A terra de Zebulom e de Naftali

Lições da Bíblia

“Mateus 4:12 fala do aprisionamento de João, que pôs fim ao seu ministério. Nesse ponto, o ministério de Jesus começou ‘oficialmente’. O texto não diz por que, quando ouviu falar da prisão de João, Jesus foi para a Galileia; só diz que Ele fez isso. (Ver também Mc 1:14-16; Lc 4:14.) Porventura, enquanto João ainda estava pregando, Jesus teria desejado ser mais discreto para que não surgisse rivalidade? O verbo grego em Mateus 4:12, muitas vezes traduzido como ‘voltou’ (NVI) ou ‘foi’ (NTLH), pode dar a ideia de ‘retirar-se’, no sentido de evitar perigo. Assim, com Sua usual prudência, talvez Jesus estivesse tentando evitar problemas.”1

“5. Mateus 4:13-16 (ver também Is 9:1, 2) fala que Jesus Se estabeleceu na área de Zebulom e Naftali. O que esses versos dizem sobre o ministério de Jesus?”1 “13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali; 14 para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: 15 Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios! 16 O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.” (Mateus 4:13-16 ARA)2. “1 Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios. 2 O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.” (Isaías 9:1-2 ARA)2. “O ministério de Jesus trouxe luz à Galileia, uma região dominada pelas trevas espirituais e habitada por pagãos misturados com descendentes das tribos de Israel.1

“Zebulom e Naftali foram dois filhos de Jacó (ver Gn 35:23-26), e seus descendentes se tornaram duas tribos que acabaram se estabelecendo na bela região norte de Israel.”1

“Infelizmente, essas duas tribos estavam entre as dez que renunciaram à fé em Deus e se voltaram para as coisas do mundo. Muitos profetas do Antigo Testamento protestaram contra o pecado, o mundanismo e a maldade dessas tribos do norte que, por fim, foram derrotadas pelos assírios, os quais as espalharam por todo o mundo conhecido na época. Por sua vez, os gentios se estabeleceram em Israel, e a Galileia passou a ser um local confuso e obscuro, com população mista. O profeta mais famoso da Galileia foi Jonas, o que pode nos dizer algo sobre o nível de lealdade que a população tinha para com Deus.”1

“Apesar dos problemas da Galileia, havia uma bela profecia em Isaías referente à obscura terra de Zebulom e de Naftali, a qual dizia que até ‘aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz’ (Mt 4:16). Em outras palavras, nesse lugar, em que a necessidade era tão grande, onde as pessoas eram consideradas rudes, atrasadas e sem refinamento, Jesus foi viver e trabalhar entre elas. Por mais exaltado que Ele houvesse sido, vemos que estava disposto a humilhar-Se em favor de outros. Vemos aqui, também, outro exemplo de como o Antigo Testamento ocupou um lugar central no ministério de Jesus.”1

“Como evitar a tentação de considerar as pessoas indignas de receber nossa ajuda e nosso testemunho? O que está errado com essa atitude?”1

Quarta-feira, 06 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A tentação

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 4:1-11. Por que Jesus teve que passar por essa situação? O que essa história tem que ver com a nossa salvação? Como Jesus resistiu a tentações tão poderosas, sob circunstâncias tão difíceis, e o que isso nos diz a respeito de como resistir às tentações?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. 8 Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles 9 e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. 10 Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. 11 Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.” (Mateus 4:1-11 ARA)2. “Porque precisava vencer o inimigo, desmascarar sua estratégia e nos deixar o exemplo da vitória; queria mostrar que podemos vencer por meio da Palavra e da abnegação.1

“Mateus 4:1 inicia com o que parece ser uma ideia estranha: foi o Espírito que levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Supõe-se que devemos orar para não ser levados à tentação do diabo: ‘Não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal’ (Mt 6:13, NTLH). Por que, então, o Espírito Santo conduziria Jesus dessa forma?”1

“A chave se encontra no capítulo anterior, quando Jesus foi a João para ser batizado. Vendo a resistência de João, Jesus disse: ‘Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça’ (Mt 3:15). Embora não tivesse pecado, Jesus teve que ser batizado para cumprir toda a justiça, isto é, fazer o que era necessário a fim de ser um exemplo perfeito para os seres humanos e ser o representante perfeito deles.”1

