Proclamação pública

Lições da Bíblia.

3. Leia Mateus 5:17-39. De que forma Cristo utilizava as Escrituras para o ministério público? “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo. Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela. Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno. Também foi dito: Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério. Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno. Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra;” (Mateus 5:17-39 RA)1. Jesus utilizou a Bíblia repetida e sistematicamente. Em sua fala, a diferentes públicos, sempre demostrava o verdadeiro sentido das Escrituras, ampliando a percepção da verdade revelada. Convidava as pessoas a aceita-lo com aquele que pode mudar o coração e proporcionar uma vida em harmonia com a verde bíblica.

“Durante a jornada terrena de Cristo, o relacionamento habitual dos israelitas com as Escrituras era aparentemente muito legalista. Eles as examinavam em busca de regulamentos e orientação ética. A bem-aventurança eterna era considerada o pagamento pelo comportamento justo. No entanto, Jesus derrubou suas noções legalistas e substituiu o sistema de controles externos por uma religião fundamentada no coração.”2

"Como algo estranho e novo, essas palavras caíram nos ouvidos da multidão admirada. Semelhante doutrina era contrária a tudo que tinham ouvido dos sacerdotes e rabinos. Nela não viram coisa alguma que lisonjeasse seu orgulho ou lhes alimentasse as ambiciosas esperanças. Porém, esse novo Mestre tinha um poder que os mantinha encantados. A doçura do amor divino fluía de Sua presença como a fragrância de uma flor. […] Todos sentiam instintivamente que ali estava Aquele que lia os segredos do coração, e não obstante, deles Se aproximava com terna compaixão"3

Terça-feira, 31 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 6

3 WHITE, Ellen Gould. O maior discurso de Cristo: reflexões sobre o sermão da maontanha. Tradução de Isolina A. Waldvogel. São Paulo: Musicasa, 2010. p. 6

A autoridade das Escrituras

Lições da Bíblia.

“2. De que maneira Jesus via a Bíblia?” “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.” (Mateus 5:17-20 RA); “Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi quando ele e seus companheiros tiveram fome? Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes? Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa? Pois eu vos digo: aqui está quem é maior que o templo. Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos, não teríeis condenado inocentes. Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.” (Mateus 12:3-8 RA); “Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte. Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. E, tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem.” (Mateus 15:3-11 RA); “Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus? Se não faço as obras de meu Pai, não me acrediteis;” (João 10:34-37 RA); “Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.” (João 17:14-19 RA); “A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.” (Lucas 24:44 RA)[1]. Reconhecia na Bíblia a autoridade da Palavra de Deus e sua imutabilidade, e a utilizava para falar sobre Si e dos propósitos de Deus. Realçava sua importância para santificar a vida de cada ser humano, e sua superioridade diante das tradições humanas.

“Sempre que Cristo discutia com as autoridades religiosas, Ele não confiava na filosofia abstrata, nem na autoridade pessoal, mas nos ensinamentos das Escrituras. Ao distinguir o certo do errado, Jesus apoiou Seu argumento no fundamento bíblico. Quando os adversários desafiaram a pureza doutrinária de Cristo, Ele os dirigiu a passagens específicas das Escrituras. Ao considerar questões práticas, Jesus encaminhava Seus ouvintes à revelação divina. Cristo entendia que Sua missão divinamente ordenada era realizar o que os antigos profetas haviam predito.”[2]

“Quando acusado de pisar o sábado, em Betesda, Jesus Se defendeu, afirmando Sua filiação de Deus e declarando que operava em harmonia com o Pai. Agora, que eram acusados Seus discípulos, cita aos acusadores exemplos do Antigo Testamento, atos praticados no sábado pelos que estavam ao serviço de Deus. Os mestres judaicos orgulhavam-se de seu conhecimento das Escrituras, e na resposta do Salvador havia indireta censura a sua ignorância das sagradas letras. ‘Nunca lestes’, disse Ele, ‘o que fez Davi quando teve fome, ele e os que com ele estavam? Como entrou na casa de Deus, e tomou os pães da proposição, … os quais não é lícito comer senão só aos sacerdotes?’ Luc. 6:3 e 4. ‘E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado.’ Mar. 2:27 e 28. ‘Não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa? Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo. O Filho do homem até do sábado é Senhor.’ Mat. 12:5 e 6.”[3]

Segunda, 30 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.


