O primeiro retorno dos exilados

Lições da Bíblia

“1. Leia Jeremias 25:11, 12; Jeremias 29:10; e Daniel 9:1, 2. Quando ocorreu o primeiro retorno dos exilados? Qual profecia esse retorno cumpriu?”1

Jeremias (25:11, 12 ARA)2: “11 Toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos. 12 Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, castigarei a iniquidade do rei da Babilônia e a desta nação, diz o Senhor, como também a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.”

Jeremias (29:10 ARA)2: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar.”

Daniel (9:1, 2 ARA)2: “1 No primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2 no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos.

“Jeremias havia escrito que a terra de Judá permaneceria desolada por 70 anos, sob o domínio de Babilônia (isso aconteceu no período de 606-605 a.C. a 537-536 a.C.). Então Deus abriria as portas para que os cativos retornassem, por meio da ordem de Ciro, em cumprimento à profecia. Quando Daniel estudou os escritos de Jeremias, percebeu que havia chegado a hora desse retorno prometido.”1

“Em Daniel 9, o profeta estava perturbado, porque os 70 anos estavam quase se findando sem nenhuma mudança aparente, e o novo Império Persa já havia subido ao poder. Ele se lamentou e se voltou para Deus, implorando por misericórdia e pelo cumprimento de Suas promessas. No mesmo capítulo

(Dn 9:24-27 [24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. 27 Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele.]),

Deus assegurou a Daniel que estava cuidando de tudo e que, no futuro, o Libertador morreria pelo povo, para expiar seus pecados, trazer a justiça e cumprir o sistema sacrifical. Na verdade, Deus estava dizendo: ‘Daniel, não se preocupe. O verdadeiro Libertador (Jesus) certamente virá, mas também lhes enviarei livramento agora’. Pouco tempo depois, Deus moveu Ciro, o rei da Pérsia, a dar a ordem para libertar os cativos. Deus é sempre fiel às Suas promessas (veja em Daniel 10 como Deus interveio para assegurar que Seu povo prosperasse na terra).

Esdras 1 registra a proclamação do rei Ciro de que a nação de Israel estava livre para retornar a Jerusalém e construir a casa do Senhor. O primeiro grupo que retornou a Judá era composto por cerca de 50.000 pessoas e provavelmente incluísse mulheres e crianças de outros territórios. A ordem dada por Ciro, entre os anos 539 e 537 a.C., não apenas os deixou ir, mas também garantiu que eles retornassem com presentes e ofertas, incluindo os vasos originais do templo, que haviam sido saqueados por Nabucodonosor. Esse evento nos lembra da saída dos israelitas do Egito muitos anos antes, quando Deus moveu o coração dos egípcios para presentear Israel em sua despedida.”1

“Quais outras profecias históricas foram cumpridas exatamente como prometido na Palavra? Você sente conforto ao saber que Deus conhece o futuro e que podemos confiar em Suas promessas?”1

A partir do mês de outubro teremos o lançamento do Mutirão de Natal. Neste ano o tema será ‘Mais Amor no Natal’.

Domingo, 29 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Entendendo a história: Zorobabel e Esdras

Lições da Bíblia

“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá.” (Ed 1:2).1

“Nos escritos de Jeremias, Deus havia prometido que Seu povo voltaria para Israel após 70 anos de exílio babilônico. O rei Ciro foi o instrumento que Deus usou para permitir que esse retorno acontecesse. Ungido por Deus (Is 45:1), Ciro publicou um decreto por volta de 538 a.C. libertando o povo de Deus e consentindo que este retornasse a Jerusalém para reconstruir o templo. Deus (e não Ciro) falou a respeito da cidade: “Será edificada”, garantindo sua reconstrução; e do templo: ‘Será fundado’ (Is 44:28), movendo o coração de Ciro a conceder permissão para a construção do templo.”1

“É sempre encorajador ver o povo de Deus reagir positivamente às ações do Senhor: ‘Então, se levantaram os cabeças de famílias de Judá e de Benjamim, e os sacerdotes, e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a Casa do SBNHOR, a qual está em Jerusalém’ (Ed 1:5).”1

“Vemos aqui um exemplo de pessoas reagindo positivamente aos atos poderosos e graciosos de Deus. Nossas melhores ações resultam da percepção de quem Deus é e do que Ele faz, bem como do conhecimento do modo amoroso como intervém em favor de Seu povo.”1

Sábado, 28 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Esdras e Neemias. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 498, out. nov. dez. 2019. Adulto, Professor. 

