Conhecimento versus amor

Lições da Bíblia1

1. Leia 1 Coríntios 8:1-13. Por que Paulo contrasta conhecimento com amor, e em que contexto? Qual verdade ele desejava enfatizar?

1 Coríntios 8:1-13 (NAA)2: 1 No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, sabemos que todos temos conhecimento. O conhecimento leva ao orgulho, mas o amor edifica. 2 Se alguém julga conhecer alguma coisa, ainda não conhece como deveria conhecer. 3 Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele. 4 Quanto a comer alimentos sacrificados a ídolos, sabemos que o ídolo, por si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. 5 Porque, ainda que existam alguns que são chamados de deuses, quer no céu ou sobre a terra — como há muitos “deuses” e muitos “senhores” —, 6 para nós, porém, há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos, e um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de quem todas as coisas existem e por meio de quem também nós existimos. 7 Entretanto, nem todos têm esse conhecimento. Alguns, acostumados até agora com o ídolo, ainda comem desses alimentos como se fossem sacrificados a ídolos; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se. 8 Não é a comida que nos torna agradáveis a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos. 9 Mas tenham cuidado para que essa liberdade de vocês não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. 10 Porque, se alguém enxergar você, que tem conhecimento, sentado à mesa no templo de um ídolo, será que a consciência do que é fraco não vai ser induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? 11 E, assim, por causa do conhecimento que você tem, perde-se o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. 12 E, deste modo, pecando contra os irmãos, ferindo a consciência fraca que eles têm, é contra Cristo que vocês estão pecando. 13 E, por isso, se a comida serve de escândalo ao meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.

Paulo tomou o tema dos alimentos sacrificados aos ídolos para tratar de uma questão mais profunda: a falta de amor ao próximo (1Co 8:1-13). O assunto das comidas sacrificadas aos ídolos dividira a igreja de Corinto em dois grupos. Alguns entendiam que seu conhecimento sobre a não existência de outros deuses lhes dava o direito de comer qualquer alimento (1Co 8:4). A esses, o apóstolo se referiu como “fortes” (1Co 4:10). Os que se opunham a tal prática são chamados de “fracos” (1Co 8:9-12) – assim designados porque ainda não haviam superado certas crenças supersticiosas da antiga experiência pagã. Ao verem os “fortes” comendo alimentos oferecidos a ídolos, poderiam concluir que cristianismo e idolatria são compatíveis. Por isso, Paulo não queria que os “fortes” se tornassem tropeço para os fracos.

A Bíblia vê muito negativamente o ato de comer alimentos sacrificados a ídolos (At 15:20, 29; 21:25; veja Ap 2:14, 20 [14 Tenho, porém, contra você algumas coisas: estão aí em seu meio os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para que comessem coisas sacrificadas aos ídolos e praticassem a prostituição. […] 20 Tenho, porém, contra você o fato de você tolerar que essa mulher, Jezabel, que se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticar a prostituição e a comer coisas sacrificadas aos ídolos.]). Ainda assim, Paulo não empregou declarações tão incisivas quanto as desses textos, porque sua preocupação principal era a falta de unidade que o mau uso do conhecimento podia provocar. Ele não criticou o conhecimento em si, mas o tipo de conhecimento que produz arrogância e divisão na igreja. Conhecimento sem amor não é conhecimento genuíno (1Co 8:2); o conhecimento verdadeiro surge somente quando alguém ama a Deus – e é por Ele conhecido (1Co 8:3).

Citando Deuteronômio 6:4, Paulo ensinou que os crentes devem saber que há um só Deus (1Co 8:4-6). É interessante observar que ele seguiu a mesma linha de Deuteronômio 6:4 e 5, onde a afirmação de que existe apenas um Deus vem acompanhada do mandamento: “Ame o Senhor, seu Deus.” Tanto para Paulo quanto para Moisés, conhecimento sem amor não tem valor. 

