O melhor presente do Céu

Lições da Bíblia.

“O Senhor, seu Deus, naquele dia, os salvará, como ao rebanho do Seu povo; porque eles são pedras de uma coroa e resplandecem na terra dEle” (Zc 9:16).

“Pensamento-chave: Zacarias tem algumas profecias messiânicas maravilhosas que apontam para Jesus e confirmam nossa fé nEle.”

“No centro da mensagem bíblica está a mais bela história contada, do Deus Criador que, na pessoa de Seu Filho, deixou a glória do Céu para salvar a humanidade do pecado e da morte. Na segunda metade de Zacarias há várias profecias messiânicas, promessas proféticas do Antigo Testamento sobre Jesus, Aquele que fez tudo isso por nós.”

“Essas promessas específicas foram dadas primeiramente ao povo de Deus que vivia nos perigosos tempos de Zacarias, a fim de mantê-lo concentrado na promessa de redenção. Embora não devamos ignorar o contexto original dessas profecias, a importância delas nunca deve se limitar ao seu cumprimento no passado. Em vez disso, analisaremos de que forma elas foram cumpridas em Jesus, em termos universais, pois elas influenciam o destino final do mundo e não apenas do antigo Israel e de Judá.”

Sábado, 15 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Visões de esperança (Zacarias) – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

“Satanás sabe que os que buscam o perdão e a graça de Deus os obterão. Por isso, ele apresenta diante deles seus pecados para desencorajá-los. Ele está sempre buscando razão para reclamação contra os que estão procurando obedecer a Deus. Ele busca fazer com que até mesmo seu melhor e mais aceitável serviço pareça corrupto. Mediante astúcias sem conta, as mais sutis e mais cruéis, ele procura assegurar a condenação deles.”

“Em sua própria força, o homem não pode enfrentar as acusações do inimigo. Com suas vestes manchadas de pecado e em confissão de culpa, ele está perante Deus. Mas Jesus, nosso Advogado, apresenta uma eficaz alegação em favor de todo aquele que, pelo arrependimento e fé, confia a Ele a guarda de sua vida. Ele defende sua causa e, mediante os poderosos argumentos do Calvário, derrota seu acusador. Sua perfeita obediência à lei de Deus Lhe concede todo o poder no Céu e na Terra, e Ele reclama de Seu Pai misericórdia e reconciliação para o homem culpado. Ao acusador do Seu povo Ele declara: ‘O Senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com o Meu sangue, tição tirado do fogo.’ E aos que nEle descansam em fé, Ele dá a certeza: ‘Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade, e te vestirei de finos trajes’” (Zc 3:4; Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 586, 587).

Perguntas para reflexão

“1. Como a citação acima nos ajuda a compreender a verdade da salvação pela graça? Nos momentos de desânimo por causa de nossas falhas e deficiências, como podemos encontrar conforto e esperança nessas palavras, de modo que não nos afastemos do Senhor em total desespero por causa de nossa indignidade?”

“2. Por que é tão fácil cair na armadilha de tornar o jejum e outras atividades o centro da nossa religião? Que perigos existem quando transformamos nossa religião em nada mais do que uma espécie de serviço social? Como podemos encontrar o equilíbrio?”

Sexta-feira, 14 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Além do jejum

Lições da Bíblia.