Uma comunidade de servos – Estudo adicional

Lições da Bíblia

Textos de Ellen G. White: Atos dos Apóstolos, p. 546-556 (“Uma Fiel Testemunha”) e Beneficência Social, p. 81-86 (“Bondade – a Chave Para os Corações”).

“A obra que os discípulos fizeram, nós também devemos fazer. Todo cristão deve ser missionário. Cumpre-nos, em simpatia e compaixão, servir aos que necessitam de auxílio, buscando com abnegado zelo aliviar as misérias da humanidade sofredora.” […]1

“Temos que alimentar o faminto, vestir o nu, confortar o aflito e o sofredor. Devemos ajudar os que estão em desespero e inspirar esperança aos destituídos dela.

“O amor de Cristo, manifestado num ministério abnegado, será mais eficaz na reforma do malfeitor do que a espada ou o tribunal de justiça. […] Muitas vezes o coração que se endurece sob a reprovação, abranda-se ante o amor de Cristo” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 104, 106).

“A escravidão, o sistema de castas, preconceitos raciais, a opressão dos pobres, a negligência dos desafortunados – todos esses são apresentados como contrários ao cristianismo, uma séria ameaça ao bem-estar da humanidade, e como males que a igreja de Cristo é ordenada por seu Senhor a derrotar” (A.G. Daniells, presidente da Associação Geral, falando sobre a obra de Ellen G. White em seu funeral, Life Sketches of Ellen G. White [Histórias da Vida de Ellen G. White], p. 473).1

Perguntas para discussão

“1. Quais forças, percepções e recursos a Igreja Adventista do Sétimo Dia pode usar na tarefa de aliviar as necessidades mundiais?”1

“2. Você já se sentiu encorajado e apoiado por sua igreja? Como pode estender esse encorajamento a outras pessoas?”1

“3. O que pode ajudá-lo a não se cansar de fazer o bem?”1

“4. A Igreja Adventista do Sétimo Dia apoia projetos que promovem a justiça e combatem a pobreza no mundo. Você conhece essas iniciativas? Como podemos contribuir com esse aspecto do trabalho da igreja?”1

Resumo:

“Somos chamados a cuidar das necessidades dos outros, especialmente dos feridos, sofredores e oprimidos. Embora tenhamos nossas responsabilidades individuais nessa área, como comunidade podemos ser mais eficientes.”1

Sexta-feira, 27 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 

Estimulemos uns aos outros às boas obras

Lições da Bíblia

“Ainda que tenhamos as melhores motivações e intenções, trabalhar para o Senhor pode ser difícil e desanimador. A tristeza e a dor do nosso mundo são reais. Essa é uma razão pela qual precisamos da igreja. Jesus deu o exemplo desse tipo de comunidade de apoio com Seus discípulos. Ele raramente enviava as pessoas sozinhas, e mesmo quando isso acontecia, elas logo se juntavam novamente para compartilhar suas histórias e renovar sua energia e coragem.”

“5. Leia Hebreus 10:23-25. Como os versos 23 e 24 nos ajudam a entender o verso 25, a parte mais conhecida dessa passagem? Como podemos nos incentivar uns aos outros “ao amor e às boas obras”? Assinale a alternativa correta:”1

Hebreus (10:23-25 ARA)2: “23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”

A. (   ) Por meio de cobranças e exigências.
B. (   ) Mediante o cuidado e a comunhão de uns com os outros.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Em quase todas as tarefas, causas ou projetos, um grupo que trabalha unido pode alcançar mais do que seria realizado se todas as pessoas atuassem individualmente. Isso nos lembra novamente da imagem da igreja como o corpo de Cristo

(veja Rm 12:3-6 [‘3 Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. 4 Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, 6 tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé;’]),

no qual todos temos funções diferentes, mas complementares. Quando cada um faz o seu melhor no papel que lhe foi designado, mas de uma forma que permita que sua influência trabalhe em conjunto com os demais, é certo que sua vida e seu trabalho farão a diferença para a eternidade.”1

“Embora os resultados sejam importantes quando buscamos fazer o que é certo, precisamos confiar em Deus. Às vezes, quando trabalhamos para reduzir a pobreza, proteger os vulneráveis, libertar os oprimidos e defender os que não têm voz, vemos pouco progresso. Mas temos a esperança de que estamos trabalhando em uma causa muito maior e inevitavelmente vitoriosa: ‘E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé’ (Gl 6:9, 10, veja também Hb 13:16 [‘Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz.’]).”1

