Os céus declaram

Lições da Bíblia.

“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som” (Sl 19:1-3).

“2. O que as obras de Deus falam sobre Sua glória e atributos? Você já experimentou essa realidade? Como a ciência pode nos ajudar a apreciar ainda mais o poder e sabedoria do Criador?” Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;” (Sal. 19:1-3); “porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;” (Rom. 1:19-20). ”Os céus anunciam a glória de Deus e o firmamento a obra de Suas mãos. Por meio de evidências, sem palavras, percebemos Seu poder e Sua divindade nas obras da criação.”

“A vida não pode ser mantida em qualquer tipo de ambiente. Na verdade, parece que o Universo deve ter sido muito bem projetado para que a vida existisse. Primeiramente, os blocos de construção de toda a matéria – os átomos – devem ser estáveis o suficiente para que sejam criados objetos materiais estáveis.”

“A estabilidade dos átomos depende das forças que mantêm juntas as suas partes.”

“Os átomos contêm partículas carregadas que se atraem e se repelem. As forças de atração e repulsão devem ser cuidadosamente equilibradas. Se as forças atrativas fossem muito fortes, seriam formados apenas átomos grandes, e não haveria hidrogênio. Sem hidrogênio, não haveria água, e, assim, não haveria vida. Se as forças repulsivas fossem fortes demais, seriam formados apenas átomos pequenos, como o do hidrogênio, e não haveria o carbono nem o oxigênio. Sem oxigênio, não haveria água nem vida. O carbono também é essencial para todas as formas de vida que conhecemos.”

“Os átomos não precisam apenas ser estáveis, mas devem ser capazes de interagir uns com os outros para formar um grande número de compostos químicos diferentes. Deve haver equilíbrio entre as forças que mantêm as moléculas unidas e a energia necessária para quebrar a molécula, a fim de que aconteçam as reações químicas das quais a vida depende.”

“A exata adequação do nosso Universo para a vida ganhou a admiração de cientistas e levou muitos deles a comentar que ele parece ter sido projetado por um Ser inteligente.”

“O mundo também deve ter sido planejado sabiamente para que a vida existisse. A variação de temperaturas deve ser compatível com a vida. Por isso, a distância do Sol, a velocidade de rotação e a composição da atmosfera devem estar em equilíbrio. Muitos outros detalhes do mundo devem ter sido cuidadosamente projetados. Na verdade, a sabedoria de Deus é revelada no que Ele criou.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 31 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

No princípio

Lições da Bíblia.

“No princípio, criou Deus os céus e a Terra” (Gn 1:1).

“Há muitas verdades profundas nesse texto simples. Uma delas é que o Universo teve um começo. Embora essa ideia possa não parecer tão radical hoje, ela vai contra a antiga crença em uma criação ocorrendo eternamente. De modo geral, a noção de que o Universo teve um início não foi aceita até o século 20, quando o modelo do ‘Big Bang’ acerca das origens foi estabelecido. Até então, muitos acreditavam que ele sempre houvesse existido. Muitos resistiram ao conceito da criação do Universo porque isso implicava algum tipo de Criador (na verdade, o nome ‘Big Bang’ tinha a intenção de zombar da noção de um Universo criado). Mas a evidência de que o Universo teve um início se tornou tão forte que quase todos os cientistas a aceitaram, pelo menos por enquanto (os pontos de vista científicos, mesmo aqueles considerados sacrossantos, muitas vezes são alterados ou refutados).”

“1. O que a Bíblia afirma sobre Deus e a criação do Universo?” Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem. (Heb. 11:3). “O Universo foi formado pelo poder da palavra de Deus, a partir do que era invisível.”

“Assim como Gênesis 1:1, o texto de Hebreus 11:3 é cheio de mistério e de coisas inexplicáveis ao nosso conhecimento atual. No entanto, o texto parece nos dizer que o Universo não foi formado a partir de matéria preexistente, mas foi criado pelo poder da Palavra de Deus. Isto é, matéria e energia foram trazidas à existência pelo poder de Deus.”

