), procurando afastar da fé o procônsul. Todavia, Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo, fixando nele os olhos, disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perverter os retos caminhos do Senhor? Pois, agora, eis aí está sobre ti a mão do Senhor, e ficarás cego, não vendo o sol por algum tempo. No mesmo instante, caiu sobre ele névoa e escuridade, e, andando à roda, procurava quem o guiasse pela mão. Então, o procônsul, vendo o que sucedera, creu, maravilhado com a doutrina do Senhor.” (Atos 13:5-12 RA)2; Mas os judeus instigaram as mulheres piedosas de alta posição e os principais da cidade e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, expulsando-os do seu território.” (Atos 13:50 RA)2; De fato, no dia seguinte, vindo Agripa e Berenice, com grande pompa, tendo eles entrado na audiência juntamente com oficiais superiores e homens eminentes da cidade, Paulo foi trazido por ordem de Festo.” (Atos 25:23 RA)2; Então, Agripa se dirigiu a Paulo e disse: Por pouco me persuades a me fazer cristão.” (Atos 26:28 RA)2. As causas do crescimento da igreja foram várias, as mais importante foi o derramamento do Espírito Santo sobre os primeiros cristãos, associado esse fato, as perseguições impulsionaram a pregação do Evangelho para além das fronteiras de Israel chegando até aos confins da terra. Ricos e pobres, fracos e poderosos ouviram a mensagem da salvação, Cristo morreu por todos, a decisão de aceita-lo com salvador é individual e livre.

“Embora alguém possa pensar que muitas pessoas foram instantaneamente convertidas do nada, não foi isso que aconteceu. Esses resultados extraordinários foram consequência visível de circunstâncias subjacentes. A semeadura precede a colheita. Cristo proclamou fielmente o evangelho. Os missionários haviam testemunhado por toda a Judeia. Os primeiros conversos, sem dúvida, ajudaram a levar a mensagem. Quando Cristo venceu a morte, confirmando Sua mensagem, milhares de indecisos entraram no reino. Eles haviam seguido secretamente a Cristo. Seu coração havia respondido aos Seus convites. Fatores culturais, segurança no trabalho e pressão familiar tinham retardado sua clara resposta. A ressurreição de Cristo destruiu a barreira, forçando uma decisão.”1

“Então, o apóstolo Paulo entrou em cena. Todavia, seu testemunho não foi apreciado em todos os lugares. Às vezes, homens e mulheres preeminentes o perseguiam e o expulsavam. Ele foi apedrejado, açoitado, preso e maltratado, frequentemente por instigação de pessoas influentes. Motivos políticos eram geralmente a base para os sentimentos anticristãos. O governador Félix prendeu Paulo a fim de apaziguar a oposição religiosa ao apóstolo. Seu sucessor, Festo, foi mais imparcial, mas faltava-lhe vontade política para libertar Paulo. Durante uma visita oficial, o rei Agripa e sua irmã Berenice (descendentes da dinastia herodiana) solicitaram uma audiência com Paulo. Infelizmente, como seus predecessores, eles rejeitaram o convite de salvação. Embora enfrentem rejeição e perseguição semelhantes, os discípulos de Cristo do século 21 também devem perseverar.”1

“Como os formadores de discípulos que trabalham com autoridades religiosas e seculares podem evitar o desânimo causado pela constante rejeição? Sempre que os seguidores de Jesus trabalham com pessoas influentes, quem mais pode ser afetado por seu testemunho?”1

Quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 112

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

O Dia do Julgamento

Lições da Bíblia.

