O ambiente.

Lições da Bíblia

“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm 1:20).

“Quando a Terra saiu das mãos de seu Criador, era extraordinariamente bela. Variada era a sua superfície, contendo montanhas, colinas e planícies, entrecortadas por majestosos rios e formosos lagos; as colinas e montanhas, entretanto, não eram abruptas e escabrosas, tendo em grande quantidade tremendos despenhadeiros e medonhos abismos como hoje elas são; as arestas agudas e ásperas do pétreo arcabouço da terra estavam sepultadas por sob o solo fértil, que por toda parte produzia um pujante crescimento de vegetação. Não havia asquerosos pântanos nem áridos desertos. Graciosos arbustos e delicadas flores saudavam a vista aonde quer que esta se volvesse. As elevações estavam coroadas de árvores mais majestosas do que qualquer que hoje exista. O ar, incontaminado por miasmas perniciosos, era puro e saudável. A paisagem toda sobrepujava em beleza os terrenos ornamentados do mais soberbo palácio.

Depois que a Terra com sua abundante vida animal e vegetal fora suscitada à existência, o homem, a obra coroadora do Criador, e aquele para quem a linda Terra fora preparada, foi trazido em cena. A ele foi dado domínio sobre tudo que seus olhos poderiam contemplar; pois "disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme à Nossa semelhança; e domine… sobre toda a Terra". "Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem; … homem e mulher os criou." Gên. 1:26 e 27. Aqui está claramente estabelecida a origem da raça humana; e o relato divino refere tão compreensivelmente que não há lugar para conclusões errôneas.

[…] Depois de seu pecado Adão e Eva não mais deviam habitar no Éden. Encarecidamente rogaram para que pudessem permanecer no lar de sua inocência e alegria. Confessaram que haviam perdido todo o direito àquela feliz morada, mas comprometeram-se para no futuro prestar estrita obediência a Deus. Declarou-se-lhes, porém, que sua natureza ficara depravada pelo pecado; haviam diminuído sua força para resistir ao mal, e aberto o caminho para Satanás ganhar mais fácil acesso a eles. Em sua inocência tinham cedido à tentação; e agora, em estado de culpa consciente, teriam menos poder para manter sua integridade.

Com humildade e indizível tristeza despediram-se de seu belo lar, e saíram para habitar na Terra, onde repousava a maldição do pecado. A atmosfera, que fora tão amena e constante em sua temperatura, estava agora sujeita a assinaladas mudanças, e o Senhor misericordiosamente lhes proveu uma veste de peles, como proteção contra os extremos de calor e frio.

Testemunhando eles, no murchar da flor e no cair da folha, os primeiros sinais da decadência, Adão e sua companheira choraram mais profundamente do que os homens hoje fazem pelos seus mortos. A morte das débeis e delicadas flores era na verdade um motivo para tristeza; mas, quando as formosas árvores derrubaram as folhas, esta cena levou-lhe vividamente ao espírito o fato cruel de que a morte é o quinhão de todo o ser vivente.” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 44 e 61-62).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sexta-feira, 30 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Adoradores do Sol. “[…] adoravam o sol, virados para o oriente.” (Ezeq. 8:16).

Lições da Bíblia

A entrada do pecado não afetou apenas terra com habitat natural, suas consequências também foram morais e espirituais. “Entre os impactos negativos do pecado sobre os seres humanos estão a degeneração da idolatria, que se manifestou (entre outras formas) na sua adoração e serviço a ‘coisas e seres criados’ (Rm 1:25, NVI) em lugar do Criador.”

“Também destituiu os sacerdotes que os reis de Judá estabeleceram para incensarem sobre os altos nas cidades de Judá e ao redor de Jerusalém, como também os que incensavam a Baal, ao sol, e à lua, e aos mais planetas, e a todo o exército dos céus.” (2 Reis 23:5).

“Levou-me para o átrio de dentro da Casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR e com o rosto para o oriente; adoravam o sol, virados para o oriente.” (Ezeq. 8:16).

Embora o pecado tenha desvirtuado o propósito de Deus quanto a existência do sol não podemos nos esquecer de sua importância para a vida na terra.

“Uma coisa que podemos saber com certeza sobre o ambiente da Terra hoje é que a luz solar, embora seja muito importante para a saúde, pode ter efeitos extremamente danosos se ficarmos demasiadamente expostos a ela. Portanto, os modernos adoradores do Sol, de certo modo, estão vivendo quase sob tanta ignorância quanto seus predecessores.”