“No segundo ano do ministério de Zacarias, uma delegação de Betel foi a Jerusalém para fazer aos sacerdotes e profetas uma pergunta (‘No dia quatro do mês nove, chamado quisleu, do quarto ano do reinado de Dario, o SENHOR Deus me deu uma mensagem. Isso aconteceu quando o povo de Betel enviou Sarezer e Regém-Meleque, com os seus companheiros, ao Templo do SENHOR Todo-Poderoso para pedirem a ajuda dele. E deviam também fazer aos sacerdotes do Templo e aos profetas a seguinte pergunta: – Faz muitos anos que nós choramos e jejuamos no quinto mês, o mês em que o Templo foi destruído. Devemos continuar fazendo isso? Zacarias 7:1-3 NTLH). Quando eles estiveram no exílio em Babilônia, o povo havia jejuado durante o quinto mês para lamentar a destruição do templo (2Rs 25:8, 9), além dos jejuns realizados no quarto, sétimo e décimo meses (Zc 8:19). O rompimento dos muros de Jerusalém era lembrado no quarto mês (Jr 39:2). O jejum no sétimo mês, o Dia da Expiação, era o único dia de jejum ordenado por Deus por intermédio de Moisés (Lv 16). Finalmente, no décimo mês, o povo lamentava o cerco de Jerusalém (Jr 39:1). Visto que o exílio havia terminado e a reconstrução do templo estava quase completa, o povo se perguntava se ainda era necessário jejuar no quinto mês.”

“5. Qual foi a resposta do Senhor? Essas palavras podem ser aplicadas a nós?” “A palavra do SENHOR veio a Zacarias, dizendo: Assim falara o SENHOR dos Exércitos: Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão; não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu próximo. Eles, porém, não quiseram atender e, rebeldes, me deram as costas e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem. Sim, fizeram o seu coração duro como diamante, para que não ouvissem a lei, nem as palavras que o SENHOR dos Exércitos enviara pelo seu Espírito, mediante os profetas que nos precederam; daí veio a grande ira do SENHOR dos Exércitos. Visto que eu clamei, e eles não me ouviram, eles também clamaram, e eu não os ouvi, diz o SENHOR dos Exércitos. Espalhei-os com um turbilhão por entre todas as nações que eles não conheceram; e a terra foi assolada atrás deles, de sorte que ninguém passava por ela, nem voltava; porque da terra desejável fizeram uma desolação.” (Zacarias 7:8-14 RA). “O importante era executar juízo verdadeiro, mostrar bondade e misericórdia aos irmãos, não oprimir viúvas, órfãos, estrangeiros e pobres, nem intentar o mal contra o próximo. Se o jejum fosse um meio de manter comunhão com Deus, seria um bom exercício espiritual. Mas se as pessoas jejuassem pensando em alcançar mérito diante do Senhor, o jejum seria pecado. O jejum podia ser feito, mas com espírito de gratidão, e não de justiça própria.”

“A resposta de Deus por meio de Zacarias é dupla: primeiro, é necessário que o povo de Deus se lembre do passado, de modo que não o repita. O Senhor tinha advertido os antepassados de que Ele esperava que eles vivessem em confiança e obediência. O exílio foi uma punição por sua persistente rebelião. Então, o povo foi chamado a aprender com seus erros do passado. Em segundo lugar, o Senhor não fica feliz porque as pessoas se privam do alimento. Quando elas jejuam e se humilham diante de Deus, o arrependimento e a humildade precisam ser refletidos no que as pessoas fazem. Jejuar a fim de sentir pena de si mesmo é desperdício de tempo e esforço. Entre outras coisas, o jejum deve representar o tipo de morte para o eu, necessária para que sejamos capazes de deixar o egoísmo de lado e estender a mão para ministrar às necessidades dos outros. ‘O espírito do verdadeiro jejum e oração é o espírito que rende a Deus a mente, o coração e a vontade’ (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 189).”

“De que forma podemos colocar práticas religiosas válidas, tais como o jejum e até mesmo a oração, em lugar da verdadeira fé cristã em sua essência? Comente com a classe.”

Quinta-feira, 13 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Prontidão divina para perdoar

Lições da Bíblia.

