Escolhas: boas e más

Lições da Bíblia

Mesmo depois da queda (pecado), embora tenha havido mudanças em nossa natureza, continuamos com a capacidade do livre-arbítrio, podemos escolher e decidir viver ou não em harmonia com a vontade de Deus. A bíblia relata exemplos de escolhas e suas consequências:

O caso de Abraão e Sara: “Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos; tendo, porém, uma serva egípcia, por nome Agar, disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai. Então, Sarai, mulher de Abrão, tomou a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, depois de ter ele habitado por dez anos na terra de Canaã. Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada.” (Gêneses 16:1-4). Ênfases acrescentadas.

“A poligamia se tornara tão espalhada que deixara de ser considerada pecado; mas nem por isso deixava de ser uma violação da lei de Deus, e era de resultado fatal à santidade e paz na relação da família. Do casamento de Abraão com Hagar resultaram males, não somente para a sua própria casa, mas para as gerações futuras” (WHITE, E. G. Patriarcas e Profetas, p. 145).

O caso de Daniel: "Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se." (Daniel 1:3-8). Ênfases acrescentadas.

“De que maneira podemos programar nossa mente de forma que estejamos mais preparados para tomar as decisões certas?”

“Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti.” (Sal. 119:11).

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” (Filip. 4:8).

“Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;” (Col. 3:2).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 06 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

Consequências: culpa e medo

Lições da Bíblia

“Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si. Quando ouviram a voz do SENHOR Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do SENHOR Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim. E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás? Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi. Perguntou-lhe Deus: Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses? Então, disse o homem: A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. Disse o SENHOR Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.” (Gên. 3:7-13) Ênfases acrescentadas.

“De certo modo, o que vemos nesses versos é Adão e Eva tentando uma atividade de encobrimento, tentando esconder de Deus o que haviam feito ou, pelo menos, tentando tirar a culpa de sobre si mesmos.”

“Você costuma aceitar a responsabilidade por suas decisões erradas? Ou você sempre procura maneiras de culpar os outros por elas?”

Podemos esconder alguma coisa de Deus? Qual é o perigo espiritual de não reconhecermos as nossas faltas?

“Tu, ó Deus, bem conheces a minha estultice, e as minhas culpas não te são ocultas.” (Salmos 69:5) “E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.” (Mat. 10:30).

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13). “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:9).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 05 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

A realidade da liberdade

Lições da Bíblia

“A palavra (liberdade) significa coisas diferentes para pessoas diferentes em contextos diferentes. Nem sempre é fácil determinar exatamente o que as pessoas querem dizer quando falam sobre ‘liberdade’.”.

Fomos criados a imagem e semelhança de Deus, seres morais, livres para escolher. Um dos aspectos da perfeição, com a qual Deus nos criou, consistia e consiste na possibilidade do ser humano poder ser imperfeito, ou seja, escolher viver em desarmonia com a vontade de Deus. Essa possibilidade ficou comprovada pela decisão feita por Adão e Eva em escolher fazer a sua própria vontade, uma escolha com consequências eternas.

“E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gên. 2:16-17)

“Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.” (Gên. 3:1-6)

“A liberdade moral humana deve ser algo muito importante aos olhos de Deus. Afinal, pense em quanto Lhe custou quando abusamos dessa liberdade. Esse dom é tão sagrado, tão fundamental que, em lugar de negá-lo a nós, Deus estava disposto a enfrentar a cruz em vez de permitir que perecêssemos como consequência de abusarmos dele.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 04 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

O poder da escolha “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se […]” (Daniel 1:8).

Lições da Bíblia

“Escolhas – todos as temos, todos temos que fazê-las, e todos temos que conviver com suas consequências.”

"Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se." (Daniel 1:3-8)

“Para Daniel, o temor do Senhor era o princípio da sabedoria. Ele foi colocado numa posição em que a tentação era forte. Nas cortes reais havia dissipação em toda a parte; condescendência egoísta, satisfação do apetite, intemperança e glutonaria constituíam a ordem de cada dia. Daniel poderia participar das práticas debilitantes e corrompedoras dos cortesãos, ou resistir à influência degradante. Ele preferiu esta última linha de conduta. Assentou em seu coração não corromper-se com as condescendências pecaminosas com que era posto em contato, quaisquer que fossem as consequências. Nem mesmo se contaminaria com as iguarias da mesa do rei, ou com o vinho que ele bebia. O Senhor Se agradou do procedimento adotado por Daniel. Ele era muito amado e honrado pelo Céu; e o Deus da sabedoria deu-lhe conhecimento da cultura dos caldeus e inteligência de todas as visões e sonhos.” (WHITE, E. G. Fundamentos da Educação Cristã, p. 86-87).

“O elevado valor que Deus atribuiu à nossa liberdade de escolha e livre-arbítrio é ilustrado pelas providências de Cristo para nossa salvação depois da queda. Nossa apreciação do amor de Deus, revelado no sacrifício de Cristo, é reconhecida quando O escolhemos como nosso Salvador.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 03 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

“Daqui a 100 anos”

Tempo de Refletir.
Rádio Novo Tempo.

Para se tomarem decisões importantes com mais acerto, com sabedoria, é preciso ter visão.

Visão é a capacidade de ver longe. Não apenas olhando para o presente, para os interesses imediatos, mas antevendo o futuro, o fim das coisas. Há pessoas que, em suas escolhas, só sabem olhar para o aqui e agora. Esses põem em risco toda a sua vida futura.

Mas há exemplos dignos de imitação, também. Veja, por exemplo: Moisés. Se ele fosse pensar só no interesse imediato, ele teria ficado no Egito, pois era o herdeiro natural do trono e de todas as riquezas daquele próspero país. Mas ele viu o futuro. Levou a sério as orientações de Deus. E preferiu sofrer com o povo de Deus a gozar das fugazes ilusões terrenas. A Bíblia diz que Moisés "ficou firme, como vendo o invisível" (Heb 11:27). Isso quer dizer que ele foi um homem de grande visão, ao tomar a decisão mais séria de sua vida.

Há alguns anos um jornal noticiou fato interessante. Deveriam ser despachadas, por navio, algumas múmias de antigos faráos da época de Moisés, para uma exposição científica. Na hora da designação do tipo de mercadoria, para efeito de despacho, os encarregados da alfândega não sabiam em que categoria deveriam classificar aquelas caixas contendo as múmias. Até que um dos portuários, com certa dose de humor, resolveu o problema classificando a mercadoria de "bacalhau seco". Note a ironia do acontecimento, visto pela perspectiva do tempo: Alguns séculos atrás, eram os reis poderosos, donos das maiores fortunas da época. Hoje, não passam de "bacalhau seco". Compare isso com o destino de Moisés. Moisés abriu mão das vantagens presentes na época, porque teve a visão do futuro. E hoje, Moisés está no Céu, ressuscitado que foi por Deus ( Judas 9, Mateus 17: 3 e 4).

Veja como faz diferença a visão correta das coisas, ao tomarmos as grandes decisões da vida. E neste ponto dirijo-me a você que é jovem, pois preocupo-me com você pois você está na idade das decisões mais importantes, que vão determinar o seu destino eterno. E há tantos enganos hoje, tantos convites a decisões erradas! E eu me preocupo se, você jovem, não está optando pelo destino do bacalhau. É coisa muito séria desperdiçar a vida que Deus nos deu, e limitá-la a 50 ou 60 anos, quando ela poderia ser eterna, dependendo apenas de uma decisão sábia.

Alguém escreveu esta solene reflexão:

Que diferença fará, daqui a 100 anos, se você:

1. … morou numa mansão luxuosa ou numa casinha alugada?

2. … usou roupas com "griffe", ou compradas em liquidação?

3. … passou as férias na Europa, ou no quintal de casa?

4. … comeu peru e filé mignon, ou feijão com farinha?

5. … dormiu em colchão de espuma, ou numa esteira rústica?

6. … possuiu o carro último tipo, ou andou de ônibus?

7. … teve empregados às suas ordens, ou recebia ordens de um patrão?

8. … andou sobre tapetes macios, ou em piso de cimento?

