O fundamento da oração bíblica: pedir a Deus

Lições da Bíblia

“2 Leia Mateus 7:7. Antes que recebamos qualquer coisa de Deus, precisamos pedir a Ele. Por que nossa petição é tão importante se Deus já sabe de tudo? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:”1

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.” (Mateus 7:7 ARA).1

A. ( ) Porque quando nos achegamos a Ele em oração, reafirmamos nossa confiança nEle para a satisfação de todas as nossas necessidades e pedidos e somos transformados à Sua imagem

B. ( ) Porque, às vezes, Deus quer nos testar para ver se realmente desejamos receber o que pedimos. Ele quer testar nossa perseverança.

Resposta: A (V); B (F)

“O ato de pedir revela nosso desejo e expressa nossa confiança em Deus. Pela oração nos aproximamos dEle; nEle buscamos amparo e ajuda. Quando pedimos a Deus, também Lhe damos, publicamente, a permissão para atuar em nosso favor. Deus quer que Lhe peçamos. Deseja que levemos a Ele nossos pedidos de oração. Se não Lhe pedirmos, não receberemos as dádivas que prometeu. Jesus disse: ‘Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta’ (Lc 11:9, 10, NVI).”1

“3. Leia Marcos 11:241 João 5:14, 15, e Salmo 66:18. Por que nenhum pedido de oração é grande demais para Deus? Por que é bom saber que Ele é generoso e ama conceder Suas muitas bênçãos? Qual é a condição para Deus atender às nossas orações?”1

Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco.” (Marcos 11:24 ARA)2. “14 E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. 15 E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.” (João 5:14-15 ARA)2. “Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido.” (Salmo 66:18 ARA)2.

“Podemos pedir qualquer coisa a Deus. Nenhum pedido é demasiado pequeno ou sem importância para Ele. Nenhum pedido é tão grande que Deus não possa atender. Ele é onipotente. Pela fé podemos reivindicar cada promessa bíblica e receber a dádiva prometida de Suas mãos de acordo com Sua vontade (2Co 1:20).”1

“No entanto, existem algumas condições que devem ser cumpridas para que recebamos o que pedimos. Se não estamos dispostos a nos submeter totalmente a Deus, e se nossos pedidos refletem apenas nossos desejos egoístas e pecaminosos, Ele não responderá às nossas orações (veja Is 59:1, 2 [‘1 Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. 2 Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.’]). Uma condição importante para que nossas orações sejam atendidas é nossa disposição de obedecer à vontade de Deus. ‘Todas as dádivas [de Deus] são prometidas sob a condição de obediência’ (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 145). Sabendo que Deus é generoso, podemos nos achegar a Ele com confiança. ‘O Senhor não é glorificado pelas monótonas súplicas que demonstram que nada é esperado. Ele deseja que todo aquele que crê se achegue ao trono da graça com fervor e confiança’ (Ellen G. White, Signs of the Times, 7 de agosto de 1901).”1

Segunda-feira, 06 de março de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1HASEL, Frank. O Espírito Santo e a espiritualiadade. Lições da escola sabatina. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 487, Jan. Fev. Mar. 2017. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A oração que agrada a Deus

Lições da Bíblia

“Embora adornadas de um manto de piedade, muitas orações são orientadas por motivos questionáveis. Podemos orar para que a vida de alguém seja poupada simplesmente porque não gostamos de viver sozinhos. Podemos orar pelo sucesso da obra de Deus porque estamos desempenhando um papel importante nesse processo. Podemos orar pela conversão de alguém porque, então, a nossa vida será mais fácil. Muitas vezes, nossas orações se concentram mais no que queremos do que naquilo que Deus quer. A oração que agrada a Deus tem um foco diferente.”1

“1. Leia João 15:7. Por que é importante para nossas orações que permaneçamos em Jesus e Suas palavras permaneçam em nós? Que foco diferente nossas orações terão se não permanecermos nEle?”1

Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito.” (João 15:7 ARA)2.