“4. Leia Zacarias 4. Que esperança foi apresentada ao povo?” “Tornou o anjo que falava comigo e me despertou, como a um homem que é despertado do seu sono, e me perguntou: Que vês? Respondi: olho, e eis um candelabro todo de ouro e um vaso de azeite em cima com as suas sete lâmpadas e sete tubos, um para cada uma das lâmpadas que estão em cima do candelabro. Junto a este, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e a outra à sua esquerda. Então, perguntei ao anjo que falava comigo: meu senhor, que é isto? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Não sabes tu que é isto? Respondi: não, meu senhor. Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos. Quem és tu, ó grande monte? Diante de Zorobabel serás uma campina; porque ele colocará a pedra de remate, em meio a aclamações: Haja graça e graça para ela! Novamente, me veio a palavra do SENHOR, dizendo: As mãos de Zorobabel lançaram os fundamentos desta casa, elas mesmas a acabarão, para que saibais que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a vós outros. Pois quem despreza o dia dos humildes começos, esse alegrar-se-á vendo o prumo na mão de Zorobabel. Aqueles sete olhos são os olhos do SENHOR, que percorrem toda a terra. Prossegui e lhe perguntei: que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do candelabro? Tornando a falar-lhe, perguntei: que são aqueles dois raminhos de oliveira que estão junto aos dois tubos de ouro, que vertem de si azeite dourado? Ele me respondeu: Não sabes que é isto? Eu disse: não, meu senhor. Então, ele disse: São os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra.” (Zacarias 4:1-14 RA). “A obra de Deus, que havia começado pequena, cresceria e seria vitoriosa, pela atuação poderosa do Espírito Santo (simbolizado pelo azeite que sai das oliveiras), pela Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo e pelos sete olhos do Senhor que percorrem a Terra, simbolizando a presença e atuação de Deus.”

“Nessa visão, Zacarias viu um candelabro alimentado por duas oliveiras, o que relembra o castiçal localizado no lugar santo do tabernáculo do deserto (Êx 25:31-40). As sete lâmpadas estavam dispostas em torno de um vaso grande, que servia como reservatório de azeite.”

“O vaso, com seu abundante suprimento de azeite, simboliza a plenitude do poder de Deus por meio de Seu Espírito. As sete lâmpadas brilham com grande luz, um símbolo da presença permanente de Deus, que dissipa toda a escuridão. Assim como o azeite de oliva é conduzido diretamente das oliveiras para o vaso de azeite no topo do candelabro, sem qualquer intervenção humana, igualmente o poder que vem de Deus é constante, suficiente e também não necessita de intervenção humana.”

“A mensagem da visão dada ao profeta foi que o templo de Jerusalém em breve seria reconstruído. O Espírito de Deus, não os esforços humanos, garantiria a conclusão da obra. Essa mensagem corajosa foi dada apesar do fato de que os obstáculos enfrentados pelos construtores pareciam tão grandes como uma ‘montanha’ (v. 7).”

“Não foi dito ao profeta quem é representado pelo candelabro, mas podemos ter a certeza de que as duas oliveiras representam os dois líderes de Judá, Josué e Zorobabel. Em termos materiais, a posição de Zorobabel nunca poderia ser comparada ao poder real e força de seus antepassados Davi e Salomão. Do ponto de vista humano, eram inadequados todos os esforços e recursos disponíveis para os construtores. No entanto, a Palavra de Deus promete que um rei não é salvo pelo tamanho de seu exército, nem um guerreiro por sua grande força (Sl 33:16). Dessa forma, os líderes são informados de que Deus só pode ser glorificado quando todos os detalhes do serviço são guiados pelo Espírito Santo.”

“Nessa passagem profética, há um importante princípio que deve ser lembrado pelos cristãos: Deus pode nos chamar para tarefas difíceis, mas pela obra de Seu Espírito Ele pode realizar Seu propósito (Fp 2:13; 4:13). Pelo Espírito Santo, Deus provê o poder para realizar Sua obra hoje, assim como fez no passado. Isso é alcançado não por força ou poder humanos, mas pela atuação do Senhor por meio dos que estão dispostos a ser usados por Ele.”