“Na tentação no deserto, Jesus tinha que passar pelo mesmo terreno pelo qual Adão passou. Precisava da vitória contra a tentação que todos nós, de Adão em diante, deixamos de alcançar. E assim, ao fazer isso, ‘Cristo devia reparar […] a falha de Adão’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 117), só que Ele o fez em condições diferentes de qualquer coisa que Adão tivesse enfrentado. Por Sua vitória, Jesus mostrou que não há desculpa para o pecado, que não há justificativa para ele e que, quando tentados, não temos que cair, mas podemos vencer por meio da fé e submissão. Devemos seguir a orientação de Tiago: ‘Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós’ (Tg 4:7, 8).”1

“Ao nos mostrar de maneira tão enfática que não há desculpa para o pecado, como esse relato mostra nossa necessidade da justiça de Cristo? Imagine se tivéssemos que nos apresentar em nossa própria justiça, sem essa cobertura e sem a justificação para os nossos pecados! Que esperança teríamos?”1

Terça-feira, 05 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se prefir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A tentação

Lições da Bíblia

“4. Leia Mateus 4:1-11. Por que Jesus teve que passar por essa situação? O que essa história tem que ver com a nossa salvação? Como Jesus resistiu a tentações tão poderosas, sob circunstâncias tão difíceis, e o que isso nos diz a respeito de como resistir às tentações?”1 “1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. 3 Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. 4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 5 Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo 6 e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7 Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. 8 Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles 9 e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. 10 Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. 11 Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.” (Mateus 4:1-11 ARA)2. “Porque precisava vencer o inimigo, desmascarar sua estratégia e nos deixar o exemplo da vitória; queria mostrar que podemos vencer por meio da Palavra e da abnegação.1

“Mateus 4:1 inicia com o que parece ser uma ideia estranha: foi o Espírito que levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Supõe-se que devemos orar para não ser levados à tentação do diabo: ‘Não deixes que sejamos tentados, mas livra-nos do mal’ (Mt 6:13, NTLH). Por que, então, o Espírito Santo conduziria Jesus dessa forma?”1

“A chave se encontra no capítulo anterior, quando Jesus foi a João para ser batizado. Vendo a resistência de João, Jesus disse: ‘Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça’ (Mt 3:15). Embora não tivesse pecado, Jesus teve que ser batizado para cumprir toda a justiça, isto é, fazer o que era necessário a fim de ser um exemplo perfeito para os seres humanos e ser o representante perfeito deles.”1

“Na tentação no deserto, Jesus tinha que passar pelo mesmo terreno pelo qual Adão passou. Precisava da vitória contra a tentação que todos nós, de Adão em diante, deixamos de alcançar. E assim, ao fazer isso, ‘Cristo devia reparar […] a falha de Adão’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 117), só que Ele o fez em condições diferentes de qualquer coisa que Adão tivesse enfrentado. Por Sua vitória, Jesus mostrou que não há desculpa para o pecado, que não há justificativa para ele e que, quando tentados, não temos que cair, mas podemos vencer por meio da fé e submissão. Devemos seguir a orientação de Tiago: ‘Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós’ (Tg 4:7, 8).”1

“Ao nos mostrar de maneira tão enfática que não há desculpa para o pecado, como esse relato mostra nossa necessidade da justiça de Cristo? Imagine se tivéssemos que nos apresentar em nossa própria justiça, sem essa cobertura e sem a justificação para os nossos pecados! Que esperança teríamos?”1

Terça-feira, 05 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se prefir faça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O contraste no deserto

Lições da Bíblia

A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (Mt 4:1).1

“Imagine esta cena da perspectiva do próprio Satanás. O Ser divino e exaltado que ele conhecia como Filho de Deus havia Se humilhado e assumido a forma humana a fim de salvar a humanidade. Era o mesmo Jesus contra quem ele havia guerreado no Céu e que o tinha expulsado, bem como seus anjos (ver Ap 12:7-9). Mas qual era a condição de Jesus naquele momento? Ele havia Se tornado um ser humano enfraquecido, sozinho num deserto hostil, sem nenhum apoio evidente. Certamente Jesus seria então um alvo fácil para os enganos do inimigo.”1