“Buscar Deus em primeiro lugar e desfrutar da Sua companhia é mais importante do que qualquer outra coisa que Ele possa nos dar. Se Deus estiver em primeiro lugar em nossa vida, vamos querer fazer o que Ele deseja; Seus pensamentos moldarão nossos desejos. Quando Deus é o centro da nossa oração, começamos a orar a partir de Sua perspectiva. Começaremos a ver toda a nossa vida através dos Seus olhos. Essa perspectiva enobrece a oração.”1

“Deus tem profundo interesse em nós. Ele deseja fazer parte de todos os aspectos da nossa vida: nossas preocupações, medos, desejos, esperanças, sucesso, alegrias, falhas – tudo! Podemos falar sobre essas coisas com Ele, como se falássemos com um bom amigo, e podemos examinar tudo isso através do Seu ponto de vista.”1

“A oração não muda Deus; ela nos muda, pois somos levados à Sua presença transformadora.”1

“‘A oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo. Não que isso seja necessário para que Deus saiba quem somos, mas para nos habilitar a recebê-Lo. A oração não faz Deus descer até nós, mas nos eleva a Ele’ (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 93).”1

“Que citação poderosa! Ela expressa muito daquilo que a oração faz para nós e por nós. Somente a oração nos torna receptivos à graça, ao poder e à presença do Senhor em nossa vida. Quem já não viveu, em algum momento, a realidade de como a oração nos aproxima de Deus?”1

“Pense sobre sua vida de oração: pelo que você ora, quando ora, por que ora. O que isso revela sobre sua condição espiritual e seu relacionamento com Deus? Que mudanças você precisa fazer?”1

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site reavivados.org/

Domingo, 05 de março de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1HASEL, Frank. O Espírito Santo e a espiritualiadade. Lições da escola sabatina. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 487, Jan. Fev. Mar. 2017. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O Espírito Santo, a Palavra e a oração

Lições da Bíblia

Introdução ao tema da Lição desta semana e comentários do autor

Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E Aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus” (Rm 8:26, 27, NVI).1

“A verdadeira espiritualidade e a oração andam juntas. Não há vida espiritual sem oração fervorosa. Depois da necessidade de arrependimento, talvez uma das maiores e mais urgentes necessidades seja o reavivamento da nossa vida de oração. A boa notícia é que, mesmo em nossas orações, não ficamos sem a ajuda do Espírito Santo. A oração nos aproxima de Deus; ela nos eleva à Sua presença e Ele nos habilita a viver em resposta às Suas promessas. Nossa vida é transformada quando reivindicamos as bênçãos que Ele prometeu em Sua Palavra. Deus é capaz de suprir todas as nossas necessidades segundo as Suas riquezas (Fp 4:19). A verdadeira oração e a espiritualidade genuína sempre colocam Deus no centro da nossa atenção, e ambas estão fundadas em Sua Palavra escrita.”1

“Não devemos fundamentar a vida espiritual em nossa experiência instável ou em sentimentos subjetivos, nem concentrar nossas orações em práticas meditativas e contemplativas suspeitas. Ao contrário, nossa espiritualidade tem que ser orientada pela Bíblia e deve obedecer à vontade de Deus conforme revelada em Sua Palavra. É o Espírito Santo quem desperta em nós o desejo de buscar a presença de Deus em oração.”1

Hoje à tarde, às 15:00 haverá uma capacitação especial para a Semana Santa, pelo Canal Executivo e internet: aovivo.adventistas.org. Convide todos os membros e líderes da igreja a participar.

Sábado, 04 de março de 2017. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1HASEL, Frank. O Espírito Santo e a espiritualiadade. Lições da escola sabatina. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 487, Jan. Fev. Mar. 2017. Adulto, Professor.

