O chifre pequeno

Lições da Bíblia

2. Leia Daniel 7:7,8,19-25. Quem é o poder do chifre pequeno, que surge diretamente do quarto animal e continua sendo parte dele? Assinale ‘V’ para verdadeiro ou ‘F’ para falso:”1

Daniel 7:7,8,19-25 (ARA)2: “7 Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres. 8 Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. […] 19 Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.

A. (   ) O papado como instituição.
B. (   ) O islamismo.

Resposta sugestiva: Alternativa A.

“Ontem descobrimos que o animal feroz com dez chifres governando o mundo com extrema crueldade representa Roma pagã. Agora, devemos considerar o chifre pequeno e o poder que ele representa. Conforme retratado na visão, o quarto animal tinha dez chifres, dos quais três foram arrancados para dar lugar a um chifre pequeno. Esse chifre tinha olhos humanos e ‘falava com insolência’ (Dn 7:8). É evidente que o chifre pequeno emerge da entidade representada pelo animal terrível, que é Roma pagã. De certa maneira, o chifre prolonga ou perpetua algumas características de Roma pagã. Ele é apenas um estágio posterior do mesmo poder.”1

“Daniel viu esse outro chifre guerreando contra os santos. O anjo lhe explicou que esse chifre era um rei que realizaria três ações contrárias à Lei: (1) proferiria palavras contra o Altíssimo; (2) destruiria os santos do Altíssimo (Dn 7:25, ARC); (3) cuidaria em mudar os tempos e a Lei. Como consequência, os santos seriam entregues em suas mãos. Em seguida, o anjo apresentou o período previsto para as atividades do chifre pequeno: um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Nesse caso de linguagem profética, a palavra ‘tempo’ significa ‘ano’. Sendo assim, a expressão ‘tempos’ significa ‘anos’, uma forma dupla: ‘dois anos’. Portanto, é um período profético de três anos e meio que, de acordo com o princípio do dia/ano, indica um período de 1.260 anos. Durante esse tempo, o chifre pequeno prepararia um ataque contra Deus, perseguiria os santos e tentaria mudar Sua Lei.”1

“3. Leia 2Tessalonicenses 2:1-12. Quais semelhanças existem entre o homem da iniquidade e o chifre pequeno? Sobre qual poder Paulo e Daniel estavam falando? Por quê? Qual é o único poder que surgiu de Roma pagã, mas continua sendo parte de Roma – um poder que se estende desde a época de Roma pagã até o fim do mundo, existindo ainda hoje?”1

2Tessalonicenses 2:1-12 (ARA): “1 Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos 2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. 3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. 5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? 6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. 7 Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; 8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. 9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, 10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, 12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.”

Segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Os quatro animais

Lições da Bíblia

“1. Leia Daniel 7. Qual é a essência do que foi mostrado a Daniel e qual é o assunto da visão?”1

Daniel 7 (ARA)2: “1 No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos, quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas. 2 Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar Grande.Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.O primeiro era como leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, foi levantado da terra e posto em dois pés, como homem; e lhe foi dada mente de homem.Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou sobre um dos seus lados; na boca, entre os dentes, trazia três costelas; e lhe diziam: Levanta-te, devora muita carne.Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele e tinha dez chifres.Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. 9 Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. 10 Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. 11 Então, estive olhando, por causa da voz das insolentes palavras que o chifre proferia; estive olhando e vi que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito e entregue para ser queimado. 12 Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida por um prazo e um tempo. 13 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. 14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. 15 Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram. 16 Cheguei-me a um dos que estavam perto e lhe pedi a verdade acerca de tudo isto. Assim, ele me disse e me fez saber a interpretação das coisas: 17 Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra. 18 Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade. 19 Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, cujas unhas eram de bronze, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20 e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça e do outro que subiu, diante do qual caíram três, daquele chifre que tinha olhos e uma boca que falava com insolência e parecia mais robusto do que os seus companheiros. 21 Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22 até que veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. 23 Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24 Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo. 26 Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim. 27 O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28 Aqui, terminou o assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram, e o meu rosto se empalideceu; mas guardei estas coisas no coração.”