“Leia atentamente Zacarias 4:6 [‘Depois disso, o anjo mandou que eu entregasse a Zorobabel a seguinte mensagem de Deus, o SENHOR: – Não será por meio de um poderoso exército nem pela sua própria força que você fará o que tem de fazer, mas pelo poder do meu Espírito. Sou eu, o SENHOR Todo-Poderoso, quem está falando.’]. Por que é tão importante ter sempre em mente nossa dependência total de Deus? O que pode acontecer quando nos esquecemos de que tudo o que temos, ou podemos fazer, vem somente do Senhor e de Seu poder operando em nós?”

Terça-feira, 11 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Prontidão divina para perdoar

Lições da Bíblia.

“3. Leia Zacarias 3. Como o evangelho é retratado nesse capítulo?” “Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor. Mas o SENHOR disse a Satanás: O SENHOR te repreende, ó Satanás; sim, o SENHOR, que escolheu a Jerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do fogo? Ora, Josué, trajado de vestes sujas, estava diante do Anjo. Tomou este a palavra e disse aos que estavam diante dele: Tirai-lhe as vestes sujas. A Josué disse: Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de finos trajes. E disse eu: ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça um turbante limpo e o vestiram com trajes próprios; e o Anjo do SENHOR estava ali, protestou a Josué e disse: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos e observares os meus preceitos, também tu julgarás a minha casa e guardarás os meus átrios, e te darei livre acesso entre estes que aqui se encontram. Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens de presságio; eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo. Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos; eis que eu lavrarei a sua escultura, diz o SENHOR dos Exércitos, e tirarei a iniquidade desta terra, num só dia. Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, cada um de vós convidará ao seu próximo para debaixo da vide e para debaixo da figueira.” (Zacarias 3:1-10 RA). “O Anjo do Senhor apresenta o perdão, purificação e santificação do sacerdote Josué; o sacerdote foi salvo e recebeu uma nova oportunidade para servir ao Senhor. Jesus é representado por Aquele que tira os pecados da terra em um só dia.”

“Com exceção de Isaías 53, talvez nenhuma parte do Antigo Testamento revele melhor do que Zacarias 3, a maravilhosa verdade da salvação pela fé. Nessa visão, o sumo sacerdote Josué estava sendo julgado a respeito de acusações trazidas pelo grande acusador, Satanás. Essas acusações contra o sumo sacerdote também se aplicavam à nação que ele representava. O nome Josué (também escrito como Yeshua) significa ‘o Senhor salva’ (Mt 1:21), e também pode ser escrito como Jesus.”

“Na Bíblia, estar à direita é uma posição de defesa e proteção. O salmista disse: ‘O Senhor, tenho-O sempre à minha presença; estando Ele à minha direita, não serei abalado’ (Sl 16:8; Sl 44:3.). Nesse caso, o acusador estava fazendo o oposto (Sl 109:6). Enquanto Josué estava intercedendo diante de Deus pelo povo, Satanás estava trazendo acusações contra eles com base em sua pecaminosidade.”

“O Senhor rejeitou as acusações, lembrando o acusador de que, em Sua misericórdia, Ele já havia escolhido Josué. Além disso, Seu povo já havia sofrido a plena medida do castigo divino. Como um tição tirado do fogo destruidor, Josué e o povo remanescente foram arrebatados do longo cativeiro na Babilônia (‘Eu destruí cidades, como fiz com Sodoma e com Gomorra; vocês escaparam como se fossem um galho que no último momento é tirado do fogo. Assim mesmo vocês não voltaram para mim.’ Am 4:11 NTLH).”

“Por ordem do anjo do Senhor, as roupas de Josué, que representavam os pecados do povo, foram removidas e ele foi purificado. Em seguida, ele recebeu vestes finas de salvação e justiça.”

“Finalmente, Josué foi comissionado a fazer a vontade de Deus e andar em Seus caminhos, uma atitude que resultaria em múltiplas bênçãos de Deus.”