Buscando a orientação divina

Lições da Bíblia

3. Leia Jeremias 42. Que poderosa mensagem se encontra nesse texto, não apenas para os ouvintes de Jeremias, mas para qualquer pessoa que procurar a direção de Deus por meio da oração?1 1 Então, chegaram todos os capitães dos exércitos, e Joanã, filho de Careá, e Jezanias, filho de Hosaías, e todo o povo, desde o menor até ao maior, 2 e disseram a Jeremias, o profeta: Apresentamos-te a nossa humilde súplica, a fim de que rogues ao SENHOR, teu Deus, por nós e por este resto; porque, de muitos que éramos, só restamos uns poucos, como vês com os teus próprios olhos; 3 a fim de que o SENHOR, teu Deus, nos mostre o caminho por onde havemos de andar e aquilo que havemos de fazer. 4 Respondeu-lhes Jeremias, o profeta: Já vos ouvi; eis que orarei ao SENHOR, vosso Deus, segundo o vosso pedido. Tudo o que o SENHOR vos responder, eu vo-lo declararei; não vos ocultarei nada. 5 Então, eles disseram a Jeremias: Seja o SENHOR testemunha verdadeira e fiel contra nós, se não fizermos segundo toda a palavra com que o SENHOR, teu Deus, te enviar a nós outros. 6 Seja ela boa ou seja má, obedeceremos à voz do SENHOR, nosso Deus, a quem te enviamos, para que nos suceda bem ao obedecermos à voz do SENHOR, nosso Deus. 7 Ao fim de dez dias, veio a palavra do SENHOR a Jeremias. 8 Então, chamou a Joanã, filho de Careá, e a todos os capitães dos exércitos que havia com ele, e a todo o povo, desde o menor até ao maior, 9 e lhes disse: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel, a quem me enviastes para apresentar a vossa súplica diante dele: 10 Se permanecerdes nesta terra, então, vos edificarei e não vos derribarei; plantar-vos-ei e não vos arrancarei, porque estou arrependido do mal que vos tenho feito. 11 Não temais o rei da Babilônia, a quem vós temeis; não o temais, diz o SENHOR, porque eu sou convosco, para vos salvar e vos livrar das suas mãos. 12 Eu vos serei propício, para que ele tenha misericórdia de vós e vos faça morar em vossa terra. 13 Mas, se vós disserdes: Não ficaremos nesta terra, não obedecendo à voz do SENHOR, vosso Deus, 14 dizendo: Não; antes, iremos à terra do Egito, onde não veremos guerra, nem ouviremos som de trombeta, nem teremos fome de pão, e ali ficaremos, 15 nesse caso, ouvi a palavra do SENHOR, ó resto de Judá. Assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Se tiverdes o firme propósito de entrar no Egito e fordes para morar, 16 acontecerá, então, que a espada que vós temeis vos alcançará na terra do Egito, e a fome que receais vos seguirá de perto os passos no Egito, onde morrereis. 17 Assim será com todos os homens que tiverem o propósito de entrar no Egito para morar: morrerão à espada, à fome e de peste; não restará deles nem um, nem escapará do mal que farei vir sobre eles. 18 Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Como se derramou a minha ira e o meu furor sobre os habitantes de Jerusalém, assim se derramará a minha indignação sobre vós, quando entrardes no Egito; sereis objeto de maldição, de espanto, de desprezo e opróbrio e não vereis mais este lugar. 19 Falou-vos o SENHOR, ó resto de Judá: Não entreis no Egito; tende por certo que vos adverti hoje. 20 Porque vós, à custa da vossa vida, a vós mesmos vos enganastes, pois me enviastes ao SENHOR, vosso Deus, dizendo: Ora por nós ao SENHOR, nosso Deus; e, segundo tudo o que disser o SENHOR, nosso Deus, declara-no-lo assim, e o faremos; 21 mas, tendo-vos declarado isso hoje, não destes ouvidos à voz do SENHOR, vosso Deus, em coisa alguma pela qual ele me enviou a vós outros. 22 Agora, pois, sabei por certo que morrereis à espada, à fome e de peste no mesmo lugar aonde desejastes ir para morar.” (Jeremias 22 ARA)2. “Eles procuraram conhecer a orientação do Senhor através de Jeremias, que lhes transmitiu a mensagem de que não deviam ir ao Egito, mas permanecer em Judá. Se atendessem à orientação de Deus, Ele os faria prosperar e os protegeria. Mas, se não dessem ouvidos à voz do Senhor, morreriam. Se buscarmos a orientação de Deus através da oração, Ele nos responderá.1

“Com medo dos babilônios, as pessoas procuraram Jeremias e lhe pediram que orasse em favor delas por orientação divina. A essa altura elas já deviam saber que Jeremias era, de fato, um profeta de Deus, e que o que ele havia dito quando falou em nome do Senhor se cumpriria.”1

