O maior sermão de Cristo

Lições da Bíblia

“O Sermão do Monte (Mt 5–7) é muitas vezes aclamado na literatura como ‘a essência do cristianismo’. Lucas apresenta trechos desse sermão em Lucas 6:20-49 e em outras passagens. Pelo fato de Lucas ter colocado o sermão imediatamente após a escolha ‘oficial’ dos discípulos (Lc 6:13), alguns eruditos o chamam de o ‘desafio de ordenação para os Doze’.”1

“Conforme apresentado em Lucas 6:20-49, o sermão começa com quatro bem-­aventuranças e quatro ais, e delineia outras características essenciais do comportamento cristão.”1

“Estude as seções seguintes de Lucas 6:20-49 e pergunte a si mesmo quão de perto sua vida segue os princípios expressos ali.”1

“1. A bem-aventurança cristã (Lc 6:20-22). Como a pobreza, a fome, o choro e o fato de ser odiado podem levar à bem-aventurança?” “20 Então, olhando ele para os seus discípulos, disse-lhes: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. 21 Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir. 22 Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem.” (Lucas 6:20-22 ARA)2.

“2. A razão do cristão para se regozijar em meio à rejeição (Lc 6:22, 23).”1 “22 Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem. 23 Regozijai-vos naquele dia e exultai, porque grande é o vosso galardão no céu; pois dessa forma procederam seus pais com os profetas.” (Lucas 6:22-23 ARA)2.

“3. Ais contra os quais o cristão deve se guardar (Lc 6:24-26). Reveja cada um dos quatro ais. Por que o cristão deve se guardar contra eles?”1 “24 Mas ai de vós, os ricos! Porque tendes a vossa consolação. 25 Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós, os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar. 26 Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas.” (Lucas 6:24-26 ARA)2.

“4. O imperativo cristão (Lc 6:27-31) [‘27 Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; 28 bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. 29 Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; 30 dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. 31 Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles.”]2. Nenhuma ordem de Jesus é mais debatida e considerada mais difícil de guardar do que a regra áurea do amor. A ética cristã é fundamentalmente positiva. Ela não consiste no que não fazer, mas no que fazer. Em vez de dizer: ‘Não odieis’ vossos inimigos, ela recomenda: ‘Amai os vossos inimigos.’ Em vez da lei da reciprocidade (‘dente por dente’), a regra áurea exige a ética da bondade pura: dar a outra face. A partir da regra áurea, Mahatma Gandhi desenvolveu toda uma filosofia política de resistência ao mal com o bem, e acabou usando esse princípio a fim de obter para a Índia a independência do colonialismo britânico. Da mesma forma, Martin Luther King Jr. empregou a ética da regra áurea para quebrar o mal da segregação racial nos Estados Unidos. Onde o amor reina, a bem-aventurança é entronizada.”1

“5. O comportamento cristão (Lc 6:37-42). Note a insistência de Cristo no perdão, na doação liberal, no viver exemplar e na tolerância.”1 “37 Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; 38 dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. 39 Propôs-lhes também uma parábola: Pode, porventura, um cego guiar a outro cego? Não cairão ambos no barranco? 40 O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre. 41 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 42 Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” (Lucas 6:37-42 ARA)2.

“6. Os frutos do cristão (Lc 6:43-45).”1 “43 Não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. 44 Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas. 45 O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.” (Lucas 6:37-42 ARA)2.

“7. O construtor cristão (Lc 6:48, 49).”1 “47 Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. 48 É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída. 49 Mas o que ouve e não pratica é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.” (Lucas 6:47-49 ARA)2.

Já leu o livro Viva com Esperança? Inicie hoje mesmo essa importante leitura sobre a relação entre saúde e espiritualidade.