Confiantes em seu conhecimento, os “fortes” julgavam inofensivo comer alimentos sacrificados a ídolos. Como veremos adiante, Paulo lhes concedeu esse direito sob certas condições. Porém, se isso se tornasse tropeço para os “fracos” (1Co 8:9), deveria ser evitado. O chamado cristão é praticar a abnegação por amor a Cristo e ao próximo.

Paulo argumenta que, sem amor, o conhecimento pode se tornar um mal (1Co 8:1-13). Em que situações conhecimento sem amor, de fato, faz mal?

Domingo, 26 de julho de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. 1 e 2 Coríntios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 525, jul. ago. set. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Renovados em conhecimento

Lições da Bíblia1

3. Leia Colossenses 3:6-11. Qual é o caminho para a renovação espiritual?

Colossenses 3:6-11 (NAA)2: 6 por causa destas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. 7 Vocês também andaram nessas mesmas coisas, no passado, quando viviam nelas. 8 Agora, porém, abandonem igualmente todas estas coisas: ira, indignação, maldade, blasfêmia, linguagem obscena no falar. 9 Não mintam uns aos outros, uma vez que vocês se despiram da velha natureza com as suas práticas 10 e se revestiram da nova natureza que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que a criou. 11 Aqui não pode haver mais grego e judeu, circuncisão e incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre, mas Cristo é tudo e está em todos.

As palavras iniciais de Colossenses 3:8 marcam uma mudança decisiva da morte para a vida: “Agora, porém”. No grego, o termo “agora” é enfático. Agora que vocês ressuscitaram com Cristo e buscam as coisas do alto, sua vida deve ser muito diferente da anterior. Depois de terem mortificado “tudo o que pertence à natureza terrena […] agora, porém, abandonem igualmente todas estas coisas: ira, indignação, maldade, blasfêmia, linguagem obscena no falar” (Cl 3:5, 8).

Como visto anteriormente, tanto a ira quanto a indignação descrevem a justa reação de Deus e de Jesus ao pecado (Mc 3:5; Ap 6:16). No entanto, recebemos esta orientação: “Cada um esteja pronto para ouvir, mas seja tardio para falar e tardio para ficar irado. Porque a ira humana não produz a justiça de Deus” (Tg 1:19, 20). A maldade deseja o mal ao próximo. A blasfêmia é designada para difamar. Paulo também condena palavras abusivas e obscenas. Por fim, mentir é proibido (Lv 19:11, 12), “uma vez que vocês se despiram da velha natureza com as suas práticas” (Cl 3:9).

4. O que Paulo quis dizer com “velha natureza” em contraste com a “nova natureza”? Leia Romanos 6:6 e Efésios 4:22-24.

Romanos 6:6 (NAA)2: sabendo isto: que a nossa velha natureza foi crucificada com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado.

Efésios 4:22-24 (NAA)2: 22 Quanto à maneira antiga de viver, vocês foram instruídos a deixar de lado a velha natureza, que se corrompe segundo desejos enganosos, 23 a se deixar renovar no espírito do entendimento de vocês, 24 e a se revestir da nova natureza, criada segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.

Os verbos que Paulo usa para descrever a transformação da velha para a nova natureza fazem alusão a vestimentas, como se alguém removesse roupas sujas e fosse revestido com novas vestes brancas (Zc 3:4). Da mesma forma, há uma distinção entre os antigos e novos pactos, caracterizados, respectivamente, pela letra da lei gravada externamente e pela lei escrita pelo Espírito no coração (2Co 3:4-18; Hb 8:8-10).

Essas metáforas ilustram a conversão e suas consequências, o que Paulo chama de “nova criatura” (2Co 5:17). Somos renovados “para o pleno conhecimento, segundo a imagem” de Cristo (Cl 3:10), que é a “imagem do Deus invisível” (Cl 1:15). O conhecimento de Cristo, por meio de Sua Palavra, nos transforma “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co 3:18). Isso nos eleva acima de barreiras étnicas, geográficas e sociais (Cl 3:11), pois pertencemos a um Reino superior.