“‘Quando o Filho de Deus e Satanás, pela primeira vez, se defrontaram em conflito, Cristo era o comandante das hostes celestiais; Satanás, o cabeça da rebelião no Céu, fora expulso dali. Então, podia ser dito que as condições se haviam invertido, e o adversário explorou o máximo possível sua suposta vantagem’ (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 119).”1

“Que contraste! Embora Lúcifer tenha procurado ser ‘semelhante ao Altíssimo’ (Is 14:14), Jesus havia Se esvaziado da glória do Céu. Nessa cena, podemos ver a imensa diferença entre o egoísmo e o altruísmo; a vasta diferença entre o que é santidade e o que é pecado.”1

“3. Compare Isaías 14:12-14 com Filipenses 2:5-8. Qual é a diferença entre o caráter de Jesus e o de Satanás?”1 “12 Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! 13 Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; 14 subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” (Isaías 14:12-14 ARA)2. “5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; 7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, 8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” (Filipenses 2:5-8 ARA)2. “Satanás se encheu do ‘eu’, do egoísmo, e procurou se exaltar e ser semelhante a Deus em poder, para ser servido e adorado. Jesus Se esvaziou de Sua glória e Se encheu de altruísmo. Procurou Se humilhar e ser semelhante aos homens, para servi-los. Jesus manteve o caráter igual ao de Deus.1

“Imagine como os anjos que haviam conhecido Jesus em Sua glória celestial devem ter contemplado o que estava ocorrendo quando esses dois inimigos se encontraram face a face, num tipo de conflito que os dois nunca haviam experimentado antes. Embora tenhamos a distinta vantagem de saber como o confronto terminou, os anjos e todo o Céu não tinham essa vantagem. Assim, devem ter assistido ao conflito preocupados, e com absoluta atenção.”1

“Satanás se exaltou. Jesus Se humilhou até a morte. O que podemos aprender com esse grande contraste, e como podemos aplicar essa importante verdade à nossa vida? Como isso deve impactar nossa maneira de tomar decisões, especialmente aquelas nas quais nosso ego está em jogo?”1

Segunda-feira, 04 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

João Batista e a “verdade presente”

Lições da Bíblia

“Mateus 3 começa com João Batista, cuja primeira palavra registrada no texto é um imperativo: ‘Arrependei-vos’ (Mt 3:2). De certa forma, esse é um resumo do que Deus vem dizendo aos seres humanos desde a queda: Arrependam-se, aceitem Meu perdão, deixem seus pecados e vocês encontrarão redenção e descanso para a alma.”1

“Contudo, mesmo que essa mensagem seja universal, João também colocou nela uma distinta ênfase de ‘verdade […] presente’ (2Pe 1:12), ou seja, tornou-a uma mensagem para as pessoas daquela época específica.”1

“1. Leia Mateus 3:2, 3. Qual foi a mensagem da verdade presente que João estava pregando junto com o chamado ao arrependimento, batismo e confissão? Ver também Mateus 3:6.”  “2 Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. 3 Porque este é o referido por intermédio do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.” (Mateus 3:2-3 ARA)2. “O reino dos Céus estava sendo estabelecido na Terra, na pessoa e obra de Cristo. João Batista chamou as pessoas para que fizessem parte desse reino, por meio do arrependimento, confissão e batismo.”1

“Nessa passagem, João fez algo [que] aparece ao longo de todo o Novo Testamento: ele citou o Antigo Testamento. A profecia do Antigo Testamento se tornou viva no Novo: vez após vez, Jesus, Paulo, Pedro e João citaram o Antigo Testamento para ajudar a validar, explicar ou mesmo provar o significado do que estava acontecendo no Novo. Não é de admirar que Pedro, mesmo em vista dos milagres que ele havia testemunhado pessoalmente, tenha enfatizado a ‘palavra profética’ (2Pe 1:19) ao falar sobre o ministério de Jesus.”1