Segunda-feira, 25 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A autoridade de Jesus

Lições da Bíblia

“Como médico e erudito, Lucas estava familiarizado com o papel da autoridade. Conhecia a autoridade da filosofia na erudição e na cultura grega. Conhecia a autoridade da lei romana em assuntos civis e no funcionamento do governo. Como companheiro de viagem de Paulo, conhecia a autoridade eclesiástica que o apóstolo exercia sobre as igrejas que fundava. Assim, Lucas entendia que a autoridade está no âmago do cargo de uma pessoa, do papel de uma instituição, do funcionamento de um Estado e do relacionamento de um professor com seus alunos. Havendo tido contato com todos os tipos de autoridade em todos os níveis de poder, Lucas afirmou a seus leitores que havia algo incomparável com respeito a Jesus e Sua autoridade. Jesus nasceu no lar de um carpinteiro, viveu por 30 anos na pequena cidade galileia de Nazaré, não era conhecido por nada que fosse grandioso segundo os padrões mundanos, mas confrontava todos com Seu ensino e ministério: governantes romanos, eruditos judeus, rabis, pessoas comuns, poderes seculares e religiosos. Seus concidadãos ‘se maravilhavam das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios’ (Lc 4:22). Quando Ele trouxe esperança para uma viúva em Naim ao ressuscitar seu filho (Lc 7:11-17), a cidade toda ficou tremendo de medo e exclamou: ‘Deus visitou o Seu povo’ (v. 16). A autoridade de Jesus sobre a vida e a morte eletrizaram não apenas Naim, mas ‘toda a Judeia e […] toda a circunvizinhança’ (v. 16, 17).”1

“1. Leia Lucas 8:22-25; 4:31-37; 5:24-26; 7:49; 12:8. O que esses textos revelam sobre o tipo de autoridade que Jesus exercia?”1 “22 Aconteceu que, num daqueles dias, entrou ele num barco em companhia dos seus discípulos e disse-lhes: Passemos para a outra margem do lago; e partiram. 23 Enquanto navegavam, ele adormeceu. E sobreveio uma tempestade de vento no lago, correndo eles o perigo de soçobrar. 24 Chegando-se a ele, despertaram-no dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo! Despertando-se Jesus, repreendeu o vento e a fúria da água. Tudo cessou, e veio a bonança. 25 Então, lhes disse: Onde está a vossa fé? Eles, possuídos de temor e admiração, diziam uns aos outros: Quem é este que até aos ventos e às ondas repreende, e lhe obedecem?” (Lucas 8:22-25 ARA)2; “31 E desceu a Cafarnaum, cidade da Galiléia, e os ensinava no sábado. 32 E muito se maravilhavam da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade. 33 Achava-se na sinagoga um homem possesso de um espírito de demônio imundo, e bradou em alta voz: 34 Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus! 35 Mas Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai deste homem. O demônio, depois de o ter lançado por terra no meio de todos, saiu dele sem lhe fazer mal. 36 Todos ficaram grandemente admirados e comentavam entre si, dizendo: Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem? 37 E a sua fama corria por todos os lugares da circunvizinhança.” (Lucas 4:31-37 ARA)2; “24 Mas, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados – disse ao paralítico: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa. 25 Imediatamente, se levantou diante deles e, tomando o leito em que permanecera deitado, voltou para casa, glorificando a Deus. 26 Todos ficaram atônitos, davam glória a Deus e, possuídos de temor, diziam: Hoje, vimos prodígios.” (Lucas 5:24-26 ARA)2; “Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados?” (Lucas 7:49 ARA)2; “Digo-vos ainda: todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus;” (Lucas 12:8 ARA)2.

“Lucas tirou tempo para registrar, não apenas para seu amigo Teófilo, mas para as gerações por vir, que Jesus, por meio de Seu ministério, havia estabelecido a singularidade de Sua autoridade. Como Deus em carne, Ele de fato tinha autoridade como ninguém jamais possuiu.”1

“Como podemos estar certos de que, quando dizemos: ‘Deus me orientou a fazer isso’, Ele realmente o fez? Discuta as respostas na classe no sábado.”1

Lembre-se de que o movimento não é simplesmente para entregar um livro, mas para expressar nosso desejo de levar a esperança da salvação a outras pessoas!

Domingo, 24 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Jesus, o mestre por excelência

Lições da Bíblia

E muito se maravilhavam da Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade” (Lc 4:32).1

“‘Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida se tornara falsa e artificial. […] Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente.’