“Hoje, sabemos que a exposição demasiada à luz solar aumenta o risco de vários tipos de câncer de pele. Por outro lado, a exposição à luz solar ajuda a produzir vitamina D, essencial para o metabolismo do corpo e a construção de ossos fortes e sadios. A exposição adequada à luz solar também ajuda a prevenir certos tipos de câncer.”

“Então, qual é a exposição adequada à luz solar? Pessoas de pele clara em regiões equatoriais, que contam com luz solar para a vitamina D, requerem pelo menos cinco minutos por dia de exposição direta. Pessoas de pele escura, no mesmo ambiente, requerem cerca de trinta minutos para produzir a mesma quantia de vitamina D. Em áreas em que as horas de luz solar são mais limitadas, a vitamina D deve ser administrada como suplemento sob supervisão médica.”

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Nossa responsabilidade sobre o ambiente. “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” (Sal. 24:1).

Lições da Bíblia

Ter zelo pelos recursos naturais é nosso dever com cristãos, a terra não nos pertence, é propriedade de Deus, Ele nos criou e nos deu a responsabilidade de cuidar e guardar o planeta.

“Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o Senhor dos exércitos.” (Ageu 2:8). “Meu é todo animal da selva e as alimárias sobre milhares de montanhas. Conheço todas as aves dos montes; e Minhas são todas as feras do campo. Se Eu tivesse fome, não to diria, pois Meu é o mundo e a sua plenitude.” (Sal. 50:10-12).

“Precisamos começar nos lembrando do senhorio de Deus sobre a Terra. Não somos livres de responsabilidade perante Ele e Sua criação. Não só a Terra é Sua, mas as pessoas – nós e todos os demais. Temos responsabilidade diante dEle pelas outras pessoas, bem como com o restante da criação terrestre. Podemos preservar os recursos.”

“Sendo bons mordomos da Terra, buscando preservar o ambiente, não acumulando recursos naturais para nós mesmos, estando dispostos a compartilhar com outros a partir de nossos próprios recursos (se tivermos isso), podemos melhorar a vida diária dos que precisam de nossa ajuda. Como cristãos, que professam seguir o Senhor Jesus, temos a obrigação de ajudar os necessitados.”

“Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.” (Mat. 25:45). Ênfase acrescentada.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 28 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Mudanças no ambiente depois do pecado. “[…] maldita é a terra por tua causa; […] (Gn 3:17).

Lições da Bíblia

Depois do pecado o homem e a terra sofreram consequências desastrosas: “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.” (Gn 3:7). “E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó e ao pó tornarás.” (Gn 3:17-19). Ênfases acrescentadas

“Além da exploração, decadência, perda de sentido e morte passaram a afligir todos os povos a ponto de podermos considerá-los parte natural do ciclo da vida. Mas não era assim no princípio e não está no plano final de Deus. A mordomia da Terra por parte da humanidade foi transformada em exploração, pois os gananciosos procuram tirar da Terra tudo o que podem, não importando as consequências.”

“Anos atrás, um líder político fez uma declaração a esse respeito: “Não temos que nos preocupar com o ambiente porque Jesus vai voltar logo.” Qual é a lógica desse argumento? Como você responderia?”.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 27 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O ambiente do sábado. “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” (Gên. 2:3).

Lições da Bíblia

“E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” (Gên. 2:2-3).

“O próprio Deus, no papel de Criador, guardando o sábado? Essas são as profundas raízes do sábado! Quaisquer que sejam as implicações dessa ideia, uma coisa é certa: o sábado veio de Deus muito antes de existirem a nação e o povo judeu.

Ao longo dos séculos o pecado deturpou o verdadeiro sentido da observância do sábado, no entanto “Cristo restaurou o significado do sábado para aquilo que Deus pretendia originalmente. Ele mostrou que Deus considerava o dia como um tempo para fazer o bem, buscar o avanço de Seu reino e servir a todos.”

“E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” (Mar. 2:27-28).

“Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio.” (Mar. 3:4).

“Como a guarda do sábado pode e deve nos ajudar a entender melhor este mundo criado como um dom maravilhoso que nos foi dado, e como pode e deve nos ajudar a entender melhor nossa obrigação de zelar por ele?”.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 26 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Criando o ambiente “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gen. 1:1).

