A Lei santa. “Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom.” (Rom. 7:12).

Lições da Bíblia.

Visto que os judeus veneravam a lei, Paulo a exalta em todos os sentidos possíveis. A lei serve para o que faz, mas não pode fazer o que nunca foi preparada para fazer: nos salvar do pecado. Para isso, precisamos de Jesus, porque a lei – seja todo o sistema judaico, seja a lei moral em particular – não pode trazer salvação. Só Jesus e Sua justiça, que nos vem pela fé, podem fazer isso.

“Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, se mostrasse sobremaneira maligno.” (Rom. 7:13).

“Neste verso, Paulo apresenta a ‘lei’ no melhor sentido possível. Ele escolhe culpar o pecado, não a lei, por sua terrível condição pecaminosa, isto é, por ter produzido nele ‘todo tipo de desejo cobiçoso’ (v. 8, NVI). A lei é boa, pois é o padrão divino de conduta, mas, como pecador, Paulo estava condenado diante dela.”

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto.” (Rom. 7:14-15).

“Por ser carnal, Paulo precisava de Jesus Cristo. Só Jesus Cristo podia remover a condenação (Rm 8:1). Só Jesus Cristo podia livrá-lo da escravidão do pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 17 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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É a lei pecado? “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! […]”

Lições da Bíblia.

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.” (Rom. 7:7).

“A resposta é: Não! Novamente, devemos ter em mente que a palavra lei, para Paulo, é todo o sistema introduzido no Sinai, o que incluía a lei moral mas não estava limitado a ela. Consequentemente, Paulo podia citar um dos Dez Mandamentos, como também qualquer outra parte de todo o sistema judaico, a fim de demonstrar seus argumentos. Porém, quando o sistema findou, na morte de Cristo, a lei moral, que existia mesmo antes do Sinai e existe depois do Calvário, não estava incluída.”

“Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou.” (Rom. 7:8-11)

“O apóstolo Paulo, relatando sua experiência, apresenta uma verdade importante quanto ao que acontece na conversão. Ele diz: ‘sem a lei, eu vivia’ – e ele não sentia nenhuma condenação; ‘mas, sobrevindo o preceito’, quando a lei de Deus foi apresentada a sua consciência, ‘reviveu o pecado, e eu morri’. Então, ele se viu como pecador, condenado pela lei divina. Note isto: foi Paulo, e não a lei, que morreu” (Comentários de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 1.076).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 16 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Sujeitos à lei? “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo […]” (Rm 7:4).

Lições da Bíblia.

“Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom. 7:1-6).

“Em essência, a ilustração de Paulo é a seguinte: uma mulher está casada com um homem. A lei a liga a ele enquanto ele viver. Durante a vida dele, ela não pode se casar com outro homem. Mas, quando ele morrer, ela estará livre da lei que a prendia a ele (v. 3).”

“Assim como a morte do marido libera a mulher da lei de seu marido, a morte da antiga vida na carne, por intermédio de Jesus Cristo, libera os judeus da lei que se esperava que guardassem até que o Messias, o antítipo, cumprisse os tipos ali estabelecidos.”

“Então, os judeus estavam livres para se “recasar”. Eles estavam convidados a se casar com o Messias ressuscitado e, assim, produzir fruto para Deus. Essa ilustração foi mais um recurso que Paulo usou para convencer os judeus de que agora estavam livres para abandonar o antigo sistema.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Domingo, 15 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Sujeitos à lei? “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo […]” (Rm 7:4).

Lições da Bíblia.

“Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida? Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.” (Rom. 7:1-6).

“Em essência, a ilustração de Paulo é a seguinte: uma mulher está casada com um homem. A lei a liga a ele enquanto ele viver. Durante a vida dele, ela não pode se casar com outro homem. Mas, quando ele morrer, ela estará livre da lei que a prendia a ele (v. 3).”

“Assim como a morte do marido libera a mulher da lei de seu marido, a morte da antiga vida na carne, por intermédio de Jesus Cristo, libera os judeus da lei que se esperava que guardassem até que o Messias, o antítipo, cumprisse os tipos ali estabelecidos.”

“Então, os judeus estavam livres para se “recasar”. Eles estavam convidados a se casar com o Messias ressuscitado e, assim, produzir fruto para Deus. Essa ilustração foi mais um recurso que Paulo usou para convencer os judeus de que agora estavam livres para abandonar o antigo sistema.”

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O homem de Romanos 7. “Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra” (Romanos 7:6).

Lições da Bíblia.

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.” (Rom. 7:14-25).