[…]

‘Como deixassem de admitir as coisas divinas, deixaram de tomar em consideração as humanas. Verdade, honra, integridade, confiança, compaixão, estavam abandonando a Terra. Ganância implacável e ambição absorvente davam origem a uma desconfiança universal. A ideia do dever, da obrigação da força para com a fraqueza, da dignidade e direitos humanos, era posta de lado como um sonho ou uma fábula. Pessoas do povo comum eram consideradas bestas de carga, ou instrumentos e degraus para que subissem os ambiciosos. Riqueza e poderio, comodidade e condescendência própria, eram procurados como o melhor dos bens. Caracterizavam a época a degenerescência física, o torpor mental e a morte espiritual’ (Ellen G. White, Educação, p. 74, 75).”1

“Tendo em conta esse contexto, podemos entender melhor por que Jesus ensinou as coisas que ensinou.”1

Hoje é o dia de começar a orar pelas pessoas que receberão de você um livro Viva com Esperança. Organize momentos especiais de oração em sua igreja.

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Sábado, 23 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

A missão de Jesus

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

“‘Pela ovelha perdida, Cristo representava não somente o pecador individual, mas o mundo que apostatou e se arruinou pelo pecado’ (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 190).”1

“‘Quem pode calcular o valor de uma pessoa? Se quisermos conhecê-lo, vamos ao Getsêmani, e vigiemos lá com Cristo durante aquelas horas de angústia, quando Ele suava grandes gotas de sangue. Contemplemos o Salvador crucificado! […] Meditando junto à cruz, que Cristo teria dado Sua vida por um único pecador, podemos apreciar o valor de uma pessoa’ (Ibid., p. 196).”1

Perguntas para reflexão

“1. Ao passo que todas as religiões retratam o ser humano em busca de Deus, o cristianismo apresenta Deus como Aquele que busca: Adão, ‘onde estás?’ (Gn 3:9); Caim, ‘Onde está Abel, teu irmão?’ (Gn 4:9); ‘Que fazes aqui, Elias?’ (1Rs 19:9); ‘Zaqueu, desce depressa’ (Lc 19:5). Qual tem sido sua experiência no sentido de Deus buscá-lo?”1

“2. Dê novamente uma olhada na pergunta que está no final da lição de terça-feira. Qual foi o erro fatal que o filho mais velho cometeu? Que defeitos espirituais se revelaram em sua atitude? Por que é mais fácil do que pensamos ter esse tipo de atitude? Veja também Mateus 20:1-16.”1

“3. Na história do rico e Lázaro, Jesus disse que mesmo que alguém ressuscitasse dos mortos, havia aqueles que não creriam. De que maneira a parábola prediz a reação de alguns à ressurreição de Jesus, no sentido de que alguns ainda não creram apesar das poderosas evidências de Sua ressurreição?”1

“4. Um dos aspectos mais impressionantes do ministério salvador de Jesus é a igualdade com que Ele tratava todas as pessoas, como no caso do mendigo cego e de Zaqueu, ou de Nicodemos e da mulher samaritana. Mais do que qualquer outra coisa, a cruz mostra a igualdade de todas as pessoas perante Deus. De que forma essa importante verdade deve afetar nossa maneira de tratar os outros, mesmo aqueles com relação a quem, anteriormente, tenhamos tido sentimentos antagônicos – por causa de política, cultura, etnia, ou qualquer outra coisa? Por que essa atitude é tão contrária a Jesus?”1

“5. Compare a história do filho pródigo com a história do rico e Lázaro. Como as duas se contrabalançam?”1

Sexta-feira, 22 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

Eu era cego e agora vejo

Lições da Bíblia

“A declaração da missão de Jesus de que Ele veio para buscar e salvar o que se havia perdido é a afirmação de um ministério holístico. Ele veio para tornar completos os homens e as mulheres, para transformá-los física, mental, espiritual e socialmente. Lucas nos dá dois exemplos que ilustram a maneira pela qual Jesus restaurou dois homens incompletos a uma vida integral. Um era cego fisicamente e o outro, espiritualmente; ambos eram marginalizados: um era mendigo e o outro, coletor de impostos. Mas os dois eram candidatos à missão salvadora de Cristo, e nenhum deles estava fora de Seu coração ou de Seu alcance.”1

