Adorando nosso Criador e Redentor

Lições da Bíblia

“Nas discussões sobre adoração, muitas vezes destacamos os elementos da adoração, o que ela inclui e como é realizada. Mas qual é o significado profundo da adoração? O que significa adorar a Deus? E por que o fazemos? No Salmo 29:2, Davi declarou: ‘Tributai ao Senhor a glória devida ao Seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade’ (Sl 29:2). Esse salmo nos indica o significado da adoração. Adorar o Senhor é dar-Lhe a glória e a honra que Ele merece.”1

“1. Apocalipse 4 e 5 descrevem a entronização de Jesus no Céu em Sua ascensão. De acordo com os habitantes do Céu, quais são as razões para adorarmos a Deus e a Jesus, o Cordeiro? Veja Apocalipse 4:8, 11; 5:9, 10, 12, 13.”1

Apocalipse (4:8, 11 ARA)2: “8 E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir. […] 11 Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

Apocalipse (5:9, 10, 12, 13 ARA)2: “9 e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação 10 e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra. […] 12 proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. 13 Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.

“É impressionante essa descrição da adoração na sala do trono do Céu, quando Jesus é apresentado como o Cordeiro de Deus e Salvador do mundo. A adoração ocorre quando as criaturas de Deus Lhe respondem com palavras de reverência e gratidão pelo que Ele tem feito. Adoração é a resposta de uma pessoa grata ao Senhor pela criação e salvação. No fim dos tempos, os remidos também se unirão em adoração e responderão à salvação divina de maneira semelhante. ‘Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? Pois só Tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos’ (Ap 15:3, 4).”1

“Portanto, a adoração é uma resposta da nossa fé em Deus por Suas obras poderosas: primeiramente, por nos criar e, em segundo lugar, por nos redimir. Ao adorarmos, damos a Deus o louvor, a reverência, o amor e a obediência que Ele merece receber. Nosso conhecimento sobre Deus como Criador e Salvador é o resultado do que Ele nos revelou nas Escrituras. Além disso, o que conhecemos sobre Ele nos foi revelado mais plenamente na pessoa e no ministério de Jesus (Jo 14:8-14). Por essa razão, adoramos Jesus como nosso Salvador e Redentor, pois Sua morte sacrifical e ressurreição estão no centro da adoração.”1

“Ao nos reunirmos para adorar, nossa adoração deve se originar desse sentimento de admiração e gratidão.”1

“Pense no que recebemos em Cristo como Criador e Salvador, naquilo de que Ele nos poupou e no que Ele nos oferece por Sua morte voluntária em nosso lugar. Por que essas verdades devem ser o fundamento da nossa adoração?”1

Domingo, 09 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Unidade na adoração

Lições da Bíblia

Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:6, 7).1

“Logo após o Pentecostes, os primeiros cristãos passaram a maior parte do tempo em adoração. ‘E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações’ (At 2:42). A alegria resultante do conhecimento de Jesus como o Messias (o cumprimento das profecias do Antigo Testamento) encheu o coração deles de ações de graças e gratidão a Deus. Que privilégio conhecer essa verdade maravilhosa! Esses primeiros cristãos sentiram a necessidade de passar tempo juntos em comunhão, estudo e oração, a fim de mostrar gratidão a Deus por Sua revelação na vida, morte e ressurreição de Jesus e pelo que Ele havia feito na vida deles.”1

“Por definição, a igreja de Jesus Cristo é uma comunidade de adoração, criada por Deus para ser ‘casa espiritual’, a fim de que sejamos ‘sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo’ (1Pe 2:5, NVI). A gratidão a Deus, expressa na adoração em comunidade, transforma o coração e a mente das pessoas à semelhança do caráter divino e as prepara para o serviço.”1

“A lição desta semana focaliza o significado da adoração e como ela preserva a unidade entre os cristãos.”1

Sábado, 08 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.

Unidade e relacionamentos rompidos – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Assista em vídeo a discussão do tema da semana.

Estudo adicional

Leia o artigo “Forgiveness” [Perdão], p. 825, 826, em Ellen G. White Encyclopedia.