“Cada animal revelado a Daniel correspondia a uma parte da estátua mostrada a Nabucodonosor; porém, nessa visão, foram dados mais detalhes sobre cada reino. É interessante que as criaturas, simbolizando nações pagãs, eram animais impuros. Além disso, com exceção do quarto animal, Daniel descreveu os animais como se eles se parecessem com algumas criaturas conhecidas. Portanto, não eram símbolos arbitrários, visto que cada um apresentava algumas características ou apontava para algum aspecto do reino que representava.”1

“Leão: Um leão é a representação mais adequada de Babilônia. Leões alados decoravam as paredes do palácio e outras obras de arte babilônicas. O leão descrito na visão teve suas asas arrancadas, foi levantado e posto em dois pés como homem e recebeu um coração humano. Esse processo simboliza a decadência do Império Babilônico sob seus reis posteriores.”1

“Urso: O urso representa o Império Medo-Persa. O fato de ser levantado sobre um lado indica a superioridade dos persas sobre os medos. As três costelas entre os dentes representam as três principais conquistas do Império Medo-Persa: Lídia, Babilônia e Egito.”1

“Leopardo: O leopardo veloz representa o Império Grego estabelecido por Alexandre, o Grande. As quatro asas tornavam esse animal ainda mais veloz, uma representação adequada de Alexandre, que em poucos anos dominou todo o mundo conhecido então.”1

“O animal terrível e espantoso: Enquanto as entidades anteriores apenas se assemelhavam aos animais mencionados, esta era uma entidade em si mesma. Isto é, os primeiros animais foram descritos como “semelhantes” ao leão ou ao urso, mas esse não foi retratado como semelhante a nada. Esse animal com vários chifres também parecia muito mais cruel e voraz do que os anteriores. Assim, ele é uma representação adequada de Roma pagã, que conquistou, governou e pisoteou o mundo com pés de ferro.”1

“Todos esses milhares de anos da História humana vieram e se foram, exatamente como foi predito. Que consolo temos ao saber que Deus governa acima de todo o tumulto, a agitação e, às vezes, o caos total? O que isso nos ensina sobre a confiabilidade das Escrituras?”1

Vá à presença de Deus hoje e peça-Lhe a capacidade de compartilhar Seu amor.

Domingo, 16 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Do mar tempestuoso às nuvens do Céu

Lições da Bíblia

“O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o Seu reino será reino eterno, e todos os domínios O servirão e Lhe obedecerão” (Dn 7:27).1

“A visão de Daniel 7, nosso assunto desta semana, é semelhante ao sonho de Daniel 2. Porém, Daniel 7 amplia o que foi revelado em Daniel 2. Primeiramente, a visão ocorreu à noite e retrata o mar agitado pelos quatro ventos. Escuridão e água lembram a criação, mas, nesse episódio, a criação parece estar de alguma forma distorcida ou sob ataque. Em segundo lugar, os animais da visão são impuros e híbridos, o que representa uma violação da ordem criada. Em terceiro lugar, eles são descritos como se estivessem exercendo domínio; portanto, parece que o domínio que Deus havia conferido a Adão no jardim foi usurpado por esses poderes. Em quarto lugar, com a vinda do Filho do Homem, o domínio de Deus é devolvido àqueles a quem ele pertence legitimamente. O que Adão havia perdido no jardim, o Filho do Homem recupera no julgamento celestial.”1

“A descrição acima apresenta um panorama das imagens bíblicas que aparecem no pano de fundo dessa visão altamente simbólica. Felizmente, alguns detalhes essenciais da visão foram explicados pelo anjo, para que pudéssemos compreender os principais desdobramentos dessa incrível profecia.”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 10º dia: hoje vamos orar por líderes da igreja que se afastaram de Cristo.

Sábado, 15 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 

Da cova dos leões à cova do anjo – Estudo adicional

Lições da Bíblia

“O livramento de Daniel foi registrado em Hebreus 11. O capítulo que pode ser chamado de ‘Galeria dos Famosos da Fé’ afirma que os profetas, entre outras realizações, ‘fecharam a boca de leões’ (Hb 11:33). Isso é maravilhoso, mas devemos ter em mente que os heróis da fé não são apenas aqueles que escaparam da morte como Daniel, mas também aqueles que sofreram e morreram corajosamente, como Hebreus 11 também observa. Deus chama alguns para testemunhar por meio de sua vida, e outros, por meio de sua morte. Portanto, a narrativa do livramento de Daniel não sugere que essa libertação seja concedida a todos, como aprendemos com a multidão de homens e mulheres que foram mártires por causa de sua fé em Jesus. Contudo, o livramento miraculoso de Daniel mostra que Deus governa e, por fim, livrará todos os Seus filhos do poder do pecado e da morte. Isso fica claro nos próximos capítulos de Daniel.”1

Perguntas para discussão

“1. O francês Jean Paul Sartre escreveu: ‘A melhor maneira de conceber o projeto fundamental da realidade humana é dizer que o homem é o ser cujo projeto é ser Deus’ (Jean Paul Sartre, Being and Nothingness: A Phenomenological Essay on Ontolgy [O Ser e o Nada: Um Ensaio Fenomenológico sobre Ontologia]. Washington Square Press, 1956, p. 724). Como isso nos ajuda a entender, pelo menos em certo nível, por que o rei caiu na armadilha? Por que devemos, em qualquer condição na vida, evitar essa inclinação perigosa, por mais sutil que ela seja? De que maneira podemos desejar ser ‘como Deus’?”1

“2. Que testemunho apresentamos aos outros em relação à nossa fidelidade a Deus e à Sua Lei? As pessoas que nos conhecem pensam que defenderíamos nossa fé, mesmo que isso nos custasse o emprego ou até mesmo a vida?”1

“3. Quais qualidades fizeram de Daniel alguém que Deus pôde usar efetivamente para Seus propósitos? Com a ajuda do Senhor, como você pode desenvolver mais das mesmas características?”1

“4. Daniel estaria justificado se decidisse, à luz do decreto, mudar a maneira de orar? Ou isso teria sido uma transigência perigosa? Por quê?”1

Sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Na cova dos leões

Lições da Bíblia

“4. Leia Daniel 6:11-23. O que o rei disse a Daniel revelando que o profeta era uma poderosa e fiel testemunha de Deus?”1

Daniel 6:11-23 (ARA): “11 Então, aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus, 12 se apresentaram ao rei, e, a respeito do interdito real, lhe disseram: Não assinaste um interdito que, por espaço de trinta dias, todo homem que fizesse petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse: Esta palavra é certa, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 13 Então, responderam e disseram ao rei: Esse Daniel, que é dos exilados de Judá, não faz caso de ti, ó rei, nem do interdito que assinaste; antes, três vezes por dia, faz a sua oração. 14 Tendo o rei ouvido estas coisas, ficou muito penalizado e determinou consigo mesmo livrar a Daniel; e, até ao pôr do sol, se empenhou por salvá-lo. 15 Então, aqueles homens foram juntos ao rei e lhe disseram: Sabe, ó rei, que é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto que o rei sancione se pode mudar. 16 Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel e o lançassem na cova dos leões. Disse o rei a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que ele te livre. 17 Foi trazida uma pedra e posta sobre a boca da cova; selou-a o rei com o seu próprio anel e com o dos seus grandes, para que nada se mudasse a respeito de Daniel. 18 Então, o rei se dirigiu para o seu palácio, passou a noite em jejum e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música; e fugiu dele o sono. 19 Pela manhã, ao romper do dia, levantou-se o rei e foi com pressa à cova dos leões. 20 Chegando-se ele à cova, chamou por Daniel com voz triste; disse o rei a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21 Então, Daniel falou ao rei: Ó rei, vive eternamente! 22 O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum. 23 Então, o rei se alegrou sobremaneira e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele, porque crera no seu Deus.

“Os conspiradores logo avistaram Daniel orando – isto é, fazendo exatamente o que o decreto proibia. E ao trazerem a acusação perante o rei, eles se referiram a Daniel de maneira humilhante: ‘Esse Daniel, que é dos exilados de Judá’ (Dn 6:13). Aos olhos deles, um dos principais oficiais do império, o favorito do rei, não passava de um ‘cativo’. Além disso, eles colocaram Daniel contra o rei dizendo que o profeta não demonstrava a devida consideração pelo rei nem pelo decreto que ele tinha assinado. Então, Dario percebeu que havia sido ludibriado ao assinar o decreto. O texto afirma que ‘até ao pôr-do-sol’ o rei ‘se empenhou por salvá-lo’ (Dn 6:14). Mas tudo o que ele fez não pôde salvar o profeta do castigo prescrito. A lei irrevogável dos medos e persas devia ser aplicada à risca. Assim, embora com relutância, o rei deu a ordem para jogar Daniel aos leões. Mas ao fazê-lo, Dario expressou uma vaga esperança, que soou como uma oração: ‘O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te livre’ (Dn 6:16).”

“O texto bíblico não declara o que Daniel fez no meio dos leões, mas pode-se supor que ele estivesse orando. E Deus honrou a fé de Daniel enviando Seu anjo para protegê-lo. Pela manhã, Daniel continuava ileso e pronto para retomar suas atividades no governo. Comentando sobre esse episódio, Ellen G. White afirmou: ‘Deus não impediu que os inimigos de Daniel o lançassem na cova dos leões; Ele permitiu que anjos maus e homens ímpios chegassem a realizar seu propósito; mas isso foi para que pudesse tornar o livramento do Seu servo mais marcante e mais completa a derrota dos inimigos da verdade e da justiça’ (Profetas e Reis, p. 543, 544).”1

“Embora essa história tenha revelado um final feliz (pelo menos para Daniel), o que dizer dos relatos da Bíblia e de outras fontes que não terminaram em livramento nesta Terra?

(Veja, por exemplo, Marcos 6:14-29 [‘14 Chegou isto aos ouvidos do rei Herodes, porque o nome de Jesus já se tornara notório; e alguns diziam: João Batista ressuscitou dentre os mortos, e, por isso, nele operam forças miraculosas. 15 Outros diziam: É Elias; ainda outros: É profeta como um dos profetas. 16 Herodes, porém, ouvindo isto, disse: É João, a quem eu mandei decapitar, que ressurgiu. 17 Porque o mesmo Herodes, por causa de Herodias, mulher de seu irmão Filipe (porquanto Herodes se casara com ela), mandara prender a João e atá-lo no cárcere. 18 Pois João lhe dizia: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão. 19 E Herodias o odiava, querendo matá-lo, e não podia. 20 Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo, e o tinha em segurança. E, quando o ouvia, ficava perplexo, escutando-o de boa mente. 21 E, chegando um dia favorável, em que Herodes no seu aniversário natalício dera um banquete aos seus dignitários, aos oficiais militares e aos principais da Galileia, 22 entrou a filha de Herodias e, dançando, agradou a Herodes e aos seus convivas. Então, disse o rei à jovem: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. 23 E jurou-lhe: Se pedires mesmo que seja a metade do meu reino, eu ta darei. 24 Saindo ela, perguntou à sua mãe: Que pedirei? Esta respondeu: A cabeça de João Batista. 25 No mesmo instante, voltando apressadamente para junto do rei, disse: Quero que, sem demora, me dês num prato a cabeça de João Batista. 26 Entristeceu-se profundamente o rei; mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. 27 E, enviando logo o executor, mandou que lhe trouxessem a cabeça de João. Ele foi, e o decapitou no cárcere, 28 e, trazendo a cabeça num prato, a entregou à jovem, e esta, por sua vez, a sua mãe. 29 Os discípulos de João, logo que souberam disto, vieram, levaram-lhe o corpo e o depositaram no túmulo.’]2.)

Como devemos compreendê-los?”

Dizimar e ofertar é adorar a Deus.

Dez Dias de Oração e Resgate – 7º dia: hoje vamos orar pela vitória sobre as tentações.

Quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Vindicação

Lições da Bíblia

“5. Leia Daniel 6:24-28. Que testemunho o rei deu sobre Deus?”1

Daniel 6:24-28 (ARA)2: “24 Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25 Então, o rei Dario escreveu aos povos, nações e homens de todas as línguas que habitam em toda a terra: Paz vos seja multiplicada! 26 Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. 27 Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões. 28 Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario e no reinado de Ciro, o persa.”

“Um ponto importante da narrativa é o fato de Dario ter louvado a Deus e reconhecido Sua soberania. Isso é uma culminação, até mesmo um clímax, dos louvores ou expressões de reconhecimento oferecidos a Ele nos capítulos anteriores (Dn 2:20-23; Dn 3:28,29; Dn 4:1-3,34-37). Como Nabucodonosor, Dario respondeu ao livramento de Daniel louvando o Senhor. Mas ele também fez mais: o rei reverteu seu decreto anterior e ordenou a todos que tremessem e temessem ‘perante o Deus de Daniel’ (Dn 6:26).”

“O profeta foi miraculosamente salvo, sua fidelidade foi recompensada, o mal foi punido e a honra e o poder de Deus foram vindicados. Vemos aqui um pequeno exemplo do que ocorrerá em escala universal: o povo de Deus terá livramento, o mal será punido, e o Senhor será vindicado perante o Universo.”1

“6. Leia Daniel 6:24. O que é um tanto problemático nesse verso? Por quê?”1

Daniel 6:24 (ARA)2: “Ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado a Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles, seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.”

“No entanto, há um problema perturbador: as esposas e os filhos que, até onde sabemos, eram inocentes e, contudo, sofreram o mesmo destino dos culpados. Como podemos explicar o que parece ser um mau uso da justiça?”1

“Primeiramente, devemos notar que a ação foi decidida e implementada pelo rei de acordo com a lei persa, que incluía a família na punição do culpado. De acordo com um princípio antigo, toda a família era responsável pela transgressão de um membro da família. Isso não significa que essa prática esteja certa; significa apenas que o relato se encaixa com o que sabemos sobre a lei persa.”1

“Em segundo lugar, devemos observar que a narrativa bíblica relata o evento, mas não endossa a ação do rei. De fato, a Bíblia proíbe claramente que os filhos sejam mortos por causa dos pecados dos pais (Dt 24:16).”1

“Diante de injustiças como essa e tantas outras, como você pode obter conforto de ­textos como 1Cr 4:5? O que esse texto afirma, e por que o argumento que ele defende é tão importante?”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 8º dia: hoje vamos orar por novas oportunidades para testemunhar da nossa fé.

Quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A oração de Daniel

Lições da Bíblia

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6:6).1

“3. Leia Daniel 6:10. Por que Daniel simplesmente não orou de uma forma que ninguém o visse? Assinale a alternativa correta:”1

Daniel 6:10 (ARA): “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.”

A. (   ) Porque queria se exibir para os oficiais.
B. (   ) Embora fosse discreto, ele não podia negar sua fé e sua confiança em Deus.

Resposta sugestiva: Alternativa B.

“Daniel era um estadista experiente, mas, acima de tudo, era servo de Deus. Sendo assim, ele era o único membro do governo que entendia o que estava por trás do decreto do rei. Para Dario, essa ordem representava uma oportunidade para fortalecer a unidade do reino, mas para os conspiradores era uma estratégia para se livrarem de Daniel.”1

“Evidentemente, as verdadeiras causas e os motivos por trás da conspiração residiam na batalha cósmica entre Deus e as forças do mal. Naquela ocasião (539 a.C.), o profeta já havia recebido as visões registradas em Daniel 7 (553 a.C.) e 8 (551 a.C.). Portanto, ele entendia o decreto real não como uma questão de mera política humana, mas como um exemplo dessa guerra cósmica. A visão do Filho do Homem entregando o reino ao povo do Altíssimo e o auxílio animador do anjo intérprete (Dn 7) podem ter lhe dado coragem para enfrentar a crise com determinação. Ele também pode ter refletido sobre a experiência de seus companheiros, que tinham sido corajosos o suficiente para desafiar o decreto de Nabucodonosor (Dn 3).”1

“Portanto, ele não mudou seus hábitos devocionais, mas continuou sua costumeira prática de orar três vezes por dia em direção a Jerusalém. Apesar da proibição de fazer petições a qualquer homem ou deus, exceto ao rei, Daniel também não tomou precauções para esconder nem disfarçar sua vida de oração durante aqueles trinta dias críticos. Ele era uma minoria absoluta, já que era o único, entre dezenas de governadores e outros oficiais, contrariando o decreto real. Contudo, mediante sua aberta vida de oração, ele demonstrou que a lealdade que devia a Deus vinha antes de sua lealdade ao rei e a seu decreto irrevogável.”1

“Leia Atos 5:27-32 [‘27 Trouxeram-nos, apresentando-os ao Sinédrio. E o sumo sacerdote interrogou-os, 28 dizendo: Expressamente vos ordenamos que não ensinásseis nesse nome; contudo, enchestes Jerusalém de vossa doutrina; e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem. 29 Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens. 30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. 31 Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. 32 Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem.’]2.