“2. Leia Mateus 3:7-12. Que mensagem João tem para os líderes? Apesar de suas duras palavras, que esperança está sendo oferecida nessa passagem?”1 “7 Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura? 8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; 9 e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. 10 Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. 11 Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. 12 A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.” (Mateus 3:7-12 ARA)2. “Se eles quisessem evitar a condenação do juízo divino, deviam deixar de lado a presunção e a ostentação de sua linhagem, e produzir frutos dignos do arrependimento.”1 

“Note como Jesus ocupava a posição central em tudo o que João estava pregando. Mesmo naquele momento, tudo era sobre Jesus, quem Ele era e o que faria. Embora o evangelho tenha sido apresentado, João também deixou claro que haveria um ajuste final de contas, uma divisão entre o trigo e a palha, e que Aquele que fora profetizado faria essa divisão. Nisso há mais uma prova de que o evangelho e o juízo são realmente inseparáveis. Há também um exemplo de como, na Bíblia, a primeira e a segunda vindas de Jesus são vistas como um só evento, pois vemos que João, no contexto imediato da primeira vinda de Cristo, fala também sobre a segunda.”1

Fortaleça sua experiência com Deus. Acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/

Domingo, 03 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Início do ministério de Cristo

Lições da Bíblia

Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4:19)1.

“Uma das grandes lutas da humanidade tem sido conhecer o significado e o propósito de nossa vida, e vivê-los. Afinal de contas, não viemos ao mundo com um manual de instruções debaixo do braço que nos ensine a viver, não é mesmo?”1

“‘Eu não entendia qual era o significado da vida’, disse um rapaz de 17 anos, de família abastada, que se tornou viciado em remédios. ‘Ainda não sei, mas pensei que todas as outras pessoas soubessem, e que havia um grande segredo conhecido por todas as outras pessoas e desconhecido por mim. Pensei que todo mundo entendesse por que estamos aqui, e que todos fossem, secretamente, felizes em algum lugar, sem mim.’”1

“Paul Feyerabend, um escritor austríaco e filósofo da ciência, confessou em sua autobiografia: ‘Então vem um dia após o outro e não está claro por que se deve viver.’”1

“É então que entra a Bíblia, o evangelho, a história de Jesus e o que Ele fez por nós. Em Jesus, em Sua preexistência, em Seu nascimento, vida e morte, em Seu ministério no Céu e em Sua segunda vinda, podemos achar respostas para as perguntas mais urgentes da vida. Nesta semana examinaremos o início da vida e da obra de Cristo na Terra, que são a única coisa que pode dar pleno significado à nossa vida e obra.”1

Introdução ao tema da Lição desta semana, comentários do autor.

 

Amanhã, centenas de classes bíblicas terão início em todo o Brasil. Como está esse movimento em sua igreja?

Sábado, 02 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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Filho de Davi – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

 

Estudo Adicional

“Examine esta citação de Ellen G. White: ‘É assim que todo pecador deve se aproximar de Cristo. ‘Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a Sua misericórdia, nos salvou’ (Tt 3:5, ARC). Quando Satanás diz que vocês são pecadores, e não podem esperar receber bênçãos de Deus, digam-lhe que Cristo veio ao mundo para salvar pecadores. Nada temos que nos recomende a Deus; mas o argumento em que podemos insistir, agora e sempre, é nossa condição de completo desamparo, o que torna uma necessidade Seu poder redentor’ (O Desejado de Todas as Nações, p. 317). Nossa obediência à lei, nossa vitória sobre o pecado e a tentação, nosso crescimento em Cristo, embora sejam parte da vida cristã, são resultado da salvação, e nunca sua causa. O ladrão que ficou ao lado de Jesus na cruz, os santos que serão trasladados na segunda vinda de Cristo, ou qualquer outra pessoa, estão numa ‘condição de completo desamparo’, que torna uma necessidade Seu poder redentor. Como é importante que nunca nos esqueçamos dessa verdade fundamental!”1