“‘Quando os obreiros tiverem a presença permanente de Cristo em sua vida, quando estiver morto todo o egoísmo, quando não houver nenhuma rivalidade, nenhuma contenda pela supremacia, quando existir unidade, quando eles se santificarem de maneira que o amor de uns pelos outros seja visto e sentido, então os chuveiros da graça do Espírito Santo hão de vir tão seguramente sobre eles como é certo que a promessa de Deus não falhará em um jota ou um til’ (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 175).”1

“‘Para subsistirmos no grande dia do Senhor, com Cristo como nosso refúgio, nossa torre forte, temos que deixar de lado toda inveja, toda luta pela supremacia. Temos que destruir completamente as raízes dessas coisas profanas, para que não tornem a brotar na vida. Precisamos colocar-nos inteiramente ao lado do Senhor’ (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 190).”1

Perguntas para discussão

“1. Leia Colossenses 3:12-17. O apóstolo Paulo encorajou os colossenses a buscar qualidades cristãs. Por que essas qualidades são o fundamento para a resolução de conflitos? Como elas nos guiam no cumprimento dos princípios apresentados por Jesus (Mt 18:15-18)?”1

“2. O que nos impede de ter a unidade necessária para alcançar o mundo? Seriam os nossos ensinos e doutrinas? Certamente, não! Deus os concedeu a nós para que os proclamemos. Talvez o problema exista em nós, em nossos relacionamentos, no ciúme, nas brigas, no egoísmo, no desejo de supremacia e em outras coisas. Por que devemos suplicar o poder do Espírito Santo para que sejamos transformados antes que vejamos unidade em toda a igreja?”1

“Resumo: A essência do evangelho de Jesus Cristo é cura e transformação. E quando essas duas coisas ocorrem, certamente impactam nosso relacionamento com os outros. A Bíblia apresenta princípios e exemplos poderosos de como podemos ter relacionamentos bons e próximos com outras pessoas, mesmo neste mundo de pecado.”1

Sexta-feira, 07 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.

Restauração e unidade

Lições da Bíblia

“5. De acordo com Mateus 18:15-17, quais são os três passos indicados por Jesus para resolver conflitos quando somos prejudicados por outro membro da igreja? Como aplicar essas palavras em nosso contexto contemporâneo?”1

Mateus (18:15-17 ARA)2: “15 Se teu irmão pecar [contra ti], vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. 16 Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. 17 E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano.

“Quando deu o conselho de Mateus 18, Jesus desejava manter o conflito interpessoal dentro da igreja entre o menor número possível de pessoas. Sua intenção era de que as duas pessoas envolvidas solucionassem o problema. Por isso Ele declarou: ‘Se teu irmão pecar [contra ti], vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão’ (Mt 18:15). Quanto maior é o número de pessoas envolvidas em um conflito entre dois indivíduos, mais discórdia é criada, e mais ela pode afetar a comunhão de outros cristãos. As pessoas tomam partido, e linhas de combate são traçadas. Mas quando os cristãos tentam resolver suas diferenças de maneira reservada, no espírito do amor cristão e da compreensão mútua, cria-se um clima de reconciliação. É a atmosfera certa para o Espírito Santo trabalhar com essas pessoas, enquanto elas se esforçam para resolver suas diferenças.”1

“Às vezes, apelos pessoais à resolução de conflitos são ineficazes. Nesses casos, Jesus nos convida a levar conosco uma ou duas pessoas. Essa segunda etapa no processo de reconciliação deve sempre ocorrer após o primeiro passo. O objetivo é unir as pessoas, e não as distanciar ainda mais. A pessoa que se junta à parte ofendida não vai para provar seu argumento nem para culpar o outro. Ela vai no amor e compaixão de Cristo, como conselheira e parceira de oração a fim de participar do processo de união de duas pessoas separadas.”1

“Há ocasiões em que todas as tentativas de resolver o problema não funcionam. Nesse caso, Jesus nos instruiu a levar a questão diante da igreja. Ele certamente não estava Se referindo a interromper o culto do sábado de manhã com uma questão de conflito pessoal. Se os dois primeiros passos não ajudaram a reconciliar as duas partes, a ocasião apropriada para trazer o problema é a comissão da igreja. O propósito de Cristo é a reconciliação. Não é culpar uma parte e livrar a outra.”1

“‘Não permita que seu ressentimento se torne maldade. Não deixe que a ferida inflame e contamine o que está ao redor com palavras venenosas, que manchem a mente daqueles que as ouvem. Não permita que persistam em você e neles pensamentos de rancor. Vai ter com seu irmão e em humildade e sinceridade resolva com ele o problema’ (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 499).”1

Quinta-feira, 06 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Perdão

Lições da Bíblia

“O que é o perdão? Ele justifica o comportamento de alguém que nos prejudicou terrivelmente? Meu perdão depende do arrependimento do transgressor? E se a pessoa com quem estou magoado não merece meu perdão?”1

“4. Leia Romanos 5:8-11, Lucas 23:31-34, 2 Coríntios 5:20, 21 e Efésios 4:26. Qual é a natureza do perdão bíblico? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Romanos (5:8-11 ARA)2: “8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. 9 Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. 10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; 11 e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.