“4. Leia Mateus 26:57-68; 27:11-14; Lucas 23:1-12; João 18:19-23, 31-40; 19:8-12.”1 “E os que prenderam Jesus o levaram à casa de Caifás, o sumo sacerdote, onde se haviam reunido os escribas e os anciãos. Mas Pedro o seguia de longe até ao pátio do sumo sacerdote e, tendo entrado, assentou-se entre os serventuários, para ver o fim. Ora, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. E não acharam, apesar de se terem apresentado muitas testemunhas falsas. Mas, afinal, compareceram duas, afirmando: Este disse: Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias. E, levantando-se o sumo sacerdote, perguntou a Jesus: Nada respondes ao que estes depõem contra ti? Jesus, porém, guardou silêncio. E o sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou! Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia! Que vos parece? Responderam eles: É réu de morte. Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!” (Mateus 26:57-68 RA)2; “Jesus estava em pé ante o governador; e este o interrogou, dizendo: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Então, lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem? Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador.” (Mateus 27:11-14 RA)2; “Levantando-se toda a assembléia, levaram Jesus a Pilatos. E ali passaram a acusá-lo, dizendo: Encontramos este homem pervertendo a nossa nação, vedando pagar tributo a César e afirmando ser ele o Cristo, o Rei. Então, lhe perguntou Pilatos: És tu o rei dos judeus? Respondeu Jesus: Tu o dizes. Disse Pilatos aos principais sacerdotes e às multidões: Não vejo neste homem crime algum. Insistiam, porém, cada vez mais, dizendo: Ele alvoroça o povo, ensinando por toda a Judéia, desde a Galiléia, onde começou, até aqui. Tendo Pilatos ouvido isto, perguntou se aquele homem era galileu. Ao saber que era da jurisdição de Herodes, estando este, naqueles dias, em Jerusalém, lho remeteu. Herodes, vendo a Jesus, sobremaneira se alegrou, pois havia muito queria vê-lo, por ter ouvido falar a seu respeito; esperava também vê-lo fazer algum sinal. E de muitos modos o interrogava; Jesus, porém, nada lhe respondia. Os principais sacerdotes e os escribas ali presentes o acusavam com grande veemência. Mas Herodes, juntamente com os da sua guarda, tratou-o com desprezo, e, escarnecendo dele, fê-lo vestir-se de um manto aparatoso, e o devolveu a Pilatos. Naquele mesmo dia, Herodes e Pilatos se reconciliaram, pois, antes, viviam inimizados um com o outro.” (Lucas 23:1-12 RA)2; “Então, o sumo sacerdote interrogou a Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. Declarou-lhe Jesus: Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto. Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que lhes falei; bem sabem eles o que eu disse. Dizendo ele isto, um dos guardas que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: É assim que falas ao sumo sacerdote? Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, dá testemunho do mal; mas, se falei bem, por que me feres? (João 18:19-23 RA)2; “Eu mesmo não o conhecia, mas, a fim de que ele fosse manifestado a Israel, vim, por isso, batizando com água. E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus. No dia seguinte, estava João outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus! Os dois discípulos, ouvindo-o dizer isto, seguiram Jesus. E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: Que buscais? Disseram-lhe: Rabi (que quer dizer Mestre), onde assistes? Respondeu-lhes: Vinde e vede. Foram, pois, e viram onde Jesus estava morando; e ficaram com ele aquele dia, sendo mais ou menos a hora décima. Era André, o irmão de Simão Pedro, um dos dois que tinham ouvido o testemunho de João e seguido Jesus.” (João 1:31-40 RA)2; Pilatos, ouvindo tal declaração, ainda mais atemorizado ficou, e, tornando a entrar no pretório, perguntou a Jesus: Donde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta. Então, Pilatos o advertiu: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar? Respondeu Jesus: Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem. A partir deste momento, Pilatos procurava soltá-lo, mas os judeus clamavam: Se soltas a este, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei é contra César!” (João 19:8-12 RA)2.

“O que podemos aprender com o testemunho de Jesus a esses homens poderosos?”1 Jesus respeitou todos aqueles que o interpelavam, não revidou nenhuma das agressões que sofreu. Embora tenha sido firme quando indagado sobre a verdade, revelando-se como o messias o Filho de Deus.