[1] BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

[2] LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 5

[3] WHITE, Ellen Gould. O desejado de todas as nações. 22. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 284-285

Jesus e a Bíblia

Lições da Bíblia.

1 Leia Lucas 4:1-12 e 16-21. O que essas passagens sugerem sobre a atitude de Cristo para com a Bíblia? “Jesus, pois, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão; e era levado pelo Espírito no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. E naqueles dias não comeu coisa alguma; e terminados eles, teve fome. Disse-lhe então o Diabo: Se tu és Filho de Deus, manda a esta pedra que se torne em pão. Jesus, porém, lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem. Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o levou a Jerusalém e o colocou sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito, que te guardem; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Dito está: Não tentarás o Senhor teu Deus.” (Lucas 4:1-12 ARA). “Chegando a Nazaré, onde fora criado; entrou na sinagoga no dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías; e abrindo-o, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor. E fechando o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta escritura aos vossos ouvidos.” (Lucas 4:16-21 ARA).[1] Jesus resistiu e venceu aos ataques de satanás usando as Escrituras e apresentou nela os textos que se aplicavam a Ele. Jesus reafirmou a autoridade com a Palavra de Deus. E também a utilizou para mostra que esta apontava para Ele.

“Provavelmente os manuscritos não estivessem disponíveis a Cristo durante Sua permanência de quarenta dias no deserto. Isso indica claramente que ele havia memorizado porções substanciais das Escrituras.”[2]

“Apesar de Cristo estar sofrendo os agudíssimos tormentos da fome, Ele resistiu à tentação. Expulsou a Satanás com a mesma passagem que Ele tinha dado a Moisés para reiterar ao rebelde Israel quando sua alimentação era escassa e eles clamavam por carne, no deserto: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.’ Mat. 4:4.”[3]

“Satanás foi a Cristo esperando obter a vitória. Pensou ter sobre Ele toda vantagem. Mas foi vencido pela mansidão e humildade do Salvador e por Sua confiança na Palavra de Deus. Manso e humilde, e aparentemente indefeso, Cristo era mais forte do que o mais forte homem armado. Ah, como Satanás se empenhou em fazê-Lo pecar contra Deus! Mas falharam todos os seus esforços para fazer Cristo Se desviar de Sua lealdade. Nosso Salvador pôde receber a revelação celestial sem exaltar a Si mesmo… O inimigo é sutil e muito ousado, mas não invencível. Ele é um ser forte, armado, mas se nos mantivermos junto ao Capitão de nossa salvação, usando a arma que Ele nos deu, seremos vitoriosos”[4]

Domingo, 29 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.


[1] BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

[2] LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 3

[3] WHITE, Ellen G.; SILVA, Horne P. No deserto da tentação: os primeiros e decisivos lances da vitória sobre o pecado. 6. ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2012. p. 52

[4] WHITE, Ellen G.; PRADO, Eunice Scheffel. Cristo triunfante. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2002. p. 190

Os Discípulos e as Escrituras

Lições da Bíblia.

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim;” (Jo 5:39 ARA).[1]

“Explicita e implicitamente, jesus incorporou as Escrituras em sua metodologia de discipulado. A suprema busca ao tesouro estava enraizada nos escritos proféticos que apontavam para Ele. Assim, não encontrar Jesus significa errar o alvo. Tudo isso significa que, em última analise, todos os nossos esforços para fazer discípulos devem enfatizar Jesus e o que Ele fez por nós.”[2]