Lições da Bíblia

“No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.

Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.

E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia.

Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom. E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o terceiro dia.

Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez. Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o quarto dia.

Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus. Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. Houve tarde e manhã, o quinto dia.

Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez. E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez. Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia. Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera. Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o SENHOR Deus os criou. Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois ainda nenhuma erva do campo havia brotado; porque o SENHOR Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo. Mas uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo. Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.” (Gên. 1:1-2:7). Ênfases acrescentadas

“Algumas teorias hoje descrevem a criação da Terra e da vida que aqui existe como nada mais que um acidente, nada mais que a criação casual de forças amorais que, com o passar do tempo e sem qualquer intenção, trouxeram à existência a Terra e toda a vida que nela há. Em contraste, a Bíblia apresenta um quadro radicalmente diferente de nossa origem. O contraste entre o modelo irreligioso e despropositado de nossa origem, como expressa pela teoria da evolução, e o relato da criação pelo livro de Gênesis não pode ser mais distinto. Em seu cerne, essas duas visões são incompatíveis.”

Antes de criar o homem e a mulher, Deus criou propositada e inteligentemente o ambiente em que a raça humana deveria habitar. A terra é um presente de Deus e, portanto deve ser cuidada e preservada.

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 25 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O ambiente. “Ao Senhor pertence a Terra e tudo o que nela se contém, […]” (Salmo 24:1).

Lições da Bíblia

“E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado.” (Gên. 2:8) “Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar.” (Gên. 2:15)

“Em alguns círculos, o cuidado do ambiente parece impulsionado principalmente por uma moda passageira, com as pessoas se debatendo para dirigir o mais novo carro híbrido ou reciclar a maior quantidade de jornais. Em outros círculos, ‘o ambiente’ parece tristemente pouco mais que um discurso vazio que os políticos utilizam com falsas promessas de redução das emissões de carbono, proteção dos ursos polares e aumento da eficiência dos combustíveis. Mas a Bíblia parece sugerir que a conservação dos recursos da Terra deve partir de algo mais que a popularidade ou conveniência política.”

“O ambiente, como Deus o fez, tem promotores naturais de saúde e felicidade que precisamos usar, promover e proteger. […]o cuidado da Terra não é uma obrigação apenas política ou social, mas parte da responsabilidade do cristão de usar apropriadamente os recursos que Deus nos confiou na criação.”

Nosso ambiente é um dom de Deus, assim como a vida em si; desse modo, temos uma responsabilidade para com ele.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 24 de abril de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Uso da água. “[…] Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” (João 7:37).

Lições da Bíblia

“No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.” (João 7:37-38).

“Naquela manhã, o sacerdote havia realizado a cerimônia que comemorava o ferir da rocha no deserto. Essa rocha era um símbolo daquele que, por Sua morte, havia de fazer com que brotassem vivas correntes de salvação para todos os sedentos. As palavras de Cristo eram a água da vida. Ali, em presença da multidão reunida, Ele Se pôs à tarde para ser ferido, a fim de que água da vida pudesse brotar para o mundo. Ferindo a Cristo, Satanás pensava destruir o Príncipe da vida; mas da rocha ferida correu água viva. Ao falar Jesus assim ao povo, o coração deste pulsou com estranho respeito, e muitos estavam dispostos a exclamar, como a mulher de Samaria: ‘Dá-me dessa água, para que não mais tenha sede’” (Jo 4:15; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 454).

Água Pura: uma Bênção

Na saúde e na doença, a água pura é uma das mais excelentes bênçãos do Céu. Seu uso devido promove a saúde. Foi a bebida provida por Deus para saciar a sede de homens e animais. Bebida abundantemente, ela ajuda a suprir as necessidades do organismo, e a natureza em resistir à doença. A Ciência do Bom Viver, pág. 236.

Eu devo comer com parcimônia, aliviando assim meu organismo de uma carga desnecessária, e estimular a alegria, e proporcionar-me os benefícios do exercício apropriado ao ar livre. Devo banhar-me com freqüência e beber abundante água pura, leve. Health Reformer, janeiro de 1871.

Uso de Água na Doença

A água pode ser empregada de muitas maneiras para aliviar o sofrimento. Goles de água quente, tomados antes de comer (mais ou menos meio litro), nunca farão qualquer dano, antes serão benéficos. Carta 35, 1890.

