Graça ou dívida. “bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Rom. 4:8).

Lições da Bíblia

“E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Rom. 4:6-8).

“O assunto com o qual Paulo está lidando aqui é muito mais importante que apenas teologia. Chega ao cerne da salvação e de nossa relação para com Deus. Se alguém crê que deve obter aceitação, que deve alcançar certo padrão de santidade antes de ser justificado e perdoado, é natural que essa pessoa se volte para dentro e olhe a si mesma e suas ações! A religião pode se tornar sumamente egocêntrica, a última coisa de que alguém precisa.”

“A família humana acha-se perturbada por motivo da transgressão da lei do Pai. Deus, porém, não abandona o pecador antes de lhe mostrar o remédio para o pecado. O Filho unigênito de Deus morreu a fim de que nós vivêssemos. O Senhor aceitou este sacrifício em nosso favor, como nosso substituto e penhor, sob a condição de recebermos a Cristo e nEle crermos. O pecador tem que ir a Cristo, com fé, apropriar-se de Seus méritos, depor seus pecados sobre o Portador dos pecados e receber Seu perdão. Foi por esta causa que Cristo veio ao mundo. Assim é imputada a justiça de Cristo ao pecador arrependido e crente. Torna-se então membro da família real” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 215).

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A lei confirmada

Lições da Bíblia

“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei.” (Rom. 3:31)

“Nesta passagem, Paulo declara enfaticamente que a fé não anula a lei de Deus. Mesmo aqueles que guardavam a lei, ou seja, todo o corpo da lei do Antigo Testamento, nunca foram salvos por ela. A religião do Antigo Testamento, tanto como a do Novo, sempre foi da graça de Deus concedida aos pecadores pela fé.”

“Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Rom. 4:1-8).

“De acordo com esta narrativa do Antigo Testamento, Abraão foi considerado justo porque ‘creu em Deus’. Então, o próprio Antigo Testamento ensina a justificação pela fé.Consequentemente, qualquer sugestão de que a fé ‘anula’ (grego katargeo, torna inútil, invalida) a lei é falsa; a salvação pela fé é parte inseparável do Antigo Testamento. A graça é ensinada ao longo de todo o seu curso.”

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Justificação e a Lei

Lições da Bíblia

“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31).

“Todos, em todos os tempos, têm a mesma necessidade de abandonar qualquer pensamento de praticar obras para a salvação mediante regras ou rituais. A salvação vem unicamente quando permitimos que Deus nos reconcilie pelo sangue que foi derramado por nós por Cristo Jesus. Deus é a fonte, tanto da justiça em Sua lei como da graça vista na morte expiatória de Jesus Cristo que nos salva do pecado.”

“O apóstolo Paulo apresenta claramente a relação entre a fé e a lei, no novo concerto. Diz ele: ‘Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.’ Rom. 5:1. ‘Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei.’ Rom. 3:31. ‘Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne’ – ou seja, ela não podia justificar o homem, porque em sua natureza pecaminosa este não a poderia guardar – ‘Deus, enviando o Seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.’ Rom. 8:3 e 4. A obra de Deus é a mesma em todos os tempos, embora haja graus diversos de desenvolvimento e diferentes manifestações de Seu poder, para satisfazerem as necessidades dos homens nas várias épocas. Começando com a primeira promessa evangélica, e vindo através da era patriarcal e judaica, e mesmo até ao presente, tem havido um desenvolvimento gradual dos propósitos de Deus no plano da redenção. O Salvador tipificado nos ritos e cerimônias da lei judaica, é precisamente o mesmo que se revela no evangelho. As nuvens que envolviam Sua divina pessoa foram removidas; o nevoeiro e as sombras desapareceram; e Jesus, o Redentor do mundo, Se acha revelado. Aquele que do Sinai proclamou a lei e entregou a Moisés os preceitos da lei ritual, é o mesmo que proferiu o sermão do monte. Os grandes princípios de amor a Deus, que estabeleceu como fundamento da lei e dos profetas, são apenas uma repetição do que Ele dissera por meio de Moisés ao povo hebreu: ‘Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.’ Deut. 6:4 e 5. ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo.’ Lev. 19:18. O ensinador é o mesmo em ambas as dispensações. As reivindicações de Deus são as mesmas. Os mesmos são os princípios de Seu governo. Pois tudo procede dAquele ‘em quem não há mudança nem sombra de variação’. Tia. 1:17.” (Ellen G White, Patriarcas e profetas p. 373).

