O juízo divino

Lições da Bíblia1:

6. Deus feriu todos primogênitos no Egito. Por que Ele Se concentrou nos primogênitos? Êx 12:29, 30; Hb 11:28

Êx 12:29, 30 (NAA)2: 29 Aconteceu que, à meia-noite, o Senhor matou todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se assentava no seu trono, até o primogênito do prisioneiro que estava na cadeia, e todos os primogênitos dos animais. 30 Faraó levantou-se de noite, ele, todos os seus oficiais e todos os egípcios; e houve grande clamor no Egito, pois não havia casa em que não houvesse um morto.

Hb 11:28 (NAA)2: Pela fé, celebrou a Páscoa e o derramamento do sangue, para que o exterminador não tocasse nos primogênitos dos israelitas.

A última praga do Egito atingiu os primogênitos. Esse foi um juízo divino contra todos os deuses do Egito e também contra todas as famílias que adoravam esses falsos deuses, que eram apenas ídolos sem valor, refletindo os sentimentos, desejos e medos do próprio povo.

Como as pragas anteriores já haviam demonstrado, os ídolos eram incapazes de salvar o povo. Sua inutilidade ficou mais evidente com a décima praga, que trouxe as consequências mais graves para os egípcios.

“Por todo o vasto reino do Egito, o orgulho de cada casa tinha sido derrubado. Gritos e choro de lamentação enchiam o ar. O rei e seus oficiais, com rosto pálido e membros trêmulos, estavam apavorados diante do horror que dominava a todos”(Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 233).

O Faraó era visto como a personificação do poder do Egito e o deus supremo da nação, e seu filho primogênito era considerado filho de um deus. Ísis era uma deusa que protegia as crianças; Heqet, a deusa que assistia as mulheres no parto; e Min, um deus na reprodução. Além desses, havia outros deuses egípcios relacionados à fertilidade. No entanto, eles se mostraram impotentes diante do Deus vivo. Moisés e Jetro fizeram declarações sobre o poder e a superiodade de Deus (Êx 15:11; Êx 18:11).

De acordo com Êxodo 1, o Faraó mandou que as parteiras egípcias matassem os filhos recém-nascidos dos israelitas numa tentativa de enfraquecê-los, dominá-los e humilhá-los. Agora, a punição de Deus recaiu sobre os primogênitos do Egito. Isso ilustra o princípio de que colhemos aquilo que semeamos.

Nossas decisões e comportamentos têm consequências reais. E a dolorosa verdade, que todos nós já experimentamos, é que não sofremos sozinhos as consequências de nossas ações erradas. Outras pessoas, às vezes até mesmo inocentes, também sofrem. Essa é a natureza do pecado.

Você já sofreu por causa dos pecados de outras pessoas? Outras pessoas já sofreram por causa dos seus pecados? Qual é a nossa única esperança?

Quinta-feira, 31 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Passando a tocha

Lições da Bíblia1:

O salmista descreve como nossos filhos podem conhecer a Deus e Seu cuidado amoroso (Sl 145:4). As famílias devem dialogar sobre Deus, Seus feitos maravilhosos e Seus ensinos, para transmitir o conhecimento bíblico às futuras gerações.

5. Leia Êxodo 12:24-28. Qual é a ideia central desse texto?

Êxodo 12:24-28 (NAA)2: 24 Portanto, guardem isto por estatuto para vocês e para os seus filhos, para sempre. 25 E, quando estiverem na terra que o Senhor lhes dará, como prometeu, observem este rito. 26 Quando os seus filhos perguntarem: “Que rito é este?”, 27 respondam: “É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando matou os egípcios e livrou as nossas casas.” Então o povo se inclinou e adorou. 28 E os filhos de Israel foram e fizeram como o Senhor havia ordenado a Moisés e Arão.

Em Israel, os pais eram os primeiros professores e deviam contar a história do êxodo aos filhos. A história não deveria ser narrada apenas como um evento histórico distante, mas como uma experiência pessoal que fazia parte da vida de cada um, mesmo tendo ocorrido muito tempo antes. Ao celebrar a festa, os israelitas deveriam se conectar com seus antepassados, de modo que a história fosse revivida. Séculos depois, um pai poderia dizer à sua família: “Vivi no Egito, presenciei as pragas, vi a derrota dos deuses egípcios e fui libertado.” No Livro de Êxodo, vemos duas vezes como os pais deveriam responder às perguntas dos filhos sobre a Páscoa (Êx 12:26, 27; 13:14-16; compare com Dt 6:6-8).