“Cristo veio para revelar ao mundo a verdade divina. Ensinava como quem tem autoridade. Falou como jamais alguém havia falado. Não havia hesitação em Sua conduta, nem a menor sombra de dúvida em Suas declarações. Ele falava como quem entende todas as partes do assunto. Poderia haver desvendado mistérios que patriarcas e profetas almejavam perscrutar, que a curiosidade humana desejara ansiosamente compreender. Porém, se os homens não conseguiam discernir as verdades mais simples e expostas de maneira bem clara, como poderiam compreender os mistérios que se achavam ocultos aos olhos mortais? Jesus não recusava repetir antigas verdades familiares, pois era o Autor dessas verdades. Ele era a glória do templo. Separou do erro verdades que haviam sido perdidas de vista, que tinham sido desvirtuadas e mal-empregadas e que foram desligadas de sua posição correta; apresentando-as como preciosas joias em seu brilho, tornou a colocá-las em seu devido engaste, e ordenou que permanecessem firmes para todo o sempre. Que obra foi essa! Era de tal natureza que o homem finito não podia compreendê-la ou realizá-la. Somente a Mão divina podia pegar a verdade que, em sua ligação com o erro, estivera favorecendo a causa do inimigo de Deus e do homem, e colocá-la onde pudesse glorificar a Deus e ser a salvação da humanidade. A obra de Cristo consistiu em restituir ao mundo a verdade em seu viço e beleza originais. Ele representava o espiritual e celeste pelas coisas da Natureza e da experiência. Dava o tenro maná à alma faminta e apresentava um novo reino a ser estabelecido entre os homens.” [3]

 Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.


[1] BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

[2] LIÇÕES da escola sabatina. Discipulado. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 475, Jan. Fev. Mar. 2013. Adulto, Professor, p. 3

[3] WHITE, Ellen Gould. Fundamentos da educação cristã. 2. ed. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1996. p. 236-237

Exortações do santuário – Vídeo

Lições da Bíblia.

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

"O Mediador, em Seu ofício e obra, excederia grandemente em dignidade e glória o sacerdócio terreno, simbólico. […] Esse Salvador devia ser um mediador, para ficar entre o Altíssimo e Seu povo. Mediante essa provisão, um caminho foi aberto pelo qual o pecador culpado pode encontrar acesso a Deus pela mediação de outro. O pecador não podia se aproximar em sua própria pessoa, com sua culpa sobre ele, e sem maior mérito do que possuía em si mesmo. Unicamente Cristo podia abrir o caminho, apresentando uma oferta à altura das exigências da lei divina. […]. A extensão das terríveis consequências do pecado nunca poderia ter sido conhecida, se o remédio provido não tivesse sido de valor infinito" (Ellen G. White, The Spirit of Prophecy [Espírito de Profecia], v. 2, p. 11).

"A fé na expiação e intercessão de Cristo nos manterá firmes e inabaláveis em meio às tentações que pressionam a igreja militante" (Ellen G. White, SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 7A, p. 484).

Perguntas para reflexão

“1. Quantas vezes, no livro de Hebreus, somos chamados a agir pela nossa fé?”

“2. O que significa ter pleno acesso a Deus? Como isso deve influenciar nossa vida, em momentos de tentação ou desânimo por causa de nossa condição espiritual?”

“3. Qual é a diferença entre ‘plena certeza’ de fé e uma atitude presunçosa?”

“4. ‘A extensão das terríveis consequências do pecado nunca poderia ter sido conhecida, se o remédio provido não tivesse sido de valor infinito’. O que essas palavras nos dizem sobre a malignidade do pecado, que custou algo de ‘valor infinito’, a vida de Jesus? Sabendo disso, como nossa vida pode não ser transformada? Como podemos saber dessas coisas e não querer ensiná-las aos outros?”

“5. Como podemos desenvolver amizades nas quais incentivamos uns aos outros a ser mais amorosos e praticar boas obras? Que benefícios espirituais você obtém ao ‘congregar’ com outras pessoas? Do que você sentiria falta se não pudesse adorar na igreja?”

Sexta-feira, 27 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Amor: incentivando uns aos outros

Lições da Bíblia.

"Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras" (Hb 10:24).

“Considerando que a exortação em Hebreus 10:23 focaliza a atitude individual, a exortação seguinte em Hebreus 10:24 é dirigida à comunidade cristã. Não andamos sozinhos em nosso caminho com Cristo. Devemos cuidar uns dos outros de forma constante.”

“O desafio de amar uns aos outros é um componente tradicional do comportamento cristão (Jo 13:34, 35; Gl 5:13). No entanto, amar uns aos outros não acontece naturalmente. O ato de ‘considerar’ sugere reflexão concentrada e cuidadosa. Somos instados a prestar atenção aos nossos irmãos e considerar como poderíamos encorajá-los a amar os semelhantes e a fazer boas obras. Infelizmente, é mais fácil provocar e hostilizar os outros do que estimulá-los ao amor cristão, não é mesmo?”