“Nas cenas finais da vida terrestre de Cristo, Seus seguidores tiveram um vislumbre do preço doloroso da fidelidade inabalável. Da prisão à crucificação, Cristo deu testemunho perante os mais poderosos da nação: monarcas, governadores e sacerdotes. Um a um, Ele estudava aqueles inebriados pela autoridade mundana. Aparentemente eles O controlavam. Os soldados arrastavam Jesus entre seus tribunais, concílios, palácios e salas de julgamento, sem perceber que estavam diante do Juiz do mundo. No fim das contas, qualquer julgamento que pronunciassem contra Cristo seria proferido contra si mesmos.”1

“Embora Cristo testemunhasse para fazer discípulos, por vezes o resultado era muito diferente do que Ele teria desejado. Como Jesus teria Se alegrado se Pilatos, Caifás, Herodes e outros entregassem o coração e se arrependessem. Teimosamente eles rejeitaram Seus apelos, insensivelmente ignorando o convite final para salvação.”1

“Da mesma forma, os seguidores de Cristo do século 21 devem reconhecer que, embora testemunhem para fazer discípulos, frequentemente o resultado parece ser diferente do que eles gostariam que fosse e do que pediriam em oração. A medida do sucesso nem sempre corresponde aos esforços feitos. Isso não deve desencorajá-los nem inibir o testemunho. O verdadeiro discípulo é, como o próprio Cristo, fiel até a morte, não fiel até o desapontamento. Chamar os ouvintes para uma decisão ajuda a revelar o trigo e o joio. O trigo é comemorado, o joio lamentado, e a colheita continua. Não obstante o aparente insucesso do testemunho de Cristo diante de homens poderosos, algo maravilhoso aconteceu, pois, de acordo com Atos 6:7, não apenas o número de discípulos se multiplicou, mas ‘um grande número de sacerdotes obedecia à fé’ (NVI). Somente Deus sabe quantos desses sacerdotes estavam ouvindo e assistindo Jesus naquelas horas finais.”1

“Sempre que Jesus dava testemunho a pessoas influentes, outras pessoas observavam. Algumas delas estavam em posições de poder. Assim como Nicodemos e José de Arimateia, muitos da instruída classe sacerdotal desenvolveram gradualmente a fé. Alguns expectadores que testemunharam as discussões de Cristo com os líderes religiosos também creram.”1

Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 111

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

O centurião – “[…] seja feito conforme a tua fé. […]” (Mateus 8:13 RA)

Lições da Bíblia.

“Embora vários encontros de Cristo com pessoas poderosas tenham terminado de forma áspera, houve exceções notáveis, como aconteceu com Nicodemos. Outro encontro construtivo envolveu um oficial militar romano – o centurião.”1

“3. Leia Mateus 8:5-13; Lucas 7:1-10. O que podemos aprender com esses relatos sobre a obra de testemunhar a pessoas de destaque?”1 “Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, apresentou-se-lhe um centurião, implorando: Senhor, o meu criado jaz em casa, de cama, paralítico, sofrendo horrivelmente. Jesus lhe disse: Eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta. Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E, naquela mesma hora, o servo foi curado.” (Mateus 8:5-13 RA)2; “Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.” (Lucas 7:1-10 RA)2. O testemunho do centurião romano falou alto em meio aos lideres religiosos judeus, pois estes conheciam a Palavra de Deus e não criam em Jesus, enquanto um “pagão” romano demostrava uma fé monumental. Em Seu amor incondicional Jesus não fez acepção de pessoas e atendeu a suplica de um romano considerado um opressor de sua nação.