9. … freqüentou a alta classe social, ou foi um cidadão comum?

10. … teve dez milhões no banco, ou viveu sempre em aperturas?

Que diferença fará isso daqui a 100 anos? Nenhuma! Absolutamente nenhuma!

Mas fará muitíssima diferença daqui a 100 anos, se hoje você é um verdadeiro cristão ou um indiferente pecador, mesmo dentro da Igreja; se você está tomando sua decisão com Deus, ou com o mundo.

Kelly, um escritor cristão, escreveu o seguinte: "Os tempos são trágicos demais, a tristeza de Deus pesada demais, a cruz de Cristo, gloriosa demais, para continuarmos a viver como temos vivido, fora de Sua vontade."

Por que deixar sempre para amanhã sua decisão de viver mais perto de Deus e de ser fiel a Ele? Um dia não haverá mais amanhã; então, de que lado você estará? (Adaptado de RA, 11/95, p. 12. Hora Tranquila).

Se desejar faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo foi publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal. Ouça essa mensagem (Arquivo MP3 para downloads). Para impressão acesse arquivo em formato PDF.

“Tudo o que há em mim bendiga ao Seu santo nome”

Lições da Bíblia

“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao Seu santo nome!” (Salmo 103:1).

A “[…] salvação é somente pela fé. Nenhum de nós é suficientemente bom para merecer a salvação; ainda mais, nenhum de nós pode ser criado bom o suficiente para merecê-la. A salvação tem que ser dom de um Deus amoroso e benevolente para com a raça caída de seres que, em seu íntimo, são corrompidos pelo pecado e que, por si mesmos, não têm nada para oferecer ao Senhor. Mas, ao mesmo tempo, fomos chamados, inúmeras vezes na Bíblia, para obedecer a Deus. Em outras palavras, embora não sejamos salvos pelas obras, as obras são parte do que significa ser salvo e ter salvação. Como podemos entender a relação entre a fé e as obras? Como podemos aprender a louvar a Deus e revelar nosso amor por Ele mediante as obras e, ao mesmo tempo, não ser apanhados na armadilha de crer que essas obras nos salvam?”.

"Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele. A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez? Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo." (Jo 3:1-7)

"porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade." (Fil 2:13).

Disse Jesus: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos." (Jo 15:1-8)

Ênfases acrescentada.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sexta-feira, 02 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF

Um “culto racional”

Lições da Bíblia

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1).

A essência de nosso amor a Deus consiste em reconhecer o Seu amor, expresso no sacrifício de Jesus, e aceitá-lo. Se configurando essa aceitação em submissão voluntária de nossa vontade Sua vontade, para sejamos outra vez aquilo que fomos quando inicialmente criados, perfeitamente harmônicos com sua imagem e semelhança. E nesse processo de restauração, todo o ser estar incluído, mente e corpo, vida espiritual, emocional e social.

A racionalidade de nossa adoração passa por um corpo e mente sã. Os cientistas descobriram fascinantes mudanças físicas no cérebro, que seguem padrões habituais. Por exemplo, as drogas induzem mudanças no cérebro, que ficam firmemente arraigadas e provocam vícios poderosos. A degeneração dos vasos sanguíneos tem igualmente como resultado o funcionamento cerebral prejudicado. Uma doença como o mal de Alzheimer é resultado da destruição de células do cérebro. Claramente, dependemos do estado físico para desfrutar claras relações mentais, emocionais e espirituais. Muitos alimentos e bebidas, incluídos na alimentação como artigos muito ocasionais, não terão nenhum efeito mensurável. Mas se tornam problemáticos quando os incorporamos como práticas habituais. Damos a Deus louvor por todas as nossas bênçãos oferecendo a vida inteira como sacrifício vivo.”.

“Pense mais na ideia de louvar a Deus com nosso corpo. O que significa isso? Como as escolhas do estilo de vida podem ser um meio de louvar a Deus? Ao mesmo tempo, como escolhas errôneas de estilo de vida podem ser um meio de negar a Deus?”.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quinta-feira, 01 de abril de 2010.
Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress, Livejournal.

Para impressão acesse arquivo em formato PDF