Lucas (23:31-34 ARA)2: “31 Porque, se em lenho verde fazem isto, que será no lenho seco? 32 E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com ele. 33 Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda. 34 Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.

2 Coríntios (5:20, 21 ARA)2: “20 De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. 21 Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

Efésios (4:26 ARA)2: “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira,

A (  ) Ele só serve para quem está arrependido.
B (  ) Ele serve para quem não merece.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Cristo tomou a iniciativa de nos reconciliar com Ele. ‘A bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento’ (Rm 2:4). Em Cristo fomos reconciliados com Deus enquanto ainda éramos pecadores. Nosso arrependimento e confissão não criam reconciliação. A morte de Cristo na cruz a criou. Nossa parte é aceitar o que foi feito por nós. Certamente não podemos receber as bênçãos do perdão até confessarmos os nossos pecados. Mas isso não significa que nossa confissão faça surgir o perdão no coração de Deus. O perdão está em Seu coração o tempo todo. Em vez disso, a confissão nos habilita a recebê-lo (1Jo 1:9). A confissão é de vital importância, não porque muda a atitude de Deus em relação a nós, mas porque muda nossa atitude em relação a Ele. Somos transformados quando nos submetemos ao poder do Espírito Santo, que nos convence, leva ao arrependimento e à confissão do nosso pecado.”1

“O perdão também é fundamental para nosso bem-estar espiritual. Deixar de perdoar alguém que nos prejudicou, mesmo que essa pessoa não mereça nosso perdão, dói mais em nós do que na pessoa. Se um indivíduo lhe fez mal e a dor corrói seu coração por sua falta de perdão, você está permitindo que ela o machuque ainda mais. Quantas vezes esses sentimentos e mágoas são a causa de divisões e tensões na igreja! A mágoa não resolvida entre os membros da igreja prejudica a unidade do corpo de Cristo.”1

“Perdoar é livrar o outro da nossa condenação porque Cristo nos livrou de Sua condenação. O perdão não justifica o comportamento da pessoa para conosco. Podemos nos reconciliar com alguém que nos prejudicou, pois Cristo nos reconciliou com Ele quando pecamos. Podemos perdoar porque somos perdoados. Podemos amar porque somos amados. O perdão é uma escolha. Escolhemos perdoar apesar das ações ou atitudes da outra pessoa. Esse é o verdadeiro espírito de Jesus.”1

“Como o perdão que temos em Cristo nos ajuda a perdoar os outros? Por que esse perdão é um aspecto tão essencial da nossa experiência cristã?”1

Quarta-feira, 05 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Dons espirituais para a unidade

Lições da Bíblia

“3. Leia 1 Coríntios 3:5-11; 12:1-11; 2 Coríntios 10:12-15. Diante dos graves problemas que surgiram na igreja de Corinto, quais são os princípios para a cura e a restauração, tão vitais à unidade da igreja? Assinale a alternativa correta:”1

1 Coríntios 3:5-11 ARA)2: “5 Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. 6 Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. 7 De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. 8 Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho. 9 Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós. 10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica. 11 Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.

2 Coríntios (12:1-11 ARA)2: “1 A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. 2 Sabeis que, outrora, quando éreis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo éreis guiados. 3 Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo. 4 Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. 5 E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. 6 E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. 7 A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso. 8 Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; 9 a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; 10 a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las. 11 Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.