“Então, vamos consolidar nossos esforços para trabalhar pelo melhor da comunidade, de modo que, por causa do nosso incentivo ao amor, os outros também não consigam deixar de amar e realizar boas obras.”

“5. Leia Hebreus 10:24, 25. O que ‘amor’ e ‘boas ações’ têm a ver com o ato de congregar com os irmãos?” “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.” (Hebreus 10:24-25 RA). “O amor, a fim de se tornar visível, concreto, precisa ser manifestado na forma de ações. O ambiente mais propício à prática do amor é a igreja (não o edifício, mas os membros que ali congregam). Na igreja, muitos precisam de atos de amor. Podemos e devemos expressar amor uns aos outros e encorajar os irmãos à prática do amor, dentro e fora das paredes da igreja.”

“Um ponto que Hebreus salienta é que podemos expressar amor uns aos outros nas reuniões cristãs. Se alguém não vai ao culto, como pode cumprir a lei do amor de Cristo? Algumas pessoas podem pensar que têm ‘boas’ razões para se ausentar das reuniões cristãs. No entanto, a epístola aos Hebreus aborda a questão sensível de que, no fim, pode ser sua própria apatia que os leva a faltar às reuniões. Se alguém quiser, sempre encontrará razões para deixar de frequentar a igreja e outras reuniões cristãs. Essas razões, entretanto, se tornam pálidas em contraste com a razão para ir às reuniões: ser uma bênção aos outros.”

“Essa prática se torna ainda mais urgente à medida que o dia da volta de Cristo se aproxima. No início de Hebreus 10:19-25, o autor advertiu os cristãos a se aproximarem de Deus no santuário celestial e, em sua conclusão, ele relembrou que o Dia do Senhor se aproximava deles. A vinda de Cristo deve ser sempre a principal motivação para o comportamento cristão.”

“Em sua igreja, quem você deseja incentivar com suas palavras, ações, ou apenas por sua presença? Se você tem esse propósito estabelecido, pode fazer grande diferença na vida das pessoas e, por sua vez, ser igualmente abençoado.”

Quinta-feira, 26 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Esperança: ser firme e inabalável

Lições da Bíblia.

“4. Leia os textos abaixo. O que há em comum entre eles? A que os cristãos devem se apegar?” “Cristo, porém, como Filho, em sua casa; a qual casa somos nós, se guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança.” (Hebreus 3:6 RA); “Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos.” (Hebreus 3:14 RA); “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.” (Hebreus 4:14 RA); “para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta;” (Hebreus 6:18 RA); “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.” (Hebreus 10:23 RA). “Todos esses textos falam sobre nossa necessidade de estar firmes e nos apegarmos à esperança oferecida por Cristo. É necessário perseverar na fé, na confiança e manter nossa crença.”

“Além de ter certeza da salvação, é importante perseverar e manter a esperança que nos é oferecida. Em Hebreus, apegar-se (‘guardar firme’) é um apelo solene. Tem-se a impressão de que alguns cristãos estavam se afastando da fé e da esperança cristã. O apóstolo precisou encorajá-los a não desistir. O texto expressa de modo muito semelhante as coisas que valem a pena ser mantidas: esperança, confiança, certeza e confissão. Em um sentido objetivo, todos esses termos se referem à crença cristã. Podemos fazer essas coisas porque nossa esperança não está em nós mesmos, mas em Jesus e no que Ele fez por nós. No momento em que nos esquecermos dessa verdade fundamental, certamente perderemos a confiança.”

“Estes textos nos desafiam a ser firmes desde o ‘princípio’ (Hb 3:14) ‘até ao fim’ (Hb 3:6, 14; 6:11). Fazer isso ‘sem vacilar’ (Hb 10:23) é uma indicação de fé imutável e inabalável. Sejam quais forem as circunstâncias, nossa esperança permanece a mesma, nosso compromisso com Deus não muda, porque podemos crer que Ele é fiel e fará o que prometeu.”

“Não há dúvida de que Deus é fiel à Sua Palavra. Ele cumpriu a promessa que tinha feito a Abraão e Sara (Rm 4:19-21); cumpriu a promessa da primeira vinda de Cristo (Gl 3:19) e cumprirá a promessa de Sua segunda vinda (Hb 12:26). No entanto, a última promessa de Deus é a vida eterna, a qual Ele prometeu mesmo antes do princípio do tempo (Tt 1:2; 1Jo 2:25).”

“A fidelidade de Deus é imutável. Mesmo que sejamos ‘infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo’ (2Tm 2:13). Nossa infidelidade ou descrença não mudará a intenção divina para conosco. Suas promessas não são abaladas pelas nossas falhas morais. As promessas ainda estarão disponíveis para nós, porque fidelidade é parte da natureza divina.”

“É muito fácil ficar desanimado por causa dos nossos pecados. Como podemos vencer esses pecados e, ao mesmo tempo, não desistir da fé quando erramos? Por que devemos nos apegar a essas promessas, especialmente quando falhamos?”

Quarta-feira, 25 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).

Fé: seja confiante

Lições da Bíblia.

“Leia Hebreus 10:19-25 novamente. [‘Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa; e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,’] Um tema que aparece repetidamente é a ‘confiança’. No Novo Testamento, a palavra grega para ‘confiança’ (Hb 10:19) se refere a ousadia, coragem e intrepidez que descrevem nosso relacionamento com Deus. Originalmente, a palavra se referia à liberdade para falar, que, nesse contexto, poderia significar especificamente que a pessoa podia livremente se aproximar de Deus em oração. Esse tipo de abertura em nosso relacionamento com Deus produz uma alegre confiança. O motivo e objeto da nossa confiança é que temos um Sumo Sacerdote no Céu, mediante o qual podemos ter acesso à presença de Deus. Esse acesso é ilimitado e não é bloqueado por coisa nenhuma, exceto nós mesmos e nossas escolhas erradas. Temos um convite aberto para entrar no santuário celestial.

“De onde vem essa confiança? Ela não é produzida por nós mesmos, mas pelo reconhecimento de que o sangue de Jesus conquistou para nós o acesso à presença de Deus.”

“3. Há outros textos em Hebreus que falam sobre confiança e certeza: Hb 3:6, 14; 4:16; 6:11, 11:1. Que tipo de confiança esses textos descrevem?” “mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança.” (Hebreus 3:6); “porque nos temos tornado participantes de Cristo, se é que guardamos firme até o fim a nossa confiança inicial;” (Hebreus 3:14); “Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4:16); “E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança;” (Hebreus 6:11); “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” (Hebreus 11:1). ”Uma confiança firme, que persevera até o fim e se aproxima de Deus; essa confiança se baseia em Deus, e não nas evidências. É uma certeza firmada na Palavra de Deus. A confiança também é uma consequência do serviço diligente aos outros.”

“Certeza e confiança não nos ancoram em nós mesmos, mas unicamente em Cristo. Essas condições não dependem de quem somos, mas de quem é nosso Mediador. Curiosamente, não há nenhuma sugestão de que os cristãos teriam menos do que ‘plena certeza’ (Hb 6:11; 10:22). Obviamente, o novo caminho, que foi aberto para sempre mediante a morte de Jesus, conduzirá sem falta à plena confiança. Nada menos que isso é esperado.”

“Há duas formas de obter a confiança cristã e mantê-la pela fé. Uma delas é pela própria fé (Ef 3:12); a outra é pelo fiel serviço cristão aos outros (1Tm 3:13). Ambos os aspectos são necessários e importantes. Além disso, em Hebreus, a certeza de fé e a exortação para demonstrar a fé cristã andam de mãos dadas. A vida cristã nunca é separada da fé cristã.”

“Quais coisas desafiam sua confiança em Deus ou sua plena certeza da boa vontade divina para com você? O que você pode fazer para se proteger desse perigo espiritual?”

Terça-feira, 24 de dezembro de 2013. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico. Este conteúdo é uma adaptação da LES, veja sua versão original no site da Casa Publicadora Brasileira (CPB).