De Moisés a Jesus

Lições da Bíblia.

“Embora os antigos códigos de leis, encontrados no Egito e na Mesopotâmia, também apresentem evidência de um amplo conhecimento dos princípios e preceitos encontrados na lei de Deus, nenhum deles é completo. De fato, muitos desses códigos também incluem leis que promovem idolatria e outras práticas que Deus mais tarde condenou. Então, Deus escolheu um povo para ser guardião de Sua verdadeira lei. Esse povo foi a nação hebraica, os descendentes de Abraão e herdeiros da promessa da aliança feita com ele muitos séculos antes, uma promessa cujo cumprimento final ocorreu somente em Jesus.”1

“4. Leia Deuteronômio 7:6-12. Como essa passagem revela a estreita relação entre a lei e a graça?”1 “Porque tu és povo santo ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos; e dá o pago diretamente aos que o odeiam, fazendo-os perecer; não será demorado para com o que o odeia; prontamente, lho retribuirá. Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando cumprir. Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardares e cumprires, o SENHOR, teu Deus, te guardará a aliança e a misericórdia prometida sob juramento a teus pais;” (Deuteronômio 7:6-12 RA)2. Deus não escolheu Israel por sua força ou grandeza, pelo contrário Israel era o menor dos povos, mas, por amor a eles e fidelidade as Suas promessas, Deus os tirou da terra do Egito da casa da servidão e os levou para a terra prometida. Israel por sua vez deveria ser fiel a Deus observando os seus mandamentos e estatutos.

“Quando Deus escolheu Israel para ser o depositário de Sua lei, Ele sabia que esse povo era imperfeito. No entanto, confiou-lhes a tarefa de ensinar Sua vontade a outras pessoas imperfeitas. A própria designação ‘reino de sacerdotes e nação santa’ (Êx 19:6) mostra que os israelitas deviam ser sacerdotes de Deus, mediadores em favor do mundo inteiro. Eles foram escolhidos para transmitir a verdade sobre a vontade de Deus para as nações confusas. Apesar dos erros, fracassos e, às vezes, franca rebelião de Israel, foi no meio desse povo que o Messias nasceu, viveu, ministrou e morreu, cumprindo a promessa da aliança feita a Abraão muitos séculos antes.”

“5. Leia Gálatas 3:6-16. Qual é o verdadeiro significado da promessa da aliança?” “É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las. E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. Ora, a lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido. Irmãos, falo como homem. Ainda que uma aliança seja meramente humana, uma vez ratificada, ninguém a revoga ou lhe acrescenta alguma coisa. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.” (Gálatas 3:6-16 RA)2. “Deus prometeu abençoar e salvar todas as nações por meio de Cristo, o Descendente de Abraão, mediante a mesma fé demonstrada por Abraão, que lhe foi creditada como justiça. Jesus morreu na cruz para quebrar a maldição do pecado na vida de todo ser humano que o aceita pela fé. Ao quebrar a maldição do pecado, Cristo ofereceu poder para viver uma vida santa, seguindo o exemplo de Abraão.”1

“Embora muitos no antigo Israel compreendessem que o uso do substantivo singular ‘semente’ se referisse a Israel como uma entidade corporativa única, Paulo aqui apresenta o próprio Jesus como o verdadeiro e pleno cumprimento da promessa da aliança. Assim, o evangelho, com sua clara ênfase tanto na lei quanto na graça, manifesta e revela mais plenamente a aliança.”1

“Imagine todas as longas eras que se passaram desde o tempo em que Abraão recebeu a promessa da aliança até o tempo de Cristo. O que isso nos diz sobre a necessidade de paciência quando se trata de confiar em Deus?”1

Quarta-feira, 18 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Abraão a Moisés

Lições da Bíblia.

“Depois do Dilúvio, Noé e seus filhos tinham a responsabilidade de ensinar aos seus descendentes a vontade de Deus. A família de Noé sabia que a destruição global havia ocorrido no mundo como resultado da recusa da humanidade em obedecer à lei de Deus e, tendo experimentado a graça de Deus, eles poderiam fazer algo para ajudar a desenvolver uma geração mais fiel. Infelizmente, não muito tempo depois do Dilúvio, os habitantes da Terra novamente se rebelaram (Gn 11:1-9). ‘Muitos deles negavam a existência de Deus, e atribuíam o Dilúvio à operação de causas naturais. Outros criam em um Ser supremo, e que fora Ele que destruíra o mundo antediluviano; e seu coração, como o de Caim, ergueu-se em rebelião contra aquele Ser’1"2