“O servo de um centurião estava enfermo de paralisia. Entre os romanos, os servos eram escravos, comprados e vendidos nos mercados, e muitas vezes tratados rude e cruelmente; mas o centurião era ternamente afeiçoado a seu servo, e desejava grandemente seu restabelecimento. Acreditava que Jesus podia curá-lo. Não tinha visto o Salvador, mas as notícias que ouvira lhe haviam inspirado fé. Apesar do formalismo dos judeus, esse romano estava convencido de que a religião judaica era superior à dele. Já rompera as barreiras do preconceito e ódio nacionais que separavam o vencedor do povo vencido. Manifestara respeito pelo culto a Deus, e mostrara bondade para com os judeus como Seus adoradores. Nos ensinos de Cristo, segundo lhe haviam sido transmitidos, ele encontrara aquilo que satisfazia a necessidade da alma. Tudo quanto nele havia de espiritual correspondia às palavras do Salvador. Mas julgava-se indigno de se aproximar de Jesus, e apelou para os anciãos dos judeus para que apresentassem a petição em favor da cura de seu servo.”3

“Quando o centurião soube que Jesus estava Se aproximando, ele enviou vários amigos para dissuadir Cristo de ir encontrá-lo. Respeitando profundamente o culto judaico e a espiritualidade de Jesus, ele se sentiu indigno da atenção pessoal de Cristo. Finalmente, pouco antes de Jesus chegar, ele se aventurou a aproximar-se dEle. Expressou sua fé dizendo que apenas uma declaração de Cristo poderia curar seu servo. Com base na experiência militar, ele entendia o conceito de autoridade. O centurião obedecia ao seu comandante e seus subordinados o obedeciam. Quão surpreendente é que esse homem de poder e influência (e, além disso, romano) pudesse mostrar tão profunda fé, enquanto outros que tinham muito mais vantagens espirituais menosprezavam Jesus.”1

“Nesse contexto, um honesto autoexame é proveitoso. Precisamos perguntar: Temos nos limitado a defender doutrinas, em vez de experimentar uma fé viva? Será que os cristãos mais novos e menos preparados têm expressado fé mais profunda do que aqueles criados na igreja? Será que nossas vantagens espirituais têm se tornado motivo para a autossuficiência? Temos deixado de perceber as oportunidades espirituais? Sempre que respondermos afirmativamente, Cristo é a solução. Qualquer pessoa pode desfrutar a experiência do centurião. Essa história deve incentivar aqueles que evangelizam pessoas em funções de destaque. Quantos centuriões existem hoje? Que a fé dessas pessoas inspire e fortaleça a nossa.”1

“Há poder em um ministério altruísta e abnegado capaz de tocar pessoas de qualquer categoria ou classe. Quais dessas características se manifestam em nossa própria vida e testemunho?”1

Terça-feira, 25 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 110

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

3 WHITE, Ellen Gould. A ciência do bom viver. Tradução de Carlos Alberto Trezza. 10.ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 63

"Vocês não leram…?" […] é lícito, nos sábados, fazer o bem. (Mateus 12:12 RA).

Lições da Bíblia.

“Infelizmente, algumas das pessoas mais poderosas e influentes com quem Jesus lidou foram os líderes religiosos de Seu tempo, muitos dos quais eram abertamente hostis a Ele. No entanto, em Seus encontros com eles, Jesus sempre procurou resgatá-los. Ele não estava à procura de discussões, estava buscando a salvação de todos, mesmo daqueles poderosos que acabariam por condená-Lo à morte.”1

“2. Leia Marcos 2:23-28; 3:1-6; Mateus 12:1-16. Como podemos ver que Jesus, apesar da hostilidade aberta contra Ele, estava tentando alcançar aqueles homens? O que Ele disse e fez que deveria ter tocado o coração deles?”1 “Ora, aconteceu atravessar Jesus, em dia de sábado, as searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas. Advertiram-no os fariseus: Vê! Por que fazem o que não é lícito aos sábados? Mas ele lhes respondeu: Nunca lestes o que fez Davi, quando se viu em necessidade e teve fome, ele e os seus companheiros? Como entrou na Casa de Deus, no tempo do sumo sacerdote Abiatar, e comeu os pães da proposição, os quais não é lícito comer, senão aos sacerdotes, e deu também aos que estavam com ele? E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” (Marcos 2:23-28 RA)2; “De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio! Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada. Retirando-se os fariseus, conspiravam logo com os herodianos, contra ele, em como lhe tirariam a vida.” (Marcos 3:1-6 RA)2 “Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas e a comer. Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado. Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome? Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes? Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo: aqui está quem é maior que o templo. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos, não teríeis condenado inocentes. Porque o Filho do Homem é senhor do sábado. Tendo Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles. Achava-se ali um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado? Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando-a dali? Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem. Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra. Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida. Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou, advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade,” (Mateus 12:1-16 RA)2. Falando aos sacerdotes Jesus citou as escrituras, pois esta deveria ser bem conhecida deles, e refletir sobre temas bíblicos seria uma forma de impressioná-los a favor da verdade. Ao curar no sábado Jesus apresentou a necessidade da misericórdia acima dos sacrifícios, pois é lícito se fazer o bem aos sábados.