Perguntas para reflexão

“1. Herodes tinha concepções muito erradas sobre a profecia, que o levaram a fazer algumas coisas terríveis. Pense em algumas compreensões falsas sobre a profecia em nossa época. Por exemplo, muitos creem que os cristãos fiéis serão levados de maneira silenciosa e secreta para o Céu, enquanto familiares e amigos serão ‘deixados para trás’ sem entender por que essas pessoas desapareceram de repente. Quais são os perigos da falsa compreensão da profecia? O que dizer da ideia de que um dos acontecimentos finais da história da Terra será a reconstrução do templo de Jerusalém e o reinício dos sacrifícios de animais? Que outras concepções errôneas devem nos convencer de como é realmente importante entender corretamente a profecia?”1

“2. Em muitas culturas e sociedades, os pais e sua classe social são fatores considerados importantes. Essa é uma tradição que parece ser encontrada ao longo de toda a História e está profundamente arraigada em muitos lugares. Por que essa ideia mundana é tão contrária a tudo o que o evangelho defende? Como a ideia de ser ‘nascido de novo’ afeta nossa maneira de considerar a questão da classe ou estrutura social em que nós nascemos, ou em que outras pessoas nasceram?”1

Sexta-feira, 01 de abril de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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O nascimento do divino Filho de Davi

Lições da Bíblia

“Os dois primeiros capítulos de Mateus relatam o nascimento de Jesus numa noite fria e úmida. Provavelmente, não tenha sido em 25 de dezembro. Com base na escala de serviço do sacerdote Zacarias no templo, os eruditos sugerem que Jesus tenha nascido provavelmente no outono, quando as ovelhas ainda estavam nos campos, talvez no final de setembro ou em outubro.”1

“É uma grande ironia que alguns dos primeiros a procurar e adorar o Messias judaico foram gentios. Enquanto a maioria do próprio povo de Jesus (e um meio-judeu paranoico, o rei Herodes) achava que sabia que tipo de Messias esperar, havia nesses viajantes vindos do Oriente a mente e o coração abertos. Os magos, ou sábios, eram respeitados filósofos da Pérsia que devotavam a vida a procurar a verdade, de onde quer que ela viesse. Não é de admirar, então, que estivessem adorando Aquele que era ‘a Verdade’. Embora o contexto seja diferente, vemos aqui um exemplo da veracidade das palavras faladas séculos antes: ‘Vocês Me procurarão e Me acharão quando Me procurarem de todo o coração’ (Jr 29:13, NVI).”1

“7. Leia Mateus 2:1-14. Que contraste é visto entre a atitude desses sábios e a do rei Herodes?”1 “1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. 2 E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo. 3 Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém; 4 então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. 5 Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: 6 E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel. 7 Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera. 8 E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informar-vos cuidadosamente a respeito do menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para eu também ir adorá-lo. 9 Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino. 10 E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. 11 Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra. 12 Sendo por divina advertência prevenidos em sonho para não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra. 13 Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar. 14 Dispondo-se ele, tomou de noite o menino e sua mãe e partiu para o Egito;” (Mateus 2:1-14 ARA)2. “Os magos adoraram Jesus, enquanto Herodes tentou matá-Lo1

“Esses pagãos caíram de joelhos e adoraram Jesus, em contraste com o rei da nação, que, em vez disso, procurou matá-Lo.”1

“Essa história deve servir como poderoso lembrete de que pertencer a uma igreja não é garantia de estar num relacionamento correto com Deus. Deve também ser um lembrete de que é muito importante uma correta compreensão da verdade. Se Herodes e os sacerdotes tivessem compreendido as profecias referentes ao Messias, ele saberia que Jesus não era o tipo de ameaça que devesse temer. Teria entendido que esse ‘Rei dos judeus’ não era alguém com quem precisava se preocupar, pelo menos em termos de resguardar seu próprio poder político imediato.”1

“Como adventistas do sétimo dia, abençoados com muita luz, como podemos nos proteger do engano de que essa luz significa que estamos automaticamente num relacionamento correto com Deus? Ao mesmo tempo, como a verdade pode nos ajudar a ter uma experiência mais profunda com Deus e a apreciar mais Seu caráter?”1

Quinta-feira, 31 de março de 2016. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio  da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se pref//8ça um Curso Bíblico.

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1 LIÇÕES da escola sabatina. O Evangelho de Mateus. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 485, Abr. Mai. Jun. 2016. Adulto, Professor.

2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.