É notável que os israelitas estavam no Egito quando foram orientados a celebrar a libertação do Egito. Essa celebração foi um ato de fé. Ao receber as instruções, “o povo se inclinou e adorou” seu Redentor. Depois, seguiu as instruções da Páscoa (Êx 12:27).

Em Deuteronômio, os israelitas são lembrados de que deveriam contar a história do êxodo de uma forma que as novas gerações a internalizassem como se fosse a jornada deles. Veja o tom coletivo da narrativa e a ênfase na experiência presente: “Meu pai foi um arameu prestes a perecer. Ele foi para o Egito, e ali viveu como estrangeiro com pouca gente; e ali veio a ser uma nação grande, forte e numerosa. Mas os egípcios nos maltrataram […]. Clamamos ao Senhor […]; e o Senhor ouviu a nossa voz e viu a nossa angústia, o nosso trabalho e a nossa opressão. E o Senhor nos tirou do Egito com mão poderosa, com braço estendido, com grande espanto, com sinais e com milagres. Ele nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel” (Dt 26:5-9).

Ao relembrar e contar aos filhos a história da Páscoa (ou qualquer evento importante da história sagrada), os pais eram ajudados a lembrar o que Deus tinha feito por eles e pelo povo. Contar essas histórias era significativo para quem falava e para quem ouvia.

Quarta-feira, 30 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Pesach

Lições da Bíblia1:

4. Leia Êxodo 12:17-23. Qual era o papel do sangue na celebração dessa nova festa?

Êxodo 12:17-23 (NAA)2: 17 Guardem a Festa dos Pães sem Fermento, porque nesse mesmo dia tirei os exércitos de vocês da terra do Egito. Portanto, vocês guardarão este dia de geração em geração por estatuto perpétuo. 18 Vocês comerão pães sem fermento desde o dia catorze do primeiro mês, à tarde, até a tarde do dia vinte e um do mesmo mês. 19 Por sete dias, não se ache nenhum fermento em suas casas, porque todo aquele que comer pão levedado será eliminado da congregação de Israel, tanto o estrangeiro como o natural da terra. 20 Não comam nada que tenha fermento. Em todas as suas habitações, comam somente pães sem fermento. 21 Moisés chamou todos os anciãos de Israel e lhes disse: — Escolham e peguem cordeiros para as famílias de vocês, e matem esses animais para celebrar a Páscoa. 22 Peguem ramos de hissopo, molhem no sangue que estiver na bacia e marquem a viga superior da porta e suas ombreiras com o sangue que estiver na bacia. E que nenhum de vocês saia da porta da sua casa até pela manhã. 23 Porque o Senhor passará para matar os egípcios. Quando, porém, enxergar o sangue na viga superior da porta e em ambas as ombreiras, o Senhor passará por cima da porta e não permitirá que o Destruidor entre na casa de vocês para matá-los.

O sangue do animal sacrificado era um elemento central nessa celebração. Os participantes colocavam o sangue do cordeiro morto nos batentes das portas de suas casas. Dessa forma, demonstravam fé em Deus, crendo que Ele os livraria do destino reservado àqueles que não estavam sob a proteção do sangue. Que expressão poderosa do evangelho!

O cordeiro da Páscoa precisava ser sem defeito, pois simbolizava Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). O sangue do animal tinha papel crucial: simbolizava proteção e era um sinal de vida em meio à morte iminente.

“O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês se encontram. Quando Eu vir o sangue, passarei por vocês, e não haverá entre vocês praga destruidora, quando Eu ferir a terra do Egito”(Êx 12:13).

O evangelho está ligado à celebração da Páscoa, pois ela apontava não apenas para a libertação da escravidão e a jornada à terra prometida, mas também para o sacrifício de Cristo pelos pecados e para Seus méritos, aplicados aos que são cobertos por Seu sangue.

Séculos depois, fazendo referência à Páscoa, Paulo escreveu: “Joguem fora o velho fermento, para que vocês sejam nova massa, como, de fato, já são, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado” (1Co 5:7).