“’O sumo sacerdote não podia defender nem a si nem a seu povo das acusações de Satanás. Ele não afirmou que Israel estivesse isento de faltas. Em vestes sujas, simbolizando os pecados do povo – pecados que ele levava como seu representante – ele estava perante o anjo, confessando os pecados deles, mas apontando para seu arrependimento e humilhação, e descansando na misericórdia de um Redentor que perdoa o pecado. Em fé ele reclamou as promessas de Deus’ (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 583, 584). Essas promessas certamente incluíam as vestes da justiça de Cristo.”

“Imagine ter que estar diante de Deus com suas próprias ‘vestes sujas’. Que grande esperança é apresentada aqui, e como você pode reivindicá-la e revelar a realidade dessa esperança por meio de uma vida santa e consagrada?”

Terça-feira, 11 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

O Senhor vem

Lições da Bíblia.

“Zacarias 2 registra uma visão em que o profeta contemplou uma Jerusalém renovada, tão repleta de pessoas que sua população se espalhava além de seus muros. Ela atrairá também incontáveis pagãos, um pensamento que deve ter soado muito estranho às pessoas. O verso 10 começa com um chamado à alegria, seguido pelo motivo para tal júbilo: a vinda pessoal do Senhor para viver em meio ao Seu povo.”

“O grandioso regresso do Senhor para habitar em Sua casa reconstruída foi motivo de louvor para aqueles que retornaram do exílio. Jerusalém, a morada do grande Rei, é chamada de ‘filha de Sião’, um carinhoso termo profético. Em vista de sua gloriosa perspectiva, Sião é convidada a se alegrar, porque o Senhor cuidará de Seu povo. Qualquer um que tocar no povo de Deus toca na menina do Seu olho (Zc 2:8).”

“O profeta disse que, no Dia do Senhor, muitas nações não hebreias virão e se unirão à aliança do Senhor. O plano original de Deus era que os povos das nações vizinhas vissem como a dedicação de Israel ao verdadeiro Deus resulta em bênçãos e prosperidade. Assim, eles seriam levados a se unir ao Senhor. Dessa forma, o remanescente de Israel e os gentios fiéis se tornariam um só povo, em cujo meio o Senhor habitaria. Esse evento cumpriria a promessa de Deus a Abraão e Sara de que, por meio de sua descendência, todas as nações da Terra seriam abençoadas (Gn 12:1-3).”

“2. Como devia se cumprir a profecia sobre a descendência de Abrão?” “e para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia, como está escrito: Por isso, eu te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome. E também diz: Alegrai-vos, ó gentios, com o seu povo. E ainda: Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, e todos os povos o louvem. Também Isaías diz: Haverá a raiz de Jessé, aquele que se levanta para governar os gentios; nele os gentios esperarão. E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo. E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros. Entretanto, vos escrevi em parte mais ousadamente, como para vos trazer isto de novo à memória, por causa da graça que me foi outorgada por Deus, para que eu seja ministro de Cristo Jesus entre os gentios, no sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus, de modo que a oferta deles seja aceitável, uma vez santificada pelo Espírito Santo. Tenho, pois, motivo de gloriar-me em Cristo Jesus nas coisas concernentes a Deus. Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras,” (Romanos 15:9-18 RA); “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios, se é que tendes ouvido a respeito da dispensação da graça de Deus a mim confiada para vós outros; pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente; pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito, a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho; do qual fui constituído ministro conforme o dom da graça de Deus a mim concedida segundo a força operante do seu poder. A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Efésios 3:1-8 RA). “No ministério de Jesus Cristo, o Messias, descendente de Abraão, que veio para salvar judeus e gentios. Paulo levou a bênção de Abraão aos gentios.”