“3. Leia Lucas 18:35-43. O que essa passagem ensina sobre a completa dependência de Deus? Quem entre nós já não clamou, às vezes: ‘Tem misericórdia de mim’?”1 “35 Aconteceu que, ao aproximar-se ele de Jericó, estava um cego assentado à beira do caminho, pedindo esmolas. 36 E, ouvindo o tropel da multidão que passava, perguntou o que era aquilo. 37 Anunciaram-lhe que passava Jesus, o Nazareno. 38 Então, ele clamou: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! 39 E os que iam na frente o repreendiam para que se calasse; ele, porém, cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! 40 Então, parou Jesus e mandou que lho trouxessem. E, tendo ele chegado, perguntou-lhe: 41 Que queres que eu te faça? Respondeu ele: Senhor, que eu torne a ver. 42 Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua vista; a tua fé te salvou. 43 Imediatamente, tornou a ver e seguia-o glorificando a Deus. Também todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.” (Lucas 18:35-43 ARA)2. “Não temos meios para curar a nós mesmos; temos que depender inteiramente da misericórdia de Deus.”1

“Marcos diz que o nome do homem era Bartimeu (Mc 10:46). Ele era um pedinte que ficava do lado de fora de Jericó. Possuidor de uma deficiência física, destituído de reconhecimento social e afligido pela pobreza, ele de repente se viu dentro do alcance de um milagre do Céu: ‘Passava Jesus, o Nazareno’ (Lc 18:37), e sua fé emergiu de tal forma que ele clamou: ‘Filho de Davi, tem misericórdia de mim!’ (v. 39). A fé não requer olhos nem ouvidos, pés nem mãos, mas apenas um coração que se conecte ao Criador do mundo.”1

“4. Leia Lucas 19:1-10. Quem era o ‘cego’ nessa história?”1 “1 Entrando em Jericó, atravessava Jesus a cidade. 2 Eis que um homem, chamado Zaqueu, maioral dos publicanos e rico, 3 procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. 4 Então, correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque por ali havia de passar. 5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa. 6 Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. 7 Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que ele se hospedara com homem pecador. 8 Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. 9 Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. 10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.” (Lucas 19:1-10 ARA)2. “O cego era Zaqueu, pois ele era incapaz de ver a enormidade de seu pecado; mas sua visão espiritual foi restaurada por Jesus, e isso o levou ao arrependimento e à transformação.1

“Somente Lucas registrou a história de Zaqueu, o último dos muitos encontros de Jesus com pessoas marginalizadas. A missão de Cristo de buscar e salvar o perdido foi gloriosamente cumprida no encontro com Zaqueu. Ele era o principal coletor de impostos de Jericó, um grande pecador na opinião dos fariseus da cidade, mas um grande pecador que foi alcançado e salvo por Jesus Cristo. Que estranhos lugares e métodos Jesus usou para realizar Sua missão! Um sicômoro, um homem curioso procurando ver quem era Jesus, e um Senhor amoroso ordenando ao homem que descesse, pois Ele tinha com esse homem um compromisso de uma refeição para a qual Ele mesmo Se convidou. Porém, o que é mais importante, Jesus fez um anúncio: ‘Hoje, houve salvação nesta casa’ (Lc 19:9), mas somente depois que Zaqueu acertou as coisas (v. 8).”1

“Quais são algumas áreas de sua vida em que você precisa encarar coisas que tem adiado por muito tempo, confessá-las, e obter a vitória sobre elas?”1

Quinta-feira, 21 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Oportunidades perdidas

Lições da Bíblia

“Embora Jesus tenha vindo buscar e salvar os que estavam perdidos no pecado, Ele nunca força ninguém a aceitar a salvação que nos oferece. A salvação é gratuita e está à disposição de todos, mas é preciso aceitar a oferta gratuita pela fé, o que resulta numa vida em conformidade com a vontade de Deus. O único tempo que temos para essa experiência é enquanto vivemos na Terra. Não existe nenhuma outra oportunidade.”1

“2. Leia Lucas 16:19-31. Qual é a principal mensagem dessa parábola?”1 “19 Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. 20 Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; 21 e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. 22 Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. 23 No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. 24 Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. 25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. 26 E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. 27 Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, 28 porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. 29 Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. 30 Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. 31 Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” (Lucas 16:19-31 ARA)2. “Que o dia da salvação é hoje, e que após a morte não haverá outra oportunidade.1

A parábola está registrada somente em Lucas e ensina duas grandes verdades com respeito à salvação: a importância do ‘hoje’ no processo da salvação e a ausência de outra oportunidade após a morte.”1