O fermento era utilizado na preparação de diferentes tipos de massa. Ele é mencionado pela primeira vez na Bíblia na preparação do pão sem fermento, na véspera da saída dos israelitas do Egito. O fermento também precisava ser removido das casas (Êx 12:8, 15-20; 13:3-7). Nesse contexto específico, o fermento simbolizava o pecado (1Co 5:6-8); portanto, não deveria ser usado durante a Páscoa, que durava uma semana.

O pão sem fermento simboliza o Messias sem pecado, que venceu todas as tentações e entregou a vida por nós (Jo 1:29; 1Co 5:7; Hb 4:15). Os “ramos de hissopo” (Êx 12:22), que eram molhados no sangue, simbolizavam a graça purificadora de Deus (Sl 51:7). Em resumo, toda a celebração da Pesach revela a obra redentiva de Jesus.

Foi necessário o sangue de Jesus, que é o próprio Deus, para fazer expiação pelo pecado. O que esse fato nos ensina sobre a gravidade do pecado?

Terça-feira, 29 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

A Páscoa

Lições da Bblia1:

2. Leia Êxodo 12:1-20. Quais instruções específicas Deus deu a Moisés e Arão antes de Israel deixar o Egito?

Êxodo 12:1-20 (NAA)2: 1 O Senhor disse a Moisés e a Arão na terra do Egito: 2 — Este mês será para vocês o principal dos meses; será o primeiro mês do ano. 3 Falem a toda a congregação de Israel, dizendo: No dia dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família. 4 Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então o chefe da família convidará o seu vizinho mais próximo, conforme o número de pessoas. Conforme o que cada um puder comer, por aí vocês calcularão quantos são necessários para o cordeiro. 5 O cordeiro será sem defeito, macho de um ano, podendo também ser um cabrito. 6 Vocês guardarão o cordeiro até o décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o matará no crepúsculo da tarde. 7 Pegarão um pouco do sangue e o passarão nas duas ombreiras e na viga superior da porta, nas casas em que o comerem. 8 — Naquela noite, comerão a carne assada no fogo, com pães sem fermento e ervas amargas. 9 Não comam do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo: a cabeça, as pernas e as vísceras. 10 Não deixem nada do cordeiro até pela manhã; o que, porém, ficar até pela manhã, queimem. 11 É assim que vocês devem comê-lo: já prontos para viajar, com as sandálias nos pés e o cajado na mão. Comam depressa. É a Páscoa do Senhor. 12 Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e matarei na terra do Egito todos os primogênitos, tanto das pessoas como dos animais, e executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. 13 — O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês se encontram. Quando eu vir o sangue, passarei por vocês, e não haverá entre vocês praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. 14 Este dia lhes será por memorial, e vocês o celebrarão como solenidade ao Senhor; de geração em geração vocês celebrarão este dia por estatuto perpétuo. 15 — Sete dias vocês comerão pães sem fermento. Logo no primeiro dia, tirem o fermento das suas casas, pois todo aquele que comer coisa levedada, desde o primeiro dia até o sétimo dia, será eliminado de Israel. 16 No primeiro dia vocês terão uma santa assembleia, e também no sétimo dia terão santa assembleia. Não façam nenhum trabalho nesses dias, exceto o que diz respeito ao comer; somente isso poderão fazer. 17 Guardem a Festa dos Pães sem Fermento, porque nesse mesmo dia tirei os exércitos de vocês da terra do Egito. Portanto, vocês guardarão este dia de geração em geração por estatuto perpétuo. 18 Vocês comerão pães sem fermento desde o dia catorze do primeiro mês, à tarde, até a tarde do dia vinte e um do mesmo mês. 19 Por sete dias, não se ache nenhum fermento em suas casas, porque todo aquele que comer pão levedado será eliminado da congregação de Israel, tanto o estrangeiro como o natural da terra. 20 Não comam nada que tenha fermento. Em todas as suas habitações, comam somente pães sem fermento.

Seria de se esperar que Deus instruísse Moisés e Arão sobre como organizar a partida do Egito; ou seja, como fazer os preparativos para a fuga, especialmente para cuidar de idosos, mães com crianças pequenas, animais, entre outros. No entanto, a instrução de Deus foi surpreendente: Ele ensinou como celebrar a Páscoa. Em outras palavras, o foco estava em adorar o Senhor, que iria redimi-los. Todo o resto aconteceria no devido tempo.

