Alcançando a unidade

Lições da Bíblia.

“Quanto mais nos aproximamos de Jesus, mais próximos ficamos uns dos outros. Vemos com nova visão espiritual. O Espírito de Cristo nos permite ver o outro de forma diferente. Pela graça de Cristo, as pequenas coisas que antes nos aborreciam recebem novo significado. Hostilidades alimentadas são abandonadas à luz da Sua maravilhosa graça. Antigos ressentimentos e contendas são, tanto quanto possível, colocados de lado. Barreiras são derrubadas. O evangelho cura os relacionamentos quebrados.”

“Quando o Espírito Santo foi derramado em plenitude no Pentecostes, as atitudes dos discípulos para com seus irmãos de fé foram drasticamente alteradas. Diante da luz que provinha da cruz, eles passaram a ver um ao outro de modo diferente.”

“Cada cristão via em seu irmão uma revelação do amor e benevolência divinos. Só um interesse prevalecia; um elemento de emulação absorveu todos os outros. A ambição dos cristãos era revelar a semelhança do caráter de Cristo, bem como trabalhar pelo desenvolvimento de Seu reino” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 48).

“5. Que práticas promoveram a unidade entre os cristãos do primeiro século? Por que essas práticas são tão poderosas em unir cristãos?” Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus. Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.” (Mateus 18:16-20 RA); Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.” (Atos 1:14 RA); Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele.” (Atos 12:5 RA); “Considerando ele a sua situação, resolveu ir à casa de Maria, mãe de João, cognominado Marcos, onde muitas pessoas estavam congregadas e oravam.” (Atos 12:12 RA); “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé.” (Atos 6:7 RA); “Seguiram os onze discípulos para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara. E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” (Mateus 28:16-20 RA). ”Seguiam a orientação de Cristo para a solução de desavenças. Por isso, Deus confirmava suas decisões. Oravam unidos e viviam unidos, mesmo quando eram perseguidos; tinham uma missão comum, em torno da qual todos estavam unidos. Por isso, a igreja crescia. Jesus os mantinha unidos.”

“A unidade não é alcançada simplesmente porque a esperamos ou desejamos. Os cristãos do Novo Testamento oravam juntos e conversavam. Juntos, estudavam a Palavra de Deus e compartilhavam a fé. Oração, estudo bíblico e testemunho são poderosos elementos que criam, promovem e sustentam a unidade da igreja. Ao orarmos uns pelos outros, ficamos cada vez mais unidos. Participar de uma campanha evangelística para a comunidade cria um senso de harmonia ou união. Uma igreja viva, dinâmica, unida e reavivada é aquela cujos membros oram juntos, estudam a Palavra de Deus e alcançam sua comunidade.”

“Quais são algumas das forças que ameaçam a unidade de sua igreja, ou até mesmo da igreja como um todo? Por que é importante entender quais são essas forças e estar pronto para lidar com elas?”

Quinta-feira, 15 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Organização da igreja: estrutura para a unidade

Lições da Bíblia.

“O Novo Testamento revela que a igreja primitiva tinha uma estrutura organizacional definida. Essa estrutura ajudou a preservar a pureza doutrinária da igreja e a mantê-la focalizada na missão.”

“Em Atos 6, um pequeno grupo de discípulos se reuniu para resolver o problema da distribuição de alimentos para as viúvas dos gregos convertidos. Eles selecionaram diáconos para resolver a dificuldade. Os membros da igreja respeitaram a autoridade desses líderes.”

“Quando o apóstolo Paulo se converteu na estrada de Damasco, ele foi encaminhado a Ananias, um representante da igreja (At 9:10-17).”

“Depois de haver sido batizado por Ananias, Paulo foi instruído pelo Espírito Santo a se encontrar com os líderes da igreja em Jerusalém, a fim de confirmar seu ministério (At 9:26-30).”

“Em Atos 20 Paulo se encontrou com os anciãos da igreja de Éfeso para exortá-los a vigiar contra os falsos mestres e suas heresias (At 20:17, 27-32).”