“Criação do nada é conhecida como criação ex nihilo. Muitas vezes atribuímos aos seres humanos a criação de várias coisas, mas eles são incapazes de criar do nada. Podemos mudar a forma da matéria preexistente, mas não temos poder de criar ex nihilo. Somente o poder sobrenatural de Deus pode fazê-lo. Essa é uma das diferenças mais dramáticas entre Deus e os seres humanos e nos lembra de que nossa própria existência depende do Criador.”

“Na verdade, o verbo criar em Gênesis 1:1 vem de uma raiz hebraica usada somente em referência à atividade criadora de Deus. Unicamente Deus, não os seres humanos, pode fazer esse tipo de criação (leia também Rm 4:17 ‘como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí.), perante aquele no qual creu, o Deus que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem.’).”

“Por que um Criador sobrenatural, que existe acima e além da criação, é a única explicação lógica para a origem de tudo? Comente com a classe.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – domingo 30 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Jesus, Criador do céu e da Terra

Lições da Bíblia.

“No princípio, criou Deus os céus e a Terra” (Gn 1:1).

“Somente algo maior que a criatura pode tê-la criado. Assim, apenas um Ser maior que o Universo poderia tê-lo criado. Esse Ser é o Deus revelado na Bíblia, a quem adoramos e servimos porque, entre outras coisas, Ele é nosso Criador.”

“Aprendemos também que esse Deus, que criou o Universo e formou bilhões de galáxias em toda a extensão do cosmos, é o mesmo que veio à Terra para viver entre nós como ser humano e, ainda mais surpreendente: para sofrer a punição pelos nossos pecados.”

“Às vezes ouvimos falar de coisas ‘muito boas para ser verdade’. No entanto, o que poderia ser melhor para nós, pecadores neste mundo caído e doloroso, do que conhecer a verdade maravilhosa do amor do nosso Criador, um amor tão grande que fez com que Ele descesse na pessoa de Cristo e ligasse a Si cada um de nós com laços que nunca podem ser quebrados?”

“Em resposta a uma verdade tão maravilhosa, como devemos viver?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sábado 29 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Quando tudo se fizer novo – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“No culto típico, o sumo sacerdote, havendo feito expiação por Israel, saía e abençoava a congregação. Assim Cristo, no fim de Sua obra de mediador, aparecerá, ‘sem pecado, … para a salvação’ (Hb 9:28), a fim de abençoar com a vida eterna Seu povo que O espera. Como o sacerdote, ao remover do santuário os pecados, confessava-os sobre a cabeça do bode emissário, semelhantemente Cristo porá todos esses pecados sobre Satanás, o originador e instigador do pecado.”

“O bode emissário, levando os pecados de Israel, era enviado ‘à terra solitária’ (Lv 16:22, RC); de igual modo Satanás, levando a culpa de todos os pecados que induziu o povo de Deus a cometer, estará durante mil anos circunscrito à Terra, que então se achará desolada, sem moradores, e ele sofrerá finalmente a pena completa do pecado, nos fogos que destruirão todos os ímpios’ (O Grande Conflito, p. 485, 486).”

Perguntas para reflexão

“1. Há três posições básicas (com algumas variações) a respeito do milênio dentro da igreja cristã: (1) A ideia de que ele representa a era entre o primeiro e o segundo advento de Cristo; (2) Ele é um longo período de paz e justiça na Terra antes do aparecimento de Cristo, provocado em parte por causa da pregação do evangelho e de reformas sociais; (3) O milênio, um período de mil anos, ocorrerá após a volta de Cristo e acontecerá no Céu. Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a terceira posição, com o milênio se desdobrando no Céu, não na Terra (como alguns erroneamente acreditam). Que problemas as outras opções apresentam?”

2. Leia Apocalipse 21:27 [‘Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.’]. O que você entende sobre essa exclusão da Nova Jerusalém? Que outras coisas serão excluídas dali, e por quê?

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – sexta-feira 28 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A Nova Terra

Lições da Bíblia.