“3. De que maneira a lei e a graça atuam juntas?”2 Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra. Partiu, pois, Abrão, como lho ordenara o SENHOR, e Ló foi com ele. Tinha Abrão setenta e cinco anos quando saiu de Harã. Levou Abrão consigo a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as pessoas que lhes acresceram em Harã. Partiram para a terra de Canaã; e lá chegaram. Atravessou Abrão a terra até Siquém, até ao carvalho de Moré. Nesse tempo os cananeus habitavam essa terra. Apareceu o SENHOR a Abrão e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao SENHOR, que lhe aparecera. Passando dali para o monte ao oriente de Betel, armou a sua tenda, ficando Betel ao ocidente e Ai ao oriente; ali edificou um altar ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR. Depois, seguiu Abrão dali, indo sempre para o Neguebe. Havia fome naquela terra; desceu, pois, Abrão ao Egito, para aí ficar, porquanto era grande a fome na terra. Quando se aproximava do Egito, quase ao entrar, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher de formosa aparência; os egípcios, quando te virem, vão dizer: É a mulher dele e me matarão, deixando-te com vida. Dize, pois, que és minha irmã, para que me considerem por amor de ti e, por tua causa, me conservem a vida. Tendo Abrão entrado no Egito, viram os egípcios que a mulher era sobremaneira formosa. Viram-na os príncipes de Faraó e gabaram-na junto dele; e a mulher foi levada para a casa de Faraó. Este, por causa dela, tratou bem a Abrão, o qual veio a ter ovelhas, bois, jumentos, escravos e escravas, jumentas e camelos. Porém o SENHOR puniu Faraó e a sua casa com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão. Chamou, pois, Faraó a Abrão e lhe disse: Que é isso que me fizeste? Por que não me disseste que era ela tua mulher? E me disseste ser tua irmã? Por isso, a tomei para ser minha mulher. Agora, pois, eis a tua mulher, toma-a e vai-te. E Faraó deu ordens aos seus homens a respeito dele; e acompanharam-no, a ele, a sua mulher e a tudo que possuía.” (Gênesis 12:1-20 RA)3; “Depois destes acontecimentos, veio a palavra do SENHOR a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande. Respondeu Abrão: SENHOR Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha casa é o damasceno Eliézer? Disse mais Abrão: A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro. A isto respondeu logo o SENHOR, dizendo: Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.” (Gênesis 15:1-6 RA)3. Embora Abraão tenha demonstrado grande fé nas promessas de Deus, vacilou várias vezes em sua conduta como servo do Senhor, a pesar de suas fraquezas Deus derramou Sua graça sobre ele, e porque ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.

“Deus chamou Abraão, descendente de Sem, e fez uma aliança de bênção com ele (Gn 12:1-3). A Bíblia não apresenta nenhum critério para o chamado de Abraão. Ele não parece ter tido o perfil justo de Noé. De fato, logo após o chamado, ele provou ser covarde e enganador (Gn 12:11-13), violando a lei de Deus. Apesar disso, Abraão era um homem de fé verdadeira e, pela graça de Deus, essa fé lhe foi creditada como justiça. Embora ele não fosse perfeito, estava disposto a ouvir a voz de Deus, mesmo que isso significasse confiar em Deus para coisas que pareciam quase impossíveis do ponto de vista humano.”

“Abraão não estava sozinho entre os que estavam dispostos a ouvir a voz de Deus e obedecer aos Seus mandamentos. O Faraó (Gn 12:10-20), os dois Abimeleques e José estavam bem conscientes de que Deus não aprovava o adultério e a mentira. O segundo Abimeleque até mesmo repreendeu Isaque por expor o povo à tentação (Gn 26:10). Ainda que Deus tivesse escolhido Abraão para uma tarefa específica, havia pessoas em muitas nações diferentes que O temiam. Na verdade, depois que Abraão e sua aliança militar derrotaram Quedorlaomer e sua coalizão, Abraão foi abençoado pelo Rei Melquisedeque, que era ‘sacerdote do Deus Altíssimo’ (Gn 14:18). Essa é mais uma evidência de que existia o conhecimento de Deus no mundo nessa época, antes mesmo da obra e ministério de Moisés.”

Terça-feira, 17 de junho de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 WHITE, Ellen Gould. Patriarcas e profetas: o conflito entre o bem e o mal, ilustrado na vida de homens santos da antiguidade. Tradução de Flavio L Monteiro. 16. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2006. p. 119

2 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

3 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A cadeira de Moisés

Lições da Bíblia.

“Embora os ‘escribas e fariseus’ pareçam ser dois grupos distintos, que simplesmente foram colocados no mesmo conjunto, os escribas provavelmente fossem um subgrupo dos fariseus (At 23:9). Os fariseus se tornaram um grupo notável durante o tempo do Império Grego. Acredita-se que fossem os remanescentes de uma seita judaica piedosa, conhecida como Hasidim (Os Piedosos), que ajudaram a combater na revolta dos Macabeus contra a Grécia.”1

“O título fariseu é derivado do hebraico paras, que significa ‘separar’. Numa época em que muitos judeus haviam se tornado muito influenciados pelas culturas pagãs, os fariseus entenderam que seu dever era garantir que a lei fosse ensinada a todos os homens judeus. Para realizar essa tarefa, eles estabeleceram a função do rabino, que significa literalmente ‘meu grande’ ou ‘meu professor’.”1

“Ao dizer que ‘na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus’, Jesus reconheceu a posição deles como mestres do povo (Mt 23:2, 3). Afinal, pelo menos eles tinham assumido a responsabilidade de assegurar que o povo fosse instruído no caminho da lei.”1

“1. Leia Mateus 23:1-7. Qual foi um dos maiores problemas de Jesus com os escribas e fariseus?”1 “Então, falou Jesus às multidões e aos seus discípulos: Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. Praticam, porém, todas as suas obras com o fim de serem vistos dos homens; pois alargam os seus filactérios e alongam as suas franjas. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas, as saudações nas praças e o serem chamados mestres pelos homens.” (Mt 23:1-7 RA)2. A hipocrisia dos fariseus, pois ensinavam coisas que não cumpriam e exigiam que os outros fizessem.

“A maioria das referências aos escribas e fariseus nos evangelhos é negativa. Considerando a cumplicidade que muitos deles tiveram na morte de Jesus e na perseguição aos Seus seguidores, esse negativismo foi bem merecido. Membros desses grupos pareciam estar à espreita nas esquinas e se escondendo atrás das árvores, esperando que as pessoas cometessem erros, para que eles pudessem aplicar a lei contra elas. Essa imagem do fariseu é tão frequente nas Escrituras que essa palavra geralmente é usada como sinônimo de legalista.”1

“Ao considerar atentamente esse texto, descobrimos que o grande problema de Jesus com os fariseus não era seu desejo de que os outros guardassem a lei de Moisés, mas o fato de que eles não a estavam guardando. Eles eram hipócritas, pois diziam uma coisa, mas faziam outra, e até mesmo quando faziam as coisas certas, faziam isso pelas razões erradas.”1

“Leia novamente o que Jesus disse sobre os escribas e fariseus. Será que temos as mesmas atitudes dos fariseus? O que precisamos mudar?”1

“Começa hoje o Evangelismo de Semana Santa: ‘Nos Passos do Mestre’. Participe no seu pequeno grupo!”

Domingo, 13 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Cristo e a lei de Moisés – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 447-454: ‘Na Festa dos Tabernáculos’; p. 455-462: ‘Por Entre Laços’.”1

“Três vezes por ano era exigido dos judeus que se reunissem em Jerusalém para fins religiosos. Envolto na coluna de nuvem, o invisível Guia de Israel havia dado instruções quanto a essas reuniões. Durante o cativeiro dos judeus, elas não puderam ser observadas; […] Era desígnio de Deus que esses aniversários O trouxessem à mente do povo’.”2

"Era natural que os pais de Jesus O considerassem seu filho, pois Ele estava diariamente com eles. Em muitos aspectos, Sua vida era como a das outras crianças. Era difícil para os pais compreender que Ele era o Filho de Deus. Estavam em risco de deixar de reconhecer a bênção concedida a eles pela presença do Redentor do mundo. A aflição de sua separação dEle, e a branda reprovação contida em Suas palavras, tinham o objetivo de impressioná-los quanto à santidade do que lhes fora confiado"2.

Perguntas para reflexão

“1. Embora Jesus tivesse estabelecido essas leis, quando Ele assumiu a humanidade, submeteu-Se a elas. O que isso nos diz sobre o caráter de Deus?”

“2. Tente se colocar no lugar de José e Maria. É de admirar que eles não entendessem plenamente todos os aspectos que envolviam Jesus? Não há muitas coisas sobre Jesus que nós também não entendemos? Como podemos aprender a confiar e a obedecer, apesar das muitas coisas que não entendemos?”

“3. O que você diria para um cristão que declarasse que devemos cumprir as festas bíblicas? Uma sugestão é perguntar: ‘Como você pretende cumpri-las, uma vez que as festas estavam centralizadas no templo, que foi destruído há muito tempo, e no derramamento de sangue, que foi interrompido?’”

Sexta-feira, 11 de abril de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Cristo e sua lei. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 476, Abr. Maio Jun. 2013. Adulto, Professor.

2 WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. Tradução de Isolina A Waldvogel. 22. ed. São Paulo – SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 447, p. 89