“4. Como a igreja do Novo Testamento resolveu a controvérsia sobre a circuncisão?” “Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos. Tendo havido, da parte de Paulo e Barnabé, contenda e não pequena discussão com eles, resolveram que esses dois e alguns outros dentre eles subissem a Jerusalém, aos apóstolos e presbíteros, com respeito a esta questão. Enviados, pois, e até certo ponto acompanhados pela igreja, atravessaram as províncias da Fenícia e Samaria e, narrando a conversão dos gentios, causaram grande alegria a todos os irmãos. Tendo eles chegado a Jerusalém, foram bem recebidos pela igreja, pelos apóstolos e pelos presbíteros e relataram tudo o que Deus fizera com eles. Insurgiram-se, entretanto, alguns da seita dos fariseus que haviam crido, dizendo: É necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés. Então, se reuniram os apóstolos e os presbíteros para examinar a questão. Havendo grande debate, Pedro tomou a palavra e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que, desde há muito, Deus me escolheu dentre vós para que, por meu intermédio, ouvissem os gentios a palavra do evangelho e cressem. Ora, Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, concedendo o Espírito Santo a eles, como também a nós nos concedera. E não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós? Mas cremos que f… ídolos, bem como das relações sexuais ilícitas, da carne de animais sufocados e do sangue. Porque Moisés tem, em cada cidade, desde tempos antigos, os que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados. Então, pareceu bem aos apóstolos e aos presbíteros, com toda a igreja, tendo elegido homens dentre eles, enviá-los, juntamente com Paulo e Barnabé, a Antioquia: foram Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens notáveis entre os irmãos, escrevendo, por mão deles: Os irmãos, tanto os apóstolos como os presbíteros, aos irmãos de entre os gentios em Antioquia, Síria e Cilícia, saudações. Visto sabermos que alguns [que saíram] de entre nós, sem nenhuma autorização, vos têm perturbado com palavras, transtornando a vossa alma, pareceu-nos bem, chegados a pleno acordo, eleger alguns homens e enviá-los a vós outros com os nossos amados Barnabé e Paulo, homens que têm exposto a vida pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas e Silas, os quais pessoalmente vos dirão também estas coisas. Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor maior encargo além destas coisas essenciais: que vos abstenhais das coisas sacrificadas a ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas; destas coisas fareis bem se vos guardardes. Saúde. Os que foram enviados desceram logo para Antioquia e, tendo reunido a comunidade, entregaram a epístola. Quando a leram, sobremaneira se alegraram pelo conforto recebido.” (Atos 15:1-31 RA). “Com a orientação do Espírito Santo, membros da igreja e líderes chegaram a pleno acordo. A igreja trabalhou unida e de modo organizado.”

“O concílio de Jerusalém evitou um grande cisma na igreja do primeiro século. A organização da Igreja com autoridade administrativa foi essencial para preservar sua integridade doutrinária. Nesse caso, representantes da igreja local foram enviados a Jerusalém para participar de discussões doutrinárias, que teriam sérias implicações para o futuro da igreja. Uma vez que esses representantes chegaram a um consenso, a comissão escreveu a decisão tomada e a fez circular em todas as igrejas onde o problema se havia originado: Antioquia, Síria e Cilícia (At 15:23).”

“Os membros aceitaram a decisão do concílio de Jerusalém e se alegraram porque o Espírito Santo os havia guiado a uma resposta ao seu dilema (At 15:30-35).”

“Se você é membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, então está envolvido na estrutura da igreja. Qual é seu papel nessa estrutura, e como você pode ser mais envolvido de maneira construtiva?”

Quarta-feira, 14 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Missão e mensagem: elementos da unidade

Lições da Bíblia.

A unidade vivida pelos fiéis do Novo Testamento era apoiada em muito mais do que amor entre os membros.

3. Qual era a paixão dominante da igreja do Novo Testamento? Como essa paixão unia os cristãos? “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra.” (Atos 1:8); “Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:33); “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus, o Cristo.” (Atos 5:42); “Assim, pois, a igreja em toda a Judéia, Galiléia e Samária, tinha paz, sendo edificada, e andando no temor do Senhor; e, pelo auxílio do Espírito Santo, se multiplicava.” (Atos 9:31); “Seja-vos pois notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles ouvirão. [E, havendo ele dito isto, partiram os judeus, tendo entre si grande contenda.] E morou dois anos inteiros na casa que alugara, e recebia a todos os que o visitavam, pregando o reino de Deus e ensinando as coisas concernentes ao Senhor Jesus Cristo, com toda a liberdade, sem impedimento algum.” (Atos 28:28-31). “Ensinar e testemunhar sobre a ressurreição de Jesus Cristo, por isso, a igreja crescia, unida no poder do Espírito Santo.”