Têm morrido, aos milhares, por falta de água e ar puros, pessoas que poderiam haver vivido. … Essas bênçãos, elas necessitam para ficar boas. Se fossem esclarecidas, e deixassem os remédios em paz, e se habituassem ao exercício ao ar livre, a arejarem sua casa, no verão e no inverno, a usarem água para beber e banhar-se, estariam relativamente bem e felizes em vez de arrastarem uma miserável existência. How to Live, pág. 56.

Em Casos de Febre

Caso, em seu estado febril, lhes houvessem dado abundância de água a beber, e também houvessem feito aplicações externas, longos dias e noites de sofrimento haveriam sido poupados, e muita vida preciosa haveria sido salva. Milhares, porém, têm morrido com febres ardentes a consumi-los, até que o fogo que alimentava essa febre extinguiu-se, os órgãos vitais foram consumidos, e morreram na maior agonia, sem lhes ser permitido ter água para mitigar-lhes a sede ardente. A água, que é concedida a um prédio insensível para extinguir os elementos em fúria, não o é aos seres humanos para apagar o fogo que lhes está consumindo os órgãos vitais. How to Live, págs. 62 e 63.

Correto e Errado Uso de Água

Muitos cometem o erro de beber água fria nas refeições. Tomada com as refeições a água diminui a secreção das glândulas salivares; e quanto mais fria a água, tanto maior o dano causado ao estômago. Água ou limonada gelada ingerida às refeições, paralisa a digestão até que o organismo haja comunicado ao estômago calor suficiente para recomeçar seu trabalho. As bebidas quentes são debilitantes; além disso, os que se permitem usá-las tornam-se escravos do hábito. O alimento não deve ser impelido para dentro com água; não é necessária bebida com as refeições. Comei devagar, e deixai que a saliva se misture com a comida. Quanto mais líquido for posto no estômago com as refeições, tanto mais difícil é para a digestão do alimento; pois esse líquido precisa ser absorvido primeiro. Não useis demasiado sal; abandonai os picles; excluí de vosso estômago alimentos ardendo de condimentos; comei frutas com as refeições, e a irritação que clama por tanta bebida cessará. Se, porém, alguma coisa é necessária para extinguir a sede, água pura, tomada pouco tempo antes ou depois da refeição, é tudo quanto a natureza requer. Nunca tomeis chá, café, cerveja, vinho ou qualquer bebida alcoólica. Água, eis o melhor líquido possível para limpar os tecidos. Review and Herald, 29 de julho de 1884.

(Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 419, 420: “Bebidas”).

Banhos Frequentes

As pessoas que estão com saúde não devem de maneira alguma negligenciar o banho. Devem elas fazer o possível para tomar pelo menos dois banhos por semana. As que não estão com saúde têm impurezas no sangue e a pele não está em boas condições de saúde. A multidão de poros, ou pequenos orifícios, através dos quais o corpo respira, tornam-se obstruídos e cheios de matéria residual. A pele precisa ser cuidadosa e perfeitamente limpa, a fim de que os poros possam desempenhar o seu trabalho de libertar o corpo das impurezas; por isso as pessoas fracas, que enfermam, necessitam com certeza das vantagens e bênçãos do banho pelo menos duas vezes por semana, e com freqüência mais ainda do que isto é certamente necessário.

Quer a pessoa esteja enferma ou bem de saúde, a respiração torna-se mais livre e fácil se o banho for praticado. Por meio dele, os músculos tornam-se mais flexíveis, a mente e o corpo são igualmente revigorados, o intelecto torna-se mais lúcido e mais vigorosa cada faculdade. O banho é um calmante dos nervos. Promove a transpiração, estimula a circulação, neutraliza as obstruções do organismo e age beneficamente sobre os rins e órgãos urinários. O banho auxilia os intestinos, o estômago e o fígado, comunicando energia e nova vida a cada um. Também estimula a digestão, e, em lugar de enfraquecer-se, o organismo é fortalecido. Em lugar de aumentar a possibilidade de resfriado, um banho, convenientemente tomado, protege contra ele, pois a circulação é aumentada, e os órgãos relacionados com o útero, que são mais ou menos congestionados, são aliviados; pois o sangue é levado à superfície, e se consegue um mais livre e mais regular fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos. Testimonies, vol. 3, págs. 70 e 71.

(Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, p. 104: “Banhos Frequentes”).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sexta-feira, 23 de abril de 2010.
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