“Somos chamados a nos encorajarmos mutuamente. Viver fielmente é ao mesmo tempo uma experiência alegre e difícil. Nosso Deus justo e nossa comunidade são os nossos maiores amparos. Por essa razão, convidamos os outros a se unirem a nós.”1

“Você conhece alguém que trabalha regularmente aliviando o sofrimento dos outros? Como sua igreja pode encorajar essa pessoa na boa obra que ela está fazendo?”1

Quinta-feira, 26 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Graça dentro da igreja

Lições da Bíblia

“No início do livro de Jó, Deus indica que a fidelidade de Jó para com Ele é uma demonstração da excelência de Seus caminhos e de Seu relacionamento com a humanidade caída

(veja Jó 1:8 [‘Perguntou ainda o Senhor a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal.’]).

É impressionante que Deus permita que Sua reputação dependa da maneira pela qual Seu povo vive na Terra. Mas Paulo estendeu essa fé que Deus tem em alguns de seus ‘santos’ e incluiu nela a comunidade da igreja: ‘A intenção dessa graça era que agora, mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais’ (Ef 3:10, NVI).”1

“4. Leia Efésios 2:19. O que está incluído na descrição da igreja como a ‘família’ de Deus? Como essa ideia deve influenciar o funcionamento da igreja?”1

Efésios 2:19 ARA): “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,”

“Em toda comunidade ou organização, a maneira como essa entidade trata seus membros reflete os valores fundamentais do grupo. Como família de Deus, corpo de Cristo e comunidade do Espírito, a igreja tem o chamado mais elevado para viver de maneira fiel, seguindo o exemplo divino, ‘Porque Deus não é de confusão, e sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos’ (1Co 14:33).”1

“Os valores da justiça, graça e amor devem governar tudo o que acontece na igreja. Esses princípios devem guiar os líderes em sua maneira de liderar, de tomar decisões e de cuidar do ‘menor destes pequeninos irmãos’ da comunidade. Eles também devem nos orientar na resolução das contendas que surgem entre os membros. Se não tratamos com justiça e dignidade os nossos irmãos, como faremos isso com os outros?”1

“Nos lugares em que a organização da igreja emprega pessoas, ela deve fazer isso com generosidade, valorizando-as e trabalhando contra a injustiça. As igrejas devem ser lugares seguros, com todos os cristãos fazendo o que podem para proteger os vulneráveis. E, como vemos na igreja primitiva, os cristãos devem estar especialmente preparados para dar apoio aos necessitados e sofredores da ‘família’ da igreja.”1

“Jesus apresentou isso como um mandamento, afirmando que tal atitude não apenas transformaria a comunidade de fé, como também demonstraria a realidade de sua fé aos que estivessem observando: ‘Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros’ (Jo 13:34, 35).”1

Quarta-feira, 25 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Alcançando pessoas

Lições da Bíblia

“As discussões da igreja às vezes parecem ficar presas na aparente necessidade de escolher entre o trabalho social ou evangelístico, a caridade ou o testemunho, fazer justiça ou evangelizar. Mas quando entendemos melhor cada um desses conceitos e observamos o ministério de Jesus, essa diferença se desfaz, e percebemos que pregar o evangelho e ajudar os outros são assuntos intimamente ligados.”1

“Em uma declaração muito conhecida, Ellen G. White explicou: ‘Unica­mente os métodos de Cristo trarão verdadeiro êxito no aproximar­se do povo. O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem. Manifestava compaixão por eles, ministrava-lhes as necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava então: ‘Segue-Me’. […] Os pobres devem ser socorridos, cuidados os doentes, os aflitos e os que sofreram perdas confortados, instruídos os ignorantes e os inexperientes aconselhados. Cumpre-nos chorar com os que choram, alegrar-nos com os que se alegram’ (A Ciência do Bom Viver, p. 143).”1

“Essas duas ações do reino, fazer justiça e evangelizar, estavam intimamente ligadas, não apenas no ministério de Jesus, mas na primeira comissão aos discípulos: ‘Pregai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai’ (Mt 10:7, 8). Em suma, uma das melhores maneiras de alcançar os outros com nossa mensagem é ministrar às suas necessidades.”1

“3. Leia 1Pedro 2:12 e Filipenses 2:15. Qual é o poder da influência das boas obras realizadas pelo povo de Deus?”1

1 Pedro (2:12 ARA): “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação.”

Filipenses (2:15 ARA)2: “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.”

“Compreendendo mais amplamente as boas-novas de Deus, vemos que o evangelismo não tem nenhum sentido sem paixão pelas pessoas. Passagens como 1 João 3:16-18 e Tiago 2:16 enfatizam a contradição de pregar o evangelho sem vivê-lo. Em sua melhor forma, ao trazer as boas-novas de esperança, resgate, arrependimento, transformação e o vasto amor de Deus, o evangelismo é uma expressão de justiça.”1

“O evangelismo e o desejo por justiça surgem do reconhecimento do amor de Deus por pessoas perdidas, destroçadas e feridas – um amor que cresce em nosso coração sob a influência divina. Não escolhemos entre uma ação ou outra; em vez disso, trabalhamos com Deus em Sua obra pelas pessoas, usando os recursos que Deus nos confiou para atendê-las.”1

“Ao realizarmos boas obras pelos outros, como podemos ter certeza de que não estamos negligenciando a pregação das boas-novas da salvação?”1

Terça-feira, 24 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Um servo remanescente

Lições da Bíblia

“A definição do remanescente identificado na profecia bíblica encontra-se em Apocalipse 12:17: aqueles ‘que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus’ (Ap 14:12). Essas características marcam o povo de Deus no fim da história da Terra. Contudo, as histórias bíblicas também relatam exemplos de como esse remanescente age e serve às outras pessoas.”1

“2. O exemplo de Moisés a esse respeito é tremendo. Leia Êxodo 32:1-14. Qual é a comparação entre Moisés nessa história e o remanescente descrito em Apocalipse 12:17?”1

Êxodo (32:1-14 ARA)2: 1 Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão e lhe disse: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; pois, quanto a este Moisés, o homem que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe terá sucedido. 2 Disse-lhes Arão: Tirai as argolas de ouro das orelhas de vossas mulheres, vossos filhos e vossas filhas e trazei-mas. 3 Então, todo o povo tirou das orelhas as argolas e as trouxe a Arão. 4 Este, recebendo-as das suas mãos, trabalhou o ouro com buril e fez dele um bezerro fundido. Então, disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. 5 Arão, vendo isso, edificou um altar diante dele e, apregoando, disse: Amanhã, será festa ao Senhor. 6 No dia seguinte, madrugaram, e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas; e o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. 7 Então, disse o Senhor a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste sair do Egito, se corrompeu 8 e depressa se desviou do caminho que lhe havia eu ordenado; fez para si um bezerro fundido, e o adorou, e lhe sacrificou, e diz: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. 9 Disse mais o Senhor a Moisés: Tenho visto este povo, e eis que é povo de dura cerviz. 10 Agora, pois, deixa-me, para que se acenda contra eles o meu furor, e eu os consuma; e de ti farei uma grande nação. 11 Porém Moisés suplicou ao Senhor, seu Deus, e disse: Por que se acende, Senhor, a tua ira contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande fortaleza e poderosa mão? 12 Por que hão de dizer os egípcios: Com maus intentos os tirou, para matá-los nos montes e para consumi-los da face da terra? Torna-te do furor da tua ira e arrepende-te deste mal contra o teu povo. 13 Lembra-te de Abraão, de Isaque e de Israel, teus servos, aos quais por ti mesmo tens jurado e lhes disseste: Multiplicarei a vossa descendência como as estrelas do céu, e toda esta terra de que tenho falado, dá-la-ei à vossa descendência, para que a possuam por herança eternamente. 14 Então, se arrependeu o Senhor do mal que dissera havia de fazer ao povo.

Apocalipse (12:17 ARA)2: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar.”1

“Em Sua ira contra o povo de Israel, Deus ameaçou destruí-lo e transferir a Moisés e sua família as promessas dadas a Abraão (de que seus descendentes se tornariam uma grande nação; veja Êx 32:10).”1

“No entanto, Moisés não desejava isso. Ele teve a ousadia de argumentar com Deus, sugerindo que, se o Senhor agisse de acordo com Sua ameaça, Ele não seria visto com bons olhos (Êx 32:11-13).”1

“Moisés vinha lutando para conduzir os israelitas pelo deserto. Eles estavam reclamando e brigando desde o momento em que ele os havia libertado. Porém, Moisés disse a Deus: ‘Mas agora, eu Te rogo, perdoa-lhes o pecado; se não, risca-me do Teu livro que escreveste’ (Êx 32:32; NVI). Moisés se propôs a desistir da eternidade a fim de salvar aqueles com quem compartilhava sua jornada.”1

“Que exemplo poderoso de intercessão abnegada em favor daqueles que não a mereciam! E que símbolo poderoso de todo o plano da salvação!”1

“Intercedendo Moisés por Israel, desapareceu-lhe a timidez ante seu profundo interesse e amor por aqueles em favor dos quais havia sido, nas mãos de Deus, o meio para se fazerem tão grandes coisas. O Senhor ouviu-lhe as súplicas e atendeu à sua oração. Deus havia provado Seu servo, sua fidelidade e amor por aquele povo ingrato e propenso ao erro, e nobremente Moisés resistiu à prova. Seu interesse por Israel não se originara em qualquer motivo egoísta. A prosperidade do povo escolhido de Deus era mais valiosa para ele do que a honra pessoal, mais apreciada do que o privilégio de tornar-se o pai de uma poderosa nação. Deus Se agradou de sua fidelidade, simplicidade de coração e integridade e confiou-lhe, como a um fiel pastor, o grande encargo de guiar Israel à Terra Prometida’ (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 319).1

“Na medida do possível, como devemos lidar com os pecadores ao nosso redor?”1

Segunda-feira, 23 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Agentes da mudança

Lições da Bíblia

“Nos primeiros capítulos de Atos, observamos como os primeiros cristãos fundaram uma comunidade diferente, cuidando dos necessitados entre eles e, juntos, alcançando pessoas que não pertenciam ao grupo de crentes, oferecendo-lhes a ajuda de que necessitavam e convidando-os a se unirem ao que Deus estava fazendo entre eles.”1

“Somando-se às descrições feitas por Jesus sobre o sal e a luz, Paulo usou uma série de metáforas para retratar a ação da igreja no mundo. Entre outras, ele descreve o povo de Deus como um sacrifício

(veja Rm 12:1 [‘Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.’]),

como o corpo de Cristo

(veja 1Co 12:12-20 [‘12 Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. 13 Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito. 14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. 15 Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. 16 Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser. 17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? 18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve. 19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.’]),

como embaixadores

(veja 2Co 5:18-20 [‘18 Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, 19 a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. 20 De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus.’])

e como perfume

(veja 2Co 2:14-16 [‘14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. 15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. 16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?’]).

Cada uma dessas imagens trata de uma função dos cristãos como representantes ou agentes do reino de Deus mesmo hoje, em meio a um mundo devastado pelo grande conflito.”1

“1. Recapitule cada uma dessas descrições ‘representativas’ acima. Como você gostaria de representar a Deus e Sua lei de amor diante das pessoas ao seu redor? Por quê?”1

“Existe uma ação associada a cada uma dessas imagens, não como um meio para que sejamos aceitáveis a Deus, mas como uma demonstração de que já fomos aceitos por Ele mediante o sacrifício de Cristo, e correspondemos ao Seu amor e graça sendo Seus agentes neste mundo ferido e agonizante.”1

“Mas essas imagens também podem ser consideradas em um nível ainda mais profundo: visto que a essência do reino de Deus é Seu amor e Sua graça, quando agimos em harmonia com esses princípios, refletindo aos outros amor e graça, representamos e participamos desse reino eterno mesmo hoje.”1

“No direito internacional, uma embaixada nacional é considerada parte da nação que ela representa, mesmo quando fisicamente localizada em um país estrangeiro, talvez a uma grande distância do país de origem. Semelhantemente, quando os princípios do reino de Deus são representados se oferecem vislumbres dessa realidade eterna aqui e agora e, sendo assim, é indicada e prenunciada a derrota final do mal. E ao fazermos isso, como embaixadores e agentes de Cristo, podemos experimentar a realidade de Seu amor e justiça em nossa vida, na igreja e na vida daqueles a quem buscamos servir.”1

“Leia 2 Coríntios 2:16 [‘Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?’].

Qual é a diferença entre os dois aromas e como podemos saber qual deles exalamos?”1

Domingo, 22 de setembro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. “Meus pequeninos irmãos”: servindo aos necessitados. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 496, jul. ago. set. 2019. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.