“Os discípulos foram dominados por algo muito maior do que eles mesmos. A comissão dada por Cristo, de levar o evangelho ao mundo, devorou suas ambições pessoais. A igreja não pode alcançar a comunidade com o evangelho enquanto não for unida, mas ela nunca será unida enquanto não for consumida pelo desejo de pregar o evangelho.”

“A missão é um grande fator unificador. Os cristãos primitivos se uniram em torno da missão. A vida, morte, ressurreição, ministério sacerdotal e a volta de nosso Senhor os uniam. Os novos convertidos estavam firmados ‘na doutrina dos apóstolos’ (At 2:41,42). Os ensinamentos de Jesus proviam o fundamento da sua unidade.”

O apóstolo Pedro usou o termo ‘verdade presente’ (2Pe 1:12, New King James). A mensagem da ‘verdade presente’ nos dias de Pedro unia a igreja e a impulsionava para frente com um ímpeto profético: Jesus Cristo de Nazaré era o cumprimento das profecias messiânicas do Antigo Testamento. Eles estavam unidos com uma mensagem urgente, a verdade presente para seu tempo sobre o cumprimento da profecia.

Agora, nos dias finais da história da Terra, Deus deu a Seu povo uma mensagem urgente, que é a verdade presente para nosso tempo (Ap 14:6-12). É a mensagem do ‘evangelho eterno’ no contexto do juízo, da obediência e da volta do Senhor. Isso é o que une os adventistas do sétimo dia como uma família mundial. Se essa mensagem fosse diluída, ficasse em posição secundária ou fosse tratada como uma relíquia do passado, a unidade da igreja seria desfeita e sua missão perderia a urgência. Se a mensagem da Igreja for mal-interpretada ou distorcida, sua missão ficará obscura. É a proclamação da mensagem profética dos três anjos que dá aos adventistas do sétimo dia a razão da sua existência.

Você está conectado com nossa mensagem e missão? Por que você é adventista do sétimo dia? Leve sua resposta à classe no sábado.

Terça-feira, 13 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Ilustrações do Novo Testamento sobre unidade

Lições da Bíblia.

“O mundo do Novo Testamento, no primeiro século, era dividido em castas, status social e gênero. Era uma sociedade em crise social. Os conceitos de igualdade de direitos, liberdade e dignidade humana não eram as normas aceitas.”

“Então, o cristianismo entrou em cena. Ele criou uma revolução social. Os ensinamentos de Jesus sobre igualdade, justiça, preocupação para com os pobres e respeito pelos marginalizados pareceram radicais. Ao mesmo tempo, os cristãos do Novo Testamento se uniram em torno dos valores fundamentais da criação e redenção. Eles ensinavam que todos os seres humanos foram criados por Deus e que a redenção foi oferecida a todas as pessoas por meio do sacrifício de Cristo na cruz. Jesus mostrou que cada pessoa, independentemente de sua condição material, é de imenso valor aos olhos de Deus.”

“2. Como as figuras a seguir ilustram a maneira pela qual cristãos diferentes se unem em um todo harmonioso, independentemente de sua origem?” Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.” (1 Coríntios 12:12-18 RA); “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.” (1 Pedro 2:4-5 RA). “Diferentes membros, com diferentes funções, formam um corpo saudável e harmonioso; diferentes pessoas, com diferentes talentos, formam a igreja, o corpo de Cristo. O corpo só funciona se os membros trabalham unidos. Sobre Jesus, a Pedra viva, a igreja é edificada com diferentes pedras, com diferentes pessoas.”

“Que figuras poderiam ser mais poderosas para ilustrar a unidade na igreja? O apóstolo Paulo mencionou o corpo para ilustrar a igreja e seus membros. Os órgãos do corpo estão intimamente ligados. Seus membros estão inter-relacionados e são mutuamente dependentes. Todas as partes têm sua função. Se uma parte do corpo sofre, todo o corpo sofre (1Co 12:18-26).”