“Pela profecia de Zacarias, Deus promete não a destruição das nações, mas a inclusão delas entre o povo da aliança divina. O futuro prometido será o resultado da iniciativa de Deus e foi o desejo de muitos profetas bíblicos. Jesus Cristo comissionou Sua igreja a pregar a todo o mundo a boa notícia sobre a salvação que todos podem encontrar em Jesus, se a aceitarem individualmente. O apóstolo Paulo chamou esse plano do Senhor de ‘mistério oculto nos tempos passados’ (Rm 16:25, NVI).”

“Como nossa compreensão da universalidade da mensagem do evangelho, e a ideia de que ele é para toda a humanidade, deve influenciar nossa maneira de viver? Quanto de nossa vida, tempo e pensamentos estão focalizados em alcançar o mundo com as maravilhosas verdades que recebemos?”

Segunda-feira, 10 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Palavras de vida

Lições da Bíblia.

“1. Qual é a mensagem essencial de Zacarias 1? Considere especialmente o verso 3. O que o Senhor disse ao povo?” ”No oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo: O Senhor se irou fortemente contra vossos pais. Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor dos exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos exércitos. Não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os profetas antigos, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me atenderam, diz o Senhor. Vossos pais, onde estão eles? E os profetas, viverão eles para sempre? Contudo as minhas palavras e os meus estatutos, que eu ordenei pelos profetas, meus servos, acaso não alcançaram a vossos pais? E eles se arrependeram, e disseram: Assim como o Senhor dos exércitos fez tenção de nos tratar, segundo os nossos caminhos, e segundo as nossas obras, assim ele nos tratou. Aos vinte e quatro dias do mês undécimo, que é o mês de sebate, no segundo ano de Dario, veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo: Olhei de noite, e vi um homem montado num cavalo vermelho, e ele estava parado entre as murtas que se achavam no vale; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, baios e brancos. Então perguntei: Meu Senhor, quem são estes? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei o que estes são. Respondeu, pois, o homem que estava parado entre as murtas, e disse: Estes são os que o Senhor tem enviado para percorrerem a terra. E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava parado entre as murtas, e disseram: Nós temos percorrido a terra, e eis que a terra toda está tranquila e em descanso. Então o anjo do Senhor respondeu, e disse: O Senhor dos exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste indignado estes setenta anos? Respondeu o Senhor ao anjo que falava comigo, com palavras boas, palavras consoladoras. O anjo, pois, que falava comigo, disse-me: Clama, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Com grande zelo estou zelando por Jerusalém e por Sião. E estou grandemente indignado contra as nações em descanso; porque eu estava um pouco indignado, mas eles agravaram o mal. Portanto, o Senhor diz assim: Voltei-me, agora, para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o Senhor dos exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém. Clama outra vez, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: As minhas cidades ainda se transbordarão de bens; e o Senhor ainda consolará a Sião, e ainda escolherá a Jerusalém. Levantei os meus olhos, e olhei, e eis quatro chifres. Eu perguntei ao anjo que falava comigo: Que é isto? Ele me respondeu: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. O Senhor mostrou-me também quatro ferreiros. Então perguntei: Que vêm estes a fazer? Ele respondeu, dizendo: Estes são os chifres que dispersaram Judá, de maneira que ninguém levantou a cabeça; mas estes vieram para os amedrontarem, para derruburem os chifres das nações que levantaram os seus chifres contra a terra de Judá, a fim de a espalharem. (Zacarias 1:1-21 RA) “Deus atua na história de Seu povo; Ele prometeu restaurar Jerusalém e o povo judeu e castigar as nações inimigas; o Senhor pediu que o povo se voltasse para Ele.”

