No abrigo de Suas asas

Lições da Bíblia.

“Para sempre anseio habitar na Tua tenda e refugiar-me no abrigo das Tuas asas” (Sl 61:4, NVI).

“As asas de algumas águias têm uma envergadura de até três metros aproximadamente, sob os quais elas podem abrigar e proteger seus filhotes. A misericórdia de Deus, como as asas da águia, protege os que abandonam seus pecados, não importando quão profundamente possam ter caído. Mas, ao contrário da culpa do pecado, que é apagada, as consequências ou resultados do pecado, muitas vezes, não podem ser removidos. Davi experimentou a amarga realidade dessa verdade quatro vezes, na morte de três de seus filhos e no estupro de sua filha Tamar, por Amnon, meio-irmão dela.”

Davi procurava na sombra das asas divinas, proteção, bondade e misericórdia. Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas,” (Sal. 17:8). “Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas.” (Sal. 36:7). “Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades.” (Sal. 57:1).

“Sob as asas de Deus encontramos bondade, misericórdia e abrigo. As asas da águia ampliam essa verdade de maneira espetacular: Uma águia-mãe ensina o filhote a voar levando-o em suas costas até uma grande altura. Ela, então, inclina suas asas, e a pequena águia cai em direção à terra, batendo as asas e tombando. Antes que a pequena águia atinja o chão, a águia-mãe mergulha por baixo e a pega em suas asas, levando-a para cima novamente. Não importa quanto caímos, Deus voa mais rapidamente do que nossa queda. Ele usa nossa queda para nos ensinar a voar. Como Davi, se nos arrependermos, ficaremos mais perto de Deus, depois que Ele nos apanhar em nossa queda, do que antes de cairmos.”

“Talvez esse conhecimento do voo da águia tenha inspirado a confiança de Davi no refúgio das asas de Deus, no Salmo 61. ‘Ouve, ó Deus, a minha súplica; atende à minha oração. Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim; pois tu me tens sido refúgio e torre forte contra o inimigo. Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo. Pois ouviste, ó Deus, os meus votos e me deste a herança dos que temem o teu nome. Dias sobre dias acrescentas ao rei; duram os seus anos gerações após gerações. Permaneça para sempre diante de Deus; concede-lhe que a bondade e a fidelidade o preservem. Assim, salmodiarei o teu nome para sempre, para cumprir, dia após dia, os meus votos.’ (Sal. 61). Provavelmente, Davi havia composto esse salmo durante o tempo do exílio, quando Absalão usurpou o trono. Ele declarou confiança na misericórdia protetora de Deus, possivelmente se referindo ao propiciatório no santuário. Ali repousava a arca da aliança de Deus com Seu povo, com seus querubins cobridores, cuja asas abarcantes protegem a lei – a cópia escrita do amoroso caráter de Deus. Davi, possivelmente, estivesse expressando o desejo de habitar, pela fé, com Deus em Seu santuário, tendo seu ser vestido a transformadora luz desse amor.”

“Talvez, mesmo agora, embora você tenha dedicado novamente sua vida a Deus, você esteja sofrendo as consequências do pecado: alienação, exílio, doença física e dor emocional. Que esperança de cura o abrigo das asas divinas oferece?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – quinta-feira 12 de maio de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

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