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“Sua justiça”

Lições da Bíblia

“a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde, pois, a jactância? Foi de todo excluída. Por que lei? Das obras? Não; pelo contrário, pela lei da fé.” (Rm 3:25-27).

“A palavra grega, hilasterion, ocorre no Novo Testamento só aqui e em Hebreus 9:5, onde é traduzida como propiciatório. Como é usada em Romanos 3:25, descrevendo a oferta de justificação e redenção em Cristo, […] propiciação parece representar o cumprimento de tudo o que era simbolizado pelo propiciatório no santuário do Antigo Testamento. Então, isso significa que, por meio de Sua morte sacrifical, Jesus é erguido como o meio de salvação e é representado como aquele que fornece a propiciação. Em resumo, significa que Deus fez todo o necessário para nos salvar.

“As boas-novas que Paulo estava ansioso para compartilhar com todos os que o ouvissem eram que ‘a Sua justiça’ [isto é, de Deus] está disponível a todos, e que essa justiça nos vem, não por meio de obras, não por nossos méritos, mas pela fé em Jesus e no que Ele fez por nós.”

“Não somos dignos do amor de Deus, mas Cristo, nossa segurança, é digno, e capaz de salvar abundantemente todos os que forem a Ele. Qualquer que tenha sido vossa vida passada, por mais desanimadoras que sejam vossas circunstâncias presentes, se fordes a Jesus exatamente como sois, fracos, incapazes e em desespero, nosso compassivo Salvador irá grande distância ao vosso encontro, e em torno de vós lançará os braços de amor e as vestes de Sua justiça. Ele nos apresenta ao Pai, trajados nas vestes brancas de Seu próprio caráter. Ele roga a Deus em nosso favor, dizendo: Eu tomei o lugar do pecador. Não olhes a este filho desgarrado, mas a Mim. E quando Satanás intervém em altos brados contra nossa alma, acusando-nos de pecado, e reivindicando-nos como presa sua, o sangue de Cristo intercede com maior poder.” (Ellen G. White, O maior discurso de Cristo, p. 9).

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As obras da lei. “Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda […]” (Rm 3:20 Nova tradução na linguagem de hoje).

Lições da Bíblia

“Ora, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.” (Rm 3:19-20).

“Nós sabemos que tudo o que a lei diz é dito para os que vivem debaixo da lei. Isso a fim de que todos parem de se justificar e a fim de que todas as pessoas do mundo fiquem debaixo do julgamento de Deus. Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda, porque a lei faz com que as pessoas saibam que são pecadoras.” (Rm 3:19-20 Nova tradução na linguagem de hoje).

“Estar sob a lei significa estar sob sua jurisdição. No entanto, a lei revela as negligências e culpas de uma pessoa diante de Deus. A lei não pode remover essa culpa; o que ela pode fazer é levar o pecador a buscar um remédio para isso.”

“Quem procura alcançar O Céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta uma impossibilidade. Não pode o homem salvar-se sem a obediência, mas suas obras não devem provir de si mesmo; Cristo deve operar nele o querer e o efetuar, segundo Sua boa vontade. Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. O esforço que o homem faz em suas próprias forças para obter a salvação, é representado pela oferta de Caim. Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus. Quando procuramos alcançar o Céu pelos méritos de Cristo, a alma faz progresso. Olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé, podemos prosseguir de força em força, de vitória em vitória; pois por meio de Cristo a graça de Deus operou nossa salvação completa.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 363 e 364).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 18 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Justificados pela fé. “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Rm 3:28)

Lições da Bíblia

“Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus; porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado. Mas agora, sem lei, tem-se manifestado a justiça de Deus, que é atestada pela lei e pelos profetas; isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus. Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” (Rm 3:19-28).