Cada família deveria preparar um cordeiro, sem desperdiçar nada. Todos precisavam comer sua porção e, se uma família não conseguisse consumir o cordeiro inteiro, deveriam partilhar a refeição com outra família.

3. Leia Êxodo 12:13, 14. O que o Senhor faria pelo povo quando a última praga viesse? O que tudo isso simbolizava?

Êxodo 12:13, 14(NAA)2:13 — O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês se encontram. Quando eu vir o sangue, passarei por vocês, e não haverá entre vocês praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. 14 Este dia lhes será por memorial, e vocês o celebrarão como solenidade ao Senhor; de geração em geração vocês celebrarão este dia por estatuto perpétuo.

O êxodo deveria ser celebrado anualmente, não apenas como uma comemoração do que Deus havia feito pelos antepassados, mas também como uma atualização do ato libertador de Deus para a geração presente. Essa deveria ser uma experiência renovadora para cada grupo.

Êxodo 12:12 e 13 explica o significado da Páscoa: o juízo divino de destruição passaria sobre os israelitas (passaria por cima e não os atingiria); assim, eles deveriam comemorar a Páscoa. Em hebraico, Páscoa é Pesach, que significa “passar sobre”, porque a destruição “passou sobre” as casas cujos batentes das portas foram marcados com o sangue do cordeiro, o símbolo de vida e salvação.

A celebração da Páscoa tinha o propósito de lembrar a cada israelita dos atos de Deus, cheios de poder e de graça, que Ele realizou em favor de Seu povo. Essa celebração ajudaria a reafirmar a identidade nacional de Israel e fortalecer suas convicções religiosas.

Por que é tão importante recordar o bem que Deus fez por você no passado e confiar que Ele continuará a fazer o bem no futuro?

Segunda-feira, 28 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

Mais uma praga

Lições da Bíblia1:

Amós declarou que “certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am 3:7). Por meio de Moisés, Deus revelou ao Faraó o que aconteceria a seguir. A advertência mais solene foi dada ao Faraó: seria um justo juízo sobre o orgulho, a exploração, a violência e a idolatria (tudo o que havia desencadeado essas calamidades sobre o Egito).

1. Que advertência o Senhor fez antes de executar o juízo sobre o Egito? Êx 11

Êx 11 (NAA): 1 O Senhor disse a Moisés: — Trarei só mais uma praga sobre Faraó e sobre o Egito. Então ele os deixará sair daqui. E, quando deixar que vocês saiam, é certo que ele os expulsará totalmente. 2 Fale, agora, aos ouvidos do povo que todo homem peça ao seu vizinho e que toda mulher peça à sua vizinha objetos de prata e de ouro. 3 E o Senhor fez com que o seu povo encontrasse favor da parte dos egípcios. Além disso, o próprio Moisés era homem famoso na terra do Egito, aos olhos dos oficiais de Faraó e aos olhos do povo. 4 Moisés disse: — Assim diz o Senhor: “Perto da meia-noite passarei pelo meio do Egito. 5 E todo primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta no seu trono, até o primogênito da escrava que mói a farinha, e todo primogênito dos animais. 6 Haverá grande clamor em toda a terra do Egito, como nunca houve antes, nem haverá jamais. 7 Porém contra nenhum dos filhos de Israel, desde os homens até os animais, nem mesmo um cão rosnará, para que vocês saibam que o Senhor fez distinção entre os egípcios e os israelitas.” 8 E Moisés continuou: — Então todos esses seus oficiais descerão a mim e se inclinarão diante de mim, dizendo: “Saiam daqui, você e todo o povo que o segue.” E, depois disto, sairei. E, enfurecido, Moisés se retirou da presença de Faraó. 9 Então o Senhor disse a Moisés: — Faraó não vai ouvir vocês, para que as minhas maravilhas se multipliquem na terra do Egito. 10 Moisés e Arão fizeram todas essas maravilhas diante de Faraó. Mas o Senhor endureceu o coração de Faraó, que não permitiu que os filhos de Israel saíssem da sua terra.

Deus deu tempo aos egípcios, três dias de escuridão (Êx 10:22, 23), para refletirem sobre os eventos recentes e compreenderem seu significado. Ele também ofereceu uma última advertência explícita, dando a eles uma derradeira chance de fazer o que era certo.