“Pedro acrescentou a ilustração de um edifício espiritual apresentando os membros como pedras, cada uma se encaixando perfeitamente na construção de um templo glorioso que glorificará o nome de Jesus. Nessas ilustrações, cada membro está intimamente ligado ao outro. Neste mundo de relacionamentos quebrados, lutas pelo poder e desarmonia, esse vínculo de amorosa unidade deve ser um argumento poderoso em favor do cristianismo. Jesus apresentou claramente esta verdade universal: ‘Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros’ (Jo 13:35).”

“Sua igreja reflete a unidade descrita nesse texto? Você está ajudando a promover a unidade? Que atitudes você está abrigando que aumenta os problemas da igreja?”

Segunda-feira, 12 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Resposta à oração de Cristo pela unidade

Lições da Bíblia.

“João 17 contém a grande oração intercessora de Jesus. Ela revela o que estava em Sua mente naquela hora importante da história da Terra.”

“1. Leia João 17:9-11, 20-24. ‘É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós.’ (João 17:9-11 RA) ‘Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus.’ (João 1:20-24 RA) Qual era o desejo de Jesus? Por que isso era tão importante? Como o relacionamento entre os discípulos demonstrava a genuína fé cristã?” Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:32-33 RA). “Que os discípulos fossem guardados no nome de Jesus, em unidade. Muitos iriam crer por meio da pregação dos discípulos, da unidade e do amor. No Pentecostes, eles estavam unidos e pregaram com poder.”

“A ‘unidade’, ou harmonia dos discípulos preparou o coração deles para receber a plenitude do poder do Espírito Santo. A oração de Cristo por Sua Igreja foi cumprida. Eles abandonaram suas diferenças. O amor prevaleceu. A contenda foi banida.”

“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum. Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça” (At 4:32, 33).

”Essa passagem liga a unidade de coração e alma com o ‘grande poder’ dos discípulos para testemunhar. Nas circunstâncias desafiadoras da Jerusalém do primeiro século, numa época em que o cristianismo era impopular, aqueles cristãos comprometidos compartilhavam seus recursos. Eles apoiavam uns aos outros e colocavam de lado suas ambições pessoais. Suas atitudes altruístas e generosidade de espírito os prepararam para receber a plenitude do poder do Espírito Santo para testemunhar.”

“É importante notar que somente depois que os discípulos entraram em união perfeita, quando não mais contendiam pelas posições mais elevadas, o Espírito Santo foi derramado. Estavam unânimes. Todas as divergências haviam sido postas de lado” (Ellen G. White, Conselhos Para a Igreja, p. 98).

“Por que o cumprimento da oração de Jesus em João 17 é tão importante para a igreja? O que o desejo de Jesus em relação à unidade da igreja do primeiro século revela sobre Seu desejo para nossa igreja hoje?”

Domingo, 11 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A unidade: o vínculo do reavivamento

Lições da Bíblia.

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef 4:1-3).

“Unidade é um ingrediente essencial do reavivamento. Conflito, divisão e contenda não criam um ambiente propício para o reavivamento. No Pentecostes, o Espírito Santo foi derramado sobre uma igreja que se havia unido na missão dada por Cristo. Suas diferenças foram subordinadas ao chamado supremo para a missão. Diante da comissão de alcançar os perdidos com o evangelho, os primeiros seguidores de Cristo pararam de lutar pela supremacia. Se estivessem ocupados na luta pelo poder, a obra teria sido impedida desde o início. Em vez disso, convencidos pelo Espírito Santo a morrer para o eu, eles estavam unidos em propósito e missão.”

“Em resumo, onde não existe unidade, não pode haver reavivamento. Onde reinam o ciúme, a inveja e a competição pela supremacia, o poder o Espírito Santo é detido. Por isso, é muito importante aprender a quebrar as barreiras que nos separam, para que entremos na unidade que Cristo busca para Sua Igreja.”