“A lei de Deus é perfeita, e os seres humanos nunca podem alcançar esse padrão; mas quando aceitamos a justiça de Cristo, oferecida em lugar de nossas imperfeições, Deus nos considera justos.”

“No plano da salvação […] somos justificados diante de Deus, não por causa de nossas obras, mas por causa de Jesus, que nos concede Sua justiça quando a aceitamos “pela fé”. Vem daí a expressão “justificação pela fé”. Não importa nosso passado. Quando aceitamos Jesus, nos apresentamos diante de Deus em Sua justiça, a única justiça que nos pode salvar.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 17 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A condição humana. “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,” (Rm 3:23).

Lições da Bíblia

“pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,” (Rm 3:23).

“As pessoas podem se comparar a outras pessoas e se sentir bem. Até o mafioso Al Capone era um santo comparado a Adolph Hitler. Porem, quando nos comparamos com Deus e Sua santidade e justiça, todos nós saímos com um senso opressivo de repugnância e aversão.”

“como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos.” (Rm 3:10-18).

“A Palavra de Deus declara: ‘Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.’ Rom. 3:23. ‘Não há quem faça o bem, não há nem um só.’ Rom. 3:12. Muitos se enganam acerca do estado de seu coração. Não entendem que o coração natural é enganoso mais que todas as coisas, e perverso. Envolvem-se em sua própria justiça, e satisfazem-se com alcançar sua própria norma humana de caráter; mas quão fatalmente fracassam quando não alcançam a norma divina, e por si mesmos não podem satisfazer as reivindicações de Deus! Podemos medir-nos por nós mesmos, podemos comparar-nos uns aos outros, podemos dizer que procedemos tão bem como Fulano ou Sicrano, mas a pergunta para a qual o juízo exigirá resposta é: Satisfazemos as reivindicações dos altos Céus? Alcançamos o padrão divino? Está nosso coração em harmonia com o Deus do Céu?

Toda a família humana transgrediu a lei de Deus, e como transgressor da lei, o homem está desesperançadamente arruinado, pois ele é inimigo de Deus, sem forças para fazer qualquer coisa boa. ‘A inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.’ Rom. 8:7. Olhando ao espelho moral – a santa lei de Deus – o homem se vê como pecador, e convence-se de seu estado mau, sua condenação sem esperanças, sob a justa penalidade da lei. Mas não foi ele abandonado ao estado de miséria sem esperança, no qual o pecado o mergulhou; pois foi para salvar da ruína o transgressor que Aquele que era igual a Deus ofereceu Sua vida em holocausto no Calvário. ‘Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.’ João 3:16.” (Ellen G. White, Mensagens escolhidas, v. 1, p. 320-321).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 12 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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A heresia dos gálatas. “[…] se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema.” (Gl 1:9).

Lições da Bíblia

“Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos, e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas da Galácia, graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do [nosso] Senhor Jesus Cristo, o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai, a quem seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém! Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema. Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo. Faço-vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem, porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo.” (Gl 1:1-12).

“Alguns leem na carta de Paulo aos Gálatas e a evidência de Romanos que a lei moral, os Dez Mandamentos (ou, em verdade, só o quarto mandamento), não mais é aplicável aos cristãos. Mas eles estão perdendo o ponto principal das cartas, perdendo o contexto e as questões históricas de que Paulo estava tratando. […] Paulo enfatizou que a salvação é pela fé somente, e não pela guarda da lei, até mesmo a lei moral – mais isso não é o mesmo que dizer que a lei moral não deve ser guardada. A obediência aos Dez Mandamentos nunca esteve em questão; os que fazem isso estão lendo nos textos uma questão contemporânea, com a qual Paulo não estava lidando.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quinta-feira, 08 de julho de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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