No entanto, Êxodo 11:8 relata que “enfurecido, Moisés se retirou da presença de Faraó”. Mas por que ele ficou tão enfurecido? Provavelmente porque sabia que a tragédia da décima praga atingiria muitos inocentes – tudo por causa da teimosia do Faraó.

Além disso, o número dez possui um simbolismo significativo na Bíblia, representando plenitude ou completude (por exemplo, os Dez Mandamentos são uma revelação completa da lei moral divina). De forma semelhante, as dez pragas do Egito representam a manifestação plena da justiça e retribuição de Deus.

O Senhor é o Juiz supremo e Se opõe ao orgulho, à injustiça, à discriminação, à arrogância, à exploração, à crueldade e ao egoísmo. Ele está ao lado dos que sofrem, daqueles que enfrentam abusos e maus-tratos e dos perseguidos. Deus aplicará a justiça, o que, na verdade, é uma das expressões de Seu amor (Sl 2:12; 33:5; 85:11; 89:14; 101:1; Is 16:5; Jr 9:24).

Nós também devemos expressar amor e justiça da melhor maneira possível. Contudo, podemos facilmente cair em extremos, seja de um lado ou de outro. Em nome de um suposto “amor”, podemos ignorar erros e questões que precisam ser corrigidos. Por outro lado, podemos aplicar a justiça de maneira fria e inflexível. Nenhum dos extremos é correto. Este é o ideal: “O que o Senhor pede de você? Que pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com o seu Deus” (Mq 6:8).

Se não temos o equilíbrio perfeito, preferir o lado da misericórdia seria um erro?

Domingo, 27 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.

A Páscoa

Lições da Bíblia1:

“Quando os seus filhos perguntarem: ‘Que rito é este?’, respondam: ‘É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando matou os egípcios e livrou as nossas casas’” (Êx 12:26, 27).

Leituras da semana: Êx 11; Mq 6:8; Êx 12:1-30; 1Co 5:7; Êx 13:14-16; hb 11:28

A décima e última praga estava prestes a cair. A última advertência havia sido dada, e a decisão final precisava ser tomada. Era realmente uma questão de vida ou morte: não apenas a vida de um indivíduo, mas a prosperidade de famílias e de toda a nação estava em jogo. O Faraó e seus oficiais eram responsáveis pelo destino de muitas pessoas. A atitude dele em relação ao Deus vivo determinaria não apenas seu próprio futuro, mas também o de sua nação.

Como nos sentimos e o que fazemos quando a gravidade das circunstâncias pesa sobre nós, e precisamos escolher o próximo passo e a direção a seguir? Essa é uma escolha que pode afetar a vida de muitos outros além de nós mesmos. Deus está sempre disposto a nos conceder sabedoria, entendimento e poder para fazermos o que é certo (1Co 1:30; Fp 2:13).

O problema, no entanto, é que, em nosso coração teimoso, nem sempre desejamos fazer o que é certo. Sabemos o que é correto, mas nos recusamos a fazê-lo. No relato de Êxodo, a recusa de um homem em se submeter a Deus, mesmo diante de evidências, trouxe tragédia para muitos outros.

Sábado, 26 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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As pragas – Estudo adicional

Lições da Bíblia1:

Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 214-227 (“As pragas do Egito”).

“Foi permitido que Seu povo experimentasse a esmagadora crueldade dos egípcios, para que não se enganasse em relação à influência degradante da idolatria. Em Sua maneira de lidar com o Faraó, o Senhor manifestou Seu ódio à idolatria e Sua decisão de punir a crueldade e a opressão. […] Não se exerceu um poder sobrenatural para endurecer o coração do rei. Deus deu ao Faraó a mais notável evidência do poder divino, mas o rei obstinadamente se recusou a aceitar a luz. Cada manifestação do poder infinito rejeitada por ele tornava-o mais resoluto em sua rebeldia. As sementes de rebelião que semeara quando rejeitou o primeiro milagre produziram sua colheita” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 222, 223).

“O Sol e a Lua eram adorados pelos egípcios. Nessas trevas misteriosas, o povo e seus deuses foram de modo semelhante atingidos pelo poder que havia se comprometido com a causa dos escravos. Contudo, por mais estranho que tivesse sido, esse juízo é uma prova da compaixão de Deus e de Sua indisposição para destruir. Ele deu ao povo tempo para refletir e se arrepender, antes de trazer sobre ele a última e mais terrível das pragas” (Patriarcas e Profetas, p. 226).