“8. De que forma a incrível presença de Deus modificará a experiência dos habitantes da Nova Terra?” “Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. (Apoc. 21:3). “Seres finitos habitarão com o Ser infinito; teremos tudo, porque o Criador estará conosco; sempre teremos vida, amor, luz e alegria. A vida será melhor do que tudo que já experimentamos no pecado.”

“Talvez não haja, em toda a Bíblia, uma visão tão inspiradora quanto essa, apresentada por João, o revelador. A Nova Terra será não apenas o lar das criaturas humanas, mas também de Deus. O Criador do Universo, santo e transcendente, agraciará com Sua presença a comunidade dos redimidos. Deus sempre permanecerá distinto de Suas criaturas, mas na Nova Terra, a separação entre Deus e a humanidade, provocada pelo pecado, será removida.”

“Além disso, a verdadeira comunhão será restaurada, não apenas entre Deus e os seres humanos, mas entre os humanos e a natureza, e dentro da própria natureza. João diz que ali não mais haverá maldição (Ap 22:3), e a expectativa profética da cessação da hostilidade no mundo animal também será cumprida (Is 65:25).”

“Além da restauração da comunhão completa, a eliminação do ‘gemido da criação’ significa que todas as coisas prejudiciais (decadência, doença, morte e sofrimento) serão coisas do passado (‘na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.’ Rom. 8:21; ‘E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.’ Apoc. 21:4).”

“9. Leia o Salmo 8. Qual é a mensagem para nós nesse texto, especialmente à luz do que estudamos neste trimestre?” Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Pois expuseste nos céus a tua majestade. Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força, por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!” (Sal. 8) “Em meio ao pecado e ao conflito entre Deus e Seus inimigos, podemos perceber a glória de Deus na natureza, na Bíblia e na história; Ele Se preocupa com os pecadores e tem um plano para cada pessoa.”

“Muitas são as implicações da presença de Deus para a vida na Nova Terra, especialmente porque a ciência tem revelado, como nunca antes, o tamanho e a extensão da criação de Deus. O tamanho estimado do Universo ‘visível’ é de muitos bilhões de anos-luz. No entanto, os cientistas agora especulam que esse Universo imenso e vasto representa apenas cerca de sete por cento do que realmente existe!”

“Reflita: O Criador não apenas morreu por nós, mas habitará conosco pela eternidade! Em algum ponto, por causa dos limites de nossa mente caída, temos que parar de tentar pensar sobre isso de forma racional e, em lugar disso, devemos nos ajoelhar, adorar e louvar Aquele que não somente nos criou, mas nos redimiu, e promete viver conosco eternamente.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 27 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

A Nova Terra

Lições da Bíblia.

“Apocalipse 20 termina com a eliminação de Satanás e suas hostes. Apocalipse 21 começa com a visão de um novo céu e uma nova Terra.”

“6. Apocalipse 21:1-5 traz a promessa de que Deus fará novas todas as coisas. De que forma isso reflete o relato da criação? (Gênesis 1; 2). Quais são as diferenças? Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Apoc. 21:1-5). “Na primeira criação, a Terra era totalmente nova; a redenção será o processo de renovar e recriar a Terra destruída pelo pecado; o lar da humanidade era o jardim do Éden; na Nova Terra será a Jerusalém celestial; na criação, Deus apenas visitava a Terra; na recriação, Seu trono será na Terra; a Nova Terra não conhecerá o pecado, que trouxe sofrimento à primeira Terra. Espiritualmente, a Nova Terra será semelhante à antiga Terra antes do pecado. Só Deus pode renovar Sua criação.”

“A palavra traduzida como ‘novo’ em Apocalipse 21:1 enfatiza algo novo na forma ou na qualidade, em vez de novo, como em um ‘novo’ evento no tempo. O propósito de Deus na criação de Gênesis não será realizado até que a promessa de fazer novas todas as coisas seja cumprida na Nova Terra. Por isso, toda a criação geme e anseia por libertação (‘Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora.’ Rom. 8:20-22). A nova criação de Deus consistirá em libertar o Universo e a Terra de seu atual estado de imperfeição, e colocá-los em conformidade com Seu desígnio. Consequentemente, enquanto a nova criação será diferente da antiga, haverá alguma continuidade entre as duas. Como a antiga, a nova Terra será um lugar real, tangível, habitado por seres reais, físicos. A Nova Terra será o nosso planeta renovado, purificado, por assim dizer, pelo fogo (‘Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.’ 2 Ped. 3:10-13).”

“7. De que forma João retrata os aspectos físicos da Nova Jerusalém, a capital da Nova Terra?” “a qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina. Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste. A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha. A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais. Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, isto é, de anjo. A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido. Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda; o quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista. As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente. Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada. As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória. As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite. E lhe trarão a glória e a honra das nações. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro. Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele. Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.” (Apoc. 21:11-22:5). “Comparou a glória da cidade a uma pedra preciosa e ao cristal; a cidade tem uma alta muralha; tem doze portas, que são doze pérolas; sobre elas está escrito o nome dos filhos de Jacó; a muralha tem doze fundamentos, sobre os quais estão os nomes dos apóstolos do Cordeiro; a cidade é quadrangular; o muro é de jaspe; a cidade é de ouro puro; os doze fundamentos da cidade são adornados com pedras preciosas; o rio da água da vida sai do trono de Deus; no meio da praça está a árvore da vida; ali estão os servos de Deus; a cidade é iluminada pela glória do Senhor.”

“Uma coisa é clara: estamos falando de um lugar literal e físico. A heresia pagã de que a matéria é má e o espírito é bom, mais uma vez é desmascarada pelas Escrituras. Embora as palavras sejam limitadas no que podem transmitir, mesmo as palavras inspiradas, elas podem nos levar a entender que uma herança real nos espera. É importante lembrar que este mundo, com todas as suas imperfeições, não mais está como foi planejado. É uma aberração, que Cristo veio para corrigir. Em contraste com isso, a descrição do Apocalipse, não importando quanto seja difícil entender (conhecendo apenas um mundo caído), é a realidade eterna que nos espera. Que esperança temos, especialmente em comparação com os que acreditam que a morte é o fim de tudo!”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quarta-feira 26 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Eventos do fim do milênio

Lições da Bíblia.

“4. Que evento marca o fim do milênio e que oportunidade ele oferece a Satanás?” “Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número dessas é como a areia do mar. Marcharam, então, pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu.” (Apoc. 20:7-9). “A liberação da prisão simbólica de Satanás, com a ressurreição dos ímpios; Satanás terá oportunidade de enganar as nações e reuni-las para batalhar contra Deus.”

“A reversão das circunstâncias de Satanás marca sua ‘libertação’. Esse evento está relacionado com a ressurreição do restante dos mortos, que ‘não reviveram até que se completassem os mil anos’ (v. 5). A expressão ‘Gogue e Magogue’ é usada em sentido figurado, como em Ezequiel 38:2 [‘Filho do homem, volve o rosto contra Gogue, da terra de Magogue, príncipe de Rôs, de Meseque e Tubal; profetiza contra ele’], para descrever aqueles que Satanás conseguirá enganar – os ímpios de todos os tempos. Satanás inspirará essa multidão universal a tentar derrubar a cidade de Deus. Apocalipse 20:9 sugere que a cidade, a Nova Jerusalém, nesse tempo já terá descido do Céu para a Terra, com Cristo, e Satanás e suas hostes marcharão contra ela. Uma descrição detalhada da cidade é dada em Apocalipse 21.”

5. Como foi dito, o Apocalipse não segue uma ordem cronológica distinta. Leia Apocalipse 20:11-15. Como a ideia de juízo é expressa ali? O que significa o fato de que a punição final ocorre após o envolvimento dos santos no juízo? Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apoc. 20:4). “Deus está no trono, julgando os ímpios mortos, por meio do que está escrito nos livros; diante dEle estão os salvos ressuscitados e glorificados; quando todo o Universo estiver convencido da justiça de Deus, Satanás e seus seguidores serão destruídos.”