Terça-feira, 10 de março de 2026. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Cristo em Filipenses e Colossenses. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 523, jan. fev. mar. 2026. Adulto, Professor.

2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Epílogo: conhecendo Jesus e Sua Palavra

Lições da Bíblia1:

“Vocês examinam as Escrituras, porque julgam ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim” (Jo 5:39).

O Evangelho de João, assim como o de Marcos, termina com um encontro na Galileia. Esta última semana de estudos sobre João trata desse encontro, mas conectando-o ao tema de como podemos conhecer a Jesus e a Palavra de Deus – um conceito que percorre todo o quarto evangelho.

Embora os discípulos tivessem convivido com Jesus por mais de três anos, ainda estavam despreparados para a crucifixão e a ressurreição, ainda que Cristo lhes tivesse dito várias vezes o que aconteceria.

Infelizmente, eles não acreditaram em Sua palavra.

Hoje, podemos correr o mesmo risco de escutar ou até mesmo ler a Palavra de Deus, mas não a ouvirmos de fato, não permanecermos nela e não obedecermos a ela. Ou seja, não a aceitarmos como a luz que deve guiar nossos pensamentos e nossas ações. Infelizmente, é nesse ponto que muitos cristãos, às vezes involuntariamente, erram.

Vamos examinar alguns dos ensinamentos centrais de João, que podem nos ajudar a ir além do mero conhecimento teórico de Jesus para, em vez disso, conhecê-Lo melhor e nos aproximarmos cada vez mais Dele e de Sua Palavra.

Sábado, 21 de dezembro de 2024. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Temas do Evangelho de João. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 518, out. nov. dez. 2024. Adulto, Professor.

Conhecimento e submissão

Lições da Bíblia

“Embora não possamos explicar por que o mal surgiu (visto que não existe justificativa para isso), as Escrituras revelam que ele começou no coração de Lúcifer, no Céu. Além das observações impressionantes de Ellen G. White (veja, por exemplo, o capítulo ‘Por que Existe o Sofrimento’, no livro O Grande Conflito), a Bíblia não revela muito mais sobre como o mal teve início no Céu. Entretanto, a Palavra de Deus é mais explícita acerca de como ele surgiu na Terra.”1

“2. Leia Gênesis 3:1 a 7. Qual evento mostra a culpa de Adão e Eva? Qual foi seu erro? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Gênesis (3:1-7 ARA)2: “1 Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? 2 Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. 4 Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. 5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal. 6 Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu. 7 Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.”.

A.( ) Adão e Eva se recusaram a comer do fruto da sabedoria.
B.( ) O casal comeu do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Resposta sugestiva: F; V.

“O que é mais triste nesse episódio é que Eva sabia quais tinham sido as palavras de Deus para eles. Ela as repetiu: ‘Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais’ (Gn 3:3). Pelo que as Escrituras revelam, nada havia sido dito sobre tocar o fruto. No entanto, Eva sabia que comer do fruto daquela árvore acarretaria morte.”1

“Então, Satanás contradisse aberta e descaradamente a Palavra de Deus: ‘É certo que não morrereis’ (Gn 3:4).”