“Também se comprometeram a fazer o que Deus lhes pedisse ou ordenasse. Assim, vemos um povo que parecia ter aprendido a lição e que desejava não apenas conhecer a vontade de Deus, mas também segui-la, o que é o principal. As palavras que disseram foram uma poderosa confissão de fé: ‘Seja ela boa ou seja má, obedeceremos à voz do Senhor, nosso Deus, a quem te enviamos, para que nos suceda bem ao obedecermos à voz do Senhor, nosso Deus’ (Jr 42:6). Depois de tudo que tinha acontecido, já estava na hora!”1

“Note o paralelo com as mensagens anteriores de Jeremias: Não confiem em potências estrangeiras. Confiem no Senhor, e Ele os fará prosperar e os livrará quando chegar a hora. A salvação não vem de nenhum outro lugar e de ninguém mais. As potências estrangeiras não ajudaram vocês antes, e não os ajudarão agora.”1

“Deus teve que adverti-los porque conhecia a tendência de seu coração: sabia que eles estavam pensando em voltar para o Egito (pense no simbolismo envolvido aqui) com o objetivo de procurar a proteção que desejavam. Assim, o Senhor lhes deu ordens muito claras e específicas para que não fizessem isso, pois esse procedimento lhes traria ruína.”1

“Mais uma vez, o povo estava diante de uma escolha extremamente simples, a escolha que todos nós temos que enfrentar: vida e paz por meio da fé e da obediência a Jesus, ou miséria e morte através da falta de fé e obediência. Não importam as diferentes circunstâncias, no final a questão é a mesma para todos. Diferentemente daquelas pessoas, nem sempre as advertências que recebemos são expressas de maneira tão específica e clara, mas, à semelhança delas, somos advertidos.”1

“Vida ou morte, bênção ou maldição. Que tipo de escolha você está fazendo, todos os dias?”1

Segunda-feira, 14 dezembro de 2015. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Jeremias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 482, Out. Nov. Dez. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999

Jesus, o Espírito Santo e a oração – Estudo adicional

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘A pessoa que se volta para Deus em busca de auxílio, apoio e poder, mediante diária e fervorosa oração, terá aspirações nobres, percepção clara da verdade e do dever, altos propósitos de ação e uma contínua fome e sede de justiça. Mantendo comunhão com Deus, seremos habilitados a difundir para outros, pelo nosso convívio com eles, a luz, a paz e a serenidade que reinam em nosso coração. A força obtida na oração a Deus, unida ao perseverante esforço em exercitar a mente na reflexão e no cuidado, prepara a pessoa para os deveres diários e mantém o espírito em paz em todas as circunstâncias’ (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 85).”1

“‘Ao chamarmos Deus nosso Pai, reconhecemos todos os Seus filhos como irmãos. Somos todos parte da grande teia da humanidade, todos membros de uma só família. Em nossas petições, devemos incluir nossos semelhantes bem como a nós mesmos. Pessoa alguma ora de maneira correta, se busca bênção unicamente para si’ (p. 105).”1

Perguntas para reflexão

“1. A ligação que Lucas apresenta entre Jesus e o Espírito Santo não termina com seu evangelho. Ninguém pode ler o livro de Atos, o segundo volume escrito por Lucas sobre a história da igreja cristã, sem notar a fascinante dinâmica do Espírito Santo na vida da comunidade cristã, em suas missões e em seus ministros. De fato, apenas Lucas registra a instrução de Jesus após a ressurreição para que os discípulos ficassem em Jerusalém até que ‘do alto [fossem] revestidos de poder’ (Lc 24:49), antes que pudessem ir aos confins da Terra com a mensagem do Salvador crucificado e ressurreto. Lucas então iniciou o livro de Atos com a repetição feita por Jesus da promessa do Espírito Santo (At 1:7, 8) e com o cumprimento dessa promessa no Pentecostes (At 2). O que tudo isso nos diz sobre o papel central do Espírito Santo na vida da igreja?”1

“2. De que maneiras o próprio ato da oração em si é um reconhecimento de nossa dependência de Deus e de nossa necessidade dEle? Leia Lucas 18:9. Que profundo problema espiritual Jesus estava abordando com a parábola que veio a seguir?”1

Sexta-feira, 15 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

Mais lições sobre a oração

Lições da Bíblia

“Imediatamente depois de dar a Seus discípulos uma oração modelo, Jesus, por meio da parábola do amigo inconveniente (Lc 11:5-13), lhes ensinou a necessidade da oração persistente. Depois, quando Ele Se aproximava do final de Seu ministério, lembrou a Seus seguidores a necessidade da penitência e da humildade na oração (Lc 18:9-14). Ambas as parábolas mostram que a oração não é simplesmente uma rotina religiosa, mas um persistente andar, falar e viver com o Pai.”1