“Cristo queria ensinar, aos discípulos e aos inimigos, que o serviço de Deus está acima de tudo. O objetivo da obra de Deus, neste mundo, é a redenção do homem; portanto, tudo quanto é necessário que se faça no sábado no cumprimento dessa obra, está em harmonia com a lei do sábado. Jesus coroou então Seu argumento, declarando-Se “Senhor do sábado” – Alguém que estava acima de qualquer dúvida, acima de toda lei. Esse eterno Juiz absolve de culpa os discípulos, apelando para os próprios estatutos de cuja violação são acusados.”3

“É interessante que, ao lidar com essas pessoas, Jesus recorreu às Escrituras e à história sagrada, fontes que deveriam ter tocado os líderes religiosos. Jesus apelou àquilo que deveria ter sido um ponto em comum entre eles. Por exemplo, Ele citou a Bíblia quando falou sobre a importância da misericórdia acima dos rituais. Ao fazer isso, Ele procurou levar os líderes a um significado mais profundo da lei que eles alegavam valorizar e defender com tanto fervor e devoção. Em Seu discurso sobre retirar um animal de uma cova no dia de sábado, Jesus apelou para as noções mais básicas de decência e bondade, algo com que aqueles homens deveriam ter se identificado. Porém, o problema era que a amargura e o ódio deles contra Jesus obscureceram esses princípios comuns. Finalmente, os próprios milagres deveriam ter falado em voz alta a esses influentes líderes acerca do Homem extraordinário que estava entre eles. ”1

“Hoje, é fácil olhar para trás e ficar espantado com a cegueira e dureza desses homens. Porém, como podemos ter certeza de que ao buscarmos proteger algo que não queremos abandonar, não nos fechamos para uma luz maior procedente de Deus? Por que isso é muito fácil de acontecer?”1

Segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 109

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

3 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 285

Respeito às autoridades – “[…] porque não há autoridade que não proceda de Deus e as autoridades que existem foram por ele instituídas.” (Romanos 13:1 RA)

Lições da Bíblia.

“Ao longo dos séculos, as pessoas têm se esforçado para entender o papel e a função do governo, e como os cidadãos deveriam se relacionar com ele. O que dá aos governantes o direito de governar? Qual é a melhor forma de governo? Deveriam as pessoas sempre obedecer às autoridades? Por quê? Esses são apenas alguns exemplos de uma série de questões com as quais ainda lutamos.”1

“1. Leia Romanos 13:1-7. Que importantes princípios encontramos ali? Que exemplos temos de abuso desses princípios? O que podemos aprender com esses erros, tanto em nossa história quanto na história da igreja cristã em geral?” Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.” (Romanos 13:1-7 RA)2. Por ordenança de Deus devemos ser obediente às autoridades constituídas, mesmo que estas não sejam os melhores governantes. Insurgir-se contra as autoridades constituídas é negar o fato que todas elas vêm ao poder pela permissão de Deus. Estas só devem ser desobedecidas quando exigem a transgressão da lei de Deus.

