A oração de Cristo pela unidade

Lições da Bíblia

“Era quinta-feira à noite. Após a última ceia, Jesus e os discípulos foram ao Monte das Oliveiras. No caminho para o Getsêmani, Jesus parou e orou por Si mesmo, por Seus discípulos, e por todos os que posteriormente creriam nEle por intermédio da pregação dos apóstolos. Embora a agonia da cruz estivesse diante dEle, Sua maior preocupação não estava em Si mesmo, mas nos Seus seguidores. João 17 apresenta a mais longa oração de intercessão de Jesus registrada na Bíblia. É encorajador pensar que Ele orou por todos que creem nEle, incluindo cada um de nós.”1

“2. Leia João 17. Qual foi o principal pedido de Jesus a respeito dos crentes? Leia especialmente os versos 21-23.”1 “21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. (João 17:21-23 RA)2. Que os crentes sejam um assim como o Filho e o Pai são um.

“A unidade é fundamental para a vida da igreja. Por quatro vezes Cristo repetiu Seu intenso desejo de que Seus seguidores fossem um (Jo 17:11, 21-23). Nessa hora final e especial, o Senhor poderia ter orado por diversas outras coisas muito importantes e necessárias. Em vez disso, Ele concentrou Sua oração na unidade dos cristãos. Ele sabia que o maior perigo para a igreja seria o espírito de rivalidade e divisão.”1

“Jesus não suplicou por uniformidade, mas sim por uma unidade pessoal semelhante ao Seu relacionamento com o Pai. Ele e o Pai são duas Pessoas, distintas entre Si, com diferentes funções. No entanto, Eles são um em natureza e propósito. Da mesma forma, temos diferentes temperamentos, experiências, habilidades e funções, mas todos devemos estar unidos em Jesus Cristo.”1

“Esse tipo de unidade não acontece espontaneamente. Para alcançá-la, temos que aceitar plenamente o senhorio de Cristo em nossa vida. Ele deve moldar nosso caráter, e devemos entregar nossa vontade à Sua.”1

“Essa unidade não é um fim em si mesma. É um testemunho para inspirar o mundo a crer em Cristo como o Salvador enviado pelo Pai. Harmonia e união entre homens de diferentes disposições é o testemunho mais forte possível de que Deus enviou Seu Filho para salvar os pecadores. É uma evidência inquestionável do poder salvador e transformador de Cristo. Temos o privilégio de dar esse testemunho.”1

“Muitas vezes, a unidade é ameaçada pelo egoísmo. Como podemos ter certeza de que não estamos prejudicando a unidade? Devemos mantê-la em prejuízo da verdade?”1

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O fundamento da igreja

Lições da Bíblia

“Jesus disse: ‘Sobre esta pedra edificarei a Minha igreja’ (Mt 16:18). Quem é a rocha (petra, em grego) sobre a qual a igreja é edificada? Alguns intérpretes acreditam que seja Pedro. Eles argumentam que o Senhor usou um jogo de palavras entre Pedro e pedra (Petros e petra, respectivamente, em grego), que, presumivelmente, seria mais claro na língua aramaica, provavelmente usada por Jesus. No entanto, o fato é que ninguém sabe com certeza o texto exato da declaração de Jesus em aramaico. Temos apenas o texto grego registrado por Mateus, que distingue entre Petros (pedra) e petra (rocha), uma distinção que não deve ser menosprezada.”1

“Há boas razões para afirmar que petra se refere a Cristo. O contexto imediato da declaração de Jesus (Mt 16:13-20) gira em torno da Sua identidade e missão, não da de Pedro. Além disso, Jesus já havia usado a imagem de construir sobre a rocha, identificando claramente a rocha com Ele mesmo e Seus ensinamentos (Mt 7:24, 25).”1

“1. Qual é o significado simbólico de ‘rocha’ no Antigo Testamento?’’ “Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.” (Deuteronômio 32:4 RA); “A ti clamo, ó SENHOR; rocha minha, não sejas surdo para comigo; para que não suceda, se te calares acerca de mim, seja eu semelhante aos que descem à cova.” (Salmo 28:1 RA); “2 Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. 3 Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás.” (Salmo 31:2, 3 RA); “Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” (Salmo 42:9 RA); “Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado.” (Salmo 62:2 RA). “porquanto te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da Rocha da tua fortaleza. Ainda que faças plantações formosas e plantes mudas de fora,” (Isaías 17:10 RA)2. A Rocha é Deus, o próprio Cristo.

“Quando Pedro e os outros apóstolos ouviram Jesus falando acerca de edificar Sua igreja sobre uma rocha, teriam interpretado essa imagem em termos do que ela significava no Antigo Testamento, ou seja, era um símbolo de Deus.”

“O próprio Pedro afirmou: ‘Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular’ (At 4:11). Ele aplicou o termo rocha a Cristo como fundamento da igreja (1Pe 2:4-8). Embora tenha comparado os cristãos em geral com ‘pedras que vivem’, ele utilizou o termo rocha (petra), apenas a Cristo. Na Bíblia, nenhum ser humano é chamado petra, exceto Jesus.”

“O apóstolo Paulo usou o termo petra em referência a Cristo (Rm 9:33; 1Co 10:4) e declarou categoricamente que ‘ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo’ (1Co 3:11). Concluímos, portanto, que a igreja apostólica entendeu de modo unânime que o próprio Jesus Cristo é a pedra fundamental sobre a qual a igreja está edificada, e todos os profetas e apóstolos, incluindo Pedro, são a primeira camada de pedras vivas no edifício espiritual da igreja (Ef 2:20).”1

“Por que é importante saber que a igreja, frágil como às vezes possa parecer, é fundamentada sobre o próprio Cristo?”1

“Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/”1

Domingo, 17 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A Igreja

Lições da Bíblia

Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste” (Jo 17:20, 21 RA).1

“As raízes da igreja cristã remontam a Adão, Abraão e os filhos de Israel. O Senhor chamou Abraão, e mais tarde os israelitas, para entrar em um relacionamento de aliança com Ele, a fim de abençoar o mundo através deles. No decorrer da história sagrada, esse relacionamento de aliança foi continuado pela igreja.”2

“A igreja não foi uma invenção dos apóstolos nem de nenhum ser humano. Durante Seu ministério, o próprio Cristo anunciou Sua intenção de estabelecer a igreja: ‘Edificarei a Minha igreja’ (Mt 16:18). A igreja deve sua existência a Jesus Cristo. Ele é seu Originador.”2

“De acordo com os evangelhos, o termo igreja aparece nos lábios de Jesus apenas três vezes (Mt 16:18; 18:17). Porém, isso não significa que Ele não tenha tratado do assunto. Na verdade, Jesus ensinou conceitos muito importantes relacionados com a igreja. Nosso estudo desta semana se concentrará em duas ideias principais: o fundamento da igreja e a unidade dela.”2

“De que forma você pode trabalhar para ajudar sua igreja a envolver as crianças no caminho de Deus? Use seus dons para ajudar na formação espiritual das crianças.”2

Sábado, 16 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Viver como Cristo

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

“Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 497-505 ‘O Bom Samaritano’; p. 637-641: ‘Um Destes Meus Pequeninos Irmãos’.”1

“‘Ao redor de nós há pessoas pobres e tentadas que necessitam de palavras compassivas e atos bondosos. Há viúvas que precisam de compaixão e assistência. Há órfãos, aos quais Cristo ordenou aos Seus seguidores que recebessem como legado divino. […] São membros da grande família de Deus, e os cristãos, como Seus mordomos, são responsáveis por eles. Deus disse: A alma deles ‘da tua mão o requererei’ (Ez 3:18; Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 386, 387).”1

“‘Não é a grandeza do trabalho que fazemos, mas o amor e a fidelidade com que o fazemos, que alcança a aprovação do Salvador’ (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 325).”1

Perguntas para reflexão

“1. Uma coisa é amar os ‘inimigos’ quando eles são apenas pessoas irritantes, hostis, difíceis, agressivas ou ingratas. Mas, o que dizer dos verdadeiros inimigos, que o prejudicaram ou tentaram prejudicar você e sua família? Como devemos amá-los? Existe consolo no fato de que somos instruídos apenas a ‘amar’ os inimigos, ao passo que somos ordenados a amar o próximo ‘como a nós mesmos’?”

“2. As pessoas podem argumentar conosco sobre nossa teologia, doutrina, estilo de vida ou sobre quase tudo. Mas quem pode argumentar contra o amor altruísta e desinteressado? Amor altruísta revela um poder que transcende o argumento racional ou lógico. Como podemos aprender a expressar esse amor, não importando o custo para nós?”

Sexta-feira, 15 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Viver como Jesus

Lições da Bíblia

“Os ensinamentos de Jesus estabelecem um ideal tão elevado, de uma vida altruísta e amorosa, que a maioria de nós provavelmente se sinta oprimida e desanimada. Como podemos nós, egoístas por natureza, amar o próximo de maneira altruísta? Além disso, é possível amar os inimigos? Do ponto de vista humano, é absolutamente impossível.”1

“Mas o Senhor jamais nos pediria que amássemos e servíssemos os detestáveis e desprezíveis sem nos prover os meios com que alcançar isso. ‘Essa norma não é impossível de ser alcançada. Em toda ordem ou mandamento dado por Deus, há uma promessa, a mais positiva, a fundamentá-la. Deus tomou as providências para que nos tornemos semelhantes a Ele, e realizará isso para todos quantos não interpuserem uma vontade perversa, frustrando assim Sua graça’ (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 76).”1

“Qual promessa está na base do mandamento de amar os inimigos? É a certeza de que Deus é bondoso e misericordioso para com os ingratos e maus (Lc 6:35, 36), o que nos inclui. Podemos amar nossos inimigos, porque Deus nos amou primeiro, embora fôssemos Seus inimigos (Rm 5:10). Quando diariamente reafirmamos nossa aceitação do Seu amoroso sacrifício por nós na cruz, Seu amor abnegado permeia nossa vida. Quanto mais compreendemos e experimentamos o amor do Senhor por nós, mais Seu amor fluirá de nós para os outros, até mesmo aos nossos inimigos.”1

“7. Qual é a relação entre permanecer em Cristo e em Seu amor, e amar nosso próximo?”1 “4 permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. 5 Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. 7 Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. 8 Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis meus discípulos. 9 Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. 10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. 11 Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo. 12 O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:4-12 RA)2 Cristo é a fonte do amor, aquele que permanece ligado a Ele pode amar ao próximo por estar ligado a fonte do amor, quando desligado dEle não temos com amar.

“Nossa necessidade diária não é apenas a de aceitar novamente a morte de Cristo por nós, mas render nossa vontade a Ele e nEle permanecer. Assim como Jesus não buscou Sua própria vontade, mas a vontade do Pai (Jo 5:30), precisamos confiar nEle e em Sua vontade. Pois, sem Ele, nada podemos fazer (Jo 15:5).”1

“Quando a cada dia decidimos nos submeter a Jesus, Ele vive em nós e por meio de nós. Então ‘já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim’ (Gl 2:20), e transforma minhas atitudes egocêntricas em uma vida amorosa e altruísta.”1”

“Leia novamente João 15:4-12. Qual é a alegria sobre a qual Jesus estava falando? Como podemos experimentar a alegria de servi-Lo, mesmo quando não nos sentimos felizes com as circunstâncias da nossa vida?”1

Quinta-feira, 14 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Ame seus inimigos

Lições da Bíblia

“A prova suprema do cristianismo genuíno é amar os inimigos. Jesus estabeleceu esse elevado padrão em contraste com a ideia predominante em Seu tempo. A partir do mandamento ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’ (Lv 19:18), muitos haviam concluído algo que o Senhor jamais disse nem planejou: Você deve odiar seu inimigo. Certamente, isso não estava implícito no texto.”1

“5. Na prática, de acordo com Cristo, como se manifesta o amor para com os inimigos?”1 “27 Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; 28 bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam.” (Lucas 6:27-28 RA)2. Retribuindo o bem com aqueles que agem com nosso inimigo, bendizendo-os e ornando por eles.

“Um adversário pode demonstrar inimizade de três formas diferentes: Por uma atitude hostil (‘vos odeiam’), por meio de palavras ofensivas (‘vos maldizem’) e através de ações abusivas (‘vos maltratam e vos perseguem’ [Mt 5:44, ARC]). A essa tríplice expressão de inimizade, Cristo nos ensina a responder com três manifestações de amor: fazer boas ações para com eles (‘fazei o bem’), falar bem deles (‘bendizei’), e interceder diante de Deus por eles (‘orai’). A resposta do cristão à hostilidade e antagonismo é vencer ‘o mal com o bem’ (Rm 12:21).”1

“Observe: Jesus primeiro pede que amemos nossos inimigos e, como resultado, solicita que demonstremos esse amor por meio de boas ações, palavras amáveis e oração de intercessão. Sem o amor inspirado pelo Céu, essas ações, palavras e orações seriam uma ofensiva e hipócrita falsificação do verdadeiro cristianismo.”1

“6. Por que devemos amar nossos inimigos? Quais razões foram apresentadas por Jesus?”1 “32 Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. 33 Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. 34 E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. 35 Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus. (Lucas 6:32-35 RA)2. Porque não mérito em amar apenas quem nos ama, de fazer o bem apenas aqueles que nos fazem o bem, é necessário amar aqueles que nos odeiam, que não nos querem bem, pois é assim que Deus faz.

“A fim de nos ajudar a compreender esse elevado mandamento, o Senhor usou três argumentos. Em primeiro lugar, precisamos viver acima dos baixos padrões do mundo. Até mesmo os pecadores amam uns aos outros, e os criminosos se ajudam mutuamente. Qual seria o valor de seguir a Cristo, se isso não nos levasse a viver e amar de maneira superior à virtude dos filhos deste mundo? Em segundo lugar, Deus nos recompensará por amar nossos inimigos. Ainda que não amemos pela recompensa, Ele a concederá graciosamente para nós. Em terceiro lugar, esse tipo de amor é uma evidência de nossa estreita comunhão com nosso Pai celestial, que “é benigno até para com os ingratos e maus” (Lc 6:35).”1

Quarta-feira, 13 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

2 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

Serviço amoroso

Lições da Bíblia

4. Qual é a mensagem básica de Mateus 25:31-46?1 “31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? 38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? 40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.” (Mateus 25:31-46 RA)2. Quando Jesus vier pela segunda vez com poder e grande glória irá separar as pessoas em dois grandes grupos, o grupo dos que são misericordiosos e por amor fazem o bem ao próximo, e o grupo daqueles que pela indiferença e egoísmo desprezam ao próximo e negam ao seu Senhor. O primeiro grupo será recompensado coma a vida eterna e o segundo receberá a maior de todas as penalidades, a morte eterna.

“No último dia, haverá muitas surpresas. Aqueles à direita do Filho do Homem nunca imaginaram que sua manifestação de amor altruísta seria tão decisiva. Cristo não irá elogiá-los pelos sermões eloquentes que eles pregaram, nem pelo valioso trabalho que fizeram, nem pelas suas generosas doações. Em vez disso, Cristo os receberá com alegria no Céu pelas pequenas coisas feitas com amor pelos menores entre os irmãos.”1

“Os que estiverem à esquerda também se surpreenderão com a razão dada pelo rei para seu veredito. Alguns deles chegarão a dizer: ‘Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres?’ (Mt 7:22). Embora essas sejam obras desejáveis, sem uma atitude amorosa elas não têm valor. Essas pessoas professaram servir a Cristo, mas o Senhor nunca as conheceu (Mt 7:23), porque elas nunca O amaram realmente, nem a Seus irmãos. Elas não praticaram os princípios da verdadeira religião (Tg 1:27).”1

“Comentaristas têm sugerido várias interpretações a respeito de quem são os ‘menores irmãos’ do Senhor (Mt 25:40). É importante determinar quem são eles, a fim de saber qual é a extensão da nossa responsabilidade cristã. Alguns intérpretes afirmam que os ‘menores irmãos’ de Jesus são os apóstolos e outros missionários cristãos. Eles encontram apoio para essa visão em Mateus 10:40-42 e concluem que o destino de todos os seres humanos depende do modo pelo qual eles tratam os missionários cristãos. Outros estudiosos afirmam, com base em Mateus 12:48-50, que os ‘menores irmãos’ de Jesus são Seus seguidores em geral. Não há dúvida de que todos os discípulos de Jesus são Seus irmãos, mas o alcance das palavras de Jesus parece ser ainda mais amplo. Cristo ‘Se identifica com todo filho da humanidade. […] É o Filho do homem, e assim, um irmão de todo filho e filha de Adão’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 638).”1

“Lembre-se de um momento em que você estava precisando de ajuda, e alguém o auxiliou. O que essa ajuda significou para você? Qual é a importância da disposição de ajudar os necessitados?”1

Terça-feira, 12 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Ame seu próximo

Lições da Bíblia

“Viver como Jesus viveu significa mostrar o mesmo amor que Ele demonstrou, e que foi ilustrado na parábola do bom samaritano (Lc 10:30-37). Ele contou essa parábola em um diálogo com um doutor da lei, o qual havia resumido nosso dever para com Deus e para com o semelhante: ‘Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo’ (Lc 10:27). O doutor da lei conhecia bem a Bíblia (ele citou de cor Deuteronômio 6:5 e Levítico 19:18), mas deve ter se sentido culpado por não demonstrar amor ao próximo. Na tentativa de se justificar, perguntou a Jesus: ‘Quem é o meu próximo?’ (Lc 10:29).”

3. Como Jesus explicou quem é o nosso próximo? Que implicações a parábola do bom samaritano tem para nós? Qual é a relação entre o mandamento de amar o próximo como a nós mesmos e a regra áurea de Mateus 7:12? “30 Jesus prosseguiu, dizendo: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto. 31 Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo. 32 Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo. 33 Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. 34 E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele. 35 No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar. 36 Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores? 37 Respondeu-lhe o intérprete da Lei: O que usou de misericórdia para com ele. Então, lhe disse: Vai e procede tu de igual modo.” (Lucas 10:30-37 RA)2; “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.” (Mateus 7:12 RA)2. Jesus explicou quem é o nosso próximo através de uma parábola onde ficou evidente que o nosso próximo é todo aquele que necessita de nós e nós o ajudamos com um ato de amor. O princípio áureo é agir com os outros do mesmo modo como queremos que os outros nos trate.

“Jesus respondeu à pergunta: ‘Quem é o meu próximo?’, dizendo que nosso próximo é toda pessoa que precisa da nossa ajuda. Assim, em vez de perguntar: ‘O que meu próximo pode fazer por mim’, devemos perguntar: ‘O que posso fazer pelo meu próximo?’”1

“A regra áurea era interpretada de forma negativa: “Não faça aos outros aquilo que você detesta.” Jesus foi muito além dessa interpretação. Ao apresentá-la de forma positiva, Ele falou não apenas do que devemos evitar, mas, especialmente, do que devemos fazer. Precisamos nos lembrar especialmente de que esse princípio não nos diz para tratar os outros como eles nos tratam. Afinal de contas, é fácil ser gentil com os que são gentis para conosco ou hostil para com os que são agressivos. A maioria das pessoas faz isso. Em vez disso, devemos amar o próximo independentemente da maneira pela qual ele nos trata.”1

“Qual foi sua reação diante de alguém que o ofendeu? Com base no exemplo de Cristo e em Sua maneira de tratar os que O maltrataram, como você pode se relacionar melhor com os que não o trataram de modo gentil?”1

Segunda-feira, 11 de agosto de 2014. Saiba mais, ouça o Comentário em áudioda Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Ensino de Jesus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 477, Jul. Ago. Set. 2014. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.