“Poderia haver contraste mais claro? Por mais sutil que tenha sido a abordagem de Satanás no início, uma vez que ele chamou a atenção de Eva e viu que ela não estava resistindo, ele se opôs abertamente à ordem do Senhor. E o mais trágico é que Eva não estava numa posição de ignorância. Ela não podia alegar: ‘Eu não sabia’. Ela sabia.”1

“Apesar de ter conhecimento, Eva cometeu o erro. Se, mesmo no ambiente perfeito do Éden, o conhecimento não foi suficiente para evitar que Eva (e depois Adão, que também conhecia a verdade) pecasse, não devemos nos enganar pensando que o conhecimento seja suficiente para nos salvar hoje. É evidente que precisamos conhecer a Palavra de Deus. Mas, além desse conhecimento, devemos obedecer à Bíblia.”1

“Deus disse uma coisa, Satanás outra. Apesar do conhecimento que Adão e Eva tinham, eles escolheram ouvir Satanás. As coisas não mudaram ao longo dos milênios! Como podemos evitar o mesmo erro?”1

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Segunda-feira, 02 de abril de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Preparação para o tempo do fim. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 492, abr. maio jun. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O conhecimento da verdade

Lições da Bíblia

“1. Leia Provérbios 22:17, 18. O que é dito sobre a maneira pela qual a verdade deve impactar nossa vida?”1 “17 Inclina o ouvido, e ouve as palavras dos sábios, e aplica o coração ao meu conhecimento. 18 Porque é coisa agradável os guardares no teu coração e os aplicares todos aos teus lábios.” (Provérbios 22:17-18 ARA)2. “Ela não só deve ser recebida intelectualmente, mas se tornar parte de nossa vida, e só então deve ser anunciada com os lábios.1

“O primeiro dever do estudante é ouvir e prestar atenção: ‘Inclina o ouvido, e ouve’ (Pv 22:17). Em outras palavras: ‘Concentre-se!’ A ideia fundamental é que aquele que busca a verdade precisa ser fervoroso, deve desejar aprender o que é certo e então praticá-lo.”1

“Mas não é suficiente que o estudante ouça, ou mesmo que compreenda o que está sendo ensinado. Algumas pessoas que têm muitos fatos bíblicos na mente não têm nenhum conhecimento nem experiência real com a verdade em si (Jo 14:6).”1

“Em vez disso, a verdade deve atingir o âmago do ser humano. A frase hebraica em Provérbios 22:18, ‘no teu coração’, se refere ao ‘estômago’. A lição não deve ficar apenas na superfície; ela precisa ser digerida, assimilada, e se tornar parte do íntimo do nosso ser.”1

“Depois que a mensagem penetrar profundamente em nós e se enraizar em nosso interior, aflorará então aos nossos lábios, e poderemos dar um testemunho poderoso.”1

“2. Leia Provérbios 22:19-21. O que uma experiência com a verdade deve fazer por nós?”1 “19 Para que a tua confiança esteja no SENHOR, quero dar-te hoje a instrução, a ti mesmo. 20 Porventura, não te escrevi excelentes coisas acerca de conselhos e conhecimentos, 21 para mostrar-te a certeza das palavras da verdade, a fim de que possas responder claramente aos que te enviarem? (Provérbios 22:19-21 ARA)2. “Uma experiência com a verdade deve nos dar sabedoria, convicção do que cremos e nos tornar aptos a compartilhar essa verdade.1

“A. Fé (v. 19). O primeiro objetivo do ensino da sabedoria não é a sabedoria em si. A finalidade do livro de Provérbios não é fazer discípulos mais inteligentes e hábeis. O objetivo do mestre é fortalecer a confiança do discípulo no Senhor.”1

“B. Convicção (v. 21). Os estudantes devem saber por que essas ‘palavras da verdade’ são certas; devem saber por que acreditam nas coisas que acreditam. Fé, por definição, é crença naquilo que não compreendemos plenamente. Contudo, ainda assim precisamos ter boas razões para essa fé.”1

“C. Responsabilidade (v. 21). O último passo da educação é compartilhar as ‘palavras da verdade’ que recebemos. Isso é uma parte central de todo o nosso chamado como um povo.”1

“Pense em todas as razões lógicas que temos para a fé adventista do sétimo dia. Quais são essas razões? Por que nunca devemos hesitar em conservá-las sempre diante de nós e em compartilhá-las?”1

Oração que prevalece: Vamos orar hoje pela vitória sobre as tentações e o pecado.