“A opressão e a brutalidade caracterizavam o Império Romano na época de Cristo. As legiões romanas aterrorizavam e subjugavam as nações civilizadas, forçando-as à submissão ao império. Centenas de milhares foram despojados, presos e assassinados. Governos fantoches permitidos por Roma foram, provavelmente, piores do que a própria Roma. No entanto, é interessante que Jesus nunca defendeu qualquer tipo de rebelião contra esse governo nem a sonegação de impostos (Lc 20:25). O ato singular de desobediência civil por parte de Jesus – derrubar as mesas dos cambistas – demonstrou a repulsa que Ele sentia com referência aos abusos sacerdotais. Esse ato não foi contra os romanos.”1

"O povo de Deus deve reconhecer o governo humano como algo ordenado por disposição divina, de modo que ensinará obediência a ele como sendo um sagrado dever, em sua legítima esfera. Entretanto, quando as suas pretensões entram em conflito com os reclamos de Deus, a Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda e qualquer legislação humana. O ‘Assim diz o Senhor’ não pode ser posto de lado, ou trocado por um ‘Assim diz a Igreja ou o Estado’. A coroa de Cristo deve ser erguida acima dos diademas de potestades terrestres"3

Domingo, 23 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 108

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

3 WHITE, Ellen Gould; PAGANI, Cesar Luis. Testemunhos para a igreja. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006. v. 6, p. 402

Discipulando poderosos

Lições da Bíblia.1

"Assim, a palavra de Deus se espalhava. Crescia rapidamente o número de discípulos em Jerusalém; também um grande número de sacerdotes obedecia à fé" (At 6:7, NVI)2

"Os discípulos não foram revestidos da coragem e fortaleza dos mártires, senão quando essa graça se tornou necessária. Então se cumpriu a promessa do Salvador. Quando Pedro e João testificaram perante o conselho do Sinédrio, os homens ‘admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus’ (At 4:13). Acerca de Estêvão, acha-se escrito que ‘todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo’. Os homens ‘não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava’ (At 6:15, 10, RC). E Paulo, escrevendo a respeito de seu próprio julgamento na corte dos césares, disse: ‘Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam […] Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão’ (2Tm 4:16, 17).”3

Sábado, 22 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 107

2 BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Nova versão internacional. São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2003.

3 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 354-355

Com os ricos e famosos – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Leia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 167-177: ‘Nicodemos’; p. 272-280: ‘Levi Mateus’; p. 518-523: ‘Uma Coisa te Falta’; p. 552-556: ‘Zaqueu’; A Ciência do Bom Viver, p. 209-216: ‘O Ministério em Favor dos Ricos’.”1

"Muito se diz quanto ao nosso dever para com os pobres negligenciados; não se deveria dar alguma atenção aos negligenciados ricos? Muitos consideram essa classe um caso perdido, e pouco fazem para abrir os olhos daqueles que, cegos e ofuscados pelo falso brilho da glória terrena, perderam o cálculo da eternidade. Milhares de ricos têm baixado ao túmulo inadvertidos. Mas, por mais indiferentes que pareçam, muitos entre eles são almas oprimidas. ‘Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda’ (Ec 5:10). Aquele que diz ‘ao ouro fino: em ti confio; […] assim negaria eu ao Deus lá de cima’ (Jó 31:24, 28). ‘Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele (Pois a redenção da sua alma é caríssima, e seus recursos se esgotariam antes)’ (Sl 49:7, 8, RC). […] Muitos dentre os ricos anseiam por alguma divina certeza, alguma esperança espiritual. Muitos anelam alguma coisa que acabe com a monotonia de uma vida sem objetivo"2

Perguntas para reflexão

“1. Entendendo que nunca devemos comprometer a teologia e os princípios, que mudanças sua igreja pode fazer para que os ricos ali encontrem companheirismo? Como sua igreja faz discípulos entre eles?”1

“2. Leia os versos bíblicos utilizados por Ellen G. White nas citações acima. Qual é a essência deles? Como podemos ajudar os que pensam que a felicidade é encontrada na riqueza, de modo que percebam esse erro?”1

Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 100

2 WHITE, Ellen Gould. A ciência do bom viver. 8. ed. Santo André: Casa Publicadora Brasileira, 1994. p. 210