Perguntas para consideração

1. Por que o Faraó se permitiu ser tão endurecido que, mesmo diante do que deveria ser a escolha evidente e correta (deixar o povo ir), ele ainda se recusou. Como alguém poderia se enganar tanto a ponto de não enxergar o óbvio? Que advertência isso traz a nós? Podemos ficar tão endurecidos no pecado a ponto de tomar decisões desastrosas quando a decisão correta e o caminho certo estão bem diante de nós o tempo todo? Quais outros personagens bíblicos cometeram o mesmo tipo de erro? Pense, por exemplo, em Judas.

2. Em determinado momento, em meio à devastação que o Faraó havia causado em sua própria terra e ao seu povo, ele declarou: “Desta vez pequei. O Senhor é justo, porém eu e o meu povo somos ímpios” (Êx 9:27). Embora tenha sido uma confissão notável de pecado naquela ocasião, por que sabemos que não foi autêntica?

Sexta-feira, 25 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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Granizo, gafanhotos e escuridão

Lições da Bíblia1:

5. Leia Êxodo 9:13-35; 10:1-29. Essas pragas fizeram o Faraó mudar de ideia?

Êxodo 9:13-35 (NAA): 13 O Senhor disse a Moisés: — Levante-se de manhã cedo, apresente-se a Faraó e diga-lhe: Assim diz o Senhor, o Deus dos hebreus: “Deixe o meu povo ir, para que me adore. 14 Pois desta vez enviarei todas as minhas pragas sobre o seu coração, sobre os seus oficiais e sobre o seu povo, para que você saiba que em toda a terra não há ninguém que seja semelhante a mim. 15 Pois eu já poderia ter estendido a mão para ferir você e o seu povo com peste, e você teria sido cortado da terra. 16 Mas, em verdade, foi para isso que eu o mantive: para mostrar a você o meu poder, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. 17 Você ainda vai se levantar contra o meu povo, para não deixá-lo ir? 18 Eis que amanhã, por este tempo, farei cair uma forte chuva de pedras, como nunca houve no Egito, desde o dia em que foi fundado até hoje. 19 Agora, pois, mande recolher o seu gado e tudo o que você tem no campo. Todas as pessoas e os animais que estiverem no campo e não forem levados para casa morrerão ao cair sobre eles a chuva de pedras.” 20 Aqueles oficiais de Faraó que temiam a palavra do Senhor fizeram com que os seus servos e o seu gado fugissem para as casas; 21 aqueles, porém, que não se importavam com a palavra do Senhor deixaram que os seus servos e o seu gado ficassem no campo. 22 Então o Senhor disse a Moisés: — Estenda a mão para o céu, e cairá chuva de pedras em toda a terra do Egito, sobre as pessoas, sobre animais e sobre toda planta do campo na terra do Egito. 23 E Moisés estendeu o seu bordão para o céu e o Senhor deu trovões e chuva de pedras, e fogo desceu sobre a terra. E o Senhor fez cair chuva de pedras sobre a terra do Egito. 24 De maneira que havia chuva de pedras e fogo misturado com a chuva de pedras tão grave, como nunca houve em toda a terra do Egito, desde que veio a ser uma nação. 25 Por toda a terra do Egito a chuva de pedras destruiu tudo o que havia no campo, tanto pessoas como animais. A chuva de pedras destruiu também todas as plantas do campo e quebrou todas as árvores do campo. 26 Somente na terra de Gósen, onde estavam os filhos de Israel, não houve chuva de pedras. 27 Então Faraó mandou chamar Moisés e Arão e lhes disse: — Desta vez pequei. O Senhor é justo, porém eu e o meu povo somos ímpios. 28 Orem ao Senhor, pois já bastam estes grandes trovões e a chuva de pedras. Eu os deixarei ir, e vocês não ficarão mais aqui. 29 Moisés respondeu: — Quando eu sair da cidade, estenderei as mãos ao Senhor. Os trovões cessarão, e já não haverá chuva de pedras, para que você saiba que a terra é do Senhor. 30 Mas quanto a você e aos seus oficiais, eu sei que ainda não temem o Senhor Deus. 31 O linho e a cevada foram destruídos, pois a cevada já estava na espiga e o linho estava em flor. 32 Porém o trigo e o centeio não sofreram dano, porque ainda não haviam nascido. 33 Moisés saiu da presença de Faraó e da cidade e estendeu as mãos ao Senhor. Cessaram os trovões e a chuva de pedras, e não caiu mais chuva sobre a terra. 34 Quando Faraó viu que cessaram as chuvas, as pedras e os trovões, tornou a pecar e endureceu o coração, ele e os seus oficiais. 35 E assim Faraó, de coração endurecido, não deixou ir os filhos de Israel, como o Senhor tinha dito a Moisés.