Domingo, 22 de fevereiro de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Conhecimento e experiência – parte 2 – “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46 RA).

Lições da Bíblia.

“3. Leia Lucas 6:20-49. De que forma o conhecimento e a experiência são combinados nesse texto? Por que ambos são necessários em nossa caminhada com o Senhor e também na formação de discípulos?”1 “Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir. Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem. Regozijai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu; pois dessa forma procederam seus pais com os profetas. Mas ai de vós, os ricos! Porque tendes a vossa consolação. Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós, os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar. Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas. Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. E, se emprestais àqueles …ola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco? O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão. Não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas. O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração. Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.” (Lucas 6:20-49 RA)2. O conhecimento a e experiência devem ser vivenciados com base nos princípios que regem o Reino de Deus, amor, perdão, tolerância, humildade e obediência. Elementos exemplificados por Cristo com os fundamentos do relacionamento cristão, e que devem tornar as experiências uma confirmação da vontade de Deus para o cristão.

“O conhecimento espiritual é indispensável à transformação espiritual. O próprio Cristo foi considerado o Mestre dos mestres. Em salas de aula ao ar livre, diante de praias, montanhas e maravilhas criadas por Deus, Cristo disseminava o conhecimento transformador. O Espírito Santo despertava consciências antes cauterizadas a aceitar essas verdades. A formação de discípulos é uma obra incompleta sem a experiência, mas a experiência deve ser dirigida pelo conhecimento.”1

“Os formadores de discípulos do século 21 devem se familiarizar completamente com as Escrituras, a fonte de autêntica informação espiritual. Semelhantemente, eles devem difundir a doutrina e os ensinamentos sem levar em conta a popularidade ou conveniência. Deus espera que cristãos experientes nada retenham, mas que guiem pacientemente os recém-convertidos a uma compreensão e apreço cada vez maiores das maravilhosas e transformadoras verdades do cristianismo, especialmente a verdade presente da tríplice mensagem angélica.”1

“4. O que os formadores de discípulos devem ter em mente? Como podemos ter certeza de que não somos cegos guiando cegos?”1 “Propôs-lhes também uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco?” (Lucas 6:39 RA)2. Devem ter em mente o serviço com base no amor, guiando outros ao conhecimento de Deus. Pela fé devemos guiar outros para um progressivo conhecimento da palavra de Deus.

“No fim, a combinação de conhecimento e experiência que produza amor altruísta será a maior força que os formadores de discípulos poderão obter.”1

Terça-feira, 11 de março de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 136

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Conhecimento e experiência – parte 1 – “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; […]” (João 16:13 RA).

Lições da Bíblia.

“A informação era um componente insubstituível da mensagem de Jesus. A informação, por si só, não pode transformar, mas toda transformação inclui informação. Certamente, os conceitos não possuem nenhum poder inerente para iniciar a mudança, todavia, o Espírito de Deus trabalhando no coração humano constitui o insubstituível elemento necessário à conversão.”1

“2. Leia João 16:7-14. Qual é a limitação do conhecimento intelectual, em si mesmo, na compreensão e experiência do verdadeiro cristianismo?” “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.” (João 16:7-14 RA)2. A informação sem a influencia do Espírito Santo é insuficiente para nos conduzir a salvação, só Ele é capaz de nos convencer do pecado da justiça e do juízo, e nos fazer nascer de novo.