“Leia Lucas 11:5-8. [‘5 Disse-lhes ainda Jesus: Qual dentre vós, tendo um amigo, e este for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, 6 pois um meu amigo, chegando de viagem, procurou-me, e eu nada tenho que lhe oferecer. 7 E o outro lhe responda lá de dentro, dizendo: Não me importunes; a porta já está fechada, e os meus filhos comigo também já estão deitados. Não posso levantar-me para tos dar; 8 digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade.’ (Lucas 11:5-8 ARA)2] Jesus contou essa parábola para encorajar a perseverança na oração. A oração não deve se tornar uma rotina; deve ser o alicerce de um relacionamento – de absoluta, persistente e contínua confiança em Deus. A oração é a respiração da alma: sem ela, estamos espiritualmente mortos. Jesus conta a parábola de um vizinho que se recusa a agir segundo a política da boa vizinhança. A insistência do amigo em pedir um pão para que pudesse atender a uma emergência à meia-noite é inútil. Mas, finalmente, mesmo um vizinho assim desiste e cede ante a persistência de contínuas batidas à sua porta à meia-noite. Quanto mais atenderia Deus a alguém persistente na oração? Tal persistência não é para fazer Deus mudar de opinião, mas para fortalecer nossa confiança.”1

“4. Leia Lucas 18:9-14. No texto, qual é a lição crucial sobre a oração?”1 “9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lucas 18:9-14 ARA)2. “Que a oração deve ser acompanhada de arrependimento e do reconhecimento de que precisamos da misericórdia de Deus, pois somos aceitos somente por Sua graça.

“O fariseu esperava que Deus o aprovasse com base no que ele fez, em suas obras de justiça. O publicano se lançou sobre a misericórdia divina e suplicou para ser aceito com base na graça de Deus. A aceitação de Deus nos é concedida, não com base em quem ou no que somos, mas somente por meio de Sua graça. Somente aqueles que são penitentes, humildes e contritos de espírito podem receber essa graça. ‘Mansidão e humildade são condições de sucesso e vitória. Uma coroa de glória espera os que se prostram ao pé da cruz’ (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 590).”1

“Pessoas que não conheceram o Senhor tendem a se comparar com aquelas que supostamente são piores que elas, para se convencerem de que não são tão más assim. Por que isso é um engano espiritual?”1

Quinta-feira, 14 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A oração modelo – parte 2

Lições da Bíblia

“‘Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano’ (Lc 11:3, ACF). A petição começa com a palavra ‘dá’. Quer a palavra venha dos lábios de um milionário ou de um órfão sempre necessitado, a oração é imediatamente uma expressão de dependência e um reconhecimento de confiança. Todos nós somos dependentes de Deus, e a súplica imperativa ‘Dá’ nos força a reconhecer que Deus é a fonte de todos os dons. Ele é o Criador. NEle vivemos, e nos movemos, e existimos. ‘Foi Ele que nos fez, e não nós a nós mesmos’ (Sl 100:3, ACF).1

“3. Deus é o Pai que nos dá tudo o que precisamos. À luz dessa promessa, que grande segurança podemos encontrar em Lucas 11:9-13?”1 “9 Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. 10 Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á. 11 Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? 12 Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? 13 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” (Lucas 11:9-13 ARA)2. “Podemos encontrar segurança no fato de que Deus nos ama como um pai ama o filho. Se nós, que somos maus, atendemos aos pedidos de nossos filhos, quanto mais nos atenderá Deus, que é bom e perfeito?”1

“‘Perdoa-nos os nossos pecados’ (Lc 11:4). O perdão se encontra no âmago do evangelho. Sem o perdão de Deus, não temos salvação: ‘E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões […] vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos’ (Cl 2:13). Aqueles que experimentaram o perdão de Deus precisam se aproximar daqueles que talvez os tenham ofendido e abraçá-­los. A oração para que Deus nos perdoe como ‘nós perdoamos’ (Lc 11:4) não significa que o perdão de Deus dependa de perdoarmos os outros; ao contrário, nossa condição de pessoas perdoadas exige que, como discípulos, vivamos sempre dentro do crescente círculo da graça, recebendo a benevolência de Deus por um lado e também estendendo Seu amor e perdão a outros que talvez nos tenham ofendido.”