Êxodo 10:1-29 (NAA): 1 O Senhor disse a Moisés: — Vá falar com Faraó, porque lhe endureci o coração e o coração de seus oficiais, para que eu faça estes meus sinais no meio deles, 2e para que você possa contar aos seus filhos e aos filhos de seus filhos como zombei dos egípcios e quantos sinais fiz no meio deles, e para que vocês saibam que eu sou o Senhor. 3 Moisés e Arão apresentaram-se a Faraó e lhe disseram: — Assim diz o Senhor, o Deus dos hebreus: “Até quando você se recusará a humilhar-se diante de mim? Deixe o meu povo ir, para que me adore. 4 Se você não deixar o meu povo ir, eis que amanhã trarei gafanhotos ao seu território. 5 Eles cobrirão de tal maneira a face da terra que não será possível ver o chão. Comerão o restante que escapou, o que restou depois da chuva de pedras, e comerão todas as árvores que crescem no campo. 6 Os gafanhotos encherão as suas casas, as casas de todos os seus oficiais e as casas de todos os egípcios, como nunca viram os seus pais, nem os seus antepassados desde o dia em que se estabeleceram na terra até o dia de hoje.” Moisés virou-se e saiu da presença de Faraó. 7 Então os oficiais de Faraó disseram: — Até quando este homem será um perigo para nós? Deixe essa gente ir, para que adorem o Senhor, o Deus deles. Será que o rei ainda não sabe que o Egito está arruinado? 8 Então Moisés e Arão foram conduzidos à presença de Faraó, e este lhes disse: — Vão e adorem o Senhor, o seu Deus. Mas eu gostaria de saber quem são os que irão. 9 Moisés respondeu: — Iremos com os nossos jovens, com os nossos velhos, com os filhos, com as filhas, com os nossos rebanhos e com os nossos gados. Iremos, porque temos de celebrar uma festa ao Senhor. 10 Então Faraó disse: — Que o Senhor esteja de fato com vocês, se eu permitir que vocês saiam e levem junto as crianças. Vejam, vocês têm más intenções. 11 Mas não é assim que vai ser. Vão somente vocês, os homens, e adorem o Senhor, pois é isso o que vocês estão pedindo. E os expulsaram da presença de Faraó. 12 Então o Senhor disse a Moisés: — Estenda a mão sobre a terra do Egito, para que venham gafanhotos sobre a terra do Egito e comam toda a vegetação da terra, tudo o que a chuva de pedras não destruiu. 13 Moisés estendeu o seu bordão sobre a terra do Egito, e o Senhor trouxe sobre a terra um vento leste todo aquele dia e toda aquela noite. Quando amanheceu, o vento leste tinha trazido os gafanhotos. 14 E os gafanhotos se espalharam por toda a terra do Egito e pousaram sobre todo o seu território. Eram muito numerosos. Antes destes, nunca houve tantos gafanhotos, nem depois deles virão outros assim. 15 Porque cobriram a superfície de toda a terra, de modo que a terra se escureceu. Devoraram toda a vegetação da terra e todo fruto das árvores que a chuva de pedras não havia destruído. E não restou nada verde nas árvores, nem na vegetação do campo, em toda a terra do Egito. 16 Então Faraó se apressou em chamar Moisés e Arão e lhes disse: — Pequei contra o Senhor, seu Deus, e contra vocês. 17 Agora peço que me perdoem o pecado ainda esta vez e que orem ao Senhor, seu Deus, para que tire de mim esta praga mortal. 18 Moisés saiu da presença de Faraó e orou ao Senhor. 19 Então o Senhor fez soprar um vento oeste muito forte, que levantou os gafanhotos e os lançou no mar Vermelho. Não restou um só gafanhoto em todo o território do Egito. 20 O Senhor, porém, endureceu o coração de Faraó, e este não deixou ir os filhos de Israel. 21 Então o Senhor disse a Moisés: — Estenda a mão para o céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se possam apalpar. 22 Moisés estendeu a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito durante três dias. 23 Os egípcios não podiam ver uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar durante três dias. Porém todos os filhos de Israel tinham claridade nas suas casas. 24 Então Faraó chamou Moisés e lhe disse: — Vão e adorem o Senhor. Fiquem somente os seus rebanhos e o seu gado; as crianças podem ir com vocês. 25 Moisés respondeu: — Então você teria de nos providenciar os animais para os sacrifícios e holocaustos que queremos oferecer ao Senhor, nosso Deus. 26 Por isso os nossos rebanhos irão conosco. Nem um casco de animal ficará para trás, porque temos de escolher alguns para oferecer em sacrifício ao Senhor, nosso Deus. E, enquanto não chegarmos lá, não saberemos com que animais teremos de adorar o Senhor. 27 O Senhor, porém, endureceu o coração de Faraó, e este não quis deixá-los ir. 28 Faraó disse a Moisés: — Saia da minha presença e tenha cuidado para nunca mais aparecer aqui. Porque, no dia em que você tornar a ver o meu rosto, será morto. 29 Moisés respondeu: — Como queira! Nunca mais tornarei a ver o seu rosto.