“Durante o milênio, os santos participam de um juízo deliberativo, que analisa os casos dos perdidos da Terra e dos anjos caídos. Esse juízo é evidentemente necessário, tendo em vista a natureza cósmica do problema do pecado. O curso da rebelião do pecado tem sido objeto de preocupação e interesse por parte de outros mundos (Jó 1; 2; Ef 3:10). O período de pecado deve ser tratado de tal maneira que corações e mentes em todo o Universo de Deus fiquem satisfeitos com seu tratamento e conclusão, com referência específica ao caráter de Deus. Para os resgatados da Terra, será especialmente importante entender o trato de Deus para com aqueles que clamarão aos rochedos que caiam sobre eles e os escondam ‘da face dAquele que Se assenta no trono’ (Ap 6:16). Eles devem ficar totalmente convencidos de que Deus foi justo em Sua decisão a respeito dos perdidos” (Handbook of Seventh-day Adventist Theology [Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia]; Maryland, Review and Herald Publishing Association, 2000, p. 932).”

“O que nosso envolvimento no julgamento dos perdidos nos ensina sobre o caráter de Deus? Como esse conceito se encaixa com a ideia do grande conflito?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – terça-feira 25 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Durante o milênio

Lições da Bíblia.

2. Qual é a evidência de que o milênio se desenrola nos Céus (pelo menos para os salvos)? Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos. Esta é a primeira ressurreição. Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos.” (Apoc. 20:4-6). ”Os salvos receberão a responsabilidade para julgar os perdidos; eles viverão e reinarão com Cristo durante mil anos, fora da Terra destruída na qual Satanás estará preso.”

“Um segmento específico do grupo que participará do milênio é descrito como ‘as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da Palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão’ (Ap 20). Entendemos que a Bíblia não ensina a existência de almas conscientes, separadas, imortais. Esse texto, em vez disso, está retratando os que passaram pela experiência da perseguição, descrita em Apocalipse 12:17–13:18. No segundo advento (em cuja ocasião ocorre a primeira ressurreição), essas almas perseguidas voltam à vida e, após a ressurreição, reinam no Céu com Cristo (compare com 1Ts 4:15-17 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.’).”

“3. Apocalipse 20:4 chama a atenção para outro evento durante o milênio, ao dizer especificamente que o juízo será dado aos remidos. Sabendo que os fiéis estarão reinando com seu Senhor e que os maus terão sido mortos pelo esplendor da vinda de Cristo, qual será a natureza e o propósito desse juízo?” “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Apoc. 20:4). “Esse juízo servirá para demonstrar ao Universo inteiro a justiça de Deus, ao condenar os ímpios e salvar os fiéis; servirá para confortar o coração humano diante da separação de entes queridos.”

“Uma das três coisas que enfatizamos na semana passada (segunda-feira) foi o juízo relacionado com o ministério de Cristo no santuário celestial antes da segunda vinda de Cristo. Esse juízo é diferente daquele de Apocalipse 20:4, o qual é realmente o cumprimento da promessa de Cristo em Mateus 19:28, e que corresponde à declaração de Paulo de que os santos deverão julgar o mundo (‘Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deverá ser julgado por vós, sois, acaso, indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis que havemos de julgar os próprios anjos? Quanto mais as coisas desta vida!’ 1 Cor. 6:2-3).”

“O conceito de juízo na Bíblia é rico e multifacetado. O juízo final tem três fases, a primeira das quais é aquela associada ao ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial. Os adventistas do sétimo dia a chamam de fase investigativa do juízo final. Em seguida, há a fase de revisão do juízo, durante o milênio, mencionada em Apocalipse 20:4 e 1 Coríntios 6:2, 3. Nessa fase, os redimidos terão a oportunidade de examinar os caminhos de Deus e Seu juízo com relação aos agentes da rebelião. A terceira fase do juízo final é a executiva, que faz parte dos eventos que ocorrerão no fim do milênio.”

“Tendo em mente o que você leu hoje, leia 1 Coríntios 4:5. [‘Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus.’] Que esperança importante é encontrada ali, em vista do fato de que temos muitas perguntas não respondidas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – segunda-feira 24 de dezembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF