Imaculado e sábio

Lições da Bíblia

“Daniel e seus companheiros foram escolhidos para o serviço real porque se encaixavam no perfil estabelecido por Nabucodonosor. De acordo com o rei, os oficiais do palácio deviam ser ‘sem nenhum defeito’ e de ‘boa aparência’ (Dn 1:4). Curiosamente, os sacrifícios e as pessoas que serviam no santuário não deviam ter ‘defeito’ (Lv 21:16-24; Lv 22:17-25). O rei da Babilônia parecia se comparar ao Deus de Israel na medida em que ele exigia qualificações semelhantes para aqueles que serviam em seu palácio. Por outro lado, essas qualificações podem sugerir casualmente que Daniel e seus compatriotas teriam sido sacrifícios vivos para o Senhor ao enfrentarem os desafios do Império Babilônico.”1

“4. Leia Gálatas 2:19,20, Mateus 16:24-26 e 2Coríntios 4:17. De acordo com esses versos, como podemos permanecer fiéis em meio às tentações que enfrentamos? Assinale a alternativa correta:”1

Gálatas (2:19,20 ARA)2: “19 Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; 20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”

Mateus (16:24-26 ARA)2: “24 Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. 25 Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. 26 Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”

2Coríntios (4:17 ARA)2: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,

A. (   ) Confiando em nós mesmos e em nossa capacidade.
B. (   ) Negando a nós mesmos e perseverando na fé.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Deus honrou a lealdade dos quatro cativos hebreus e, ao final dos dez dias, eles pareciam mais saudáveis e mais nutridos do que os outros que comeram da mesa real. Assim, Deus concedeu aos Seus quatro servos ‘o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria’, e somente a Daniel o Senhor ‘deu inteligência de todas as visões e sonhos’ (Dn 1:17). Esse dom desempenhou uma função significativa no ministério profético de Daniel.”1

“Assim como Deus honrou a fé de seus servos na corte de Babilônia, Ele nos dá sabedoria ao enfrentarmos os desafios do mundo. A partir da experiência de Daniel e de seus companheiros, percebemos que é realmente possível permanecer incontaminados dos elementos corruptores da nossa sociedade. Também aprendemos que não precisamos nos isolar da sociedade e de sua vida cultural para servir a Deus. Daniel e seus companheiros não apenas viveram em meio a uma cultura fundamentada em mentiras, erros e mitos, mas foram instruídos nessas mentiras, erros e mitos. Contudo, eles permaneceram fiéis.”1

“Não importa onde vivamos, enfrentamos o desafio de permanecer fiéis ao que acreditamos em meio a influências culturais e sociais contrárias a essa crença. Identifique as influências negativas em sua cultura. Você está resistindo a essas influências?”1

Quarta-feira, 08 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Firme decisão

Lições da Bíblia

3. Em Daniel 1:7-20, vemos dois fatores em ação: o livre-arbítrio de Daniel e a intervenção de Deus. Além disso, que princípio importante aparece no texto?

Daniel (1:7-20 ARA)2: 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. 8 Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se. 9 Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim, poríeis em perigo a minha cabeça para com o rei. 11 Então, disse Daniel ao cozinheiro-chefe, a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azarias: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos deem legumes a comer e água a beber. 13 Então, se veja diante de ti a nossa aparência e a dos jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos. 14 Ele atendeu e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. 16 Com isto, o cozinheiro-chefe tirou deles as finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. 18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. 19 Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. 20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.”

“Parece que os quatro cativos hebreus não se opuseram aos nomes babilônicos que lhes foram dados. Muito provavelmente, não havia nada que pudessem fazer quanto a isso, além de usar seus nomes hebraicos entre si. Mas em relação à comida e ao vinho da mesa do rei, certamente eles tinham o poder de decidir consumi-los ou não. Portanto, a livre escolha dos quatro homens foi muito importante naquele momento.”1

“No entanto, se um oficial podia alterar seus nomes, ele também poderia alterar o cardápio. Há duas razões prováveis pelas quais os quatro não quiseram comer da mesa do rei.”1

“Primeiramente, as refeições da mesa do rei poderiam conter carnes imundas (Lv 11). Em segundo lugar, a comida era oferecida primeiramente à imagem do deus [babilônio] e depois enviada ao rei para seu consumo. Portanto, quando Daniel, sem recorrer ao subterfúgio ou ao engano, deixou claro que seu pedido tinha uma motivação religiosa, ou seja, a comida no palácio contaminaria a ele e a seus amigos (Dn 1:8), ele estava sendo muito corajoso.”1

“Quando analisamos a interação entre Daniel e o oficial babilônio, alguns pontos importantes se destacam. Primeiro, Daniel parecia entender bem a difícil posição do oficial. Por isso, ele propôs um teste. Dez dias para o consumo das refeições alternativas deviam ser suficientes para demonstrar os benefícios da dieta e, assim, acabar com os medos do oficial. Segundo, a certeza de Daniel de que o resultado seria muito positivo em tão pouco tempo originava-se de sua confiança absoluta em Deus. Terceiro, a escolha de uma dieta à base de vegetais e água aponta para a comida que Deus havia concedido à humanidade na criação (veja Gn 1:29), um fato que pode também ter influenciado a escolha de Daniel. Afinal, qual dieta poderia ser melhor do que a que Deus nos deu originalmente?”1

“Por que a livre escolha de Daniel foi tão importante a ponto de abrir o caminho para que Deus agisse (veja Dn 1:9 [‘Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos.’])? Quais lições podemos extrair desse relato sobre a importância de nossas decisões? Como nossa confiança em Deus deve impactar nossas escolhas?”1

Terça-feira, 07 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Fé sob pressão

Lições da Bíblia

“2. Leia Daniel 1. Os jovens hebreus foram pressionados a se enquadrarem a quais aspectos da cultura de Babilônia?”1

Daniel (1 ARA)2: “1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou. 2 O Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus; a estes, levou-os para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus. 3 Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, 4 jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. 5 Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei. 6 Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. 8 Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se. 9 Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim, poríeis em perigo a minha cabeça para com o rei. 11 Então, disse Daniel ao cozinheiro-chefe, a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azarias: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos deem legumes a comer e água a beber. 13 Então, se veja diante de ti a nossa aparência e a dos jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos. 14 Ele atendeu e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. 16 Com isto, o cozinheiro-chefe tirou deles as finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. 18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. 19 Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. 20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. 21 Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro.”

“Quando chegaram a Babilônia, aqueles quatro jovens tiveram que enfrentar um perigoso desafio à sua fé e às suas convicções: eles foram selecionados para receber treinamento especial para servir ao rei. Os antigos reis costumavam recrutar alguns de seus melhores cativos para servir no palácio real e, assim, transferir sua lealdade ao rei e aos deuses do império que os haviam capturado. De fato, todo o processo pretendia efetuar algum tipo de conversão e doutrinação que resultasse em uma mudança de visão de mundo. Como parte desse processo, os cativos hebreus tiveram seus nomes alterados. Um novo nome sinalizava uma mudança de propriedade e uma mudança de destino. Portanto, ao renomear os cativos, os babilônios pretendiam exercer autoridade sobre eles e forçá-los a assimilar os valores e a cultura da Babilônia. Seus nomes originais, que apontavam para o Deus de Israel, foram substituídos por nomes que honravam as divindades estrangeiras. Além disso, o rei determinou que os rapazes comessem da comida de sua mesa. Comer da comida do rei tinha profundas implicações na Antiguidade. Significava completa lealdade ao rei e refletia dependência dele. E, como a comida era geralmente oferecida ao deus ou aos deuses do império, comer também tinha um profundo sentido religioso. Evidentemente, isso significava aceitar o sistema de adoração do rei e participar dele.”

“Portanto, Daniel e seus companheiros se encontravam em circunstâncias desafiadoras. Para que eles permanecessem fiéis a Deus e sobrevivessem ao poder opressor do sistema imperial era necessário nada menos que um milagre. Para complicar ainda mais, a cidade de Babilônia também se mantinha como uma expressão monumental da realização humana. A beleza arquitetônica dos templos babilônicos, os jardins suspensos e o rio Eufrates, serpenteando pela cidade, transmitiam uma imagem de poder e glória insuperáveis. Assim, Daniel e seus amigos receberam uma oportunidade de promoção e a chance de desfrutar dos benefícios e prosperidade desse sistema. Eles poderiam deixar de ser cativos hebreus e se tornarem oficiais reais. Transigiriam eles em seus princípios para trilhar o caminho fácil para a glória?”1

“De que maneira esses rapazes poderiam ter racionalizado a decisão de transigir com suas convicções? Você enfrenta desafios semelhantes, ainda que sejam mais sutis?1

Segunda-feira, 06 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A soberania de Deus

Lições da Bíblia

“À primeira vista, o livro de Daniel começa com um sombrio tom de derrota. Judá havia se rendido a Nabucodonosor e os utensílios do templo tinham sido levados de Jerusalém para a terra de Sinar. A palavra Sinar aparece na Bíblia em Gênesis 11:2 como sendo a localização da Torre de Babel. Sinar é um indício nefasto, pois faz alusão a um projeto firmado em aberta rebeldia para com Deus. Porém, embora os construtores de Babel tivessem fracassado na tentativa de alcançar o céu, as aparências exteriores sugeriram que Nabucodonosor e seus deuses, localizados na terra de Sinar, tinham dominado o Deus da aliança de Israel.

No entanto, as frases iniciais do livro de Daniel deixam claro que a derrota de Jerusalém não foi creditada ao poder superior do rei babilônico; em vez disso, ocorreu porque ‘O Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá’ (Dn 1:2). Muito antes, Deus havia anunciado que, se o Seu povo O esquecesse e quebrasse a aliança, Ele os enviaria como cativos para uma terra estrangeira. Portanto, Daniel sabia que, por trás e além do poder militar de Babilônia, o Deus do Céu estava comandando a marcha da História. Essa visão clara da soberania de Deus sustentou os jovens hebreus e lhes deu força e coragem para enfrentar a tentação e a pressão do Império Babilônico.”1

“1. Leia 2Reis 21:10-16; 2Reis 24:18-20 e Jeremias 3:13. Por que Deus entregou Judá e Jerusalém nas mãos dos babilônios? Assinale a alternativa correta:”1

2Reis (21:10-16 ARA)2: “10 Então, o Senhor falou por intermédio dos profetas, seus servos, dizendo: 11 Visto que Manassés, rei de Judá, cometeu estas abominações, fazendo pior que tudo que fizeram os amorreus antes dele, e também a Judá fez pecar com os ídolos dele, 12 assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eis que hei de trazer tais males sobre Jerusalém e Judá, que todo o que os ouvir, lhe tinirão ambos os ouvidos. 13 Estenderei sobre Jerusalém o cordel de Samaria e o prumo da casa de Acabe; eliminarei Jerusalém, como quem elimina a sujeira de um prato, elimina-a e o emborca. 14 Abandonarei o resto da minha herança, entregá-lo-ei nas mãos de seus inimigos; servirá de presa e despojo para todos os seus inimigos. 15 Porquanto fizeram o que era mau perante mim e me provocaram à ira, desde o dia em que seus pais saíram do Egito até ao dia de hoje. 16 Além disso, Manassés derramou muitíssimo sangue inocente, até encher Jerusalém de um ao outro extremo, afora o seu pecado, com que fez pecar a Judá, praticando o que era mau perante o Senhor.”

2Reis (24:18-20 ARA)2: “18 Tinha Zedequias a idade de vinte e um anos quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Hamutal e era filha de Jeremias, de Libna. 19 Fez ele o que era mau perante o Senhor, conforme tudo quanto fizera Joaquim. 20 Assim sucedeu por causa da ira do Senhor contra Jerusalém e contra Judá, a ponto de os rejeitar de sua presença. Zedequias rebelou-se contra o rei da Babilônia.

Jeremias (3:13 ARA)2: “Tão somente reconhece a tua iniquidade, reconhece que transgrediste contra o Senhor, teu Deus, e te prostituíste com os estranhos debaixo de toda árvore frondosa e não deste ouvidos à minha voz, diz o Senhor.

A. (   ) Porque Judá e Jerusalém fizeram o que era mau perante o Senhor.
B. (   ) Por causa do poder irresistível de Babilônia.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Ao enfrentarmos os desafios do século 21, precisamos retomar a percepção de Deus tão vividamente refletida no livro de Daniel. De acordo com o profeta, o Senhor a quem servimos não apenas dirige as forças da História por Sua soberania, mas também intervém misericordiosamente na vida de Seu povo para conceder-lhe auxílio crucial em tempos de necessidade. E, como veremos mais adiante, Deus fará por Seu povo no tempo do fim o que fez pelos cativos hebreus, independentemente dos vários ataques a eles e à sua fé.”1

“Quais desafios você enfrenta, de fontes externas, de dentro da igreja ou de seus defeitos de caráter? Como você pode se apoiar no poder de Deus para vencer o que está diante de você?”1

“Os recursos que Deus lhe deu estão sendo usados para promover o Reino de Deus na Terra?”1

Domingo, 05 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

De Jerusalém a Babilônia

Lições da Bíblia

“Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn 1:17).1

“A Bíblia não se esquiva de mostrar as fraquezas da humanidade caída. De Gênesis 3 em diante, a pecaminosidade humana e seus tristes resultados são revelados com destaque. Ao mesmo tempo, também vemos casos de pessoas que demonstraram grande fidelidade a Deus, mesmo quando confrontadas com incentivos poderosos para serem qualquer coisa, menos fiéis. E alguns dos exemplos mais intensos dessa fidelidade se encontram no livro de Daniel.”1

“Entretanto, ao estudarmos esse livro, tenhamos em mente que o verdadeiro herói da narrativa é Deus. Estamos tão acostumados com histórias que enfatizam a fidelidade de Daniel e de seus amigos que podemos nos esquecer de exaltar a fidelidade Daquele que guiou e sustentou aqueles quatro jovens ao enfrentarem o poder e a sedução do Império Babilônico. Ser fiel já é um grande desafio em nosso país e em nossa localidade, quanto mais quando enfrentamos a pressão de um país, cultura e religião estrangeiros. Mas os protagonistas humanos enfrentam os desafios porque, como o apóstolo Paulo, eles sabem em quem têm crido (2Tm 1:12) e confiam Nele.”1

Dez Dias de Oração e Resgate: Deus chama cada igreja para um desafio em 2020 – batizar no mínimo um ex-adventista no sábado, dia 15/2, no programa especial do Reencontro, no fim dos Dez Dias de Oração. Você aceita essa missão?

Sábado, 04 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 

Da leitura à compreensão – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“A Bíblia foi destinada a ser guia a todos os que desejassem se familiarizar com a vontade de seu Criador. Deus deu aos homens a segura Palavra da profecia; os anjos e mesmo o próprio Cristo vieram para tornar conhecidas a Daniel e João as coisas que em breve deveriam acontecer. Os importantes assuntos que dizem respeito à nossa salvação não foram deixados envoltos em mistério. Não foram revelados de tal maneira a tornar perplexo e transviar o honesto pesquisador da verdade. Disse o Senhor pelo profeta Habacuque: ‘Escreve a visão, e torna-a bem legível […] para que a possa ler o que correndo passa’ (Hc 2:2, ARC). A Palavra de Deus é clara a todos os que a estudam com coração devoto. Todo coração verdadeiramente sincero virá à luz da verdade. ‘A luz semeia-se para o justo’ (Sl 97:11, ARC). E nenhuma igreja poderá progredir na santificação a menos que seus membros estejam fervorosamente em busca da verdade, como um tesouro escondido” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 521, 522).1

“Estude a história de Daniel e seus companheiros. Embora eles estivessem vivendo onde estavam, deparando-se por todos os lados com a tentação de satisfazer o próprio eu, eles honraram e glorificaram a Deus na vida diária. Decidiram evitar todo o mal. Recusaram-se a se colocar no caminho do inimigo. E Deus recompensou sua lealdade inabalável com ricas bênçãos” (Manuscript Releases, n. 224, v. 4; Ellen G. White Estate, 1990, p. 169, 170).1

Perguntas para discussão

“1. Deus não é apenas soberano sobre as nações, mas também está familiarizado com cada um de nós no nível mais profundo. Como vemos em Daniel 2, Ele deu um sonho a um rei pagão. O fato de poder entrar na mente de alguém enquanto essa pessoa dorme e colocar ali um sonho revela uma proximidade que não podemos sequer começar a compreender. Ao mesmo tempo, a natureza do sonho revela que Deus controla os grandes impérios do mundo e sabe como tudo vai acabar. Essas descrições da realidade nos confortam e nos trazem esperança? Como você se sente ao saber que o Senhor conhece seus pensamentos? Por que a mensagem da cruz de Cristo é tão importante?”1

“2. Qual é a diferença entre profecias clássicas e apocalípticas? Cite exemplos bíblicos.”1

Sexta-feira, 03 de janeiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2019. Adulto, Professor. 

A relevância contemporânea de Daniel

Lições da Bíblia

“Embora tenha sido escrito há mais de 2.500 anos, o livro de Daniel continua sendo relevante para o povo de Deus no século 21. Observaremos três áreas em que Daniel pode ser importante para nós. O livro mostra que:”1

“1. Deus continua sendo soberano em nossa vida. Mesmo quando as coisas dão errado, o Senhor atua por entre os caprichos humanos para beneficiar Seus filhos. A experiência de Daniel em Babilônia se parece com a de José no Egito e a de Ester na Pérsia. Esses três jovens estavam cativos em países estrangeiros e sob o poder esmagador de nações pagãs. Ainda que eles parecessem fracos e abandonados por Deus, o Senhor os fortaleceu e os usou de forma poderosa. Ao enfrentar provações, sofrimentos e oposição podemos lembrar do que o Criador fez por Daniel, José e Ester. O Senhor continua sendo nosso Deus, e Ele não nos abandona mesmo em meio às nossas provações e tentações.”1

“2. Deus dirige o curso da História. Às vezes nos sentimos aflitos por este mundo confuso e sem propósito, repleto de pecado e violência. Mas a mensagem de Daniel é que Deus está no controle. Em cada capítulo do livro, a mensagem é enfatizada: o Senhor dirige o curso da História. Ellen G. White declarou: ‘Nos registros da história humana, o crescimento das nações e a ascensão e queda de impérios aparecem como dependendo da vontade e das façanhas do ser humano. O desenvolver dos acontecimentos parece, em grande parte, determinado por seu poder, capricho ou sua ambição. Na Palavra de Deus, porém, a cortina é afastada, e podemos ver por detrás e acima, e em toda a marcha e contramarcha das paixões, do poder e dos interesses humanos a força de um Ser misericordioso, que executa, de forma silenciosa e paciente, as determinações de Sua própria vontade’ (Educação, p. 173).”1

“3. Deus apresenta um exemplo para Seu povo do tempo do fim. Daniel e seus amigos servem como exemplos para nossa vida em uma sociedade que defende uma visão de mundo muitas vezes em desacordo com a da Bíblia. Quando pressionados a transigir com sua fé e fazer concessões para com o sistema babilônico em áreas que negariam seu compromisso com o Senhor, eles permaneceram fiéis à Palavra de Deus. Sua experiência de fidelidade e compromisso absoluto com o Senhor nos encoraja ao enfrentarmos oposição e até mesmo perseguição por causa do evangelho. Ao mesmo tempo, Daniel mostra que é possível oferecer uma contribuição ao estado e à sociedade e permanecer comprometido com o Senhor.”1

“6. Qual é o interesse de Deus em nossas lutas? Dn 9:23; 10:11, 12; Mt 10:29-31”1

Daniel (9:23 ARA)2: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão.

Daniel (10:11, 12 ARA)2: “11 Ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre os pés, porque eis que te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, eu me pus em pé, tremendo. 12 Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim.

Mateus (10:29-31 ARA)2: “29 Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. 30 E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. 31 Não temais, pois! Bem mais valeis vós do que muitos pardais.

Primeiro Deus – Um sorriso dado por um cristão pode transformar vidas. Experimente!

Quinta-feira, 02 de janeiro de 2019. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

O calendário de Deus

Lições da Bíblia

“Outro conceito importante que precisamos ter em mente ao estudarmos o livro de Daniel é a abordagem historicista das profecias apocalípticas. O historicismo pode ser compreendido melhor se comparado com as visões opostas do preterismo, futurismo e idealismo.”1

“O preterismo tende a ver os eventos proféticos anunciados em Daniel como tendo ocorrido no passado. O futurismo afirma que as mesmas profecias ainda aguardam um cumprimento. O idealismo, por sua vez, sustenta que as profecias apocalípticas sejam símbolos de realidades espirituais gerais sem quaisquer referentes históricos específicos.”1

“Em contrapartida, o historicismo defende que, nas profecias apocalípticas, Deus revela uma sequência histórica ininterrupta, desde a época do profeta até o tempo do fim. Ao estudarmos o livro de Daniel, observaremos que cada visão principal do livro (Dn 2; 7; 8; 11) repete esse esboço histórico a partir de diferentes perspectivas e com novos detalhes. Os pioneiros adventistas, incluindo Ellen G. White, entendiam as profecias bíblicas de Daniel e Apocalipse a partir de uma abordagem historicista.”1

5. Leia Números 14:34 e Ezequiel 4:5, 6. Em linguagem profética, o que um ‘dia’ geralmente representa?1

Números (14:34 ARA)2: “Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.”

Ezequiel (4:5, 6 ARA)2: “5 Porque eu te dei os anos da sua iniquidade, segundo o número dos dias, trezentos e noventa dias; e levarás sobre ti a iniquidade da casa de Israel. 6 Quando tiveres cumprido estes dias, deitar-te-ás sobre o teu lado direito e levarás sobre ti a iniquidade da casa de Judá.”

“Ao estudarmos o livro de Daniel, também devemos ter em mente que o tempo profético é medido de acordo com o princípio do dia/ano. Ou seja, um dia na profecia geralmente equivale a um ano no tempo histórico real. Assim, por exemplo, a profecia das 2.300 tardes e manhãs deve ser entendida como se referindo a 2.300 anos (Dn 8:14). Semelhantemente, a profecia das 70 semanas deve ser entendida como sendo 490 anos (Dn 9:24-27).”1

“Essa escala de tempo parece correta por algumas razões: (1) Já que as visões são simbólicas, os tempos indicados também devem ser simbólicos; (2) Visto que os eventos descritos nas visões se desdobram por longos períodos de tempo, e mesmo até o ‘tempo do fim’ em alguns casos, os períodos relacionados a essas profecias devem ser interpretados da mesma forma; (3) O princípio do dia/ano é confirmado em Daniel. Um exemplo claro é a profecia das 70 semanas, que se estendeu dos dias do rei Artaxerxes até a vinda do Messias. Portanto, o modo mais evidente e correto de entender os períodos proféticos apresentados em Daniel é ­interpretá-los de acordo com o princípio do dia/ano.”1

“Algumas dessas profecias de tempo abrangem centenas, até milhares de anos. O que isso deve nos ensinar sobre paciência?”1

Quarta-feira, 01 de dezembro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.