“Hoje é o dia da salvação. A parábola não ensina que há algo inerentemente mau nas riquezas ou algo inevitavelmente bom em ser pobre. O que ela ensina é que a oportunidade de ser salvo e de viver salvo não deve ser perdida enquanto estamos na Terra. Ricos ou pobres, cultos ou iletrados, poderosos ou indefesos, não temos uma segunda chance. Todos são salvos e julgados por sua atitude hoje, agora, para com Jesus. ‘Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação’ (2Co 6:2).”1

“A parábola também ensina que a recompensa eterna não tem nada que diz respeito às posses materiais. O rico ‘se vestia de púrpura e de linho finíssimo e […] todos os dias, se regalava esplendidamente’ (Lc 16:19), mas não tinha o essencial na vida: Deus. Onde Deus não é reconhecido, o próximo não é notado. O pecado do homem rico não estava em sua riqueza, mas no fato de ele não reconhecer que a família de Deus é mais ampla do que ele estava preparado para aceitar.”1

Não há uma segunda chance de salvação após a morte. A segunda verdade inevitável que Jesus ensinou na parábola é que não há uma segunda chance de salvação após a morte. ‘Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo’ (Hb 9:27). Outro objetivo dessa parábola é mostrar às pessoas que são dadas a nós suficientes evidências agora, nesta vida, para que façamos uma escolha consciente em favor de Deus ou contra Ele. Qualquer teologia que ensine algum tipo de ‘segunda chance’ após a morte é um grande engano.”1

“O que essa parábola nos ensina sobre o perigo de negligenciarmos o amor de Deus e a oferta de salvação?”1

Quarta-feira, 20 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A parábola do filho perdido – parte 2

Lições da Bíblia

“4. A volta para casa (Lc 15:17-20) foi uma viagem de arrependimento. A viagem começou quando ele caiu em si. O reconhecimento de onde ele estava, em comparação com o que era o lar do pai, o levou a decidir: ‘Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai.’ O filho pródigo voltou para casa com um discurso de quatro partes que define o verdadeiro significado do arrependimento.”1

“Em primeiro lugar, há um reconhecimento do pai como ‘meu pai’ (v. 18). O filho pródigo então precisa apoiar-se e confiar no amor e no perdão de seu pai, assim como precisamos aprender a confiar no amor e no perdão de nosso Pai celestial.”1

“Em segundo lugar, há confissão: o que o pródigo fez não foi um erro de discernimento, mas um pecado contra Deus e o pai (v. 18).”1

“Em terceiro lugar, há contrição: ‘Já não sou digno’ (v. 19). O reconhecimento da própria indignidade, em contraste com a dignidade de Deus, é essencial para que o verdadeiro arrependimento ocorra.”1

“Em quarto lugar, há petição: ‘Faze-me’ (v. 19, ARC). O alvo do arrependimento é submissão à vontade de Deus, qualquer que seja ela. O filho voltou ao lar.”1

“5. O pai expectante (Lc 15:20, 21) [‘20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. 21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.’]2. A espera e a vigília, a dor e a esperança, começaram no momento em que o pródigo pôs os pés fora de casa. A espera terminou quando o pai o viu ‘ainda longe’, e então, ‘compadecido dele, correndo, o abraçou e beijou’ (v. 20). Nenhuma outra imagem captura o caráter de Deus como essa de um pai expectante.”1

“6. A família regozijante (Lc 15:22-25) [‘22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; 23 trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, 24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se. 25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.’]2. O pai abraçou o filho, vestiu-o com uma nova roupa, colocou-lhe um anel no dedo e sapatos nos pés, e mandou dar uma festa. A família estava comemorando. Se sair de casa foi a morte, a volta foi uma ressurreição e, como tal, digna de ser comemorada. O filho era, de fato, um pródigo, mas, apesar disso, um filho, e por todo filho arrependido há alegria no Céu (v. 7).”1

“7. O filho mais velho (Lc 15:25-32) [‘25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. 26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. 27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. 28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo. 29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; 30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. 31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu. 32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.’]2. O filho mais novo estava perdido quando saiu de casa para ir a uma terra distante; o filho mais velho estava perdido porque, embora estivesse fisicamente em casa, seu coração estava numa terra distante. Um coração assim é irado (v. 28), queixoso, cheio de justiça própria (v. 29), e se recusa a reconhecer um irmão. Em vez disso, reconhece apenas ‘esse teu filho’, um desperdiçador sem caráter (v. 30). A atitude do filho mais velho para com o pai é a mesma dos fariseus que acusaram Jesus: ‘Este recebe pecadores e come com eles’ (v. 2).”