“O conhecimento bíblico, unido ao Espírito de Deus, forma a combinação espiritual que transforma os indivíduos e as sociedades. Por meio da fé e do estudo da Palavra, o formador de discípulos deve lutar para obter esses dois elementos. O cristianismo valoriza muito a inteligência, o pensamento e a imaginação.”1

“A existência do pensamento racional nas Escrituras, o admirável respeito pelos mestres no judaísmo e a inestimável atenção que os escribas dedicavam à preservação dos escritos antigos testemunham da importância do conhecimento. O cristianismo não é uma fé irracional. No entanto, certos elementos do cristianismo possuem elevada emoção, sentimento e experiência acima do conhecimento. Essa mentalidade declara que aquilo em que as pessoas acreditam é relativamente insignificante, porque somente a experiência é importante. A obediência e adesão a verdades específicas são consideradas relativamente insignificantes. A emoção e o entusiasmo religioso tornaram-se a medida da autenticidade espiritual.”1

“A própria existência da Escritura contraria esse fascínio irracional pela experiência. A experiência sem o conhecimento se torna um potente míssil sem direção. Por outro lado, o conhecimento sem a experiência torna-se destituído de vida e, muitas vezes, legalista. Os verdadeiros líderes cristãos compreenderam a necessidade de cultivar ambos os elementos, não somente em si mesmos, mas também naqueles que são seus discípulos.”1

“Medite em todas as boas razões que você tem para sua fé. Qual tem sido a função da experiência? Por que precisamos de ambas?”1

Segunda-feira, 10 de março de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 135

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Conhecendo a “nova luz” (1Ts 5:19-22)

Lições da Bíblia.

“4. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal (1Ts 5:19-22). Como essas palavras podem ser aplicadas em nossa experiência? Que ‘forma de mal’ devemos, na nossa realidade, nos esforçar muito para evitar? (1Ts 5:19-22). Como essas palavras podem ser aplicadas à nossa experiência? “Abrindo o coração para a influência e ensinamento do Espírito Santo na obra dos profetas, tendo o cuidado de verificar se as profecias são verdadeiras; evitando o mal, na forma de falsas profecias, conduta impura e atitude desordenada; devemos viver em santidade.”

“Em 1 Tessalonicenses 5:12-15, Paulo estava advertindo a igreja. Nos versos 19-22, ele apresenta outra forma de admoestação: o dom de profecia. As duas expressões negativas com as quais ele começou essa seção são contínuas na ênfase: ‘Pare de apagar o Espírito’ e ‘pare de desprezar as profecias’ (1Ts 5:19, 20, tradução do autor). Ele estava basicamente dizendo aos tessalonicenses que deixassem de fazer algo que estavam fazendo constantemente.”

“Embora não saibamos qual problema específico Paulo estava abordando, parece que ele estava exortando os cristãos a ser abertos a mais luz e, ao mesmo tempo, estava dizendo para testá-la, para se certificar de que era realmente luz (‘E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.’ 2 Cor. 11:14).”

“Existem várias maneiras de enfraquecer o dom de profecia. Uma delas é ‘apagar o Espírito’. Fazemos isso quando ignoramos ou resistimos à obra de um profeta verdadeiro. Mesmo dentro de nossas fileiras, considere toda a oposição ao dom profético que recebemos na vida e no ministério de Ellen White.”

“Uma segunda maneira de enfraquecer o dom de profecia é aceitar o que é dito, mas interpretá-la ou aplicá-la de modo equivocado. Podemos lidar com uma mensagem profética tendo a mente aberta, mas aplicar o que é dito de forma inadequada à situação imediata. Precisamos ter muito cuidado com isso. Recebemos um dom maravilhoso e não queremos debilitá-lo pelo uso errado.”

“Uma terceira maneira de enfraquecer o dom de profecia é dar autoridade profética a pessoas ou escritos que não receberam o dom de Deus. A igreja deve estar continuamente vigilante, pondo à prova todas as coisas para ver se a mensagem profética está edificando a igreja.”

“Qual tem sido a influência do ministério profético de Ellen White em sua vida? Comente sua resposta com a classe.”

Saiba mais, estude a Lição da Escola Sabatina (LES) – qurta-feira 05 de setembro de 2012. Escolha o formato para o estudo: Texto, Comentário em áudio ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES e é publicado simultaneamente em: Blogspot, WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF