Um brinde “à morte”

Lições da Bíblia

“2. Leia Provérbios 31:6, 7. Como devemos entender esses versos?”1 “6 Dai bebida forte aos que perecem e vinho, aos amargurados de espírito; 7 para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lembrem mais.” (Provérbios 31:6, 7 ARA)2. “Os que bebem vinho são os ímpios e os que desejam fugir da realidade.1

“Uma leitura rápida desses versos dá a impressão de que a mãe de Lemuel permitia o consumo de vinho ou de qualquer outra bebida alcoólica para a pessoa que estivesse à morte (v. 6) ou para a pessoa que sofresse de depressão (v. 7). Essa interpretação, contudo, estaria em contradição não só com o contexto imediato (pois a mãe de Lemuel advertiu o rei contra o consumo de vinho), mas também com o contexto geral do livro de Provérbios, que sistemática e enfaticamente proíbe o consumo do vinho.”1

“Além disso, dificilmente faria sentido oferecer, para quem estivesse morrendo, algo que só pioraria sua saúde e seu bem-estar. E dar álcool para uma pessoa deprimida é como dar sal para alguém que já está desidratado. Se, como sabemos, Deus Se importa com nosso corpo e com nossa saúde, não tem sentido pensar que esses textos, dentro de seu contexto, estejam encorajando o consumo do álcool.”1

“E, o que é mais importante, uma análise do uso da expressão ‘aos que perecem’ no livro de Provérbios revela que esse verbo sempre está associado aos ímpios (Pv 10:28; 11:7, 10; 19:9; 21:28; 28:28). Por meio da expressão ‘aos que perecem’, a mãe de Lemuel, na verdade, se refere, por associação, aos ímpios. Quanto à expressão ‘amargurados de espírito’, esta se refere às pessoas deprimidas (Pv 31:6) que, como os ímpios, se tornam insensíveis e, assim, se esquecem da pobreza (Pv 31:7).”

“‘Satanás reuniu os anjos caídos a fim de inventar algum meio de fazer o máximo de mal possível à família humana. Foi apresentada proposta sobre proposta, até que finalmente Satanás mesmo imaginou um plano. Ele tomaria o fruto da vide, também o trigo e outras coisas dadas por Deus como alimento, e os converteria em venenos que arruinariam as faculdades físicas, mentais e morais do homem, dominariam de tal maneira os sentidos, de modo que Satanás teria sobre eles inteiro controle. Sob a influência da bebida alcoólica, os homens seriam levados a praticar todas as espécies de crimes. Mediante o apetite pervertido, o mundo seria corrompido. Levando os homens a tomar álcool, Satanás os faria descer cada vez mais baixo’ (Ellen G. White, Temperança, p. 12).”1

Segunda-feira, 23 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um brinde “à vida”?

Lições da Bíblia

“Em muitas culturas, o ato de tomar bebidas alcoólicas está associado à vida. As pessoas levantam um copo e desejam umas às outras uma vida longa, embora a ironia seja que cada copo contribui para destruir a vida. Garrafas com belos formatos, canções poéticas e engraçadas relacionadas à bebida, comerciais inteligentes, e até algumas descobertas ‘científicas’ – todas essas coisas confortam as pessoas que bebem com a ideia de que o álcool possa ser bom para elas. O livro de Provérbios já nos adverte contra esse engano mortal (Pv 23:30-35). Agora o tema reaparece, mostrando-nos mais danos que a bebida pode causar.”1

“1. Leia Provérbios 31:4, 5, 8, 9. O que esses versos dizem, e como a mensagem deles se aplica a todos os seguidores do Senhor?”1 “4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. 5 Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. […] 8 Abre a boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados. 9 Abre a boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos necessitados.” (Provérbios 31:4, 5, 8, 9 ARA)2. “Esses versos dizem que é um dever ajudar os pobres e os necessitados, e dizem também que o álcool distorce a noção do que é certo e do que é errado.1

“Em linguagem semelhante, Jó se descreve como sendo ‘olhos para o cego e … pés para o coxo’ (Jó 29:15). Da mesma forma, o rei ou aqueles que têm recursos devem ajudar a sustentar o pobre e o necessitado, que é descrito como ‘mudo’, ou seja, que não tem voz porque ninguém o ouve.”1

“O efeito destrutivo do vinho também pode ser visto em sua maneira de deturpar tão facilmente o discernimento. Embora o álcool já seja mau para as pessoas comuns, para um rei ou alguém em posição de poder ele pode criar situações terríveis. Os reis que bebem não só ‘não lembram das leis’ (Pv 31:5, NTLH) e não sabem o que é certo, mas subsequentemente pronunciam juízos distorcidos: os culpados são declarados inocentes, e os inocentes, culpados.”1

“O que está em jogo aqui é a capacidade de discernir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. A proibição de beber vinho diz respeito à sabedoria elementar e, como tal, deve se aplicar a todo ser humano. É digno de nota que essa preocupação seja precisamente a razão implícita na proibição específica da bebida aos sacerdotes: ‘para fazerdes diferença entre o santo e o profano’ (Lv 10:9, 10).”1

“Quem já não viu os efeitos devastadores do álcool sobre tantas vidas? Como você pode ajudar outras pessoas, especialmente os jovens, a se manterem afastadas daquilo que pode prejudicá-las e a outros?”1

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 22 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

As mulheres e o vinho

Lições da Bíblia

Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos, às que destroem os reis. Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte” (Pv 31:3, 4).1

“O livro de Provérbios começa com os ensinos de um pai (Pv 1:1, 8; 4:1) e termina com os ensinos de uma mãe (Pv 31:1). O nome Lemuel pode ser uma alusão a Salomão; caso o seja, então a mãe de Lemuel é a mãe de Salomão, e ela adverte o filho contra as duas mais sérias ameaças ao rei: o vinho e as mulheres.”1

“A associação entre vinho e mulheres é deliberada. Para ser eficiente como governante, o rei tem que ser cuidadoso com as influências que enfrenta, e esses dois fatores podem ser muito fortes. Embora possa haver uma mulher certa, que traga benefícios, o álcool só traz problemas.”1

“A introdução do pai dizia respeito à aquisição espiritual da sabedoria. Agora, a conclusão da mãe diz respeito à aplicação da sabedoria na vida real, pois os princípios espirituais ensinados pelo pai não significariam nada se os conselhos práticos dados pela mãe não fossem seguidos.”1

No próximo sábado, 28 de março, começará a Semana Santa, que terá como tema “A Paixão de Cristo é Você!” Já convidou a pessoa que você levará às reuniões? Comece hoje a orar por essa pessoa.

Sábado, 21 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

A humildade dos sábios – Estudo adicional

Lições daBíblia

“‘Devemos reverenciar a Palavra de Deus. Devemos mostrar respeito para com o volume impresso, nunca fazendo dele usos comuns, ou manuseando-­­o de maneira descuidada. Jamais devem as Escrituras ser citadas em uma pilhéria, ou referidas para reforçar um dito espirituoso. ‘Toda Palavra de Deus é pura’ (Pv 30:5), ‘como prata refinada em forno de barro e purificada sete vezes” (Sl 12:6)’ (Ellen G. White, Educação, p. 244).”1

“‘As primeiras palavras de Cristo ao povo, no monte, foram de bênção. Bem-aventurados, disse, são os que reconhecem sua pobreza espiritual, e sentem sua necessidade de redenção. O evangelho deve ser pregado ao pobre. Não ao espiritualmente orgulhoso, o que pretende ser rico e de nada necessitar, ele é revelado, mas aos humildes e contritos. Uma única fonte foi aberta para o pecado, uma fonte para os pobres de espírito. O coração orgulhoso se esforça por alcançar a salvação; mas tanto o nosso título ao Céu, como nossa idoneidade para ele, encontram-se na justiça de Cristo. O Senhor nada pode fazer para a restauração do homem enquanto ele não se entrega à guia divina, convicto de sua própria fraqueza e despido de toda presunção. Pode então receber o dom que Deus está à espera para conceder. Coisa alguma é recusada àquele que sente a própria necessidade. Ele tem ilimitado acesso Àquele em quem habita a plenitude’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 299, 300).”1

Perguntas para reflexão

“1. Reflita no plano da salvação e no que foi preciso para nos salvar. Precisávamos de um substituto, Alguém que tomasse legalmente nosso lugar e cuja justiça fosse a única coisa suficiente para endireitar nossa situação diante de Deus. Diante dessa realidade, por que a arrogâcia e o orgulho estão entre os piores pecados?”1

“2. Quais são algumas das diferentes maneiras em que nossa existência depende de Deus? Quais são algumas das coisas na natureza que nos mostram como Deus mantém nossa existência?”1

“3. Reflita mais na oração de Provérbios 30:7-9 e observe o equilíbrio contido ali. Como encontramos equilíbrio em tudo o que fazemos? Por que isso é tão importante?”1

Sexta-feira, 20 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Lição da natureza

Lições da Bíblia

“Ao longo de toda a Bíblia, figuras extraídas da natureza têm sido usadas para ensinar verdades espirituais. Aqui, também, usando a natureza, o provérbio nos ensina lições sobre humildade.”1

“7. Leia Provérbios 30:18, 19. O que é dito também sobre os limites da compreensão humana?”1 “18 Há três coisas que são maravilhosas demais para mim, sim, há quatro que não entendo: 19 o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma donzela.” (Provérbios 30:18, 19 ARA)2. “Até as coisas simples no comportamento dos animais e nas atividades dos seres humanos envolvem mistérios.”

“Agur vê mistério até em muitas das coisas ‘comuns’. Ele apresenta uma mistura de mistérios muito fascinantes. Os primeiros dois são relacionados a animais: uma águia se movendo silenciosamente durante o dia, uma cobra se movendo silenciosamente durante a noite. Ele então muda para duas ações humanas: um navio no mar e um homem com uma mulher. Ainda hoje, com todo o nosso conhecimento científico, continuam a existir muitos mistérios. Como é importante nunca perdermos a apreciação pela profundidade e majestade da vida! Essa atitude certamente nos ajudará a permanecer humildes diante de Deus.”1

“8 Leia Provérbios 30:24-28. Que outros mistérios da natureza captam a atenção e a admiração do autor de Provérbios?”1 24 Há quatro coisas mui pequenas na terra que, porém, são mais sábias que os sábios: 25 as formigas, povo sem força; todavia, no verão preparam a sua comida; 26 os arganazes, povo não poderoso; contudo, fazem a sua casa nas rochas; 27 os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos; 28 o geco, que se apanha com as mãos; contudo, está nos palácios dos reis.” (Provérbios 30:24-28 ARA). “O autor fala de quatro criaturas pequenas (formigas, coelhos, gafanhotos e lagartixas) cujo comportamento era motivo de admiração para ele.1

“É interessante que os versos imediatamente precedentes (Pv 30:20-23) tratam da insensatez, da arrogância e do vício humano. Ele passa então para o mundo animal, destacando criaturas pequenas e humildes, embora use em relação a eles a mesma palavra hebraica para ‘sábio’ usada para os seres humanos (Pv 3:13) e até para o próprio Deus (Jó 12:13, Sl 104:24). Mesmo hoje, com todos os avanços na ciência, não conseguimos entender completamente como essas criaturas fazem o que fazem. Quanto mais as ações delas devem ter deixado perplexo esse sábio em sua época! E ele era de fato sábio, porque um dos grandes sinais de sabedoria é reconhecer exatamente quão pouco sabemos!”1

“Pense sobre algumas das coisas mais ‘simples’ da natureza: a folha de uma árvore, uma gota de água, uma concha. Como deve nos conservar humildes o fato de que até essas coisas são cheias de mistérios?”1

Quinta-feira, 19 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os atos do arrogante

Lições da Bíblia

“Assim como a humildade é positiva e traz bênçãos, a falta de humildade é perigosa e traz maldições. Depois de encorajar a virtude da humildade ao mostrar suas recompensas e frutos, Provérbios 30 faz uma severa advertência sobre os perigos que advêm do orgulho:”1

“6. Qual é o primeiro perigo mencionado por Agur, relacionado ao desrespeito aos pais?” “11 Há daqueles que amaldiçoam a seu pai e que não bendizem a sua mãe. […] 17 Os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão e pelos pintãos da águia serão comidos.” (Provérbios 30:11, 17 ARA)2. “Maldição e morte.”1

“Agur começa com o conceito de amaldiçoar os pais, pois ele representa o mais grave ato de arrogância: o de filhos desprezarem sua fonte de vida. É significativo que a prescrição para honrar e abençoar os pais é o único mandamento associado com a promessa de vida (Êx 20:12; Ef 6:2, 3), enquanto a pena de morte é prescrita para sua transgressão (Êx 21:15, 17).”1

“O segundo perigo é a justiça própria (Pv 20:12, 20). A condição de pecadores que se consideram justos é grave, porque eles permanecerão em seu pecado, achando que são puros e que não necessitam de perdão. É por isso que a confissão do pecado é tão fundamental para se obter o perdão (1Jo 1:9). Os laodiceanos, que afirmam ser ricos e inteligentes e estar bem vestidos (embora estejam inconscientes de que são pobres, cegos e nus), são aconselhados a adquirir de Deus os meios para reparar essa condição infeliz (Ap 3:14-18).”1

“‘Aqui está representado um povo que se orgulha na posse de conhecimento e vantagens espirituais. Não corresponderam, porém, às imerecidas bênçãos que Deus lhes tem concedido. Têm estado possuídos de rebelião, ingratidão e esquecimento de Deus, e contudo Ele os tem tratado como um pai amoroso e perdoador trata um filho ingrato e corrompido. Resistiram à Sua graça, abusaram de Seus privilégios, desprezaram Suas oportunidades, e têm-se satisfeito com descansar contentes, em lamentável ingratidão, vazio formalismo e hipócrita insinceridade’ (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 83).”1

“O terceiro perigo é o desdém (Pv 30:13, 14). Não é bonito o quadro apresentado sobre os arrogantes. Embora tenham um olhar orgulhoso, a arrogância não fica somente nisso: é manifestada no desdém que revelam por aqueles que consideram estar abaixo do seu nível. A figura de ‘dentes’ e ‘queixais’ (Pv 30:14) mostra quanto são maus os atos deles.”1

“Pense na maneira como tem tratado a outros, particularmente aqueles em relação a quem você talvez se sinta superior. Como você pode endireitar isso e como pode demonstrar a humildade necessária para tanto?”

Quarta-feira, 18 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Nem a pobreza nem a riqueza

Lições da Bíblia

“A oração contida em Provérbios 30:7-9 é a única desse livro. Não é por acaso que esse pedido vem logo após a afirmação de Deus como o grande Criador (Pv 30:4) e a promessa de Sua fidelidade (Pv 30:5).”1

“5. Leia Provérbios 30:7-9. Por que alguém faria um pedido como esse?”1 “7 Duas coisas te peço; não mas negues, antes que eu morra: 8 afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; 9 para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.” (Provérbios 30:7-9 ARA)2. “O salmista pede que o Senhor afaste dele a falsidade e a mentira, e que não lhe dê nem a pobreza nem a riqueza. Ele pede isso para ter um relacionamento sólido com Deus, para que nunca se afaste dEle por causa das circunstâncias extremas da vida.1

“Antes de pedirmos a Deus qualquer coisa, é importante termos certeza de que nosso relacionamento com Ele é sólido. Se estivermos mentindo, estaremos agindo como se Deus nem mesmo existisse. É por isso que a confissão de nosso pecado é um pré-requisito para o perdão (1Jo 1:9). Não podemos enganar a Deus; Ele nos vê exatamente como somos. Quando oramos, o gesto de prostração, de jazermos no pó como os mortos (Lm 3:29), revela não apenas nossa reverência e humildade, mas mostra uma consciência de nossa nudez espiritual diante dEle.”1

“Em Provérbios 30:8, o escritor pede que Deus não lhe dê nem pobreza nem riqueza. A primeira vez que o verbo ‘dar’ é usado na Bíblia em relação aos seres humanos, diz respeito à dádiva do alimento (Gn 1:29). É por isso que, em muitas culturas, o alimento está tradicionalmente associado à oração. Essa necessidade básica, que nos torna tão dependentes do Deus da criação, coloca a experiência da oração no âmago de nossa sobrevivência.”1

“Os dois pedidos não têm por alvo apenas o equilíbrio do caráter humano. Eles convergem para um alvo: a glória de Deus. Se tivermos demasiadamente pouco, iremos roubar a Deus e insultá-Lo; se tivermos demais, não sentiremos necessidade de Deus e poderemos até negar Sua existência. É digno de nota, contudo, que somente a última situação pode levar a um desligamento de Deus; a primeira provavelmente nos conservará em contato com Ele.”1

“A Oração do Senhor traz a mesma dupla preocupação: (1) A frase ‘O pão nosso de cada dia dá-nos hoje’ (Mt 6:11) pede a provisão de nossas necessidades, e não mais que isso; e (2) A frase ‘Não nos deixes cair em tentação’ (Mt 6:13) tem em vista a satisfação de nossas necessidades.”1

“Pense no quanto você é dependente de Deus. De que forma o ato de conservar sempre em mente essa verdade nua e crua ajuda você a crescer na fé? Que perigos advêm quando nos esquecemos dessa dependência?”1

Terça-feira, 17 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um conhecimento de Deus?

Lições da Bíblia

“O orgulho surge naqueles que não conhecem o Senhor de maneira pessoal. Em contraste, a pessoa que vive em comunhão com Deus é humilde, pois está constantemente em contato com Aquele que é infinitamente maior do que qualquer um de nós. Quando pensamos no tamanho do Universo e compreendemos que estamos adorando Aquele que o criou, e que esse mesmo Deus sofreu na cruz por nós, na pessoa de Jesus, é difícil imaginar como alguém pode cultivar o orgulho no coração.”1

“3. Leia Provérbios 30:3-6. O que esses versos nos dizem sobre o poder, a majestade e o mistério de Deus?”1 “3 não aprendi a sabedoria, nem tenho o conhecimento do Santo. 4 Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes? 5 Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. 6 Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.” (Provérbios 30:3-6 ARA)2. “A criação nos apresenta mistérios insondáveis e nos mostra quão grandes são o poder e a majestade de Deus.”

“A expressão ‘conhecimento de Deus’ deve ser entendida com o sentido de ‘conhecimento sobre Deus’. São feitas cinco perguntas retóricas que nos forçam a reconhecer o quanto, na verdade, deixamos de compreender sobre Deus.”1

“4. Leia as perguntas de Provérbios 30:4. Que desafio elas apresentam para nós?”1 Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome de seu filho, se é que o sabes?” (Provérbios 30:4 ARA)2. “Se não somos capazes de compreender as coisas criadas (objeto das primeiras quatro perguntas), muito menos o próprio Criador (objeto da quinta pergunta).”

“Pelo fato de Deus ser o Criador (as primeiras quatro perguntas), Ele está muito além de nossa compreensão (a quinta pergunta). No livro de Jó, Ele desafia o patriarca com perguntas semelhantes para que ele perceba que não é capaz de compreender Deus nem Seus caminhos (Jó 38–40:2).”1

“O fato de que Deus é o Criador, e de que não podemos compreendê-Lo plenamente, nos dá uma lição importante sobre a maneira com que devemos receber Sua revelação escrita, que os eruditos estão sempre questionando. Uma vez que nossa compreensão, mesmo das coisas mais simples da natureza, é obscura e cheia de mistérios, quem somos nós para desafiar a Palavra de Deus, mesmo as partes dela que nos deixam perplexos ou perturbados?”1

“Reflita sobre a grandeza e mistério da própria criação. O que isso deve nos dizer sobre a grandeza e mistério do Criador? Por que essa grandeza e esse mistério nos dão conforto e esperança?”1

Segunda-feira, 16 de março de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. Provérbios. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 479, Jan. Fev. Mar. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.