2 Coríntios (10:12-15 ARA)2: “12 Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez. 13 Nós, porém, não nos gloriaremos sem medida, mas respeitamos o limite da esfera de ação que Deus nos demarcou e que se estende até vós. 14 Porque não ultrapassamos os nossos limites como se não devêssemos chegar até vós, posto que já chegamos até vós com o evangelho de Cristo; 15 não nos gloriando fora de medida nos trabalhos alheios e tendo esperança de que, crescendo a vossa fé, seremos sobremaneira engrandecidos entre vós, dentro da nossa esfera de ação,

A.(  ) Devemos agir por impulso e ir contra as decisões dos outros.
B.(  ) Ninguém é melhor que ninguém. Cada um foi escolhido por Deus e dotado de dons a fim de desempenhar uma obra especial em favor do evangelho.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Nessas passagens, o apóstolo descreveu princípios cruciais à unidade da igreja. Ele ressaltou que Jesus usa diferentes obreiros para realizar diferentes ministérios em Sua igreja, embora cada um trabalhe em conjunto para a edificação do reino de Deus (1Co 3:9).”1

“Deus nos chama à cooperação, não à competição. Todo cristão é dotado por Deus para cooperar no ministério ao corpo de Cristo e no serviço à comunidade (1Co 12:11). Não há dons superiores nem inferiores. Todos são necessários na igreja de Cristo (1Co 12:18-23). Os dons que Deus nos concedeu não são para exibição egoísta, mas para ajudar na pregação do evangelho.”1

“Toda comparação com outras pessoas é imprudente, pois nos trará desânimo ou arrogância. Se pensarmos que os outros são muito ‘superiores’ a nós, ficaremos desencorajados e facilmente podemos desanimar em nosso ministério. Por outro lado, se pensarmos que nossas obras por Cristo são mais eficazes do que as de outros, sentiremos orgulho, que é o pior sentimento que o cristão poderia nutrir.”1

“Ambas as atitudes nos tornam ineficientes para Cristo e enfraquecem a comunhão que temos uns com os outros. Quando atuamos dentro da nossa esfera de influência, encontramos alegria e contentamento ao testemunhar de Jesus. Nossas obras complementarão os esforços de outros membros, e a igreja de Cristo avançará a passos largos em favor do reino.”1

“Você já teve ciúmes dos dons espirituais de alguém? Ao mesmo tempo, quantas vezes você já sentiu orgulho de seus dons ao compará-los com os dos outros? A questão é que as preocupações de Paulo são uma realidade sempre presente no ser humano caído. Independentemente do lado em que caímos, como podemos ter atitudes altruístas, tão necessárias para manter nossa unidade em Cristo?”1

Terça-feira, 04 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De escravo a filho

Lições da Bíblia

“Enquanto estava preso em Roma, Paulo encontrou um escravo chamado Onésimo, que tinha fugido de Colossos para Roma. O apóstolo percebeu que conhecia pessoalmente o senhor de Onésimo. A epístola de Filemom é o apelo pessoal de Paulo a seu amigo, referente a um relacionamento restaurado com o escravo fugitivo.”1

“Os relacionamentos eram importantes para Paulo. O apóstolo sabia que as relações rompidas prejudicam o crescimento espiritual e a unidade da igreja. Filemom era um líder da igreja de Colossos. Se ele nutrisse amargura para com Onésimo, isso afetaria negativamente seu testemunho cristão e o testemunho da igreja aos incrédulos da comunidade.”1

“2. Quais princípios importantes sobre restauração de relacionamentos encontramos em Filemom 1-25?”1

Filemom (1-25 ARA)2: 1 Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador, 2 e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa, 3 graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. 4 Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações, 5 estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos, 6 para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo. 7 Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio. 8 Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, 9 prefiro, todavia, solicitar em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus; 10 sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas. 11 Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim. 12 Eu to envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração. 13 Eu queria conservá-lo comigo mesmo para, em teu lugar, me servir nas algemas que carrego por causa do evangelho; 14 nada, porém, quis fazer sem o teu consentimento, para que a tua bondade não venha a ser como que por obrigação, mas de livre vontade. 15 Pois acredito que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre, 16 não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor. 17 Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo. 18 E, se algum dano te fez ou se te deve alguma coisa, lança tudo em minha conta. 19 Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei – para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo. 20 Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este benefício. Reanima-me o coração em Cristo. 21 Certo, como estou, da tua obediência, eu te escrevo, sabendo que farás mais do que estou pedindo. 22 E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído. 23 Saúdam-te Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus, 24 Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores. 25 A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.