Nut era a deusa egípcia da atmosfera e do espaço sideral, retratada como aquela que controlava o que ocorria sob o céu e na terra. Osíris era o deus das colheitas e da fertilidade. O granizo é associado ao juízo divino (Is 28:2, 17; Ez 13:11-13). Nessa praga, aqueles que esconderam suas propriedades em um abrigo seguro foram protegidos (Êx 9:20, 21). Todos foram testados: creriam na Palavra de Deus e agiriam de acordo com ela?

A preservação da vida do Faraó tinha como propósito tornar Deus conhecido no mundo (Êx 9:16). O rei confessou que havia pecado, mas logo depois voltou atrás.

Set era o deus da tempestade, guerra e desordem. Junto com Ísis, era considerado uma divindade da agricultura. Shu era o deus da atmosfera. Serápis personificava a majestade divina, fertilidade, cura e vida após a morte. Nenhum dos deuses egípcios impediu os juízos divinos (Êx 10:4-20), pois os ídolos não são nada (Is 44:9, 10, 12-17). Os servos do Faraó insistiram para que ele deixasse Israel ir, mas ele recusou novamente.

O Faraó ofereceu um acordo, que Moisés rejeitou, e com razão, pois mulheres e crianças eram parte vital e inseparável da adoração e da comunidade de fé.

Rá era o principal deus egípcio, o deus-sol, e Tote era o deus-lua. Eles não conseguiram produzir luz. O Faraó tentou negociar, mas em vão. Uma escuridão de três dias cobriu o Egito, mas os israelitas tinham luz. A separação não poderia ser mais clara.

No entanto, independentemente das calamidades que atingiram a nação, o Faraó continuou resistindo e não cedeu. Não conhecemos suas motivações mais profundas, mas, em algum momento, isso pode ter se tornado simplesmente uma questão de orgulho. Não importavam as poderosas evidências, a clareza de tudo o que estava acontecendo e que a escolha correta estivesse bem diante dele – após um pouco de hesitação, o Faraó não se submeteu à vontade de Deus. Por outro lado, seus servos declararam: “Até quando este homem será um perigo para nós? Deixe essa gente ir, para que adorem o Senhor, o Deus deles. Será que o rei ainda não sabe que o Egito está arruinado?” (Êx 10:7).

Esse é um exemplo marcante das palavras: “Antes da ruína vem a soberba, e o espírito orgulhoso precede a queda” (Pv 16:18).

Quinta-feira, 24 de julho de 2025. Saiba mais, faça gratuitamente um Curso Bíblico. 

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1 LIÇÃO da Escola Sabatina. O livro do êxodo. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, n. 521, jul. ago. set. 2025. Adulto, Professor.
2 BÍBLIA Sagrada. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. Edição Revista e Atualizada no Brasil, 3. ed. (Nova Almeida Atualizada). Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.