“Embora a admoestação seja clara nesse texto, quando agimos em oposição à lei humana, por que devemos estar sempre certos de que estamos fazendo verdadeiramente a vontade de Deus?”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 6º dia: hoje vamos orar por decisões importantes que precisamos tomar.

Terça-feira, 11 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

A trama contra Daniel

Lições da Bíblia

“2. Leia Daniel 6:6-9. Qual era o pensamento por trás do decreto? Como ele explorava a vaidade do rei?”1

Daniel 6:6-9 (ARA)2: “6 Então, estes presidentes e sátrapas foram juntos ao rei e lhe disseram: Ó rei Dario, vive eternamente! 7 Todos os presidentes do reino, os prefeitos e sátrapas, conselheiros e governadores concordaram em que o rei estabeleça um decreto e faça firme o interdito que todo homem que, por espaço de trinta dias, fizer petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8 Agora, pois, ó rei, sanciona o interdito e assina a escritura, para que não seja mudada, segundo a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9 Por esta causa, o rei Dario assinou a escritura e o interdito.

“Dario foi tolo ao promulgar um decreto que ele logo desejou revogar. Ele caiu na armadilha dos oficiais, que foram espertos o suficiente para jogar com as circunstâncias políticas do reino recém-estabelecido. Dario havia descentralizado o governo e estabelecido cento e vinte sátrapas para tornar a administração mais eficiente. Porém, essa ação acarretava riscos em longo prazo. Um governador influente poderia facilmente promover uma rebelião e dividir o reino. Portanto, uma lei forçando todos a fazer petições apenas ao rei durante trinta dias parecia uma boa estratégia para promover a lealdade ao monarca e, assim, impedir qualquer tipo de revolta. Mas os oficiais enganaram Dario, alegando que essa proposta tinha o apoio de ‘todos’ os governadores, administradores, sátrapas e conselheiros – uma evidente imprecisão, uma vez que Daniel não estava incluído. Além disso, a perspectiva de ser tratado como deus pode ter sido atraente para o rei.”1

“Não há evidência de que os reis persas tivessem reivindicado status divino. No entanto, o decreto pode ter sido planejado para tornar o rei o único representante dos deuses durante trinta dias; isto é, as orações aos deuses tinham que ser oferecidas por meio dele. Infelizmente, o rei não investigou as motivações por trás da proposta. Assim, ele não conseguiu perceber que a lei que supostamente impediria uma conspiração foi, em si, uma conspiração para prejudicar Daniel.”1

“Dois aspectos dessa lei merecem atenção. Primeiramente, a punição ao transgressor era ser lançado na cova dos leões. Como esse tipo de castigo não foi atestado em nenhum outro lugar, ele pode ter sido uma sugestão dos inimigos de Daniel para essa situação específica. Antigos monarcas do Oriente Próximo colocavam leões em jaulas a fim de libertá-los em certas ocasiões para caçar. Portanto, não faltariam leões para despedaçar quem ousasse transgredir o decreto do rei. Em segundo lugar, o decreto não podia ser alterado. A natureza imutável da ‘lei dos persas e medos’ também é mencionada em Ester 1:19 e Ester 8:8. Diodorus Siculus, um antigo historiador grego, mencionou uma ocasião em que Dario III (que não deve ser confundido com o Dario mencionado em Daniel) mudou de ideia, mas não conseguiu mais revogar uma sentença de morte que havia decretado contra um inocente.”1

Dez Dias de Oração e Resgate – 5º dia: hoje vamos pedir que Deus nos dê mais disposição para estudar Sua Palavra.

Segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020. Saiba mais, faça um Curso Bíblico

_______________
1 LIÇÃO da Escola Sabatina. Daniel. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 499, jan. fev. mar. 2020. Adulto, Professor. 
2 BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução João Ferreira de Almeida. Revista e atualizada no Brasil. 2. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.