“À primeira vista, é um tanto surpreendente que Paulo não tenha falado mais vigorosamente contra os males da escravidão. Mas a estratégia do apóstolo foi muito mais eficaz. O evangelho deve derrubar todas as distinções de classe (Gl 3:28; Cl 3:10, 11). O apóstolo enviou Onésimo de volta a Filemom, não como escravo, mas como seu filho em Jesus e como “irmão amado” de Filemom no Senhor (Fm 16, NVI).”1

“Paulo sabia que os escravos que fugiam tinham um futuro desolador. Eles podiam ser apreendidos a qualquer momento. Estavam condenados a uma vida de miséria e pobreza. Mas agora, como irmão de Filemom, em Cristo, e obreiro voluntário, Onésimo poderia ter um futuro melhor. Sua comida, hospedagem e trabalho poderiam ser assegurados sob o domínio de Filemom. A restauração de uma relação rompida poderia fazer uma diferença dramática em sua vida. Onésimo se tornou um “fiel e amado irmão” (Cl 4:9) e um colaborador do evangelho juntamente com Paulo.”1

“O apóstolo foi tão fervoroso e inflexível em seu desejo de reconciliação entre Onésimo e Filemom, que estava disposto a pagar do próprio bolso qualquer despesa resultante do acontecimento entre os dois cristãos.”1

“Como você pode lidar com qualquer estresse, tensão ou até mesmo rompimento em seu relacionamento com outras pessoas? Como os princípios descritos na carta a Filemom podem impedir uma ruptura na unidade da igreja?”1

Segunda-feira, 03 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Amizade restaurada

Lições da Bíblia

“Paulo e Barnabé trabalhavam juntos testemunhando de Jesus. Porém, eles tiveram um desentendimento sobre a confiabilidade de alguém tão medroso como João Marcos (At 15:36-39). Os potenciais perigos da pregação do evangelho fizeram com que João Marcos, em certo ponto, abandonasse Paulo e Barnabé e voltasse para casa (At 13:13).”1

“‘Essa deserção fez com que Paulo julgasse Marcos por algum tempo desfavorável; e até mesmo com severidade. Por outro lado, Barnabé se inclinava a desculpá-lo devido à sua inexperiência. Estava ansioso para que Marcos não abandonasse o ministério, pois via nele qualidades que o habilitariam para ser útil obreiro de Cristo’ (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 170).”1

“Embora Deus tenha usado todos esses homens, os problemas entre eles precisavam ser resolvidos. O apóstolo que pregava a graça devia estendê-la a um jovem pregador que o havia desapontado. O apóstolo do perdão necessitava perdoar. João Marcos se desenvolveu por meio da encorajadora orientação de Barnabé (At 15:39) e, por fim, o coração de Paulo parece ter sido tocado pelas mudanças.”1

“1. O que as cartas de Paulo a Timóteo e aos colossenses revelam sobre seu relacionamento renovado com João Marcos e a nova confiança nesse jovem pregador? Cl 4:10, 11; 2Tm 4:11”1

Colossenses (4:10, 11 ARA)2: “10 Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo de Barnabé (sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o), 11 e Jesus, conhecido por Justo, os quais são os únicos da circuncisão que cooperam pessoalmente comigo pelo reino de Deus. Eles têm sido o meu lenitivo.

2 Timóteo (4:11 ARA)2: “Somente Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério.

“Embora os detalhes da reconciliação de Paulo com João Marcos estejam incompletos, o registro bíblico é claro. João Marcos se tornou um dos companheiros de confiança do apóstolo. Paulo o recomendou como seu ‘cooperador’ à igreja de Colossos. No fim de sua vida, Paulo encorajou fortemente Timóteo a trazer João Marcos com ele para Roma, pois ele lhe era ‘útil para o ministério’ (2Tm 4:11). O ministério de Paulo foi enriquecido pelo jovem pregador, a quem ele evidentemente havia perdoado. A barreira entre eles havia sido derrubada, e eles puderam trabalhar juntos na causa do evangelho. Quaisquer que fossem os problemas entre eles, e por mais justificado que Paulo julgasse estar em relação à sua atitude anterior para com João Marcos, tudo havia ficado para trás.”1

“Como podemos perdoar os que nos machucaram ou nos decepcionaram? Ao mesmo tempo, por que o perdão nem sempre inclui uma restauração completa de um relacionamento anterior?”1

Domingo, 02 de dezembro de 2018. Saiba mais, ouça o Comentário em áudio da Lição da Escola Sabatina (LES) ou se preferir faça um Curso Bíblico.
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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Unidade em Cristo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 494, out. nov. dez. 2018. Adulto, Professor.
2 BIBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.