“‘Não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal’ (Lc 11:4, ARC). Dois fatos são dignos de nota. Primeiro: a tentação não é pecado. A palavra grega para ‘tentação’ é peirasmos. Os substantivos gregos que terminam em asmos normalmente descrevem um processo, não um produto. As Escrituras não olham para a tentação como um produto terminado; ela é um método, um processo usado para alcançar determinado produto. Embora a tentação não seja pecado, ceder a ela o é. Segundo: Deus não é o autor da tentação (Tg 1:13). Deus pode permitir que venham tentações, mas Ele nunca tenta no sentido de seduzir alguém a pecar. A oração, portanto, é um reconhecimento de que Deus é a fonte de suprema força para se resistir ao maligno.”1

“Recapitule Lucas 11:1-4. [“1 De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos. 2 Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; 3 o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; 4 perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve; e não nos deixes cair em tentação.” (Lucas 11:1-4 ARA)2.] Pense sobre todas as questões que a passagem envolve. De que maneiras sua experiência em cada uma dessas questões pode ser enriquecida e aprofundada por meio da oração?”1

Quarta-feira, 13 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A oração modelo – parte 1

Lições da Bíblia

“2. Leia Lucas 11:1-4. De que modo esses versículos nos ajudam a entender como a oração funciona?”1 “1 De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos. 2 Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; 3 o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; 4 perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve; e não nos deixes cair em tentação.” (Lucas 11:1-4 ARA)2. “A oração consiste em nos achegarmos a Deus como nosso Pai, crendo que Ele nos ama e que podemos pedir-Lhe o que necessitamos, tanto no âmbito físico como no espiritual.1

“‘Pai’ é a maneira favorita de Cristo descrever Deus, e está registrada pelo menos 170 vezes nos quatro evangelhos. Ao nos dirigirmos a Deus como nosso Pai, reconhecemos que Ele é uma Pessoa, capaz do mais íntimo relacionamento com os seres humanos. Deus é tão pessoal, real, amoroso e solícito como um pai humano. Mas Ele é o Pai do Céu. Ele é diferente de nosso pai terreno, pois é onipotente, onisciente, onipresente e perfeitamente santo.”1

“A frase ‘Pai nosso, que estás no Céu’ (Lc 11:2, ACF) nos lembra para sempre que Deus é santo e pessoal, e que o cristianismo não é nem uma simples ideia filosófica, nem uma noção panteísta de que Deus é tudo.”1

“‘Santificado seja o Teu nome’ (Lc 11:2). Aqui temos outro lembrete da santidade de Deus. Aqueles que afirmam seguir o Senhor precisam santificar Seu nome em palavras e atos. Afirmar segui-Lo e, ao mesmo tempo, pecar contra Ele, é profanar Seu nome. As palavras de Jesus em Mateus 7:21-23 podem nos ajudar a compreender melhor o que significa santificar o nome de Deus.”1

“‘Venha o Teu reino’ (Lc 11:2). Os evangelhos se referem ao reino de Deus mais de 100 vezes: quase 40 em Lucas, quase 50 em Mateus, 16 em Marcos e 3 em João. Foi esse reino que Jesus veio revelar e estabelecer, tanto na realidade presente do reino da graça quanto na promessa futura do reino da glória. Sem a entrada no primeiro reino não haveria a entrada no segundo, e o desejo do Salvador é que Seus discípulos experimentem o primeiro na expectativa do segundo.”1

“‘Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu’ (Lc 11:2, ACF). A vontade de Deus é reconhecida e obedecida no Céu. Jesus toma esse fato e o converte numa esperança de que isso ocorra na Terra, também. A expressão ‘na Terra’ não dá uma ideia de generalidade, mas de particularidade. Que a vontade de Deus seja feita na Terra, mas que isso comece conosco, com cada um de nós pessoalmente.”1

“Você conhece o Senhor, ou simplesmente conhece coisas sobre Ele? De que forma sua vida de oração pode fazer com que você se aproxime mais dEle?”1

Terça-feira, 12 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.