“O retorno do exílio em Babilônia despertou alegria no coração do povo remanescente, mas causou também ansiedade. Será que eles estariam seguros e livres de perigo na sua terra, ou os inimigos viriam novamente para atormentá-los? Deus tinha perdoado sua infidelidade passada, ou continuaria a puni-los? O que o futuro reservava para o povo escolhido de Deus e para as nações? Em sua visão, Zacarias viu o anjo do Senhor se movendo para interceder por Judá. Ele começou com a pergunta: ‘Até quando […]?’ Na Bíblia, essa pergunta é muitas vezes usada como expressão de sofrimento das pessoas e pedido de ajuda do Senhor (‘Até quando, ó Deus, o adversário afrontará? O inimigo ultrajará o teu nome para sempre?’ Sl 74:10; ‘Então disse eu: Até quando, Senhor? E respondeu: Até que sejam assoladas as cidades, e fiquem sem habitantes, e as casas sem moradores, e a terra seja de todo assolada,’ Is 6:11; ‘Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão relativamente ao holocausto contínuo e à transgressão assoladora, e à entrega do santuário e do exército, para serem pisados?’ Dn 8:13). A resposta a essa pergunta veio diretamente por intermédio do anjo intérprete, que depois a transmitiu ao profeta. Ela continha palavras que prometiam a bondade e o conforto de Deus.”

“Zacarias foi instruído a proclamar que o Senhor era muito zeloso por Jerusalém (Zc 1:14). Zelo [ou ciúme] pode ter conotações negativas, mas na Bíblia essa palavra também pode ser uma expressão do amor de Deus. O Senhor amava Seu povo e esperava que ele fosse fiel. Em contraste com Seu amor por Jerusalém, o anjo disse que o Senhor estava irado com as nações que haviam tratado Seu povo de modo tão violento. A acusação contra as nações foi de que elas aplicaram ao povo de Deus um castigo maior do que o Senhor havia planejado, indo longe demais em seu tratamento cruel aos cativos.”

“Em Zacarias 1:14-16, Deus reconheceu que ficou irado com Seu povo, mas prometeu confortá-lo. Seu propósito, que o profeta foi encarregado de proclamar, era de Se voltar para Jerusalém com misericórdia. O Senhor confortaria Sião (‘Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus.’ Is 40:1), enquanto Sua ira seria direcionada aos inimigos. Jerusalém seria restaurada e voltaria a ser o lugar da habitação do Senhor.”

“Considere novamente Zacarias 1:3. Como podemos voltar para o Senhor e aceitar o convite para um relacionamento pessoal restaurado com Deus? Estamos voltando para Ele a cada dia?”

Domingo, 08 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF

Visões de esperança (Zacarias)

Lições da Bíblia.

“Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, cada um de vós convidará ao seu próximo para debaixo da vide e para debaixo da figueira” (Zc 3:10).

“Pensamento-chave: Embora Israel tivesse sido punido por seus pecados, havia chegado o tempo de voltar ao relacionamento com Deus de acordo com Suas promessas.”

“Na parede de um antigo castelo na Europa central uma curta inscrição latina diz: ‘Dum spiro, spero’. Seu significado é: ‘Enquanto eu respiro, tenho esperança!’ Esse ditado pode resumir a mensagem de Zacarias ao povo de Deus. Quase vinte anos depois de seu retorno do cativeiro babilônico, o desânimo substituiu o entusiasmo inicial entre os que começaram a se perguntar se Deus ainda estava presente entre Seu povo.”

“Zacarias, cujo nome significa ‘o Senhor lembra’, começou seu ministério profético poucos meses depois de Ageu ter iniciado o dele (Ag 1:1; Zc 1:1). Por meio de uma série de visões proféticas, Zacarias conheceu os planos de Deus para seus dias e para o futuro. O reino eterno de Deus estava próximo, mas o profeta chamou os que viviam no seu tempo a servir ao Senhor naquele momento. Boa parte do livro focalizou a maneira pela qual eles deveriam fazer exatamente isso. Nesta semana e na próxima, estudaremos o que o Senhor nos revelou por meio dele.”

Sábado, 07 de junho de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES publicado simultaneamente no Blogspot e WordPress. Para impressão acesse arquivo em PDF