“A palavra final do pai para o filho mais velho reflete a atitude do Céu para com todos os pecadores arrependidos: ‘Era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado’ (v. 32).”1

“Ponha-se no lugar do filho mais velho. Por mais errada que seja sua maneira de pensar, por que faz tanto ‘sentido’ que nos sintamos dessa forma? Como essa história revela maneiras pelas quais o evangelho vai além do que ‘faz sentido’?”1

Terça-feira, 19 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A parábola do filho perdido – parte 1

Lições da Bíblia

“Aclamada na História como a mais bela narrativa contada sobre a natureza perdoadora do amor, a parábola do filho pródigo (Lc 15:11-32), narrada apenas por Lucas, pode, com razão, ser chamada de a parábola do pai amoroso e de dois filhos perdidos. Um filho preferiu a vida desordenada numa terra distante em vez do amor do pai. O outro filho escolheu ficar em casa, mas não conhecia plenamente o amor do pai nem o significado de ter um irmão. A parábola pode ser estudada em sete partes, sendo que quatro delas tratam do pródigo, duas do pai e uma do irmão mais velho.”1

“1. ‘Dá-me’ (Lc 15:12) [‘o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.’]2. A decisão do filho mais novo de requerer do pai sua parte na propriedade não foi uma atitude repentina, impulsiva. Frequentemente, o pecado ocorre após um longo tempo de concentração da mente em prioridades errôneas. O filho mais novo deve ter ouvido amigos falarem sobre o brilho e o glamour de terras distantes. A vida no lar era muito rígida. Ali havia amor, mas o amor impunha limites; a terra distante lhe oferecia uma vida sem restrições. O pai era demasiadamente protetor, e seu amor cerceava muito. O filho desejava liberdade e, na busca pela liberdade irrestrita estava a semente da rebelião.”1

“2. ‘Por que eu?’ (Lc 15:13-16) [‘13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. 14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. 15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. 16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.’]2. O filho pegou toda a sua parte em dinheiro e partiu para uma ‘terra distante’. A terra distante é um lugar longe da casa do pai. Os olhos solícitos do amor, a cerca protetora da lei e a graça, sempre presente, a envolver, são estranhos à terra distante. A terra distante é de vida dissoluta (Lc 15:13). A palavra grega traduzida como ‘dissolutamente’ (asotos) aparece outras três vezes no Novo Testamento como substantivo, traduzida como ‘dissolução’ relacionada à embriaguez (Ef 5:18), ‘dissolução’ associada à rebelião (Tt 1:6) e como ‘devassidão’, que inclui libertinagem, sensualidade, bebedeiras, orgias e farras, e idolatria repugnante (1Pe 4:3, 4). Esses prazeres da vida imoral acabaram com a saúde e com a riqueza do filho, e logo ele ficou sem dinheiro, sem amigos e sem comida. Sua vida brilhante terminou na sarjeta. Sem comida, ao ponto de viver em perpétua penúria, ele achou emprego para cuidar de porcos, um destino cruel para um judeu.”1

“3. ‘Faze-me’ (Lc 15:17-19, ARC) [‘17 E, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! 18 Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti. 19 Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus trabalhadores.’]. Mas até o pródigo ainda é filho, e tem o poder de escolher dar meia-volta. Assim, o filho, ‘caindo em si’, lembrou-se de um lugar chamado lar, de uma pessoa conhecida como pai, de um laço de relacionamento chamado amor. Ele voltou a pé para casa, com um discurso preparado, para suplicar ao pai: ‘Faze-me’. Isto é, faça de mim o que o senhor quiser, mas deixe-me estar diante de seus olhos vigilantes, dentro do cuidado de seu amor. Que melhor lar existe do que o coração do pai?”1

“Por quais coisas do mundo você se vê particularmente tentado, e se vê pensando: ‘Oh, isso não é tão ruim’, quando, no íntimo, você sabe que é?”1

Segunda-feira, 18 de maio de 2015 . Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O evangelho de Lucas. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 480, Abr. Mai. Jun. 2015. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.