“O significado dos v. 14-25 tem sido um dos problemas mais discutidos em toda a epístola. As principais questões são quanto a ser ou não autobiográfica a descrição dessa intensa luta moral, e, nesse caso, se a passagem se refere à experiência de Paulo antes ou depois da conversão. Que Paulo estava falando da própria luta pessoal contra o pecado é evidente pelo significado mais simples de suas palavras (cf. v. 7-11; [Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 19; Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 475]). Também é certamente verdade que ele está descrevendo um conflito comum a todos os que são confrontados pelas reivindicações espirituais da santa lei de Deus e despertados por elas” (The SDA Bible Commentary, v. 6, p. 553).

“Unicamente a morte para o eu natural e seus desejos pecaminosos torna possível um novo estilo de vida em Cristo. Dependendo unicamente da lei, não podemos encontrar salvação. É só através de Cristo que podemos ser salvos."

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Sábado, 14 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Dois senhores em guerra.

Lições da Bíblia.

“Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?” (Rom. 6:16).

“Tendo personificado o pecado como um rei governando sobre seus súditos, Paulo retorna à figura do pecado como um senhor que exige a obediência de seus servos. Paulo assinala que podemos escolher o senhor que desejamos servir. Podemos servir ao pecado, que leva à morte, ou podemos servir à justiça, que leva à vida eterna. Paulo não deixa terreno intermediário aqui nem qualquer espaço para meio-termo. É um ou o outro porque, no fim, enfrentaremos a vida eterna ou a morte eterna.”

“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;” (Rom. 6:17)

“Note como a obediência é ligada à doutrina correta. A palavra grega traduzida como doutrina significa ensino. Os cristãos romanos tinham sido ensinados nos princípios da fé cristã, a que agora obedeciam. Assim, para Paulo, a doutrina correta, o ensino correto, quando obedecidos ‘de coração’, haviam ajudado os romanos a se tornarem ‘servos da justiça’ (verso 18).”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Quarta-feira, 11 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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Debaixo da lei? “[…] pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14)

Lições da Bíblia.

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.” (Rom. 6:14).

“[…] como a lei moral poderia ser revogada e o pecado ainda ser uma realidade? Pois é a lei moral que define o pecado! Se você ler tudo o que veio antes em Romanos, mesmo no capítulo 6, seria difícil ver como, em meio a toda essa discussão sobre a realidade do pecado, de repente, Paulo dissesse: ‘Além disso, a lei moral, dos Dez Mandamentos, que definem o pecado, foi abolida’. Isso não faria nenhum sentido.”

“Paulo estava dizendo aos romanos que a pessoa que vive ‘sob a lei’ – que está sob o regime judaico, de acordo com o que era praticado em seus dias, com todas as suas regras e regulamentos humanos – será governada pelo pecado. Em contraste, aquele que vive sob a graça terá vitória sobre o pecado, porque a lei está escrita em seu coração, e o Espírito de Deus guia seus passos. Aceitando Jesus Cristo como o Messias, sendo justificado por Ele, sendo batizado em Sua morte, tendo o ‘velho homem’ sido destruído, ressuscitando para andar em novidade de vida – essas coisas destronarão o pecado de nossa vida. Lembre-se: esse é todo o contexto em que este verso aparece, o contexto da promessa de vitória sobre o pecado.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Terça-feira, 10 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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O pecado personificado. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, […]” (Rom. 6:12)

Lições da Bíblia.

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;” (Rom. 6:12)

“Quando Paulo disse “não reine… o pecado”, disse que aqueles que são justificados podem evitar a entronização do pecado como rei sobre sua vida. É aí que entra o poder da vontade.”

“O que você deve compreender é a verdadeira força da vontade. Esta é o poder que governa a natureza humana, o poder de decisão ou de escolha. Tudo depende da reta ação da vontade. Deus nos deu o poder da escolha; e a nós compete exercê-lo. Você não pode mudar o coração, não pode por si mesmo consagrar a Deus as afeições; mas pode escolher servi-Lo. Pode Lhe dar a vontade. Então, Ele operará em você o querer e o efetuar, segundo a Sua vontade. Desse modo, toda a natureza será levada sob o domínio do Espírito de Cristo; as afeições ficarão centralizadas nEle; seus pensamentos estarão em harmonia com Ele (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 47).

“A palavra grega traduzida como paixões em Romanos 6:12 significa desejos. Esses desejos podem ser de coisa boas ou ruins; quando reina o pecado, ele nos faz desejar as coisas ruins. Se lutarmos sozinhos contra eles, os desejos serão fortes, talvez irresistíveis. O pecado pode ser um tirano cruel, que nunca se satisfaz mas sempre volta desejando mais. Unicamente pela fé, unicamente buscando as promessas de vitória é que podemos subverter esse senhor inflexível.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – Segunda-feira, 09 de agosto de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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