Sábado, 10 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“A confissão não será aceitável a Deus sem sincero arrependimento e reforma. É preciso haver decisivas mudanças na vida. Tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Esse será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer é apresentada claramente: ‘Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas’ (Is 1:16, 17, RC). ‘Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá’” (Ez 33:15, RC; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 39).

Perguntas para reflexão

“1. Que lição fundamental sobre o perdão podemos aprender com o perdão oferecido por Jesus aos que O pregaram na cruz? O que isso nos diz sobre nós e nossos ofensores?”

“2. A confissão do pecado tem sido uma bênção para você? De que forma ela o ajudou no relacionamento com o Senhor e com outras pessoas?”

“3. Embora necessitemos confessar nossas faltas às pessoas a quem ofendemos, que cuidado devemos ter para não dizer mais do que é conveniente?”

“4. O verdadeiro arrependimento inclui abandono do pecado. No entanto, o que acontece se caímos novamente em um pecado contra o qual estamos lutando? Quer dizer que nosso arrependimento não foi sincero e que não podemos ser perdoados mais uma vez acerca desse pecado? Se isso fosse verdade, que esperança teríamos? Como devemos entender a natureza do arrependimento bíblico, tendo em mente a realidade de nossa natureza pecaminosa?”

“5. Por que o arrependimento é um componente vital na questão do reavivamento e reforma? Como os termos reavivamento e reforma contêm a ideia de que precisamos do arrependimento?”

Sexta-feira, 09 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Poder de cura da confissão

Lições da Bíblia.

“A confissão perfura a ferida da culpa e permite que o pus venenoso do pecado seja drenado. A confissão é curativa. Ela abre nosso coração para receber a graça de Deus. Por meio da confissão aceitamos o perdão que Cristo nos oferece livremente a partir da cruz. A confissão também quebra as barreiras entre nós e as outras pessoas. Ela cura os relacionamentos.”

“6. Leia o Salmo 32:1-8. O que isso nos ensina sobre confissão e arrependimento?” “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo. Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão. Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento. Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.” (Salmos 32:1-8 RA). “Arrependimento sincero traz perdão e perdão traz felicidade. Falta de confissão traz sofrimento físico e emocional. Ao orarmos, Deus nos protege em meio às crises e nos guia.”

“7. Leia Atos 24:16. O apóstolo Paulo se esforçou para ter uma ‘consciência pura diante de Deus e dos homens’. O que isso significa?” Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” (Atos 24:16 RA). “Consciência pura é a certeza de que Deus já nos livrou da culpa e das ofensas em relação a Ele e aos semelhantes, e de que somos fiéis ao Senhor.”

“A culpa é boa ou ruim? Depende. Se o Espírito Santo nos convence do pecado e a culpa do pecado nos leva a Jesus, a culpa é boa. Se já confessamos o pecado e continuamos nos sentindo culpados, a culpa pode se tornar destrutiva. ‘Esse sentimento de culpa tem que ser deposto ao pé da cruz do Calvário. O senso de pecaminosidade envenenou as fontes da vida e da verdadeira felicidade. Jesus diz: ‘Depõe tudo sobre Mim. Eu levarei teu pecado. Darei paz a ti. Não destruas por mais tempo teu respeito próprio, pois Eu te comprei com o preço do Meu próprio sangue. Tu és Meu. Tua vontade enfraquecida Eu a fortalecerei; teu remorso pelo pecado Eu removerei’ (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 451). A resposta para a culpa é Jesus. Sua graça elimina a culpa destrutiva que o pecado impõe sobre nós.”

“Há momentos em que podemos confessar os pecados e ainda nos sentirmos culpados. Por quê? Uma razão pode ser que o diabo esteja tentando roubar nossa certeza do perdão e da salvação que temos em Jesus. Em segundo lugar, o Espírito Santo pode estar apontando algo entre nós e outra pessoa. Se ofendemos alguém, nossa consciência perturbada será aliviada quando confessarmos o erro à pessoa a quem ferimos.”

“Como a culpa afetou seu relacionamento com o Senhor e com as pessoas? O que você pode fazer para ajudar a suavizar seu fardo de culpa? Mesmo que você tenha errado e a culpa seja, em certo sentido, justificada, que promessas bíblicas você pode suplicar para ajudá-lo a seguir em frente?”

Quinta-feira, 08 de agosto de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF