Jesus – Homem de oração

Lições da Bíblia.

Jesus costumava orar em público e em particular, mesmo quando as circunstâncias eram desfavoráveis para a comunhão com o Pai. “Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, foi ele ensinar na sinagoga. Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não tardou que aparecesse na sinagoga um homem possesso de espírito imundo, o qual bradou: Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus! Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Então, o espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele. Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem! Então, correu célere a fama de Jesus em todas as direções, por toda a circunvizinhança da Galiléia. E, saindo eles da sinagoga, foram, com Tiago e João, diretamente para a casa de Simão e André. A sogra de Simão achava-se acamada, com febre; e logo lhe falaram a respeito dela. Então, aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou, passando ela a servi-los. À tarde, ao cair do sol, trouxeram a Jesus todos os enfermos e endemoninhados. Toda a cidade estava reunida à porta. E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era. Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava.” (Mar. 1:21-35).

“Jesus foi para a sinagoga naquele sábado em Cafarnaum e ensinou as Escrituras a um grupo grandemente admirado que reconheceu Sua autoridade, e curou um homem endemoninhado. Depois da reunião, Jesus e Seus discípulos foram para a casa de Pedro e André, e lá, Ele curou a sogra de Pedro. Ao pôr do sol, muitos (‘toda a cidade’ [Mc 1:33]) se reuniram ao redor de Jesus e Lhe levaram todos os tipos de doentes e endemoninhados para ser curados.”

“Nunca antes testemunhara Cafarnaum um dia semelhante a esse. O ar estava cheio de vozes de triunfo e de exclamações de livramento. Enquanto o último sofredor não foi socorrido, Jesus não cessou Seu trabalho. Era tarde da noite quando a multidão partiu e se fez silêncio na casa de Simão” (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 86).

Esse deve ter sido um dia exaustivo para Jesus. Porém, Ele não dormiu até tarde na manhã seguinte. Precisava estar em comunhão com o Pai; então, ergueu-Se antes do amanhecer, foi a um lugar solitário e passou tempo em oração. Jesus, o Filho de Deus, aquele que tinha estado com o Pai antes que fosse criado o mundo (Jo 17:5), aquele que criou o Universo inteiro (Jo 1:3), ainda assim sentia necessidade de oração. O conceito é notável.”

“Depois de um dia cansativo, tendemos a adiar a oração e comunhão com Deus. Mas é justamente nesses momentos de esgotamento psicológico que a maioria de nós precisa do bálsamo calmante da oração e de tempo com a Palavra de Deus. Jesus sabia disso e costumava manter constante proximidade com o Pai. Se isso era necessário para Jesus, quanto mais deve ser para nós?”

“A oração é um fator positivo para o bem-estar e a saúde mental. Embora não entendamos como a oração atua nem por que atua, somos aconselhados a orar: ‘Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc 18:1) ‘regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes;’ (Rom. 12:12).”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – domingo 20 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Inveja contra Jesus

Lições da Bíblia.

Porque sabia que, por inveja, O tinham entregado (Mt 27:18). “Dê uma rápida olhada nos primeiros onze capítulos de Mateus, destacando especificamente as coisas que Jesus fez. Então, leia Mateus 12:14.” Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida.

Jesus Se tornara popular e os líderes judeus temiam perder a liderança sobre o povo. Os sacerdotes e principais dos anciãos eram educados e exatos na observância da lei. Mas sua análise da vida religiosa era tão microscópica que perdiam de vista o objetivo da religião. Jesus trouxe uma visão nova de devoção, e o povo de Israel (inclusive líderes religiosos) ouviam as boas-novas de salvação. No entanto, em lugar de agradecer a Jesus por alertá-los quanto a seu caminho de destruição própria, eles procuraram destruí-Lo.”

Com que frequência as pessoas permitem que sua inveja os cegue para o que deveria ser óbvio! Depois de tudo o que Jesus estava fazendo, milagres, curas, expulsões de demônios, é difícil imaginar alguém O interrogando como se fosse algo diferente de Deus. A evidência que Ele dera deveria ter sido mais que convincente.” “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” (Mat. 11:4-5).

“Talvez por estarem mais cientes de sua própria necessidade, as pessoas comuns estavam mais abertas a Jesus que muitos dos líderes religiosos, que temiam que Jesus mudasse o status quo e, assim, pusesse em risco sua posição. De muitas formas, o ensino de Jesus era tão diferente dos deles, e Sua mensagem era tão mais atraente que eles tinham bons motivos para temer Sua influência. Infelizmente, eles estavam mais preocupados em preservar o próprio poder e influência do que em conhecer e seguir a verdade.”

“O fato de que a inveja os estava motivando não era segredo. De acordo com Mateus 27:18, (‘Porque sabia que, por inveja, o tinham entregado.’) até o líder romano Pilatos sabia quais eram seus motivos, de tão evidente que se tornou. Infelizmente, esses líderes estavam tão completamente cegos por sua inveja que achavam estar defendendo a fé contra algum impostor que desviava o povo. Se eles se houvessem rendido em humildade e fé diante do Senhor em vez de deixar que seu pensamento invejoso predominasse sobre sua razão, eles teriam evitado o curso trágico que seguramente os levou à ruína eterna. Em nosso contexto, qualquer que seja, bem faríamos em aprender de seus erros.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – quinta-feira 03 de março de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Tristeza mortal

Lições da Bíblia.

Leia e medite: “Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres. E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados.” (Mat. 26:36-43). Jesus estava mergulhado ‘numa tristeza mortal’ (v. 38, NVI). “Pense na agonia de Jesus, diante da falta de apoio social e da traição de Seus discípulos, da aparente separação de Deus, e da carga de culpa da humanidade. Seu sofrimento ultrapassou qualquer episódio depressivo experimentado pelos mortais.”

“Ao Se aproximar do Getsêmani, [Jesus] Se tornou estranhamente mudo. Muitas vezes estivera ali, para meditar e orar; mas nunca com o coração tão cheio de tristeza como nessa noite de Sua última agonia. Durante Sua vida na Terra, andara à luz da presença de Deus. Quando em conflito com homens que eram inspirados pelo próprio espírito de Satanás, podia dizer: ‘Aquele que Me enviou está comigo; o Pai não Me tem deixado só, porque Eu faço sempre o que Lhe agrada’ (Jo 8:29). Agora, porém, parecia excluído da luz da mantenedora presença de Deus. Era então contado entre os transgressores. Devia suportar a culpa da humanidade caída. Sobre aquele que não conheceu pecado, devia pesar a iniquidade da humanidade. Tão terrível Lhe parecia o pecado, tão grande o peso da culpa que devia levar sobre Si, que foi tentado a temer que ele O separasse para sempre do amor do Pai. Sentindo quão terrível é a ira de Deus contra a transgressão, exclamou: ‘A Minha alma está profundamente triste até a morte’” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 685).

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 11 de fevereiro de 2011. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O olhar penetrante de Jesus.

Lições da Bíblia

“Grande era o número de sacrifícios oferecidos por ocasião da Páscoa, e avultadas as vendas no templo. A consequente confusão dava a ideia de uma ruidosa feira de gado, e não do sagrado templo de Deus. Ali se podiam ouvir ásperos ajustes de compras, o mugir do gado, o balir de ovelhas, o arrulho de pombos, de mistura com o tinir de moedas e violentas discussões. Tão grande era a confusão, que os sacerdotes eram perturbados, e as palavras dirigidas ao Altíssimo, afogadas pelo tumulto que invadia o templo. […] Ao penetrar Jesus no templo, abrangeu toda a cena. Viu as desonestas transações. Viu a aflição do pobre, que julgava que, sem derramar sangue, não havia perdão para seus pecados. Viu o pátio exterior do Seu templo convertido em lugar de comércio profano. O sagrado recinto transformara-se em vasta praça de câmbio. […] Enquanto ali, de pé, nos degraus do pátio do templo, Cristo abrangeu com penetrante visão, a cena que estava perante Ele. Seu olhar profético penetra o futuro, e vê, não somente anos, mas séculos e gerações. Vê como sacerdotes e principais despojam o necessitado de seu direito, e proíbem que o evangelho seja pregado ao pobre. Vê como o amor de Deus seria ocultado aos pecadores, e os homens fariam de Sua graça mercadoria. Ao contemplar a cena, exprimem-se-Lhe na fisionomia indignação, autoridade e poder. A atenção do povo é para Ele atraída. Voltam-se para Ele os olhares dos que se acham empenhados no profano comércio. Não podem dEle despregar os olhos. Sentem-se que esse Homem lhes lê os mais íntimos pensamentos, e lhes descobre os ocultos motivos. Alguns tentam esconder o rosto, como se suas más ações lhes estivessem escritas no semblante, para serem perscrutadas por aqueles olhos penetrantes.” (Ellen G. White, O desejado de todas as nações, p. 156-158).

“Como você descreveria as emoções de Jesus, expressas na passagem acima? Que lições podemos aprender sobre o bem que podem trazer as emoções, se forem corretamente direcionadas?”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina – sexta-feira 31 de dezembro de 2010. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF